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O futuro chegou, e a prova disso é o crescimento da Internet das Coisas — termo criado por um pesquisador do Massachusetts Institute of Technology (MIT). Uma das alternativas mais interessantes da transformação digital, a Internet of Things (IoT) tem conquistado uma fatia significativa de mercado, tornando-se uma realidade que hoje se estende às empresas.

A ideia de conectar objetos à internet pode mudar por completo a maneira como interagimos com o universo ao nosso redor, mas de que forma ela pode impactar diretamente sua vida e seu negócio? Quais são suas aplicações empresariais? Contamos tudo neste post. Confira!

O que é Internet of Things?

A Internet das Coisas é a solução que propõe conectar diversos objetos à internet. É claro que já estamos acostumados a habilitar redes de internet nos nossos computadores desktop, notebooks, celulares e tablets.

Seja por meio do Wi-Fi ou dos dados móveis, a conexão desses dispositivos já faz parte do nosso dia a dia. O que a IoT propõe, no entanto, é uma expansão da conectividade.

Objetos que utilizamos diariamente, quando associados a sistemas automatizados, adquirem novas funcionalidades. Todos eles passam a poder coletar dados em tempo real, processá-los de maneira inteligente e gerar uma resposta à necessidade do usuário.

Como a IoT impacta no seu dia a dia e no da sua empresa?

Entendido o conceito da Internet das Coisas, não dá para negar que seu impacto é enorme, certo? Essa inovação promete modificar nossa relação com os objetos que fazem parte do dia a dia — imputando novas usabilidades nesses objetos.

Como utilizar esse recurso para potencializar seus negócios? Como ele impacta a todos nós? Falaremos mais a seguir:

O futuro hoje

O primeiro furor causado pela Internet das Coisas pode parecer óbvio, mas seu impacto é significativo: a IoT abre as portas para a inovação.

A companhia que detém maior domínio da tecnologia e sabe como aplicar estrategicamente seus recursos conquistará mais relevância diante de um mercado cada vez mais exigente.

Com o acesso à informação se popularizando, o consumidor se torna criterioso — passando a ficar de olho nas marcas que investem em automação. Por isso, adotar a Internet das Coisas é também uma forma de agregar valor ao seu negócio.

Quando a marca aposta em tecnologia, transforma seus processos. Com mais fluidez e agilidade em suas ações, a relação com o cliente é modificada. A automação permite entregar o que ele mais preza: um atendimento do futuro.

Hiperconectividade

Aplicando a Internet of Things, já foram desenvolvidos automóveis, casas e empresas inteligentes, que podem responder a um comando pelo smartphone ou até pela voz do usuário.

Entramos em um movimento que pode ser chamado de hiperconectividade, em que objetos de uso diário ganham novas aplicações. Tudo isso é positivo para as empresas, que podem automatizar processos ,economizar e melhorar o desempenho de seus funcionários.

Contudo, é preciso ficar atento: passar tempo demais conectado é uma reclamação cada vez mais frequente. É importante que o gestor saiba coordenar sua equipe para evitar os excessos.

Favorecimento do bem-estar

Na vida pessoal ou no ambiente empresarial, a internet das coisas pode ser uma aliada da qualidade de vida.

A tecnologia pode ajudar a criar e monitorar hábitos mais saudáveis e, consequentemente, um ambiente de trabalho mais agradável. Ao integrar a comunicação da equipe, por exemplo, cria-se um sentimento de cooperação que estimula a produtividade e melhorar a saúde do colaborador.

O que pode ser feito?

Para confirmar que a Internet das Coisas é uma realidade, podemos analisar exemplos reais de suas aplicações. Veja os casos em que a conectividade já foi inserida para transformar as situações diárias:

Manutenção dos equipamentos

Maquinários, refrigeradores e equipamentos de iluminação podem apresentar falhas mesmo se forem feitas as manutenções preditivas.

A Internet das Coisas permite monitorar os equipamentos para prevenir perdas. Assim, a empresa pode cortar custos com manutenção e operação, identificando falhas às quais os objetos estão sujeitos antes que eles se quebrem completamente.

