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Metodologias ágeis

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No universo corporativo, o empowerment (empoderamento, do português) é uma estratégia que consiste em delegar, aos colaboradores, poderes de decisão e liberdade em ações corporativas, concedendo a eles autonomia, responsabilidades e desenvolvimento em aspectos de liderança.

Por que “empoderamento”? O termo designa “liberação de energia”, o que, no âmbito corporativo, está relacionado a habilidades e conhecimentos. Na prática, quanto mais colaboradores puderem contribuir de maneira determinante, melhor.

O conceito tem se popularizado cada vez mais entre as empresas, devido às suas necessidades de:

  • melhorar o ambiente organizacional;
  • reduzir custos;
  • otimizar e agilizar processos;
  • engajar as equipes; e
  • modernizar a forma de trabalho.

Nesse sentido, o empoderamento é uma ação providencial; essa mudança na cultura organizacional é capaz de conceder às companhias o que elas precisam.

Agora que já sabemos o que seu negócio pode conseguir com o empowerment, falaremos mais detidamente sobre como ele funciona, como implementá-lo e suas principais vantagens. Vamos começar?

Como funciona o empowerment?

Basicamente, o empowerment descentraliza o poder de decisão, comumente centralizado pelo gestor, delegando novas tarefas e responsabilidades a outros colaboradores, tornando as equipes autogerenciáveis.

A princípio, a tática privilegia o individual, porém, na prática, os colaboradores trabalham cientes de que suas ações abrangem a coletividade e, também, de que exercerão a liderança integradamente com os colegas.

Portanto, o empowerment faz com que empregados pertencentes a áreas distintas tenham autonomia e, ao mesmo tempo, trabalhem em conjunto para o sucesso da empresa.

Como implementá-lo?

Implementar o empoderamento na empresa não se resume a atribuir tarefas substancialmente importantes aos funcionários; é imprescindível que haja mudança na filosofia da organização e ações precisas. Algumas delas são:

Autonomia aos colaboradores

Por exemplo, não há como aplicar o empowerment sem que os colaboradores tenham a devida autonomia para tomar decisões. A confiança, por parte da empresa, é considerada fator elementar para promover tais mudanças.

Supondo que erros sejam cometidos pelo empregado, puni-lo ou restringi-lo da nova função comprometerá a autonomia. Quanto a isso, o empowerment deve ser encarado como processo de aprendizado, portanto, os erros têm que ser corrigidos.

Em contrapartida, o reconhecimento e as demonstrações de satisfação são de suma importância para o sucesso do empowerment. Não hesite em elogiá-los e agradecê-los quando um bom serviço é prestado.

Definição de parâmetros

Outro aspecto importante na implementação do empowerment é o estabelecimento de parâmetros, tais como: prazos, preços e margens de lucros, evitando que o colaborador necessite solicitar autorização a cada ação a ser realizada.

Por exemplo, nem sempre o João, colaborador, sabe o que é permitido (ou não) fazer em determinadas situações, o que o leva a consultar e pedir autorização de Fernando, seu gestor. Sendo assim, sempre que surge um problema, o procedimento se repete.

Sem parâmetros bem definidos, o colaborador não conseguirá exercer sua liderança e, ainda, acarretará lentidão nos processos. Reiterando, a ideia é dar liberdade para os funcionários, não prendê-los às decisões do gestor.

Uso de tecnologias

Por conta da transformação digital e da rápida evolução da tecnologia, hoje, é possível não apenas trazer o empowerment para o negócio, mas acompanhá-lo de maneira eficiente, avaliando resultados e fornecendo orientações.

Logo, investir em recursos tecnológicos que facilitam a aplicação do empowerment e a mensuração de resultados tornará a estratégia ainda mais eficiente.

Contar com soluções de integração de sistemas, mapeamento de processos, Big Data e dashboards, por exemplo, ajuda a garantir o acompanhamento de tudo que acontece, graças aos recursos de automatização e outras praticidades oferecidas por ferramentas de TI.

