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O consumidor atual, mais exigente e atento ao mercado e ações das empresas, demanda uma postura diferente para fechar negócios. Com o avanço das tecnologias, novos conceitos surgiram para otimizar o relacionamento. O Vendarketing, por exemplo, alinha vendas e marketing, gerando colaboração. Porém, será que seu departamento comercial está atualizado? O Inside Sales pode ser o upgrade necessário.

Insistir em técnicas de vendas agressivas — aquelas em que o vendedor tenta empurrar os produtos e serviços para qualquer lead — é ineficaz quando nos deparamos com pessoas que compram apenas o que desejam e quando querem.

Por isso, confira este artigo sobre Inside Sales e remodele sua estratégia para gerar mais resultados para a sua empresa e clientes mais felizes!

O que é Inside Sales?

Para explicar esse conceito, primeiramente falaremos do Inbound Sales, que é uma estratégia de vendas na qual o vendedor se posiciona como consultor do público-alvo. Assim, em vez de forçar uma venda, o objetivo central é conquistar o cliente, mesmo que não feche negócio. O Inside Sales é o vendedor consultivo, ou Inbound, que atua de dentro da empresa.

Dispense gastos com transporte e tempo dos seus melhores vendedores, que normalmente são direcionados a muitas reuniões para, talvez, fazer uma venda. Hoje os clientes estão interessados nos resultados que seus produtos ou serviços promoverão.

Por meio de interações por chats, telefonemas, e-mails e outras plataformas digitais, sua equipe pode entrar em contato com mais prospects e ainda aumentar as conversões.

Por que usar essa estratégia?

Talvez pareça contraditório trazer o departamento comercial para trabalhar de dentro da empresa com o objetivo de melhorar o relacionamento com os leads e aumentar as vendas. Acontece que hoje conseguimos um grande volume de informação nos meios digitais que, se integrado ao CRM (ferramentas para gerenciamento dos clientes), oferece informações para estabelecer um contato pessoal e eficiente.

Confira os principais benefícios de adotar o Inside Sales na sua empresa:

  • possibilitar o seu acesso aos dados coletados em tempo real;
  • acompanhar o desempenho de cada membro e de toda a equipe, motivando-a a bater as metas;
  • otimizar o compartilhamento de informações, criando um ambiente interno colaborativo;
  • proporcionar maior produtividade;
  • contatar potenciais clientes, independentemente da distância geográfica;
  • deixar o funil de vendas mais enxuto e proveitoso;
  • conseguir indicadores palpáveis, melhorando a tomada de decisão;
  • reduzir os custos das operações;
  • alcançar mais vendas e excelência nos resultados.

Quais são as diferenças entre Inside Sales e Outbound Sales?

Talvez uma boa analogia para ilustrar as distinções entre os dois modelos seja um pedido de casamento. Enquanto o Inside Sales faz o caminho de conhecer e se apresentar para a pretendente, gerando conexões e empatia, para só depois fazer o pedido, o Outbound seria aquele que aborda a pessoa na rua com o anel na mão.

Provavelmente você já recebeu ligações de telemarketing que carregavam outra característica do Outbound Sales: a agressividade. O vendedor, apesar de seguir o script, tenta concluir a venda a todo custo. Já no Inside Sales, o vendedor precisa conhecer muito bem a persona ou público-alvo da empresa, entendendo quais são suas dores e aspirações.

Além disso, ele precisa conhecer a empresa de forma abrangente, sendo capaz de saber se o lead está realmente pronto para a compra e, dependendo da percepção, sugerir outra solução existente no mix de produtos e serviços de sua marca.

Como implementar a técnica de Inside Sales na minha empresa?

Depois de entender o conceito, os benefícios e as maiores diferenças entre os modelos de vendas, vamos à prática. Para saber se essa estratégia é a ideal para a sua empresa, os especialistas recomendam que o custo-benefício esteja de acordo com o ticket médio da venda.

Produtos muito baratos normalmente contam com uma amostra grátis ou atendimentos automatizados, como os chatbots, e se vendem sozinhos. Quando o valor é expressivo, o Inside Sales é recomendado; quando o investimento é alto, como no caso de carros e imóveis, sugere-se o Field Sales — vendas em campo —, mas com ações do Inside Sales em um modelo híbrido de vendas.

Crie um plano para a transição

Se sua empresa está em operação, provavelmente ela já conta com um plano de vendas. Nessa hora, não é possível parar os processos para implementar a nova mentalidade. Por isso, monte um projeto para gerenciar a mudança. PMBOK e SCRUM são duas metodologias que podem agilizar esse procedimento.

Defina o formato que será adotado e quais etapas acontecerão e coloque-as em uma linha do tempo, para facilitar a visualização de todos os envolvidos. Pesquise sobre a estrutura e ferramentas e estabeleça o orçamento que será usado para implementar seu novo modelo de vendas. Lembre-se de documentar todo o processo.

Trabalhe em conjunto com o pessoal do marketing

O Inside Sales requer uma conversa alinhada entre o setor comercial e a comunicação. Assim, o marketing fica responsável por gerar conteúdo relevante para atrair e educar os leads, enquanto as vendas recebem os prospects no estágio de consideração para o fechamento da compra. Elabore um SLA, que é um documento para combinar o papel de cada área.

Disponibilize estrutura e ferramentas adequadas

Já falamos sobre esse aspecto, mas agora vamos explicá-lo. O vendedor precisará de um ambiente onde ele possa se concentrar para atuar com excelência, afinal, não terá o contato olho no olho, nem o caloroso aperto de mãos. Ele também precisará de um telefone sempre disponível, uma boa internet, sistemas e computadores compatíveis com as atividades.

Treine, treine e treine mais um pouco sua nova equipe de Inside Sales

Sim, a metodologia pode até mudar, mas nada melhor para capacitar os vendedores do que a prática. Faça simulações de vendas, apresente as principais objeções, use situações-problema e compartilhe soluções que algum membro da equipe tenha conseguido. Os treinamentos engajam a equipe, fortalecem a cultura da empresa e transmitem segurança para os colaboradores.