Com sensores acoplados, por meio da análise de flutuação do calor ou da vibração, fica mais fácil prever a necessidade de reparos antes que a empresa se veja sem o equipamento. Se o maquinário apresenta mudanças bruscas de temperatura, a gestão pode agir a tempo de corrigir o problema antes de ele se tornar irreversível.

Monitoramento de produtos

Seu varejo pode monitorar a condição dos componentes conectados. Bem como os equipamentos, as ferramentas da IoT permitem uma avaliação detalhada das mercadorias desde o momento em que adentram o estoque até a venda ao consumidor final.

Com as identificações por radiofrequência, a empresa pode gerenciar o inventário e otimizar seu serviço prestado. O varejo consegue monitorar as oportunidades de venda e rastrear suas mercadorias dentro da loja.

As condições de armazenamento também são otimizadas: por meio de um dispositivo móvel, a equipe pode controlar remotamente a temperatura ou as luzes do depósito, assegurando as condições adequadas para estocar os produtos.

Controle do tráfego de clientes

Por meio da Internet of Things, o gestor pode realizar um monitoramento do tráfego de consumidores no seu varejo, utilizando vídeo ou Wi-Fi para saber das preferências de cada cliente.

Dotado dessas informações, fica mais fácil personalizar a experiência de compras, direcionando um colaborador para orientar a clientela de acordo com sua demanda.

Também é possível emitir anúncios sobre eventos e descontos especiais para os smartphones dos consumidores. Com ofertas personalizadas por SMS, a empresa se aproxima do comprador, gerando mais engajamento positivo.

Otimização da logística

Um varejo precisa mover e estocar grandes quantidades de mercadorias. Mover os produtos de forma eficiente é um dos objetivos do transporte inteligente, e com a ajuda da IoT, o processo pode ser facilitado.

Ainda que o GPS normalmente seja usado para rastrear e rotear caminhões, a Internet das Coisas permite entender com muita precisão a distância entre as mercadorias transportadas e a loja onde deve chegar a entrega.

Com a manutenção do transporte, o rastreamento preciso e a otimização das rotas, o gestor garante um serviço logístico de qualidade, evitando atrasos ou faltas na entrega de produtos que são necessários para o funcionamento da sua marca.

Leitura das expectativas do cliente

Cada vez mais conectado, o consumidor já não tem o mesmo perfil que tinha há duas décadas. Os clientes têm mais critério na hora de fechar uma compra e, diante de uma infinidade de opções, só comprará quando desenvolver um laço afetivo com a empresa.

Na internet é simples comparar preços, verificar ofertas, descobrir vendedores e analisar a opinião de outros consumidores sobre determinada marca. Por isso, para se destacar da concorrência, seu varejo deve prezar pela melhor experiência quando o usuário entrar em contato com o seu produto.

A IoT oferece ferramentas como a sinalização digital e o self-checkout, transformando positivamente a perspectiva do cliente diante da sua loja.

A Internet of Things tem um grande potencial que modifica não só a vida do internauta, mas a realidade e a cultura organizacional das empresas. Gostou de saber mais sobre essa tecnologia? Então continue por dentro do nosso conteúdo: assine agora mesmo nossa newsletter e receba todas as novidades diretamente no seu e-mail!

O Business Model Canvas (tela de modelo de negócio, em português) é um método que nos possibilita visualizar o negócio todo em apenas uma página, em vez de recorrer a documentos extensos, repletos de textos pesados e números, para entender como a empresa funciona.

Já imaginou como seria apresentar a parceiros, por exemplo, o seu modelo de negócio numa única tela, usando elementos intuitivos e menos textuais, e ainda poder atualizar o documento sem comprometer a estrutura? Pois bem, é isso que o Canvas proporciona!

Mas como o método funciona? Quais são suas vantagens em relação ao que as empresas fazem tradicionalmente? Que benefícios o Canvas traz? Há ferramentas específicas para criá-lo? É o que responderemos neste conteúdo. Acompanhe!