Quais são as vantagens do empowerment para a empresa?

Redução de processos burocráticos

A descentralização de poderes numa hierarquia organizacional é um passo importante para desburocratizar os processos de negócio, visto que, tradicionalmente, os líderes tomam pra si um excesso de funções — de modo que nada aconteça sem suas análises e aprovações.

Em meio a isso, com a cultura do empoderamento, o gestor pode delegar tarefas aos funcionários que considerar aptos a realizá-las, os quais se encontrarão motivados o bastante para fazer um bom trabalho.

Com essa produtiva interação entre os colaboradores, o ambiente ganha mais cabeças pensantes e, consequentemente, adquire uma visão abrangente. Isso acaba se refletindo em decisões ágeis e soluções bem elaboradas.

Além disso, nenhum líder fica sobrecarregado, tampouco decisões cruciais permanecem na fila de espera. Ou seja, quanto maior o número de pessoas com autonomia para agir, melhor será a fluidez dos processos.

Identificação de novos talentos

Descobrir novos atributos em seus funcionários é sempre uma grata surpresa para a empresa, sobretudo, quando dizem respeito a aspectos de liderança, assegurando que seus colaboradores têm condições de construir carreiras sólidas.

Ao identificar novos talentos, a empresa reconhece aqueles que deve reter, investindo em treinamentos que, além de aperfeiçoá-los, os deixarão mais comprometidos em alcançar posições importantes.

O equilíbrio proporcionado pelo empowerment também faz parte do benefício, visto que o empregado, já adaptado a exercer liderança, não fica acomodado, crente de que seja intocável em seu posto. Por outro lado, quem precisa desenvolver habilidades interpessoais adquire rica experiência.

Motivação extra para a equipe

A cultura do empowerment desperta, no colaborador, a motivação necessária para que ele permaneça engajado, comprometido e disposto a entregar resultados.

Isso porque ele começa a enxergar oportunidades para conquistar suas metas — crescer na empresa, assumir funções importantes, conseguir melhores salários etc. Logo, na medida em que os objetivos da empresa e do colaborador estão alinhados, a sinergia entre as partes é maior.

Compartilhamento de informações

Quando informações relevantes não são compartilhadas, a tendência é que decisões equivocadas sejam tomadas e, com isso, a organização perde em eficiência. Por essas e outras, estabelecer um bom nível de comunicação é essencial.

Devido à integração de pessoas promovida pelo empowerment, a informação circula com transparência e clareza, evitando que a incerteza se faça presente no momento de agir, ou que dados não fiquem à disposição.

Vale destacar que a centralização da liderança faz com que muitos insights relevantes não cheguem ao conhecimento da companhia, visto que os colaboradores não estão, na prática, alinhados aos processos maiores.

Esperamos ter esclarecido o básico sobre empowerment, do conceito à aplicação, não deixando dúvidas quanto a seus benefícios para as empresas. Para receber novos artigos como este em primeira mão, basta assinar nossa newsletter! Vamos lá!

Organização e planejamento são as chaves para o sucesso de qualquer projeto, independentemente de sua escala. Dito isso, você ficaria surpreso com a quantidade de processos que ficam perdidos no meio do caminho, gerando retrabalhos desnecessários e uma série de atrasos. Mas existem alguns métodos para evitar esses cenários. Por exemplo, você sabe o que é Kanban?

O que é Kanban?

De forma bem simples, é uma metodologia de produção japonesa baseada em um grande quadro, visível a todos. Ela começou nas linhas de produção industriais, em que todos precisavam saber em que passo estava a produção a todo momento.

Para isso, colocaram um quadro com cartões coloridos e colunas que representavam seu progresso. Dessa forma, sempre que alguém concluía ou começava uma tarefa, era só mover o cartão e todos saberiam.