Como você pôde conferir, o Inside Sales é uma ferramenta poderosa para otimizar vendas complexas, mas também já se tornou uma estratégia para outros formatos. Por reduzir custos, aumentar a produtividade e ainda melhorar a relação entre os times de marketing e vendas, essa é uma tendência que tem sido implementada em muitas empresas.

Se você perceber que esse é o momento certo para sua empresa fazer a transição para Inside Sales, não se esqueça de realizar a mudança aos poucos, capacitando e integrando o departamento comercial e de comunicação. Ofereça os recursos e tecnologias necessárias para que seus vendedores trabalhem com o mais alto desempenho e dê treinamentos dinâmicos, deixando o time mais seguro.

Aproveite a oportunidade para desenvolver um olhar inteligente sobre o seu negócio, atualizando-se com as soluções tecnológicas que o mercado pode oferecer para a sua empresa! Assine a nossa newsletter para conferir dicas e inovações.

#InsideSales #TurbinarVendas #Smarketing

Produzir e apresentar um relatório para diretores e C-Levels (CEO, CIO, CTO, etc.) é uma tarefa desafiadora, que exige ótimo grau de informação por parte do orador e uma série de cuidados sobre a elaboração do documento.

As dificuldades são ainda maiores quando o responsável pela produção do relatório executivo tem uma pegada muito técnica, carente do senso de liderança e habilidades de comunicação. Sem tais recursos, a tendência é entregar um relatório complexo e de baixa qualidade.

Por outro lado, é preciso estar ciente de que se está apresentando informações a um grupo de pessoas importantes, cujo tempo é extremamente valioso, e que elas aguardam por soluções.

Sendo assim, o que apresentar aos envolvidos? Como apresentar fatos relevantes aos diretores? Se ficou curioso, leia até o final do texto para conhecer 6 ótimas dicas para elaborar e apresentar um relatório para diretores.

1. Seja objetivo ao dispor informações

Um bom relatório executivo requer objetividade do documento, ou seja, a elaboração de um texto claro e conciso que, embora seja composto por menos parágrafos em comparação a relatórios de dez páginas, possa reunir a informação eficientemente.

Outro fator que merece atenção é o ritmo da apresentação. O tempo dedicado pelos diretores para assistir à apresentação é altamente valioso e, em hipótese alguma, deve ser desperdiçado.

Ao fazer uma abordagem direta e simples, você evitará margens para diferentes interpretações e excesso de subjetividade nos textos, pois isso pode acarretar discussões desnecessárias. Tenha sempre em mente que diretores, geralmente, têm pouca disponibilidade para ler algo extenso.

2. Utilize gráficos para facilitar a comunicação

Um relatório não é formado apenas por textos e indicadores. É importante que os elementos sejam dispostos em gráficos na elaboração do relatório para diretores como um todo, e não somente na apresentação de dados.

Nos casos de gráficos que exibem estatísticas, como históricos e índices de desempenho, faz toda a diferença aplicar um esquema de cores com a finalidade de tornar o conteúdo mais intuitivo.

Por exemplo, usar a cor verde para indicar estabilidade; amarelo para fatores que requerem atenção; vermelho para indicar problemas; e preto para fatos altamente críticos.

Já os aspectos visuais, presentes em todas as páginas do relatório, devem ser pensados como elementos que destacam a relevância do conteúdo. O documento será melhor apresentado, mesmo que isso signifique adicionar mais páginas ao arquivo.

Supondo que as informações coletadas sejam relevantes, imaginemos como seria se elas fossem colocadas sem o mínimo de organização, em páginas vazias em termos de design? Seria um relatório simples, porém cansativo e difícil de ler.

Por outro lado, um relatório executivo em que os parágrafos ocupam posições bem selecionadas, podem apresentar mais ênfase às informações e, ao mesmo tempo, acrescentar fluidez ao texto, tornando a leitura mais agradável.

3. Busque pelo equilíbrio no uso de dados

Sabemos que um relatório para diretores deve ser informativo, portanto, a validade do documento passa diretamente pelo uso de dados. Quando bem-apresentados, os dados despertam a atenção dos espectadores.

Entretanto, o uso excessivo de dados é algo que compromete tanto a qualidade do relatório, quanto a sua própria apresentação. Primeiro porque dá margem a informações irrelevantes, ou inconsistentes e, segundo, porque os dados precisam ser explicados, podendo prejudicar o andamento do processo.

É imprescindível que os dados sejam validados e, sobretudo, tenham algo importante a dizer. Do contrário, sendo eles dispensáveis, é melhor anexá-los ao apêndice — para que sejam analisados pelos diretores posteriormente.

4. Esteja preparado para responder a questionamentos

Durante a apresentação de um relatório para diretores, naturalmente ocorrerá perguntas. Por vários motivos, os executivos querem saber do que realmente interessa. É importante, então, não se prender por muito tempo num determinado assunto — falaremos sobre isso mais adiante.

Mas como se preparar para esses momentos? Sair da zona de conforto é essencial, isto é, ir além dos temas que já domina. Uma boa dica é buscar inserir-se cada vez mais no negócio, de modo a desenvolver o conhecimento necessário para responder a perguntas que se espera dos C-levels.

Lembrando que o ideal é adquirir habilidades ligadas à liderança, assim você unirá o seu sólido conhecimento técnico a atributos de comunicação que irão capacitá-lo para fazer apresentações de alto nível.

5. Apresente o ROE do negócio no relatório para diretores

A rentabilidade está sempre no topo dos interesses de quem participa dessas reuniões, principalmente quando investidores e acionistas estão presentes. Para isso, é válido apresentar o Return on Equity — ROE (ou Retorno sobre o Patrimônio).