Como funciona o Business Model Canvas?

Fazer com que todo um modelo de negócio seja compreendido num único documento, em tese, parece desafiador — sobretudo às empresas que já operam há muito tempo.

A tarefa, no entanto, é mais simples do que parece. Comecemos pelo fato de que o Business Model Canvas é composto de nove elementos, sendo a compreensão desses o primeiro passo para entender como ele funciona. Veja:

  • atividades-chave: operações e processos cruciais ao negócio;
  • canais: meios de contato entre empresa e cliente;
  • custos: custos indispensáveis inseridos no modelo;
  • fontes de receita: todas as possibilidades de gerar dinheiro, como vendas de produtos, aplicações de investimentos, serviços alternativos etc.;
  • parceiros-chave: fornecedores e parceiros fundamentais estrategicamente;
  • proposta de valor: que valores serão entregues? Quais conflitos do cliente a empresa busca solucionar?;
  • recursos-chave: principais recursos para o funcionamento do modelo de negócio;
  • relacionamento com o consumidor: tipo de relação, como interativa, terceirização, consultoria, serviços automatizados etc.;
  • segmentos de cliente: quem são os principais clientes.

A junção desses elementos permite a visualização completa de como o negócio opera, pois traz as mais importantes informações relativas à infraestrutura, às finanças, aos clientes e à oferta de serviço.

Quais as diferenças entre Business Model Canvas e os planos de negócio tradicionais?

É válido destacar que o Business Model Canvas não invalida o plano de negócio convencional. Isso significa que até as empresas experientes, cujos modelos estão muito bem definidos, podem criar um Canvas para ser usado em momentos oportunos.

O que acontece é que um plano de negócios fortemente estruturado com base no histórico da empresa — o que implica alto volume de números, índices e metas — tende a ser extenso e, portanto, não é apropriado para o Canvas, visto que o documento deve ser sucinto.

Por sua vez, o Business Model Canvas é ideal para a rápida validação do modelo de negócio, trazendo uma visão macro de como ele é executado, sem que uma ampla quantidade de métricas seja aplicada. Ou seja, é uma excelente alternativa para startups e empresas que estão ingressando no mercado.

Quais as vantagens do Business Model Canvas?

Confira, a seguir, quais as vantagens do modelo:

  • facilita o entendimento do plano de negócio;
  • auxilia no foco ao que é mais importante;
  • favorece debates sobre o modelo de negócio, pois o documento é amplo e, ao mesmo tempo, leve;
  • simplifica a apresentação do modelo a parceiros e investidores; e
  • permite alterações a qualquer instante, portanto, reflete o momento da empresa.

Quais as ferramentas online para a criação do Canvas?

Canvanizer

O Canvanizer é uma ferramenta intuitiva e fácil de usar, bastando optar pelo modelo de sua preferência e preencher um formulário com o título do Canvas e o endereço de e-mail.

Leanstack

Mais do que uma ferramenta, o Leanstack é uma plataforma a qual permite ao usuário criar seu Canvas rapidamente, sem que se perca tempo planejando, com a aplicação de métricas fáceis de acompanhar.

Strategyzer

O Strategyzer é uma plataforma que já atendeu mais de 5 milhões de usuários, e que fornece, além do criador de modelos, cursos online, materiais ricos, metodologias, treinamentos, entre outros serviços.

Agora que você entende o que é o Business Model Canvas e conhece algumas ferramentas capazes de auxiliá-lo, já pode iniciar o desenvolvimento dentro de sua empresa. Essa é uma metodologia prática e clara de enxergar um negócio no âmbito interno e externo de atuação.

Aproveite e ajude a difundir o conhecimento: compartilhe o artigo com seus amigos nas redes sociais!

análise de dados tornou a rotina de empresas mais inteligente e dinâmica. Com a possibilidade de integrar a tecnologia nesse processo, as companhias conseguiram gerar mais resultados, compreender melhor o comportamento de clientes e reduzir custos. Além disso, soluções de TI tornaram-se mais inovadoras e capazes de criar uma experiência de usuário mais convergente. Nesse cenário, uma das principais tendências é o Deep Learning.