Ainda não sabe se essa metodologia é para você? Então continue acompanhando e entenda melhor o que é Kanban e como aplicá-lo. Boa leitura!

Quais são as vantagens do Kanban?

Fácil orientação para toda a equipe

Um grande quadro no centro da empresa ou em um arquivo compartilhado é bem mais fácil de acompanhar do que todos os memorandos de um gestor de equipe. Cores contrastantes são sinalizadores melhores do que notas de rodapé e podem ser compreendidas independentemente do idioma. É a forma mais simples e eficaz de manter todos atualizados em relação às atividades da equipe.

Claro, para atingir esse benefício, você precisa ter uma boa primeira reunião, com todo o treinamento necessário e, se possível, uma legenda. Dessa forma, todos podem começar no mesmo passo e sempre poderão revisar os conteúdos que esquecerem durante a produção.

Estabelecimento de prioridades

Entendendo o que é Kanban, você já deve ter notado como isso ajuda a equipe a estabelecer prioridades. Com todas as tarefas facilmente visíveis, é bem mais fácil para o time estabelecer quais delas devem ser cumpridas hoje, quais devem ser entregues sem falta e quais podem ser descartadas, caso o prazo fique muito apertado.

Ter uma lista bem estruturada de prioridades é um dos aspectos mais básicos do planejamento de projetos. Em atividades como o desenvolvimento de softwares, o produto após finalizado entra em uma fase de evolução e suporte contínuo e nunca é realmente finalizado. Na maior parte do tempo, vale mais a pena saber o que pode priorizado nas tarefas do projeto e entregar rapidamente algo de valor para o cliente.

Diminuição de gargalos

Caso você não saiba, um gargalo é algum estágio do projeto no qual as tarefas tendem a se acumular, de modo que a saída seja menor que a entrada — por exemplo, quando há muitos clientes na fila do mercado, mas só um caixa está trabalhando. Logo, você verá que ela fica maior e isso começa a custar muito em produtividade.

Felizmente, como o seu quadro de Kanban exibe todas as tarefas para a equipe, é bem mais simples entender como esses gargalos começam e evitar que eles se formem. Se alguém sabe que haverá muita demanda para determinada fase do projeto, logo, essa pessoa pode focar nessa área antes que as tarefas se acumulem.

Como aplicar o Kanban em sua empresa?

Estabeleça os estágios do projeto

Agora que você sabe o que é Kanban, o primeiro passo para colocá-lo em prática é entender quais são os estágios envolvidos no projeto. Esses são representados por colunas diferentes dentro do quadro. Não há uma fórmula específica, basta que você liste os passos que levam até a entrega daquela tarefa.

Por exemplo, em um projeto simples, você pode seguir estágios como “em espera”, “em produção” e “concluído”. Para algo mais complexo, você pode adotar mais complementos, como “em espera”, “em produção”, “aguardando avaliação”, “sob avaliação”, “concluído”. Tudo depende do tipo de projeto que você está conduzindo e do nível de complexidade do processo em si.

Liste as tarefas a serem executadas

Com um quadro elaborado e pendurado em sua parede (ou em uma planilha compartilhada), é hora de começar a listar todas as tarefas que devem ser executadas, do começo ao fim do projeto. O ideal é que elas sejam abrangentes o suficiente para que seu quadro não fique completamente poluído, mas não tanto a ponto de elas se resumirem ao tempo total de produção.

Por exemplo, se executar a receita de um bolo fosse um projeto, suas tarefas poderiam ser divididas em “pesquisar receita”, “comprar ingredientes”, “separar os utensílios necessários”, “preparar a massa”, “preparar a cobertura e outros complementos”, “cozinhar” etc. Nenhum dos itens é muito profundo, mas todos estabelecem o que você deveria fazer.

Execute e atualize o quadro

Não adianta entender o que é Kanban se você não utilizá-lo na prática. E o que isso significa? Simples: cumprir as tarefas que já foram listadas e movê-las entre as colunas à medida que avançam nos estágios de produção. Não atualizar o quadro inutilizaria todo o esforço de elaborá-lo.