O ROE é um indicador que consiste no cálculo do lucro líquido que a empresa obteve utilizando recursos próprios, dividido pelo Patrimônio Líquido (total de ativos). Supondo que um investidor tenha aplicado R$10.000 e alcançou um lucro líquido de R$5.000, significa que a rentabilidade foi de 50%.

6. Discurse de maneira estratégica

Lembra-se quando falamos sobre não gastar muito tempo com apenas um assunto? Pois então, este é um exemplo de como devemos nos comportar estrategicamente durante uma apresentação. A questão é: por quê?

Simplesmente, não há apresentação que desconsidere o fator tempo. Haverá sempre uma programação a ser seguida, sobretudo em reuniões, visto que ela desloca a diretoria de suas ocupações, ou seja, os convocados precisam voltar o quanto antes.

O nosso conselho sobre ser direto e sucinto nos argumentos é a chave para concluir a apresentação em tempo hábil e, também, prender a atenção dos diretores. Por exemplo, iniciar a apresentação abordando pontos importantes para a tomada de decisões é uma boa tática.

Ter um propósito mais ambicioso do que meramente apresentar as informações, desde que tenha conhecimento para tal, pode ajudá-lo a transparecer maior profissionalismo e, consequentemente, agradar a diretoria. Como fazer isso? É simples: proponha algumas possíveis soluções em vez de apenas mencionar os problemas.

Ao seguir as dicas para elaborar e apresentar relatório para diretores, temos certeza de que todos os envolvidos serão beneficiados pela qualidade do documento e a maneira como ele será entendido na reunião.

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O Business Model Canvas (tela de modelo de negócio, em português) é um método que nos possibilita visualizar o negócio todo em apenas uma página, em vez de recorrer a documentos extensos, repletos de textos pesados e números, para entender como a empresa funciona.

Já imaginou como seria apresentar a parceiros, por exemplo, o seu modelo de negócio numa única tela, usando elementos intuitivos e menos textuais, e ainda poder atualizar o documento sem comprometer a estrutura? Pois bem, é isso que o Canvas proporciona!

Mas como o método funciona? Quais são suas vantagens em relação ao que as empresas fazem tradicionalmente? Que benefícios o Canvas traz? Há ferramentas específicas para criá-lo? É o que responderemos neste conteúdo. Acompanhe!

Como funciona o Business Model Canvas?

Fazer com que todo um modelo de negócio seja compreendido num único documento, em tese, parece desafiador — sobretudo às empresas que já operam há muito tempo.

A tarefa, no entanto, é mais simples do que parece. Comecemos pelo fato de que o Business Model Canvas é composto de nove elementos, sendo a compreensão desses o primeiro passo para entender como ele funciona. Veja:

  • atividades-chave: operações e processos cruciais ao negócio;
  • canais: meios de contato entre empresa e cliente;
  • custos: custos indispensáveis inseridos no modelo;
  • fontes de receita: todas as possibilidades de gerar dinheiro, como vendas de produtos, aplicações de investimentos, serviços alternativos etc.;
  • parceiros-chave: fornecedores e parceiros fundamentais estrategicamente;
  • proposta de valor: que valores serão entregues? Quais conflitos do cliente a empresa busca solucionar?;
  • recursos-chave: principais recursos para o funcionamento do modelo de negócio;
  • relacionamento com o consumidor: tipo de relação, como interativa, terceirização, consultoria, serviços automatizados etc.;
  • segmentos de cliente: quem são os principais clientes.

A junção desses elementos permite a visualização completa de como o negócio opera, pois traz as mais importantes informações relativas à infraestrutura, às finanças, aos clientes e à oferta de serviço.

Quais as diferenças entre Business Model Canvas e os planos de negócio tradicionais?

É válido destacar que o Business Model Canvas não invalida o plano de negócio convencional. Isso significa que até as empresas experientes, cujos modelos estão muito bem definidos, podem criar um Canvas para ser usado em momentos oportunos.

O que acontece é que um plano de negócios fortemente estruturado com base no histórico da empresa — o que implica alto volume de números, índices e metas — tende a ser extenso e, portanto, não é apropriado para o Canvas, visto que o documento deve ser sucinto.

Por sua vez, o Business Model Canvas é ideal para a rápida validação do modelo de negócio, trazendo uma visão macro de como ele é executado, sem que uma ampla quantidade de métricas seja aplicada. Ou seja, é uma excelente alternativa para startups e empresas que estão ingressando no mercado.

Quais as vantagens do Business Model Canvas?

Confira, a seguir, quais as vantagens do modelo:

  • facilita o entendimento do plano de negócio;
  • auxilia no foco ao que é mais importante;
  • favorece debates sobre o modelo de negócio, pois o documento é amplo e, ao mesmo tempo, leve;
  • simplifica a apresentação do modelo a parceiros e investidores; e
  • permite alterações a qualquer instante, portanto, reflete o momento da empresa.

Quais as ferramentas online para a criação do Canvas?

Canvanizer

O Canvanizer é uma ferramenta intuitiva e fácil de usar, bastando optar pelo modelo de sua preferência e preencher um formulário com o título do Canvas e o endereço de e-mail.

Leanstack

Mais do que uma ferramenta, o Leanstack é uma plataforma a qual permite ao usuário criar seu Canvas rapidamente, sem que se perca tempo planejando, com a aplicação de métricas fáceis de acompanhar.

Strategyzer

O Strategyzer é uma plataforma que já atendeu mais de 5 milhões de usuários, e que fornece, além do criador de modelos, cursos online, materiais ricos, metodologias, treinamentos, entre outros serviços.

Agora que você entende o que é o Business Model Canvas e conhece algumas ferramentas capazes de auxiliá-lo, já pode iniciar o desenvolvimento dentro de sua empresa. Essa é uma metodologia prática e clara de enxergar um negócio no âmbito interno e externo de atuação.

Aproveite e ajude a difundir o conhecimento: compartilhe o artigo com seus amigos nas redes sociais!

