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Também conhecido como Aprendizado de Máquina, o Machine Learning é um método cujo propósito é ensinar computadores a tomarem decisões de forma autônoma, com base em dados, sem que o humano programe suas ações.

Atualmente, a tecnologia é amplamente utilizada no meio corporativo como recurso para otimizar processos, gerar melhorias — preenchendo lacunas —, reduzir o risco de falhas, aprimorar o desempenho do negócio, entre outras vantagens.

A partir do processo de coleta, filtragem e análise de dados, por exemplo, as informações à disposição da empresa representam oportunidades para antecipar possíveis mudanças e planos que, em tese, levariam tempo até que fossem colocados em prática.

Com o intuito de ajudá-lo a entender como a estratégia de Machine Learning se encaixa nos processos do seu negócio, elencamos, abaixo, 7 formas de uso presentes em empresas ao redor do globo.

1. Economia de energia elétrica

Não é novidade alguma que o consumo de energia elétrica implica altos custos para as empresas, sobretudo, com os constantes aumentos nas taxas. Com isso, ações relativas ao consumo inteligente nunca foram tão cruciais quanto atualmente.

O desafio, no entanto, é estabelecer as mudanças necessárias sem prejudicar o desempenho de nenhum setor da empresa. Quanto a isso, o Machine Learning se apresenta como excelente alternativa.

Em Data Centers, por exemplo, o Machine Learning faz o gerenciamento e a análise do consumo de energia, levando à sua otimização e à consequente redução nas contas — conforme podemos ver neste white paper (conteúdo avançado) de aplicação desenvolvida pelo Google.

2. Prevenção a fraudes

A evolução do Machine Learning como estratégia de prevenção contra fraudes é uma realidade. Seja para instituições financeiras, como bancos e FinTechs, seja para redes de varejo, a tecnologia se mostra capaz de identificar irregularidades em transações.

Em um e-commerce, por exemplo, devido ao grande volume de transações diárias, o sistema de Machine Learning faz o cruzamento dos dados para encontrar inconsistências e compará-los a fatores de riscos atuais, como o índice de fraudes em uma determinada região ou endereço.

Outra vantagem da tecnologia para a detecção de atividades suspeitas são as suas atualizações, as quais capacitam o computador para o acompanhamento das mudanças estratégicas dos criminosos.

3. Operações financeiras

As já mencionadas FinTechs são reconhecidas pela implementação de inovações tecnológicas que facilitam a vida do consumidor quanto ao acesso às informações financeiras — e a tendência é que as instituições tradicionais sigam o mesmo caminho.

Hoje, robôs desempenham o papel de agentes de investimento, apresentando aos traders (investidores) — inclusive os mais avançados — estratégias de aplicação e gerenciamento de riscos completamente baseadas em análise de dados, ajudando em tomadas de decisões mais inteligentes.

Além disso, os consultores robóticos conseguem gerir o portfólio de cada cliente, o que é essencial para a oferta de produtos adequados ao perfil de risco e aos seus objetivos.

4. Inteligência logística

O setor de logística usufrui bastante dos benefícios do Machine Learning, especialmente em processos de Supply Chain (cadeia de suprimentos), auxiliando na criação de modelos de planejamento e previsão de demanda.

A mais notável diferença do Machine Learning em comparação a tecnologias específicas é a análise de dados, pois, por não se limitar a relatórios internos, o computador conta com alto volume de informações relevantes à tomada de decisões, geralmente coletadas por meio do Big Data.

Essa inteligência é usada, também, para outros tipos de processos logísticos, como a seleção das melhores rotas, o controle de qualidade, a escolha da transportadora ou do operador logístico, os medidores integrados a dispositivos IoT (Internet of Things), entre outros.

5. Otimização de anúncios e recomendações

Campanhas de marketing também podem ser executadas com base em dados. Algumas empresas, como Netflix e Amazon Prime, usam o Machine Learning para disparar notificações com recomendações personalizadas aos seus usuários.

Em outro cenário bastante comum, um e-commerce encaminha mensagens de e-mail aos clientes baseando-se em “se você gosta do produto X, provavelmente curtirá esses outros”. Como podemos constatar, as ações são desenvolvidas a partir do histórico do cliente.

Todavia, o Machine Learning pode ser usado para vendas em muitos sentidos. Uma aplicação extremamente útil é a otimização de preços, ou seja, a atualização automática dos valores de acordo com as ofertas concorrentes — estratégia comumente adotada por companhias de linhas aéreas.

Na questão de marketing digital, vale destacar que o Machine Learning pode ser aplicado ao ranking de buscas, otimizando as pesquisas feitas pelo usuário — que encontrará anúncios de produtos nos quais tem grande interesse.