Claro, se cada um tentar mover as tarefas por conta própria, pode ser que ocorra alguma confusão no processo. Talvez alguém se esqueça de atualizar o quadro, por exemplo. A solução mais simples é ter alguém responsável por essa tarefa. Não precisa ser um gestor ou alguém exclusivamente dedicado. A equipe pode se revezar, deixando cada um assumir essa responsabilidade de tempos em tempos.

Alie o Kanban às metodologias ágeis

O quadro de tarefas Kanban tem uma sinergia muito boa com outras formas de projetos, especialmente as ágeis. De forma bem resumida, essas metodologias focam no cumprimento de tarefas dentro de intervalos menores de tempo. Por exemplo, se um software deve ter 3 funcionalidades, cada uma deve ser considerada como uma tarefa separada.

Você já deve ter notado a correlação aqui. Com estratégias de projeto ágeis, como SCRUM, é possível focar na entrega de valor e organizar a equipe de acordo com os objetivos imediatos e claros em vez de um grande projeto nebuloso. Você logo vai notar como isso melhora a produtividade do seu time.

Agora que você entende melhor o que é Kanban e como usá-lo, é hora de colocar um quadro na parede da empresa e começar a preenchê-lo. Quer tirar mais alguma dúvida? Então deixe um comentário com sua pergunta e logo responderemos.

No desenvolvimento de projetos, especialmente na área de tecnologia, é bem difícil manter o ritmo e a produtividade por muito tempo. Além de não haver uma definição clara de quando um software está “concluído”, também pode ser que não haja uma rotina muito sólida de trabalho. Pensando nisso, muitas empresas nessa área adotam a metodologia SCRUM para guiar seus projetos.

De forma resumida, SCRUM é uma metodologia de desenvolvimento de sistemas e softwares baseada em ciclos, chamados Sprints. Cada ciclo tem um prazo delimitado, e o objetivo é agregar mais valor ao produto a cada Sprint. Dessa forma, sempre haverá um produto a ser entregue no final de cada interação.

Está pensando em aplicar a metodologia SCRUM nos seus projetos? Então veja aqui uma explicação rápida sobre como ela funciona e quais são seus principais benefícios!

Como funciona o SCRUM?

Papéis dentro do projeto

Além do papel de cada colaborador no processo de desenvolvimento, há duas funções características dentro do SCRUM. Estas são:

Product Owner (PO)

Para garantir o sucesso de qualquer projeto, é necessário manter uma visão clara e unificada sobre o que a equipe está criando. E a melhor forma de fazer isso é deixar alguém ter a última palavra sobre o que entra ou não no produto. Para isso serve o Product Owner.

Sua função é atuar como representante do público, alguém que pensa como o cliente final. Assim, se o PO disser que algo não é relevante para o projeto, é porque essa funcionalidade não seria relevante para o comprador ou usuário do software.

Scrum Master (SM)

Com alguém já mantendo a visão da equipe nos trilhos, ainda é necessário que outra pessoa guie essa equipe no processo de produção e garanta que os fundamentos do SCRUM sejam seguidos. Esse é o Scrum Master.

O trabalho desse profissional não é dar ordens, mas apenas orientar e liderar o time de desenvolvimento — por exemplo, explicando como certas prioridades devem ser ordenadas, como organizar melhor suas rotinas e garantindo que os prazos de cada Sprint sejam mantidos.

Product Backlog

Este é o primeiro estágio da metodologia SCRUM e um dos mais importantes. Antes de começar a trabalhar, o time deve ter uma noção das funcionalidades que serão inseridas no software e, a partir disso, das tarefas a serem cumpridas.

Na primeira reunião de todo projeto SCRUM, é criado um Backlog com a lista de prioridades da equipe. Dessa forma, se for necessário descartar algo (e sempre será), a equipe poderá escolher rapidamente.