A sua empresa investe em tecnologia? A adoção de um bom software pode causar um grande impacto na rotina do negócio, integrando times, reduzindo custos e criando mais espaço para a inovação. Dessa forma, a empresa pode manter-se competitiva e com processos mais alinhados com as necessidades do negócio.

Mas o que é um bom software? Como ferramentas personalizadas podem auxiliar a empresa a ter uma infraestrutura de TI de qualidade? Veja a resposta abaixo!

Qual a importância que ferramentas de TI possuem para empresas no mercado atual?

A tecnologia tornou-se crucial para que empresas de qualquer área consigam manter-se mais competitivas e capazes de atingir um grande público. Por meio de soluções de software é possível reduzir distâncias, flexibilizar processos e criar formas mais inovadoras para atender aos seus clientes e parceiros comerciais.

Softwares de gestão integram times e mantêm as informações internas mais íntegras e acessíveis. Com o auxílio desse tipo de ferramenta, a companhia pode agilizar rotinas, melhorar o fluxo de trabalho e manter a cadeia operacional mais automatizada. Além disso, a troca de dados entre setores facilita o planejamento de processos com menos erros e mais segurança.

Já tecnologias como a Internet das Coisas e a computação na nuvem revolucionaram a forma como negócios são realizados. O ambiente corporativo pode tornar-se mais competitivo, flexível e capaz de responder a mudanças do mercado com agilidade e mobilidade. Assim, a companhia pode criar rotinas mais ágeis e inovadoras com a segurança de que os profissionais terão todos os recursos necessários para atingir as suas metas.

Esses são apenas dois exemplos de como ferramentas de TI podem otimizar o dia a dia da empresa. Em resumo, utilizando um bom software, o negócio consegue atingir melhores resultados e atender a um número maior de demandas sem comprometer os seus custos ou a sua performance operacional. Assim, mesmo em momentos em que os recursos tecnológicos são mais solicitados, a empresa poderá se manter eficaz e com alta produtividade.

O que faz um bom software?

Mais do que investir em tecnologia, uma empresa que busca ser inovadora por meio de ferramentas de TI deve buscar criar uma boa infraestrutura de soluções digitais. Nesse sentido, o investimento em um bom software é crucial. Veja abaixo cinco fatores que definem o que é uma boa ferramenta de TI!

Flexibilidade

Um bom software corporativo precisa ser flexível, ou seja, deve ser capaz de lidar com diferentes tipos de necessidades. Isso é algo importante, especialmente em mercados que mudam rapidamente, como é o caso dos atuais.

Soluções de software licenciadas por meio da nuvem, por exemplo, são exemplos que atendem a esse requisito. As suas funcionalidades podem ser modificadas a qualquer momento, dando mais flexibilidade para que o gestor possa definir os recursos que ficarão disponíveis para o usuário. Dessa forma, a companhia terá sempre uma ferramenta que pode atender plenamente às suas necessidades.

Integridade

Atualmente muitas empresas já migraram as suas rotinas para meios digitais. E quanto maior a quantidade de rotinas que são executadas com o auxílio de soluções de TI, maior a necessidade de possuir ferramentas com bons mecanismos de segurança.

Um software eficaz deve, portanto, ser capaz de lidar com todos os dados do empreendimento de maneira confiável. Para isso, é importante que a solução de TI seja desenvolvida com um conjunto de estratégias que evitam o roubo de dados e que os registros sejam corrompidos após algum tipo de falha. Assim, usuários podem integrar a ferramenta de TI completamente ao seu dia a dia por saberem que os riscos serão baixos.

Suporte inteligente

O suporte ao usuário é um ponto chave para que empresas possam aproveitar todos os benefícios de um bom software. É por meio dele que dúvidas são solucionadas e erros corrigidos rapidamente. Assim, usuários são pouco afetados por qualquer tipo de problema que possa surgir no dia a dia.

Essa área também auxilia o desenvolvedor a identificar como otimizar a ferramenta. Será ele o responsável por coletar dados sobre falhas frequentes e outros pontos que afetam a experiência de uso, permitindo que a aplicação seja otimizada com mais precisão.

Integrações

Muitas empresas investem em soluções de TI de diferentes desenvolvedores. Nesse sentido, é importante que as aplicações saibam trocar dados entre si, evitando gargalos e falhas operacionais.

Quando o negócio possui um ambiente de trabalho integrado, ele pode atuar com mais agilidade na resolução de problemas. A empresa terá os mecanismos necessários para trocar dados entre aplicações com rapidez, diminuindo erros e permitindo que profissionais tenham uma visão mais abrangente sobre tudo o que acontece no ambiente de trabalho.

Alinhamento com o perfil da empresa

Uma das principais características de um bom software é o seu alinhamento com o perfil da empresa. Quando a aplicação é bem desenvolvida, ela é capaz de atender às principais necessidades e normas internas do negócio. Dessa forma, a sua integração pode ser completa, maximizando o retorno sobre o investimento.

Quais as vantagens de um software personalizado?

investimento em sistemas personalizados tem sido adotado por muitas empresas que buscam uma forma mais segura de criar uma infraestrutura de TI formada por um conjunto de bons softwares. Esse tipo de aplicação é feita de acordo com normas técnicas e as necessidades da companhia, buscando atender plenamente aos seus objetivos e metas de médio e longo prazo.

Uma aplicação personalizada pode integrar-se melhor à infraestrutura de TI já existente. Como ela é criada conforme o perfil da empresa, ela terá funcionalidades, APIs e outros mecanismos para garantir que os usuários possam utilizar todos os recursos por completo.

Além disso, as configurações de segurança estarão moldadas conforme as normas de compliance do empreendimento. Isso permite que a empresa mantenha-se com uma infraestrutura de TI mais confiável e íntegra.

Por ser moldado de acordo com as demandas da empresa, o software personalizado consegue reduzir o uso de recursos e ter um número de falhas de funcionamento menor. Isso traz um maior retorno sobre o investimento para a empresa: as rotinas de manutenção tornam-se mais simples e a companhia conseguirá focar mais as suas atenções nas necessidades de seus clientes.