6. Suporte médico

Soluções robustas, como o Watson, da IBM, e o TwoXAR, desenvolvido pela startup de mesmo nome, são as mais conhecidas aplicações de Machine Learning na área da saúde e prestam auxílio tanto a médicos quanto a farmácias.

A primeira delas, Watson, auxilia nas decisões do médico para escolher o tratamento mais adequado aos problemas de cada paciente. A TwoXAR, por sua vez, baseando-se no cruzamento de dados (públicos e particulares), relaciona a doença com os medicamentos, identificando a solução adequada.

Em outros casos, o Machine Learning presta assistência em diagnósticos, ajudando médicos especialistas, como radiologistas, na identificação dos problemas em curto espaço de tempo.

7. Atendimento ao cliente

Os chatbots, como são conhecidos, são robôs que prestam atendimento on-line (e telefônico) ao cliente. Essa é uma das aplicações de Machine Learning mais utilizadas e é comumente vista em sites corporativos, lojas virtuais e instituições de ensino superior.

Por exemplo, independentemente do que o cliente procura, o chatbot fornecerá as opções de acordo com as informações passadas — até que, por fim, o consumidor seja redirecionado ao departamento correto.

As vantagens, sob a perspectiva do cliente, residem na agilidade e na adequada condução do atendimento, pois o robô responde de imediato, fornecendo as opções de maneira lógica. Para a empresa, o robô representa economia de custos, redução da quantidade de processos internos e aumento da satisfação do cliente.

No mais, considerando todas essas e outras formas de uso do Machine Learning disponíveis a empresas de vários segmentos, inegavelmente, a tecnologia vem subindo de posto, deixando de ser mera aliada para se tornar imprescindível em um futuro breve.

Para entender mais sobre o contexto histórico no qual o Machine Learning está inserido, recomendamos a leitura do nosso conteúdo sobre a terceira revolução industrial

A sua empresa investe em tecnologia? A adoção de um bom software pode causar um grande impacto na rotina do negócio, integrando times, reduzindo custos e criando mais espaço para a inovação. Dessa forma, a empresa pode manter-se competitiva e com processos mais alinhados com as necessidades do negócio.

Mas o que é um bom software? Como ferramentas personalizadas podem auxiliar a empresa a ter uma infraestrutura de TI de qualidade? Veja a resposta abaixo!

Qual a importância que ferramentas de TI possuem para empresas no mercado atual?

A tecnologia tornou-se crucial para que empresas de qualquer área consigam manter-se mais competitivas e capazes de atingir um grande público. Por meio de soluções de software é possível reduzir distâncias, flexibilizar processos e criar formas mais inovadoras para atender aos seus clientes e parceiros comerciais.

Softwares de gestão integram times e mantêm as informações internas mais íntegras e acessíveis. Com o auxílio desse tipo de ferramenta, a companhia pode agilizar rotinas, melhorar o fluxo de trabalho e manter a cadeia operacional mais automatizada. Além disso, a troca de dados entre setores facilita o planejamento de processos com menos erros e mais segurança.

Já tecnologias como a Internet das Coisas e a computação na nuvem revolucionaram a forma como negócios são realizados. O ambiente corporativo pode tornar-se mais competitivo, flexível e capaz de responder a mudanças do mercado com agilidade e mobilidade. Assim, a companhia pode criar rotinas mais ágeis e inovadoras com a segurança de que os profissionais terão todos os recursos necessários para atingir as suas metas.

Esses são apenas dois exemplos de como ferramentas de TI podem otimizar o dia a dia da empresa. Em resumo, utilizando um bom software, o negócio consegue atingir melhores resultados e atender a um número maior de demandas sem comprometer os seus custos ou a sua performance operacional. Assim, mesmo em momentos em que os recursos tecnológicos são mais solicitados, a empresa poderá se manter eficaz e com alta produtividade.

O que faz um bom software?

Mais do que investir em tecnologia, uma empresa que busca ser inovadora por meio de ferramentas de TI deve buscar criar uma boa infraestrutura de soluções digitais. Nesse sentido, o investimento em um bom software é crucial. Veja abaixo cinco fatores que definem o que é uma boa ferramenta de TI!

Flexibilidade

Um bom software corporativo precisa ser flexível, ou seja, deve ser capaz de lidar com diferentes tipos de necessidades. Isso é algo importante, especialmente em mercados que mudam rapidamente, como é o caso dos atuais.

