A criação e desenvolvimento de softwares é um processo complexo e que envolve várias etapas e profissionais. Elas envolvem a execução de refinamentos constantes, testes para rastrear falhas e o planejamento da criação de novos recursos. E, para evitar que a empresa tenha problemas durante cada uma dessas rotinas, é importante desenvolver mecanismos de controle precisos.

Para auxiliar gestores nessa tarefa, a empresa pode criar o ciclo de vida do desenvolvimento de softwares. Assim, ela conseguirá rastrear mudanças e próximas atualizações com precisão e eficiência. Quer saber mais sobre ele? Então acompanhe nosso post!

Quais as bases do ciclo de vida do desenvolvimento de softwares?

O ciclo de vida de desenvolvimento de softwares é um modelo de gestão que permite ao negócio ter um maior controle sobre a maneira como as aplicações são feitas. Todos os times responsáveis por executar os processos conectados à criação da aplicação terão a base necessária para programar, da forma mais eficaz possível, uma aplicação de alta performance. Assim, requisitos são seguidos e a empresa consegue evitar falhas a médio e longo prazo.

Em outras palavras, o ciclo de vida é o mecanismo utilizado por empresas para reduzir os problemas enfrentados durante a criação de uma aplicação. Ele é escolhido conforme a natureza do tipo de sistema que será criado e, uma vez integrado à rotina da companhia, dará as bases para que ela possa executar todas as atividades relacionadas à gestão da ferramenta na ordem e metodologia correta.

Quando um ciclo de vida do desenvolvimento de softwares deve ser utilizado?

Os ciclos de desenvolvimento de software podem ser utilizados em várias situações. As três principais envolvem a correção de bugs, a criação de novas funcionalidades e a descontinuidade de uma aplicação. Veja os motivos abaixo!

Resolução de bugs

Por mais eficientes que sejam os mecanismos de criação de aplicações, sempre existe o risco da empresa realizar um deploy de um sistema com algumas falhas em seu código-fonte. Justamente por isso, é importante ter um processo eficaz para que tais vulnerabilidades sejam eliminadas rapidamente após a distribuição da ferramenta para o usuário.

Nesse momento, o ciclo de vida pode ser utilizado para auxiliar gestores na execução de processos de testes mais seguros e precisos. Cada developer terá uma orientação mais precisa sobre como agir para identificar possíveis falhas e vulnerabilidades de segurança, assim como as rotinas necessárias para eliminar qualquer problema encontrado.

Criação de novas funcionalidades

Todo software de sucesso tem funcionalidades distribuídas regularmente para os seus usuários. Essa abordagem auxilia empresas a fidelizar consumidores e a manter a aplicação alinhada às tendências do mercado.

Por meio do ciclo de vida, a empresa passa a ter mecanismos para identificar e criar funcionalidades com mais agilidade. Torna-se mais fácil para a companhia mapear as funcionalidades mais utilizadas, identificar tendências e o que pode ser feito para melhorar a experiência de uso de suas aplicações. Dessa forma, fica mais simples criar um fluxo de entrega de novos recursos funcionais e inovadores.

Descontinuidade de uma aplicação

Muitas vezes, um software deixa de ser viável e é descontinuado. Nesse momento, o ciclo de vida dá ao empreendimento as bases para encerrar o seu suporte e, assim, evitar que os usuários fiquem sem alternativa. Isso poderá ser feito por meio de estratégias, como a oferta de novas aplicações ou mecanismos para manter o sistema utilizável mesmo que ele não vá receber mais atualizações.

Quais os modelos de ciclo de vida do desenvolvimento de softwares existentes no mercado?

Diante das diferentes necessidades de empresas, muitos modelos de ciclo de desenvolvimento de software foram criados ao longo dos anos. Em cascata, incremental, espiral e de prototipagem são alguns exemplos. Confira abaixo as características dos mais populares:

Modelo em cascata

Criado em 1970, esse é um modelo considerado mais tradicional. No modelo em cascata, uma nova etapa só pode ser iniciada após a anterior ser concluída, documentada e aprovada pelo cliente.

A ênfase desse modelo está nas etapas de planejamento e desenvolvimento do sistema. Mais fácil de ser gerenciado, ele tem pouca abertura para mudanças, o que tornou-se uma das suas principais críticas.

Modelo evolutivo

No modelo evolutivo, há mais abertura para mudanças. Ele tem como base a ideia de que, no momento do planejamento, não há a necessidade de considerar todos os requisitos da aplicação. Há uma constante troca de dados entre cliente e desenvolvedor, permitindo que o software seja modificado continuamente para atingir as necessidades dos usuários.

Entre os principais motivos para uma empresa adotar esse modelo, está a sua maior flexibilidade. A empresa conseguirá manter o projeto mais receptivo a mudanças e conseguirá garantir que, ao seu fim, todas as funcionalidades estarão moldadas de acordo com aquilo que o usuário necessita. Porém, pode ser mais difícil delimitar a definição do escopo e da arquitetura e os prazos.

Modelo de prototipação

A prototipação é uma abordagem em que a empresa passa a visualizar o ciclo de desenvolvimento do software como uma rotina evolutiva. As funcionalidades são entregues aos usuários como se fossem protótipos, permitindo que avaliações sejam feitas para identificar possíveis problemas, pontos que possam ser modificados ou removidos da aplicação final.

Quando a empresa adota a prototipação como forma de gerenciar o ciclo de desenvolvimento do software, ela tem mais mecanismos para identificar se a aplicação é viável, atende às necessidades do seu cliente e tem funcionalidades bem estruturadas. Assim, as chances de entregar um produto com falhas ou com uma experiência de usuário de baixa qualidade caem significativamente.

A criação de um processo de desenvolvimento inteligente e conectado com as necessidades do usuário é fundamental para que a empresa possa entregar um produto de qualidade. Os developers terão mecanismos mais precisos para planejarem as suas rotinas, evitarão erros e conseguirão executar um trabalho de maior qualidade. Além disso, a alocação de recursos será mais eficaz e econômica.

Em outras palavras, quando o ciclo de vida do desenvolvimento de softwares estiver bem estruturado, a companhia terá mais capacidade para criar produtos mais inteligentes e eficazes. As funcionalidades poderão atender a um número maior de pessoas e, assim, o sucesso da aplicação será garantido.

Agora é a sua vez: quais são as suas estratégias para criar aplicações de sucesso? Conte para nós no campo de comentários! Vamos lá!

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