Em outras palavras, a adoção de um bom software personalizável é crucial para que o negócio possa reduzir riscos, manter-se mais competitivo e com uma rotina de alta performance. Assim, a empresa poderá atender às demandas do seu mercado de atuação plenamente com mais inovação e qualidade.

Quer saber como a criação de um software personalizado pode auxiliar o seu negócio a ter melhores resultados? Então fale com um de nossos especialistas!

A criação e desenvolvimento de softwares é um processo complexo e que envolve várias etapas e profissionais. Elas envolvem a execução de refinamentos constantes, testes para rastrear falhas e o planejamento da criação de novos recursos. E, para evitar que a empresa tenha problemas durante cada uma dessas rotinas, é importante desenvolver mecanismos de controle precisos.

Para auxiliar gestores nessa tarefa, a empresa pode criar o ciclo de vida do desenvolvimento de softwares. Assim, ela conseguirá rastrear mudanças e próximas atualizações com precisão e eficiência. Quer saber mais sobre ele? Então acompanhe nosso post!

Quais as bases do ciclo de vida do desenvolvimento de softwares?

O ciclo de vida de desenvolvimento de softwares é um modelo de gestão que permite ao negócio ter um maior controle sobre a maneira como as aplicações são feitas. Todos os times responsáveis por executar os processos conectados à criação da aplicação terão a base necessária para programar, da forma mais eficaz possível, uma aplicação de alta performance. Assim, requisitos são seguidos e a empresa consegue evitar falhas a médio e longo prazo.

Em outras palavras, o ciclo de vida é o mecanismo utilizado por empresas para reduzir os problemas enfrentados durante a criação de uma aplicação. Ele é escolhido conforme a natureza do tipo de sistema que será criado e, uma vez integrado à rotina da companhia, dará as bases para que ela possa executar todas as atividades relacionadas à gestão da ferramenta na ordem e metodologia correta.

Quando um ciclo de vida do desenvolvimento de softwares deve ser utilizado?

Os ciclos de desenvolvimento de software podem ser utilizados em várias situações. As três principais envolvem a correção de bugs, a criação de novas funcionalidades e a descontinuidade de uma aplicação. Veja os motivos abaixo!

Resolução de bugs

Por mais eficientes que sejam os mecanismos de criação de aplicações, sempre existe o risco da empresa realizar um deploy de um sistema com algumas falhas em seu código-fonte. Justamente por isso, é importante ter um processo eficaz para que tais vulnerabilidades sejam eliminadas rapidamente após a distribuição da ferramenta para o usuário.

Nesse momento, o ciclo de vida pode ser utilizado para auxiliar gestores na execução de processos de testes mais seguros e precisos. Cada developer terá uma orientação mais precisa sobre como agir para identificar possíveis falhas e vulnerabilidades de segurança, assim como as rotinas necessárias para eliminar qualquer problema encontrado.

Criação de novas funcionalidades

Todo software de sucesso tem funcionalidades distribuídas regularmente para os seus usuários. Essa abordagem auxilia empresas a fidelizar consumidores e a manter a aplicação alinhada às tendências do mercado.

Por meio do ciclo de vida, a empresa passa a ter mecanismos para identificar e criar funcionalidades com mais agilidade. Torna-se mais fácil para a companhia mapear as funcionalidades mais utilizadas, identificar tendências e o que pode ser feito para melhorar a experiência de uso de suas aplicações. Dessa forma, fica mais simples criar um fluxo de entrega de novos recursos funcionais e inovadores.

Descontinuidade de uma aplicação

Muitas vezes, um software deixa de ser viável e é descontinuado. Nesse momento, o ciclo de vida dá ao empreendimento as bases para encerrar o seu suporte e, assim, evitar que os usuários fiquem sem alternativa. Isso poderá ser feito por meio de estratégias, como a oferta de novas aplicações ou mecanismos para manter o sistema utilizável mesmo que ele não vá receber mais atualizações.

Quais os modelos de ciclo de vida do desenvolvimento de softwares existentes no mercado?

Diante das diferentes necessidades de empresas, muitos modelos de ciclo de desenvolvimento de software foram criados ao longo dos anos. Em cascata, incremental, espiral e de prototipagem são alguns exemplos. Confira abaixo as características dos mais populares:

Modelo em cascata

Criado em 1970, esse é um modelo considerado mais tradicional. No modelo em cascata, uma nova etapa só pode ser iniciada após a anterior ser concluída, documentada e aprovada pelo cliente.

A ênfase desse modelo está nas etapas de planejamento e desenvolvimento do sistema. Mais fácil de ser gerenciado, ele tem pouca abertura para mudanças, o que tornou-se uma das suas principais críticas.

Modelo evolutivo

No modelo evolutivo, há mais abertura para mudanças. Ele tem como base a ideia de que, no momento do planejamento, não há a necessidade de considerar todos os requisitos da aplicação. Há uma constante troca de dados entre cliente e desenvolvedor, permitindo que o software seja modificado continuamente para atingir as necessidades dos usuários.

Entre os principais motivos para uma empresa adotar esse modelo, está a sua maior flexibilidade. A empresa conseguirá manter o projeto mais receptivo a mudanças e conseguirá garantir que, ao seu fim, todas as funcionalidades estarão moldadas de acordo com aquilo que o usuário necessita. Porém, pode ser mais difícil delimitar a definição do escopo e da arquitetura e os prazos.

Modelo de prototipação

A prototipação é uma abordagem em que a empresa passa a visualizar o ciclo de desenvolvimento do software como uma rotina evolutiva. As funcionalidades são entregues aos usuários como se fossem protótipos, permitindo que avaliações sejam feitas para identificar possíveis problemas, pontos que possam ser modificados ou removidos da aplicação final.