Soluções de software licenciadas por meio da nuvem, por exemplo, são exemplos que atendem a esse requisito. As suas funcionalidades podem ser modificadas a qualquer momento, dando mais flexibilidade para que o gestor possa definir os recursos que ficarão disponíveis para o usuário. Dessa forma, a companhia terá sempre uma ferramenta que pode atender plenamente às suas necessidades.

Integridade

Atualmente muitas empresas já migraram as suas rotinas para meios digitais. E quanto maior a quantidade de rotinas que são executadas com o auxílio de soluções de TI, maior a necessidade de possuir ferramentas com bons mecanismos de segurança.

Um software eficaz deve, portanto, ser capaz de lidar com todos os dados do empreendimento de maneira confiável. Para isso, é importante que a solução de TI seja desenvolvida com um conjunto de estratégias que evitam o roubo de dados e que os registros sejam corrompidos após algum tipo de falha. Assim, usuários podem integrar a ferramenta de TI completamente ao seu dia a dia por saberem que os riscos serão baixos.

Suporte inteligente

O suporte ao usuário é um ponto chave para que empresas possam aproveitar todos os benefícios de um bom software. É por meio dele que dúvidas são solucionadas e erros corrigidos rapidamente. Assim, usuários são pouco afetados por qualquer tipo de problema que possa surgir no dia a dia.

Essa área também auxilia o desenvolvedor a identificar como otimizar a ferramenta. Será ele o responsável por coletar dados sobre falhas frequentes e outros pontos que afetam a experiência de uso, permitindo que a aplicação seja otimizada com mais precisão.

Integrações

Muitas empresas investem em soluções de TI de diferentes desenvolvedores. Nesse sentido, é importante que as aplicações saibam trocar dados entre si, evitando gargalos e falhas operacionais.

Quando o negócio possui um ambiente de trabalho integrado, ele pode atuar com mais agilidade na resolução de problemas. A empresa terá os mecanismos necessários para trocar dados entre aplicações com rapidez, diminuindo erros e permitindo que profissionais tenham uma visão mais abrangente sobre tudo o que acontece no ambiente de trabalho.

Alinhamento com o perfil da empresa

Uma das principais características de um bom software é o seu alinhamento com o perfil da empresa. Quando a aplicação é bem desenvolvida, ela é capaz de atender às principais necessidades e normas internas do negócio. Dessa forma, a sua integração pode ser completa, maximizando o retorno sobre o investimento.

Quais as vantagens de um software personalizado?

investimento em sistemas personalizados tem sido adotado por muitas empresas que buscam uma forma mais segura de criar uma infraestrutura de TI formada por um conjunto de bons softwares. Esse tipo de aplicação é feita de acordo com normas técnicas e as necessidades da companhia, buscando atender plenamente aos seus objetivos e metas de médio e longo prazo.

Uma aplicação personalizada pode integrar-se melhor à infraestrutura de TI já existente. Como ela é criada conforme o perfil da empresa, ela terá funcionalidades, APIs e outros mecanismos para garantir que os usuários possam utilizar todos os recursos por completo.

Além disso, as configurações de segurança estarão moldadas conforme as normas de compliance do empreendimento. Isso permite que a empresa mantenha-se com uma infraestrutura de TI mais confiável e íntegra.

Por ser moldado de acordo com as demandas da empresa, o software personalizado consegue reduzir o uso de recursos e ter um número de falhas de funcionamento menor. Isso traz um maior retorno sobre o investimento para a empresa: as rotinas de manutenção tornam-se mais simples e a companhia conseguirá focar mais as suas atenções nas necessidades de seus clientes.

Em outras palavras, a adoção de um bom software personalizável é crucial para que o negócio possa reduzir riscos, manter-se mais competitivo e com uma rotina de alta performance. Assim, a empresa poderá atender às demandas do seu mercado de atuação plenamente com mais inovação e qualidade.

Quer saber como a criação de um software personalizado pode auxiliar o seu negócio a ter melhores resultados? Então fale com um de nossos especialistas!

A criação e desenvolvimento de softwares é um processo complexo e que envolve várias etapas e profissionais. Elas envolvem a execução de refinamentos constantes, testes para rastrear falhas e o planejamento da criação de novos recursos. E, para evitar que a empresa tenha problemas durante cada uma dessas rotinas, é importante desenvolver mecanismos de controle precisos.

Para auxiliar gestores nessa tarefa, a empresa pode criar o ciclo de vida do desenvolvimento de softwares. Assim, ela conseguirá rastrear mudanças e próximas atualizações com precisão e eficiência. Quer saber mais sobre ele? Então acompanhe nosso post!

Quais as bases do ciclo de vida do desenvolvimento de softwares?