Derivada dos algoritmos de aprendizado de máquina, essa tecnologia pode compreender ações com um número muito maior de fatores. Veja mais detalhes abaixo!

O que é o Deep Learning?

O termo Deep Learning é utilizado para designar um conjunto de soluções de aprendizado de máquina que dão a softwares a capacidade de pensar e agir como um ser humano. Também chamada de aprendizado profundo, essa tecnologia pode ser vista como uma evolução do Machine Learning, utilizando mecanismos baseados em redes neurais artificiais para compreender padrões e identificar soluções com mais precisão.

Da detecção de doenças de pele à previsão de palavras em teclados de smartphones, os algoritmos de Deep Learning estão combinando matemática, processamento de informações em larga escala e a computação na nuvem para compreenderem melhor como funcionamos. Dessa forma, a tecnologia pode tornar-se mais inteligente e conectada em mais atividades do nosso dia a dia.

O que difere Deep Learning, Machine Learning e Inteligência Artificial?

Para muitos, as diferenças entre Deep Learning, Machine Learning e Inteligência Artificial são difíceis de serem identificadas. Em poucas palavras, cada conceito pode ser definido da seguinte forma:

  • Machine Learning (aprendizado de máquina): uso de softwares capazes de elaborar regras, identificar padrões e realizar ações a partir da análise de dados;
  • Deep Learning: aplicação do Machine Learning em que softwares ganham conhecimento com o uso de redes neurais virtuais;
  • Inteligência Artificial: a capacidade de softwares executarem ações conforme o contexto ou as interações de uma pessoa.

Quais as vantagens dessa tecnologia?

O Deep Learning pode gerar grandes ganhos para empresas, principalmente, em função da sua flexibilidade e potenciais benefícios. Confira alguns abaixo!

  • maior capacidade de otimizar a experiência do usuário em softwares;
  • analisar sentimentos por meio de textos;
  • reconhecimento de palavras, imagens e conteúdos multimídia;
  • melhorar a oferta de produtos em sistemas de vendas online;
  • prever falhas em equipamentos antecipadamente;
  • avaliar o risco de investimentos;
  • otimizar a análise de riscos em sistemas de crédito;
  • detectar fraudes;
  • detecção de doenças;
  • otimizar a precificação de produtos;
  • filtrar spams;
  • otimizar a detecção de ameaças de segurança.

Como o Deep Learning pode ser utilizado na sua empresa?

O Deep Learning é uma ferramenta flexível, que pode ser utilizada em empresas para diferentes fins. Do reconhecimento inteligente de imagens à detecção de doenças, essa tecnologia está sendo incorporada em diversos aspectos da nossa vida. Confira alguns abaixo!

Compreender como os clientes se comportam

Entender o perfil do seu consumidor é um passo-chave para atingir os objetivos do negócio em médio e longo prazo. Quando a companhia sabe as necessidades do seu público-alvo, ela consegue criar um conjunto de serviços mais atraente e capaz de gerar oportunidades de negócio.

Nesse sentido, o investimento nos algoritmos de Deep Learning dá ao empreendimento a capacidade de encontrar o perfil do seu cliente com muito mais precisão. Novos fatores são associados na análise de dados, permitindo que a empresa tenha uma visão abrangente sobre o relacionamento de consumidores com a marca. Assim, a companhia pode prever tendências, fazer melhores campanhas de marketing e adotar um posicionamento de mercado mais competitivo.

Aumento da segurança

O uso de câmeras de segurança tornou-se padrão em vários empreendimentos. Elas são utilizadas para se ter um maior controle sobre o ambiente corporativo e, assim, evitar que a empresa sofra ataques.

Com o auxílio dos algoritmos de Deep Learning, o negócio pode criar uma infraestrutura de CCTV muito mais inteligente. Desse modo, as técnicas de Deep Learning podem ser utilizadas para identificar pessoas, rastrear os seus passos e detectar invasões com mais precisão e agilidade.