Quando a empresa adota a prototipação como forma de gerenciar o ciclo de desenvolvimento do software, ela tem mais mecanismos para identificar se a aplicação é viável, atende às necessidades do seu cliente e tem funcionalidades bem estruturadas. Assim, as chances de entregar um produto com falhas ou com uma experiência de usuário de baixa qualidade caem significativamente.

A criação de um processo de desenvolvimento inteligente e conectado com as necessidades do usuário é fundamental para que a empresa possa entregar um produto de qualidade. Os developers terão mecanismos mais precisos para planejarem as suas rotinas, evitarão erros e conseguirão executar um trabalho de maior qualidade. Além disso, a alocação de recursos será mais eficaz e econômica.

Em outras palavras, quando o ciclo de vida do desenvolvimento de softwares estiver bem estruturado, a companhia terá mais capacidade para criar produtos mais inteligentes e eficazes. As funcionalidades poderão atender a um número maior de pessoas e, assim, o sucesso da aplicação será garantido.

Agora é a sua vez: quais são as suas estratégias para criar aplicações de sucesso? Conte para nós no campo de comentários! Vamos lá!

Organização e planejamento são as chaves para o sucesso de qualquer projeto, independentemente de sua escala. Dito isso, você ficaria surpreso com a quantidade de processos que ficam perdidos no meio do caminho, gerando retrabalhos desnecessários e uma série de atrasos. Mas existem alguns métodos para evitar esses cenários. Por exemplo, você sabe o que é Kanban?

O que é Kanban?

De forma bem simples, é uma metodologia de produção japonesa baseada em um grande quadro, visível a todos. Ela começou nas linhas de produção industriais, em que todos precisavam saber em que passo estava a produção a todo momento.

Para isso, colocaram um quadro com cartões coloridos e colunas que representavam seu progresso. Dessa forma, sempre que alguém concluía ou começava uma tarefa, era só mover o cartão e todos saberiam.

Ainda não sabe se essa metodologia é para você? Então continue acompanhando e entenda melhor o que é Kanban e como aplicá-lo. Boa leitura!

Quais são as vantagens do Kanban?

Fácil orientação para toda a equipe

Um grande quadro no centro da empresa ou em um arquivo compartilhado é bem mais fácil de acompanhar do que todos os memorandos de um gestor de equipe. Cores contrastantes são sinalizadores melhores do que notas de rodapé e podem ser compreendidas independentemente do idioma. É a forma mais simples e eficaz de manter todos atualizados em relação às atividades da equipe.

Claro, para atingir esse benefício, você precisa ter uma boa primeira reunião, com todo o treinamento necessário e, se possível, uma legenda. Dessa forma, todos podem começar no mesmo passo e sempre poderão revisar os conteúdos que esquecerem durante a produção.

Estabelecimento de prioridades

Entendendo o que é Kanban, você já deve ter notado como isso ajuda a equipe a estabelecer prioridades. Com todas as tarefas facilmente visíveis, é bem mais fácil para o time estabelecer quais delas devem ser cumpridas hoje, quais devem ser entregues sem falta e quais podem ser descartadas, caso o prazo fique muito apertado.

Ter uma lista bem estruturada de prioridades é um dos aspectos mais básicos do planejamento de projetos. Em atividades como o desenvolvimento de softwares, o produto após finalizado entra em uma fase de evolução e suporte contínuo e nunca é realmente finalizado. Na maior parte do tempo, vale mais a pena saber o que pode priorizado nas tarefas do projeto e entregar rapidamente algo de valor para o cliente.

Diminuição de gargalos

Caso você não saiba, um gargalo é algum estágio do projeto no qual as tarefas tendem a se acumular, de modo que a saída seja menor que a entrada — por exemplo, quando há muitos clientes na fila do mercado, mas só um caixa está trabalhando. Logo, você verá que ela fica maior e isso começa a custar muito em produtividade.

Felizmente, como o seu quadro de Kanban exibe todas as tarefas para a equipe, é bem mais simples entender como esses gargalos começam e evitar que eles se formem. Se alguém sabe que haverá muita demanda para determinada fase do projeto, logo, essa pessoa pode focar nessa área antes que as tarefas se acumulem.

Como aplicar o Kanban em sua empresa?

Estabeleça os estágios do projeto

Agora que você sabe o que é Kanban, o primeiro passo para colocá-lo em prática é entender quais são os estágios envolvidos no projeto. Esses são representados por colunas diferentes dentro do quadro. Não há uma fórmula específica, basta que você liste os passos que levam até a entrega daquela tarefa.

Por exemplo, em um projeto simples, você pode seguir estágios como “em espera”, “em produção” e “concluído”. Para algo mais complexo, você pode adotar mais complementos, como “em espera”, “em produção”, “aguardando avaliação”, “sob avaliação”, “concluído”. Tudo depende do tipo de projeto que você está conduzindo e do nível de complexidade do processo em si.

Liste as tarefas a serem executadas

Com um quadro elaborado e pendurado em sua parede (ou em uma planilha compartilhada), é hora de começar a listar todas as tarefas que devem ser executadas, do começo ao fim do projeto. O ideal é que elas sejam abrangentes o suficiente para que seu quadro não fique completamente poluído, mas não tanto a ponto de elas se resumirem ao tempo total de produção.

Por exemplo, se executar a receita de um bolo fosse um projeto, suas tarefas poderiam ser divididas em “pesquisar receita”, “comprar ingredientes”, “separar os utensílios necessários”, “preparar a massa”, “preparar a cobertura e outros complementos”, “cozinhar” etc. Nenhum dos itens é muito profundo, mas todos estabelecem o que você deveria fazer.

Execute e atualize o quadro

Não adianta entender o que é Kanban se você não utilizá-lo na prática. E o que isso significa? Simples: cumprir as tarefas que já foram listadas e movê-las entre as colunas à medida que avançam nos estágios de produção. Não atualizar o quadro inutilizaria todo o esforço de elaborá-lo.