O ciclo de vida de desenvolvimento de softwares é um modelo de gestão que permite ao negócio ter um maior controle sobre a maneira como as aplicações são feitas. Todos os times responsáveis por executar os processos conectados à criação da aplicação terão a base necessária para programar, da forma mais eficaz possível, uma aplicação de alta performance. Assim, requisitos são seguidos e a empresa consegue evitar falhas a médio e longo prazo.

Em outras palavras, o ciclo de vida é o mecanismo utilizado por empresas para reduzir os problemas enfrentados durante a criação de uma aplicação. Ele é escolhido conforme a natureza do tipo de sistema que será criado e, uma vez integrado à rotina da companhia, dará as bases para que ela possa executar todas as atividades relacionadas à gestão da ferramenta na ordem e metodologia correta.

Quando um ciclo de vida do desenvolvimento de softwares deve ser utilizado?

Os ciclos de desenvolvimento de software podem ser utilizados em várias situações. As três principais envolvem a correção de bugs, a criação de novas funcionalidades e a descontinuidade de uma aplicação. Veja os motivos abaixo!

Resolução de bugs

Por mais eficientes que sejam os mecanismos de criação de aplicações, sempre existe o risco da empresa realizar um deploy de um sistema com algumas falhas em seu código-fonte. Justamente por isso, é importante ter um processo eficaz para que tais vulnerabilidades sejam eliminadas rapidamente após a distribuição da ferramenta para o usuário.

Nesse momento, o ciclo de vida pode ser utilizado para auxiliar gestores na execução de processos de testes mais seguros e precisos. Cada developer terá uma orientação mais precisa sobre como agir para identificar possíveis falhas e vulnerabilidades de segurança, assim como as rotinas necessárias para eliminar qualquer problema encontrado.

Criação de novas funcionalidades

Todo software de sucesso tem funcionalidades distribuídas regularmente para os seus usuários. Essa abordagem auxilia empresas a fidelizar consumidores e a manter a aplicação alinhada às tendências do mercado.

Por meio do ciclo de vida, a empresa passa a ter mecanismos para identificar e criar funcionalidades com mais agilidade. Torna-se mais fácil para a companhia mapear as funcionalidades mais utilizadas, identificar tendências e o que pode ser feito para melhorar a experiência de uso de suas aplicações. Dessa forma, fica mais simples criar um fluxo de entrega de novos recursos funcionais e inovadores.

Descontinuidade de uma aplicação

Muitas vezes, um software deixa de ser viável e é descontinuado. Nesse momento, o ciclo de vida dá ao empreendimento as bases para encerrar o seu suporte e, assim, evitar que os usuários fiquem sem alternativa. Isso poderá ser feito por meio de estratégias, como a oferta de novas aplicações ou mecanismos para manter o sistema utilizável mesmo que ele não vá receber mais atualizações.

Quais os modelos de ciclo de vida do desenvolvimento de softwares existentes no mercado?

Diante das diferentes necessidades de empresas, muitos modelos de ciclo de desenvolvimento de software foram criados ao longo dos anos. Em cascata, incremental, espiral e de prototipagem são alguns exemplos. Confira abaixo as características dos mais populares:

Modelo em cascata

Criado em 1970, esse é um modelo considerado mais tradicional. No modelo em cascata, uma nova etapa só pode ser iniciada após a anterior ser concluída, documentada e aprovada pelo cliente.

A ênfase desse modelo está nas etapas de planejamento e desenvolvimento do sistema. Mais fácil de ser gerenciado, ele tem pouca abertura para mudanças, o que tornou-se uma das suas principais críticas.

Modelo evolutivo

No modelo evolutivo, há mais abertura para mudanças. Ele tem como base a ideia de que, no momento do planejamento, não há a necessidade de considerar todos os requisitos da aplicação. Há uma constante troca de dados entre cliente e desenvolvedor, permitindo que o software seja modificado continuamente para atingir as necessidades dos usuários.

Entre os principais motivos para uma empresa adotar esse modelo, está a sua maior flexibilidade. A empresa conseguirá manter o projeto mais receptivo a mudanças e conseguirá garantir que, ao seu fim, todas as funcionalidades estarão moldadas de acordo com aquilo que o usuário necessita. Porém, pode ser mais difícil delimitar a definição do escopo e da arquitetura e os prazos.

Modelo de prototipação

A prototipação é uma abordagem em que a empresa passa a visualizar o ciclo de desenvolvimento do software como uma rotina evolutiva. As funcionalidades são entregues aos usuários como se fossem protótipos, permitindo que avaliações sejam feitas para identificar possíveis problemas, pontos que possam ser modificados ou removidos da aplicação final.