Claro que essas prioridades podem ser revisadas. A cada ciclo de planejamento, pode ser uma boa ideia conferir o Backlog e determinar quais componentes do produto devem ou não subir na lista.

Sprint Planning

Como já mencionamos, cada período do projeto é chamado de Sprint. Para cada Sprint é escolhida alguma funcionalidade para ser entregue até o fim do período. E para coordenar a equipe, é feito um Sprint Planning, ou “planejamento de Sprint”, que serve para que as tarefas sejam listadas e distribuídas para a equipe do projeto.

Dentro desse período, também devem ocorrer reuniões diárias, as Daily Scrums. Estas são bem curtas, durando no máximo 15 minutos. Seu objetivo é esclarecer 3 questões: o que foi feito para ajudar o time; o que será feito hoje; se há algo que impeça algum colaborador de ajudar. Responder a isso de antemão pode te poupar muito trabalho ao longo do dia.

Quais são os benefícios da metodologia SCRUM?

Minimização de riscos

O maior pesadelo de quem trabalha com desenvolvimento de softwares é a falta de um espoco bem definido para desenvolvimento do projeto. Não é raro que todos os envolvidos acabem sugerindo novos recursos e funcionalidades no meio do processo, esquecendo as prioridades mais básicas. Desse jeito, nenhum dos recursos é finalizado e o produto fica com um monte de códigos incompletos.

Como essa metodologia busca entregar um produto mínimo viável a cada Sprint, essa é uma preocupação bem menor. No fim de cada prazo, você sempre terá algo que pode ser embrulhado e entregue ao cliente, mesmo que ainda faltem alguns ajustes. É bem melhor ter algo com os componentes mais básicos do que não ter produto nenhum, afinal.

Progresso mais transparente

Outra grande armadilha que a metodologia SCRUM tenta evitar é a falta de controle sobre os avanços da equipe. É comum que um time entre em desespero ou mesmo perca seu ritmo de produtividade quando não sabe se está próximo de atingir uma meta, negligenciando sua agenda ou forçando horas extras desnecessárias.

Ao realizar reuniões frequentes para acompanhar seu progresso, é bem mais difícil perder de vista o que está acontecendo até agora. Isso evita que a equipe tenha que trabalhar demais sem resultado ou que trabalhe pouco e perca prazos.

Foco na qualidade do produto

A maioria das empresas acaba focando mais nas rotinas e horas de trabalho do que na qualidade do produto entregue. Essa mentalidade leva a diversos problemas, desde colaboradores frustrados até problemas de planejamento. Manter o foco nas tarefas individuais, prazos e objetivos é mais importante para o cliente.

Ao usar o SCRUM, você deve dar prioridade à entregas com qualidade total, não ao quanto de horas cada um deve trabalhar por dia. Dessa forma, seu cliente pode ficar mais satisfeito e sua equipe administrará melhor o próprio tempo.

Otimização de recursos

Por fim, mas não menos importante, a metodologia SCRUM busca obter o máximo de produtividade com o mínimo de custos. Isso inclui recursos financeiros, tecnológicos, humanos e de tempo. Com planos mais simples e objetivos curtos, é mais fácil encontrar pontos para cortar gastos extras e minimizar desperdício.

Consequentemente, os esforços de cada profissional envolvido tendem a ser mais bem direcionados. Isso faz com que os indivíduos e a equipe como um todo sejam mais produtivos no dia a dia, entregando mais valor no produto em menos tempo. Isso te dará mais espaço para adicionar funcionalidades sem sobrecarregar o time.

Agora você já entende um pouco mais sobre metodologia SCRUM! Esta é a hora de colocá-la em prática nos projetos da sua empresa e aproveitar seus benefícios. Quer continuar acompanhando nossas novidades? Curta nossa página no Facebook e fique sempre por dentro das mais novas dicas e conteúdos!