Claro, se cada um tentar mover as tarefas por conta própria, pode ser que ocorra alguma confusão no processo. Talvez alguém se esqueça de atualizar o quadro, por exemplo. A solução mais simples é ter alguém responsável por essa tarefa. Não precisa ser um gestor ou alguém exclusivamente dedicado. A equipe pode se revezar, deixando cada um assumir essa responsabilidade de tempos em tempos.

Alie o Kanban às metodologias ágeis

O quadro de tarefas Kanban tem uma sinergia muito boa com outras formas de projetos, especialmente as ágeis. De forma bem resumida, essas metodologias focam no cumprimento de tarefas dentro de intervalos menores de tempo. Por exemplo, se um software deve ter 3 funcionalidades, cada uma deve ser considerada como uma tarefa separada.

Você já deve ter notado a correlação aqui. Com estratégias de projeto ágeis, como SCRUM, é possível focar na entrega de valor e organizar a equipe de acordo com os objetivos imediatos e claros em vez de um grande projeto nebuloso. Você logo vai notar como isso melhora a produtividade do seu time.

Agora que você entende melhor o que é Kanban e como usá-lo, é hora de colocar um quadro na parede da empresa e começar a preenchê-lo. Quer tirar mais alguma dúvida? Então deixe um comentário com sua pergunta e logo responderemos.

O guia de conjunto de conhecimentos de gerenciamento de projetos, mais conhecido como PMBOK, compila as melhores práticas para planejamento, execução e monitoramento dos mais diversos tipos de projeto.

Empresas de todos os portes podem utilizar o guia com o objetivo de melhorar os processos internos de desenvolvimento dos seus projetos. As diretrizes abordadas podem ser usadas de acordo com a particularidade de cada empresa, podendo implementar todo ou parte do que orienta o guia.

Se você quer ter uma visão geral das diretrizes do PMBOK, acompanhe este post.

Qual é a definição de PMBOK?

A autoria do PMBOK, que em inglês significa Guide to the Project Management Body of Knowledge, é de responsabilidade do PMI (Project Management Institute).

A publicação foi reconhecida como guia padrão de gerenciamento de projetos pelo American National Standards Institute (ANSI) em 1999. O documento pode ser considerado como um guia completo contendo as principais diretrizes de conhecimentos de gerenciamento de projetos.

Ao todo o PMBOK já teve seis versões e a mais recente foi publicada em 2017. O guia tem a premissa de melhorar continuamente e acompanhar a evolução das organizações para que as suas práticas sejam sempre abrangentes às empresas de todos os perfis.

Quais são as etapas de um gerenciamento de projetos?

As definições de projeto garantem que ele deve ter a característica de ser único, devido a isso, muitas incertezas podem surgir ao longo do seu desenvolvimento.

Ademais, ao aplicar as melhores práticas de gerenciamento de projetos, são reduzidas as chances de insucesso e de outros problemas, como a falta de planejamento das atividades, o extrapolamento de custo e prazos estabelecidos, retrabalhos constantes, etc.

O PMBOK aborda que o projeto pode ser dividido em cinco fases do ciclo de vida. Confira a seguir:

  • iniciação: nessa fase do projeto é concebido o conceito geral, como a definição do escopo, os requisitos, as restrições, estimativas preliminares, a definição do gerente de projetos e a submissão do projeto para aprovação;
  • planejamento: quando o projeto atinge essa fase, é sinal que já foi aprovado, e então, deve ser um pouco mais detalhado. Descrevendo em maiores detalhes as tarefas, o desenvolvimento do cronograma, a Estrutura Analítica do Projeto (EAP) e o desenvolvimento dos documentos de planejamento de todas as áreas de conhecimento do projeto;
  • execução: nessa etapa é a execução do que foi planejado e o registro das entregas. É comum nessa fase ocorrer mudanças enquanto o projeto está sendo executado. Existem técnicas e ferramentas para controlar essas mudanças;
  • monitoramento e controle: os documentos emitidos nessa fase visam garantir o acompanhamento da execução do projeto em relação ao que foi planejado previamente. O monitoramento é feito por meio de indicadores de desempenho, ações corretivas, preventivas, entre outros;
  • encerramento: essa fase é tão importante quanto às demais, o projeto precisa concluir o escopo e realizar o encerramento de todas as entregas planejadas, além de registrar as lições aprendidas durante o andamento do projeto para que elas possam ser utilizadas futuramente em outros projetos.

O que são as áreas de conhecimento de gerenciamento de projetos?

O PMBOK é composto por processos, ferramentas e técnicas válidos para gerenciar qualquer tipo e tamanho de projeto.

Na sua versão mais atual, lançada em 2017, a sexta edição do guia apresenta 49 processos distribuídos em 11 áreas de conhecimentos que são sugeridos para gerenciar um projeto. A seguir, descrevemos brevemente cada uma das áreas:

Gerenciamento da integração

O gerenciamento da integração visa alinhar todas as demais áreas de conhecimento. Essa área permite que gerente de projetos tenha uma visão holística dessas áreas e entenda os melhores caminhos para integrá-las. Com essa visão, o gerente pode identificar onde é melhor concentrar os esforços e recursos para evitar replanejamentos e retrabalhos visando garantir o sucesso do projeto.

Gerenciamento de escopo

O objetivo dessa área é a realização das atividades necessárias para entregar os produtos, serviços ou resultados. Aqui é feito o entendimento das especificações e requisitos do escopo, bem como se ele todo está compreendido e o que deve ficar de fora do projeto.

Gerenciamento do cronograma

Essa área de conhecimento mudou de nome na última versão, na quinta era “Gerenciamento de Tempo”. O objetivo aqui é acompanhar o cumprimento dos prazos determinados para cada fase do projeto. O gerente deve incluir todos os processos do desenvolvimento e acompanhar cada etapa.