Quando a empresa adota a prototipação como forma de gerenciar o ciclo de desenvolvimento do software, ela tem mais mecanismos para identificar se a aplicação é viável, atende às necessidades do seu cliente e tem funcionalidades bem estruturadas. Assim, as chances de entregar um produto com falhas ou com uma experiência de usuário de baixa qualidade caem significativamente.

A criação de um processo de desenvolvimento inteligente e conectado com as necessidades do usuário é fundamental para que a empresa possa entregar um produto de qualidade. Os developers terão mecanismos mais precisos para planejarem as suas rotinas, evitarão erros e conseguirão executar um trabalho de maior qualidade. Além disso, a alocação de recursos será mais eficaz e econômica.

Em outras palavras, quando o ciclo de vida do desenvolvimento de softwares estiver bem estruturado, a companhia terá mais capacidade para criar produtos mais inteligentes e eficazes. As funcionalidades poderão atender a um número maior de pessoas e, assim, o sucesso da aplicação será garantido.

Agora é a sua vez: quais são as suas estratégias para criar aplicações de sucesso? Conte para nós no campo de comentários! Vamos lá!

O guia de conjunto de conhecimentos de gerenciamento de projetos, mais conhecido como PMBOK, compila as melhores práticas para planejamento, execução e monitoramento dos mais diversos tipos de projeto.

Empresas de todos os portes podem utilizar o guia com o objetivo de melhorar os processos internos de desenvolvimento dos seus projetos. As diretrizes abordadas podem ser usadas de acordo com a particularidade de cada empresa, podendo implementar todo ou parte do que orienta o guia.

Se você quer ter uma visão geral das diretrizes do PMBOK, acompanhe este post.

Qual é a definição de PMBOK?

A autoria do PMBOK, que em inglês significa Guide to the Project Management Body of Knowledge, é de responsabilidade do PMI (Project Management Institute).

A publicação foi reconhecida como guia padrão de gerenciamento de projetos pelo American National Standards Institute (ANSI) em 1999. O documento pode ser considerado como um guia completo contendo as principais diretrizes de conhecimentos de gerenciamento de projetos.

Ao todo o PMBOK já teve seis versões e a mais recente foi publicada em 2017. O guia tem a premissa de melhorar continuamente e acompanhar a evolução das organizações para que as suas práticas sejam sempre abrangentes às empresas de todos os perfis.

Quais são as etapas de um gerenciamento de projetos?

As definições de projeto garantem que ele deve ter a característica de ser único, devido a isso, muitas incertezas podem surgir ao longo do seu desenvolvimento.

Ademais, ao aplicar as melhores práticas de gerenciamento de projetos, são reduzidas as chances de insucesso e de outros problemas, como a falta de planejamento das atividades, o extrapolamento de custo e prazos estabelecidos, retrabalhos constantes, etc.

O PMBOK aborda que o projeto pode ser dividido em cinco fases do ciclo de vida. Confira a seguir:

  • iniciação: nessa fase do projeto é concebido o conceito geral, como a definição do escopo, os requisitos, as restrições, estimativas preliminares, a definição do gerente de projetos e a submissão do projeto para aprovação;
  • planejamento: quando o projeto atinge essa fase, é sinal que já foi aprovado, e então, deve ser um pouco mais detalhado. Descrevendo em maiores detalhes as tarefas, o desenvolvimento do cronograma, a Estrutura Analítica do Projeto (EAP) e o desenvolvimento dos documentos de planejamento de todas as áreas de conhecimento do projeto;
  • execução: nessa etapa é a execução do que foi planejado e o registro das entregas. É comum nessa fase ocorrer mudanças enquanto o projeto está sendo executado. Existem técnicas e ferramentas para controlar essas mudanças;
  • monitoramento e controle: os documentos emitidos nessa fase visam garantir o acompanhamento da execução do projeto em relação ao que foi planejado previamente. O monitoramento é feito por meio de indicadores de desempenho, ações corretivas, preventivas, entre outros;
  • encerramento: essa fase é tão importante quanto às demais, o projeto precisa concluir o escopo e realizar o encerramento de todas as entregas planejadas, além de registrar as lições aprendidas durante o andamento do projeto para que elas possam ser utilizadas futuramente em outros projetos.

O que são as áreas de conhecimento de gerenciamento de projetos?

O PMBOK é composto por processos, ferramentas e técnicas válidos para gerenciar qualquer tipo e tamanho de projeto.