Assistentes pessoais mais inteligentes

Os assistentes pessoais foram introduzidos há alguns anos e, graças ao Deep Learning, poderão ter uma capacidade muito maior de auxiliar os seus usuários. Para as empresas, isso representará a chance de otimizar a sua eficiência, evitar atrasos e, assim, melhorar a rotina do negócio como um todo.

Alertas sobre compromissos são criados automaticamente a partir dos conteúdos presentes em e-mails. Inclusive, respostas automáticas são criadas para aplicativos de mensagens e e-mail a partir da análise do comportamento de vários usuários. Assim, a comunicação da companhia torna-se mais ágil e inteligente.

Investimentos mais inteligentes

Empresas de investimento dependem de informações confiáveis para evitar prejuízos e garantir um alto lucro para as suas carteiras. E, em busca desse objetivo, uma série de informações é utilizada para identificar as melhores oportunidades de negócio e garantir que o empreendimento atinja as suas metas de médio e longo prazo.

Com o auxílio de algoritmos de Deep Learning, os analistas de investimentos passam a ter uma capacidade muito maior de evitar riscos. Imagens de satélites, por exemplo, podem ser cruzadas para avaliar as melhores oportunidades no mercado de commodities.

Ao mesmo tempo, a análise de balanços comerciais ganha mais precisão com a possibilidade de cruzar todo o histórico de um setor com os dados disponibilizados por uma companhia. Assim, o analista pode identificar a sua competitividade e evitar prejuízos

Logística mais eficaz

A entrega de produtos é um dos pontos mais importantes para que empresas possam manter clientes fidelizados. Para tornar essa área mais eficaz, a empresa pode investir em uma série de tecnologias. Nos próximos anos, por exemplo, os veículos autônomos devem ganhar destaque entre as estratégias para que companhias possam atingir melhores resultados nessa área.

Conectados a algoritmos de Deep Learning, veículos autônomos podem identificar todos os elementos que impactam uma rota com mais precisão. Isso garante ao negócio a capacidade de sempre utilizar as rotas mais seguras e econômicas. Com uma taxa de erros menor, o empreendimento terá mais capacidade de manter-se dentro dos seus prazos e ser mais competitivo.

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A sua empresa investe em tecnologia? A adoção de um bom software pode causar um grande impacto na rotina do negócio, integrando times, reduzindo custos e criando mais espaço para a inovação. Dessa forma, a empresa pode manter-se competitiva e com processos mais alinhados com as necessidades do negócio.

Mas o que é um bom software? Como ferramentas personalizadas podem auxiliar a empresa a ter uma infraestrutura de TI de qualidade? Veja a resposta abaixo!

Qual a importância que ferramentas de TI possuem para empresas no mercado atual?

A tecnologia tornou-se crucial para que empresas de qualquer área consigam manter-se mais competitivas e capazes de atingir um grande público. Por meio de soluções de software é possível reduzir distâncias, flexibilizar processos e criar formas mais inovadoras para atender aos seus clientes e parceiros comerciais.

Softwares de gestão integram times e mantêm as informações internas mais íntegras e acessíveis. Com o auxílio desse tipo de ferramenta, a companhia pode agilizar rotinas, melhorar o fluxo de trabalho e manter a cadeia operacional mais automatizada. Além disso, a troca de dados entre setores facilita o planejamento de processos com menos erros e mais segurança.

Já tecnologias como a Internet das Coisas e a computação na nuvem revolucionaram a forma como negócios são realizados. O ambiente corporativo pode tornar-se mais competitivo, flexível e capaz de responder a mudanças do mercado com agilidade e mobilidade. Assim, a companhia pode criar rotinas mais ágeis e inovadoras com a segurança de que os profissionais terão todos os recursos necessários para atingir as suas metas.