Gerenciamento de custos

O objetivo do gerenciamento de custos é estimar e controlar o orçamento do projeto de modo que ele não ultrapasse o valor aprovado. Dessa forma, o gerente de projetos estabelece políticas e procedimentos para planejar, gerenciar, executar e controlar o custo de acordo com as necessidades.

Gerenciamento da qualidade

A qualidade do projeto está diretamente relacionada à satisfação do cliente, por isso merece uma área dedicada ao controle e garantia das expectativas do solicitante do projeto. Para isso, o gerente deve verificar as condições da equipe e do ciclo de vida do projeto para satisfazer as necessidades do cliente.

Gerenciamento de recursos

O gerenciar de recursos também sofreu alterações na mais nova versão do PMBOK. Essa etapa agora não é responsável apenas pelos recursos humanos, mas também engloba materiais e equipamentos. A função do gerente de projetos é fazer a gestão de todos os insumos durante o andamento do processo.

Gerenciamento de riscos

Gerenciar riscos tem o objetivo de identificar precocemente desvios e tendências e planejar as ações para reduzir os impactos que possam comprometer o projeto. Lembrando que riscos podem ser positivos ou negativos.

Gerenciamento das comunicações

A comunicação, assim como as outras áreas de conhecimento, não pode ser negligenciada, pois grande parte do tempo do gerente é dedicada a reduzir ou eliminar ruídos que possam atrapalhar o desenvolvimento do projeto. Para isso, ele deve planejar a geração, distribuição e armazenamento das informações em todas as fases do projeto com o objetivo de conectar todas as partes interessadas.

Gerenciamento de aquisições

Área destinada aos processos de compra e aquisição de bens e serviços externos à empresa executora. Nela são feitos o planejamento, a condução e o controle dos serviços que precisam ser terceirizados para dar andamento ao projeto.

Fazer o gerenciamento dos serviços contratados é extremamente importante para documentar e especificar o que está sendo adquirido, além de monitorar o desempenho do contrato e necessidades de eventuais mudanças durante o desenvolvimento.

Gerenciamento das partes interessadas

O objetivo dessa fase é engajar todos os envolvidos no projeto a participarem ativamente no desenvolvimento, definindo quem são as pessoas ou empresas que podem afetar ou influenciar o andamento e os resultados do projeto.

Em suma, a sua empresa pode aplicar as boas práticas internacionais compiladas pelo PMBOK no desenvolvimento de qualquer projeto. Como resultado, obter a otimização de recursos, reduzir as inconsistências e atrasos, bem como, ter a redução de fracassos em projetos.

Além disso, favorece que a padronização das atividades e gerenciamento sobre o andamento de todos os projetos da companhia sejam planejadas antes da execução e permitam melhoria continua dos processos internos da organização.

Agora que você tem a visão geral do PMBOK e pode aplicá-lo na sua empresa, assine a nossa newsletter para receber em primeira mão artigos sobre esse e outros assuntos relacionados.

A tecnologia hoje se mostra essencial para que uma empresa possa realizar todas as ações inerentes às suas atividades de negócio e manter-se competitiva no mercado. No entanto, como saber se os sistemas utilizados pela sua empresa estão de acordo com as regulamentações do governo ou alinhadas com as regras de negócio da empresa? A resposta para essa questão passa pela homologação de software.

Neste post vamos mostrar para você o que é esse processo e como ele funciona, com seus pré-requisitos, a importância dele e os benefícios de sua aplicação para o seu negócio. Boa leitura!

O que é homologação de software

A homologação de software é o processo responsável por analisar sistemas tecnológicos e aplicações de computador, que serão implantados pelas empresas para comercializar bens e serviços.

É por meio dela que se pode ter autorização para a transmissão de dados, para a emissão de documentação e para manter uma atuação de acordo com a legislação do nosso país.

O processo de homologação pode apresentar algumas pequenas diferenças de acordo com a empresa desenvolvedora, mas em suma, o fornecedor de software entrega uma versão preliminar do sistema. Essa versão deve ser testada conforme as expectativas de sua empresa para verificar a eficácia do software como solução.

Os pré-requisitos para a homologação

O processo de homologação de software pode tomar um tempo longo da atividade de desenvolvimento, e para essa tarefa é necessário contar com alguns pré-requisitos. Entre eles estão:

  • ambiente de homologação — um local separado do servidor principal, que servirá para a instalação do sistema e será acessado pelos usuários para testes com o sistema;
  • banco de dados de homologação — uma cópia do atual banco de dados da empresa que possa simular o real estresse ao qual o sistema estará sujeito no ambiente real;
  • usuários — os colaboradores que realizarão a utilização diária do sistema devem ser os principais usuários, pois é a sua demanda que deverá ser atendida.

A importância da homologação

Homologar um software é uma maneira de verificar a qualidade do sistema e avaliar suas funcionalidades estão de acordo com as necessidades da empresa. Por meio de sua aplicação é possível comprovar que o sistema poderá realmente suprir sua demanda para a qual foi especificado..

Ao realizar a homologação é possível validar se todas as funcionalidades do sistema estão de acordo com os requisitos levantados durante o planejamento para o desenvolvimento do software.

Os benefícios da utilização de software homologado

Entre os principais benefícios da aplicação de homologação de softwares temos a certeza da qualidade de código e desenvolvimento, além do cumprimento de todos os requisitos necessários para o prosseguimento das atividades.

Ao realizar a homologação de sistemas também são evitados os erros e as falhas que poderiam prejudicar o andamento das atividades da empresa, causando prejuízos e atrasos.

Outro ponto muito importante é a garantia de que o sistema testado está de acordo com as exigências governamentais no que se refere às normas de atuação no ramo de atividade da empresa e ao cumprimento de obrigações fiscais.

A homologação de software é uma etapa fundamental para o sucesso do desenvolvimento de sistemas e garante que a aplicação está de acordo com os requisitos levantados durante a fase de planejamento.

Esperamos que com a leitura deste post você possa ter compreendido a função dessa atividade e sua importância.

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