Na sua versão mais atual, lançada em 2017, a sexta edição do guia apresenta 49 processos distribuídos em 11 áreas de conhecimentos que são sugeridos para gerenciar um projeto. A seguir, descrevemos brevemente cada uma das áreas:

Gerenciamento da integração

O gerenciamento da integração visa alinhar todas as demais áreas de conhecimento. Essa área permite que gerente de projetos tenha uma visão holística dessas áreas e entenda os melhores caminhos para integrá-las. Com essa visão, o gerente pode identificar onde é melhor concentrar os esforços e recursos para evitar replanejamentos e retrabalhos visando garantir o sucesso do projeto.

Gerenciamento de escopo

O objetivo dessa área é a realização das atividades necessárias para entregar os produtos, serviços ou resultados. Aqui é feito o entendimento das especificações e requisitos do escopo, bem como se ele todo está compreendido e o que deve ficar de fora do projeto.

Gerenciamento do cronograma

Essa área de conhecimento mudou de nome na última versão, na quinta era “Gerenciamento de Tempo”. O objetivo aqui é acompanhar o cumprimento dos prazos determinados para cada fase do projeto. O gerente deve incluir todos os processos do desenvolvimento e acompanhar cada etapa.

Gerenciamento de custos

O objetivo do gerenciamento de custos é estimar e controlar o orçamento do projeto de modo que ele não ultrapasse o valor aprovado. Dessa forma, o gerente de projetos estabelece políticas e procedimentos para planejar, gerenciar, executar e controlar o custo de acordo com as necessidades.

Gerenciamento da qualidade

A qualidade do projeto está diretamente relacionada à satisfação do cliente, por isso merece uma área dedicada ao controle e garantia das expectativas do solicitante do projeto. Para isso, o gerente deve verificar as condições da equipe e do ciclo de vida do projeto para satisfazer as necessidades do cliente.

Gerenciamento de recursos

O gerenciar de recursos também sofreu alterações na mais nova versão do PMBOK. Essa etapa agora não é responsável apenas pelos recursos humanos, mas também engloba materiais e equipamentos. A função do gerente de projetos é fazer a gestão de todos os insumos durante o andamento do processo.

Gerenciamento de riscos

Gerenciar riscos tem o objetivo de identificar precocemente desvios e tendências e planejar as ações para reduzir os impactos que possam comprometer o projeto. Lembrando que riscos podem ser positivos ou negativos.

Gerenciamento das comunicações

A comunicação, assim como as outras áreas de conhecimento, não pode ser negligenciada, pois grande parte do tempo do gerente é dedicada a reduzir ou eliminar ruídos que possam atrapalhar o desenvolvimento do projeto. Para isso, ele deve planejar a geração, distribuição e armazenamento das informações em todas as fases do projeto com o objetivo de conectar todas as partes interessadas.

Gerenciamento de aquisições

Área destinada aos processos de compra e aquisição de bens e serviços externos à empresa executora. Nela são feitos o planejamento, a condução e o controle dos serviços que precisam ser terceirizados para dar andamento ao projeto.

Fazer o gerenciamento dos serviços contratados é extremamente importante para documentar e especificar o que está sendo adquirido, além de monitorar o desempenho do contrato e necessidades de eventuais mudanças durante o desenvolvimento.

Gerenciamento das partes interessadas

O objetivo dessa fase é engajar todos os envolvidos no projeto a participarem ativamente no desenvolvimento, definindo quem são as pessoas ou empresas que podem afetar ou influenciar o andamento e os resultados do projeto.

Em suma, a sua empresa pode aplicar as boas práticas internacionais compiladas pelo PMBOK no desenvolvimento de qualquer projeto. Como resultado, obter a otimização de recursos, reduzir as inconsistências e atrasos, bem como, ter a redução de fracassos em projetos.

Além disso, favorece que a padronização das atividades e gerenciamento sobre o andamento de todos os projetos da companhia sejam planejadas antes da execução e permitam melhoria continua dos processos internos da organização.

Agora que você tem a visão geral do PMBOK e pode aplicá-lo na sua empresa, assine a nossa newsletter para receber em primeira mão artigos sobre esse e outros assuntos relacionados.

Quando a sua empresa está passando por falhas sistêmicas nos processos, existem técnicas que permitem analisar e entender o que está causando esses problemas. Dentro das sete ferramentas da qualidade utilizadas em gerenciamento de projetos, existe uma técnica chamada diagrama de Ishikawa, que auxilia o gestor a entender o que está provocando os desvios.

Inconscientemente, o ser humano entende a identificação de problemas como algo negativo, porém, um bom gestor pode encará-la como uma oportunidade de encontrar falhas no processo de gestão da sua empresa, podendo, assim, corrigi-las o quanto antes, possibilitando o desenvolvimento e a melhoria dos resultados.