Esses são apenas dois exemplos de como ferramentas de TI podem otimizar o dia a dia da empresa. Em resumo, utilizando um bom software, o negócio consegue atingir melhores resultados e atender a um número maior de demandas sem comprometer os seus custos ou a sua performance operacional. Assim, mesmo em momentos em que os recursos tecnológicos são mais solicitados, a empresa poderá se manter eficaz e com alta produtividade.

O que faz um bom software?

Mais do que investir em tecnologia, uma empresa que busca ser inovadora por meio de ferramentas de TI deve buscar criar uma boa infraestrutura de soluções digitais. Nesse sentido, o investimento em um bom software é crucial. Veja abaixo cinco fatores que definem o que é uma boa ferramenta de TI!

Flexibilidade

Um bom software corporativo precisa ser flexível, ou seja, deve ser capaz de lidar com diferentes tipos de necessidades. Isso é algo importante, especialmente em mercados que mudam rapidamente, como é o caso dos atuais.

Soluções de software licenciadas por meio da nuvem, por exemplo, são exemplos que atendem a esse requisito. As suas funcionalidades podem ser modificadas a qualquer momento, dando mais flexibilidade para que o gestor possa definir os recursos que ficarão disponíveis para o usuário. Dessa forma, a companhia terá sempre uma ferramenta que pode atender plenamente às suas necessidades.

Integridade

Atualmente muitas empresas já migraram as suas rotinas para meios digitais. E quanto maior a quantidade de rotinas que são executadas com o auxílio de soluções de TI, maior a necessidade de possuir ferramentas com bons mecanismos de segurança.

Um software eficaz deve, portanto, ser capaz de lidar com todos os dados do empreendimento de maneira confiável. Para isso, é importante que a solução de TI seja desenvolvida com um conjunto de estratégias que evitam o roubo de dados e que os registros sejam corrompidos após algum tipo de falha. Assim, usuários podem integrar a ferramenta de TI completamente ao seu dia a dia por saberem que os riscos serão baixos.

Suporte inteligente

O suporte ao usuário é um ponto chave para que empresas possam aproveitar todos os benefícios de um bom software. É por meio dele que dúvidas são solucionadas e erros corrigidos rapidamente. Assim, usuários são pouco afetados por qualquer tipo de problema que possa surgir no dia a dia.

Essa área também auxilia o desenvolvedor a identificar como otimizar a ferramenta. Será ele o responsável por coletar dados sobre falhas frequentes e outros pontos que afetam a experiência de uso, permitindo que a aplicação seja otimizada com mais precisão.

Integrações

Muitas empresas investem em soluções de TI de diferentes desenvolvedores. Nesse sentido, é importante que as aplicações saibam trocar dados entre si, evitando gargalos e falhas operacionais.

Quando o negócio possui um ambiente de trabalho integrado, ele pode atuar com mais agilidade na resolução de problemas. A empresa terá os mecanismos necessários para trocar dados entre aplicações com rapidez, diminuindo erros e permitindo que profissionais tenham uma visão mais abrangente sobre tudo o que acontece no ambiente de trabalho.

Alinhamento com o perfil da empresa

Uma das principais características de um bom software é o seu alinhamento com o perfil da empresa. Quando a aplicação é bem desenvolvida, ela é capaz de atender às principais necessidades e normas internas do negócio. Dessa forma, a sua integração pode ser completa, maximizando o retorno sobre o investimento.

Quais as vantagens de um software personalizado?

investimento em sistemas personalizados tem sido adotado por muitas empresas que buscam uma forma mais segura de criar uma infraestrutura de TI formada por um conjunto de bons softwares. Esse tipo de aplicação é feita de acordo com normas técnicas e as necessidades da companhia, buscando atender plenamente aos seus objetivos e metas de médio e longo prazo.

Uma aplicação personalizada pode integrar-se melhor à infraestrutura de TI já existente. Como ela é criada conforme o perfil da empresa, ela terá funcionalidades, APIs e outros mecanismos para garantir que os usuários possam utilizar todos os recursos por completo.

Além disso, as configurações de segurança estarão moldadas conforme as normas de compliance do empreendimento. Isso permite que a empresa mantenha-se com uma infraestrutura de TI mais confiável e íntegra.

Por ser moldado de acordo com as demandas da empresa, o software personalizado consegue reduzir o uso de recursos e ter um número de falhas de funcionamento menor. Isso traz um maior retorno sobre o investimento para a empresa: as rotinas de manutenção tornam-se mais simples e a companhia conseguirá focar mais as suas atenções nas necessidades de seus clientes.

Em outras palavras, a adoção de um bom software personalizável é crucial para que o negócio possa reduzir riscos, manter-se mais competitivo e com uma rotina de alta performance. Assim, a empresa poderá atender às demandas do seu mercado de atuação plenamente com mais inovação e qualidade.

Quer saber como a criação de um software personalizado pode auxiliar o seu negócio a ter melhores resultados? Então fale com um de nossos especialistas!

As empresas precisam inovar constantemente para prender a atenção do público, realizar lançamentos de novos produtos que conquistem o mercado, superar a concorrência ou melhorar os seus processos internos.

Dessa forma, organizações de qualquer nicho podem utilizar técnicas de Design Thinking para estimular o pensamento criativo dos seus profissionais. A abordagem não está mais restrita aos designers como no passado e gradativamente vem sendo utilizada no mundo corporativo.

Assim, se você quer saber mais sobre os conceitos e como sua empresa pode aplicar o Design Thinking no dia a dia da organização, acompanhe este post!

O que é Design Thinking?

O Design Thinking é uma abordagem que tem a premissa de aliar os processos de uma empresa à sensibilidade do design, que ao observar a necessidade do ser humano, procura, no uso da tecnologia, buscar soluções inovadoras.

A abordagem pode ser muito útil na rotina corporativa para buscar novas ideias para melhorar os processos, lançar novos produtos e otimizar os serviços prestados.

Para desenvolver as estratégias, o Design Thinking mantém as pessoas como foco da atenção, preservando a empatia, sem abrir mão da inovação, com o propósito de encontrar uma solução focada nas necessidades do seu consumidor.

Quais são as etapas para aplicar o Design Thinking?

A metodologia possibilita que a empresa entenda as necessidades do seu cliente ou usuário por meio de processos de identificação, análise e síntese, ideação e prototipagem. Descrevemos a seguir cada etapa:

Identificação ou descoberta

A princípio, na etapa de identificação, é importante que seja apontado um problema ou questão que ainda não tenha uma resposta muito clara.

Uma técnica eficiente para potencializar a descoberta de soluções pode ser o brainstorm (tempestade de ideias). Com a finalidade de levantar o máximo possível de respostas, reúna uma equipe multidisciplinar para buscar novas ideias. Dessa forma, soluções que ainda não foram imaginadas pelo time, até então, envolvido no problema, podem surgir.

Algumas perguntas podem ser feitas para guiar o levantamento das soluções, por exemplo:

  • até o momento qual é o entendimento do problema?
  • o que pode ser levado em consideração que ainda não havia sido pensado?
  • como a solução do problema pode ser um diferencial na vida das pessoas?

Análise e Síntese

O foco dessa fase é buscar a empatia do usuário, entender quais são as suas dores, quais são as suas necessidades ou o que ele busca naquele serviço ou produto. Alguns cuidados devem ser tomados para identificar a carência do consumidor, usuário ou responsável pelo processo. As ferramentas que podem ser aplicadas nesta etapa, podem ser:

  • cartões de insights: consiste em ajudar a equipe a realizar reflexões rápidas e ativar a criatividade utilizando as observações baseadas nos dados reais.
  • diagramas de afinidades: trata-se da forma como os cartões de insights são agrupados e organizados, podendo ser por afinidade, semelhança ou familiaridade.
  • critérios norteadores: são as diretrizes que devem nortear o desenvolvimento das soluções inovadoras e não podem ser perdidas de vista.
  • mapas de conceitos: é representado graficamente com o objetivo de simplificar a organização visual dos dados complexos coletados no campo. As informações são distribuídas em diferentes níveis de profundidade e abstração.