Se você quer entender melhor como utilizar a técnica no acompanhamento dos seus projetos, continue conosco! Boa leitura!

O que é o diagrama de Ishikawa?

O diagrama de Ishikawa tem a origem do nome baseada no sobrenome de quem criou a ferramenta — Kaoru Ishikawa. O objetivo do criador era fazer com que as pessoas pensassem sobre as causas e as razões da ocorrência dos problemas nos processos.

Existem outros nomes que também podem ser atribuídos a essa ferramenta, como espinha de peixe, diagrama de causa e efeito ou 6Ms. Entenda:

  • espinha de peixe: como o próprio nome diz, o formato do diagrama faz lembrar o corpo de um peixe;
  • diagrama causa e efeito: ganha esse nome em razão do objetivo de levantar as causas raízes que estão dando origem ao problema;
  • 6Ms: porque as seis principais causas que afetam os processos iniciam com a letra M, deu-se o nome 6Ms — método, máquina, medida, meio ambiente, mão de obra e material.

Muitas vezes, os gestores utilizam a denominação 6Ms, pois é a categoria de classificação das causas mais utilizada nos diagramas. A seguir, descrevemos cada uma:

  • mão de obra: falta de qualificação, indisponibilidade de recursos e imprudências;
  • método: a metodologia utilizada para executar o trabalho ou um procedimento durante o andamento do projeto;
  • matéria-prima: tudo aquilo é que utilizado para desenvolver o trabalho;
  • máquinas ou equipamentos: ausência de manutenção regular, indisponibilidade ou mesmo operacionalização de forma inadequada;
  • medida: impacto ocasionado por alguma decisão tomada ao longo do desenvolvimento do processo;
  • meio ambiente: interferência do meio no qual o projeto é executado no seu andamento, como poluição, poeira, chuva, calor, espaço confinado etc.

Vale lembrar, no entanto, que não é obrigatório aplicar os 6Ms em todos os diagramas. Assim, utilize apenas aqueles que fazem sentindo no processo analisado.

Como montar o diagrama?

Montar o diagrama não é muito difícil, basta seguir alguns passos e reunir a equipe correta, que tenha relação com problema, para que sejam identificadas as causas raízes de forma precisa. O diagrama pode ser feito em planilhas ou manualmente. Entenda:

  1. identificação do problema: esse é o passo mais importante, pois, se não for identificado o problema corretamente, todo o trabalho a seguir pode ser em vão. O problema deve ser mensurável e definido de forma objetiva;
  2. desenho da espinha de peixe com o problema detectado: com um traço projetado na horizontal, no final da linha, do lado direito, coloque o problema identificado. Posicione os 6Ms em perpendicular a cada traço desenhado, formando, assim, a espinha de peixe;
  3. brainstorm: com a equipe reunida, faça um brainstorm, levantando as causas para cada M desenhado no diagrama;
  4. análise das causas e dos motivos levantados: cada causa identificada deve ser priorizada em ordem de importância, e as ações para resolver os problemas devem ser formuladas.

Posso combiná-lo com outras ferramentas?

O diagrama de Ishikawa pode ser combinado com outras técnicas para analisar todos os aspectos que envolvem o processo da organização, por exemplo, desenhando o fluxograma dos processos da companhia para a identificação das falhas.

Além disso, é possível ordenar as causas pela quantidade de ocorrência, das que mais acontecem para as que menos ocorrem e, assim, desenhar o gráfico de Pareto.

Após encontrar as causas principais que estão afetando o desenvolvimento do projeto, a equipe envolvida pode propor ações utilizando o 5W2H para encontrar problemas que possam ser identificados por meio das perguntas: “What?” (o que será feito?); “Why?” (por que será feito?); “Where?” (onde será feito?); “When?” (quando será feito?); “Who?” (por quem será feito?); “How?” (como será feito?); e “How much?” (quanto vai custar fazê-lo?).

Outra possibilidade de combinação — e também muito importante — é o método PDCA (Plan – DoControlAct), que permite o controle e a melhoria contínua de processos e produtos. Essa combinação garante que os processos sejam executados de forma natural dentro da companhia.

Como utilizá-lo na empresa?

A utilização do diagrama espinha de peixe permite uma visualização mais fácil de todo o cenário do problema detectado e das suas causas raízes. Assim, o gestor pode tomar decisões e aperfeiçoar o processo, além de envolver a equipe diretamente relacionada à falha.

Devido à participação do time na busca pelas soluções, a criação do diagrama ajuda no entendimento dos processos, faz a equipe se envolver e sentir-se “dentro do problema”.

Quais as vantagens para a organização?

Na rotina das empresas, é normal que entraves ocorram o tempo todo, mas também é comum querer resolvê-los de imediato, como se estivesse “apagando incêndios”. Essa atitude pode estar mascarando falhas mais severas no processo.

Ademais, devido à pressa em resolvê-los, as suas origens não são identificadas. Ao utilizar o diagrama de causa e efeito, o gestor está investigando a fundo e procurando saná-las ou eliminá-las completamente.

Além de identificar a origem dos desvios, a empresa pode fazer a melhoria do processo continuamente para atingir as estratégias definidas, ao questionar-se sobre a razão de ocorrência de cada falha e ao criar oportunidades de melhorar e envolver a equipe na correção.

Em suma, durante o andamento de um projeto, é normal que surjam problemas — nenhum processo está imune a isso. Porém, o gestor deve estar atento e buscar se antecipar aos desvios, pois, quando o problema, de fato, acontecer, pode ser tarde demais. Os efeitos podem ser devastadores, como a parada do projeto ou o desperdício de recursos.

Aplicar o diagrama de Ishikawa não é muito complexo, mas pode ser muito útil para manter, sob controle, o andamento do seu projeto. A aplicação dessa medida permite uma visão geral do que está causando os desvios e traz mais facilidade no momento de decidir qual ação tomar.

Agora que você já sabe tudo sobre o diagrama de Ishikawa, se quiser continuar recebendo as nossas novidades, siga-nos nas nossas redes sociais: Facebook, Twitter, Google+ e LinkedIn.

A tecnologia hoje se mostra essencial para que uma empresa possa realizar todas as ações inerentes às suas atividades de negócio e manter-se competitiva no mercado. No entanto, como saber se os sistemas utilizados pela sua empresa estão de acordo com as regulamentações do governo ou alinhadas com as regras de negócio da empresa? A resposta para essa questão passa pela homologação de software.

Neste post vamos mostrar para você o que é esse processo e como ele funciona, com seus pré-requisitos, a importância dele e os benefícios de sua aplicação para o seu negócio. Boa leitura!

O que é homologação de software

A homologação de software é o processo responsável por analisar sistemas tecnológicos e aplicações de computador, que serão implantados pelas empresas para comercializar bens e serviços.

É por meio dela que se pode ter autorização para a transmissão de dados, para a emissão de documentação e para manter uma atuação de acordo com a legislação do nosso país.

O processo de homologação pode apresentar algumas pequenas diferenças de acordo com a empresa desenvolvedora, mas em suma, o fornecedor de software entrega uma versão preliminar do sistema. Essa versão deve ser testada conforme as expectativas de sua empresa para verificar a eficácia do software como solução.

Os pré-requisitos para a homologação

O processo de homologação de software pode tomar um tempo longo da atividade de desenvolvimento, e para essa tarefa é necessário contar com alguns pré-requisitos. Entre eles estão:

  • ambiente de homologação — um local separado do servidor principal, que servirá para a instalação do sistema e será acessado pelos usuários para testes com o sistema;
  • banco de dados de homologação — uma cópia do atual banco de dados da empresa que possa simular o real estresse ao qual o sistema estará sujeito no ambiente real;
  • usuários — os colaboradores que realizarão a utilização diária do sistema devem ser os principais usuários, pois é a sua demanda que deverá ser atendida.

A importância da homologação

Homologar um software é uma maneira de verificar a qualidade do sistema e avaliar suas funcionalidades estão de acordo com as necessidades da empresa. Por meio de sua aplicação é possível comprovar que o sistema poderá realmente suprir sua demanda para a qual foi especificado..

Ao realizar a homologação é possível validar se todas as funcionalidades do sistema estão de acordo com os requisitos levantados durante o planejamento para o desenvolvimento do software.

Os benefícios da utilização de software homologado

Entre os principais benefícios da aplicação de homologação de softwares temos a certeza da qualidade de código e desenvolvimento, além do cumprimento de todos os requisitos necessários para o prosseguimento das atividades.

Ao realizar a homologação de sistemas também são evitados os erros e as falhas que poderiam prejudicar o andamento das atividades da empresa, causando prejuízos e atrasos.

Outro ponto muito importante é a garantia de que o sistema testado está de acordo com as exigências governamentais no que se refere às normas de atuação no ramo de atividade da empresa e ao cumprimento de obrigações fiscais.

A homologação de software é uma etapa fundamental para o sucesso do desenvolvimento de sistemas e garante que a aplicação está de acordo com os requisitos levantados durante a fase de planejamento.

Esperamos que com a leitura deste post você possa ter compreendido a função dessa atividade e sua importância.

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