Ideação

Nessa etapa, a solução é desenvolvida para atender o problema identificado e esmiuçado no início do processo. Como base para definir o resultado do estudo, são utilizados os dados levantados nas fases anteriores, em que você dimensionou os desvios e entendeu o que o seu cliente deseja.

As soluções devem ser baseadas nas necessidades do cliente, portanto, defina muito bem o perfil do usuário que será beneficiado com a solução.

Prototipagem

Na fase de protótipos, as propostas são refinadas por meio da representação de modelos que demonstrem a solução na prática. Aqui, também, os resultados deixam de ser apenas ideias e ficam tangíveis para a equipe envolvida no processo de inovação.

Estimule a criatividade da sua equipe nesse momento e encoraje-os a desenhar, moldar, escrever e fazer maquetes que potencializem a busca por soluções adequadas ao problema identificado.

Desse modo, novos testes e melhorias podem refinar ainda mais a solução proposta, enquanto ainda é um esboço. As mudanças nessa fase não trazem grandes prejuízos para o projeto e sim são oportunidades de melhoria.

De certo, as etapas apresentadas aqui servem apenas como uma base para aplicar o Design Thinking, podendo se adaptar às necessidades da sua empresa e tendo a possibilidade de ser dividida em mais ou menos fases. Cada problema analisado pode ser detalhado ou aglutinado em pequenas fases.

Quais são os benefícios?

Para se manter no mercado, as empresas precisam pensar de forma diferente para se destacar dos concorrentes e oferecer um diferencial estratégico. Por esse motivo, a abordagem do pensamento criativo pode ajudar as empresas na busca pela inovação dos seus processos no dia a dia. Os benefícios podem ser:

  • identificar todas as possibilidades de solução para selecionar as mais eficazes;
  • priorizar as necessidades do público-alvo;
  • desenvolver o potencial criativo da sua equipe, principalmente para solucionar problemas críticos;
  • promover a quebra de paradigmas da companhia no desenvolvimento dos seus serviços, produtos, estratégias e processos;
  • combinar o pensamento criativo da equipe com o pensamento corporativo.

Quais áreas podem utilizar o design criativo?

Empresas de todos os nichos podem utilizar a abordagem e aplicar o Design Thinking para melhorar os processos internos. Por exemplo:

  • empresas prestadoras de serviços;
  • desenvolvimento de produtos (novos ou renovação);
  • soluções digitais inovadoras;
  • serviços bancários;
  • serviços do governo (setor público);
  • modelos de negócios e empreendedorismo.

Como aplicar na sua empresa?

A abordagem pode ser implementada progressivamente dentro da empresa e deve ser contínua e intermitente, ou seja, não basta fazer apenas uma única vez.

Dependendo da área de atuação do profissional, a aplicação da abordagem pode representar uma mudança de cultura. Nesse caso, a implementação progressiva pode ser a melhor solução. Confira o que deve ser feito:

  • incentive a equipe a utilizar as técnicas para desenvolver novos produtos;
  • motive a participação de pessoas que não são da área de criação para participar de desenvolvimento criativo;
  • entenda que cada erro cometido, durante o andamento das técnicas, serve como aprendizado;
  • pense nas pessoas antes de qualquer coisa.

Em suma, aplicar o Design Thinking na sua empresa depende de pequenas ações e adaptações para mudar a forma de pensar da organização. A técnica pode ser considerada uma poderosa ferramenta de inovação para solução de problemas com foco na empatia com o consumidor, o que pode ser extremamente benéfico para a sua empresa.

Se a sua empresa quer continuar inovando e acompanhando as mudanças de comportamento sofridas pela transformação cultural, não deixe de dar uma olhada em nosso artigo sobre investimento em aplicativos móveis. Com certeza a leitura desse texto ajudará muito nesse assunto.

Uma boa gestão de vendas garante que o negócio possa manter-se competitivo e capaz de buscar novos mercados sempre. E, com o auxílio de soluções em software, ele também pode gerar mais competitividade para si por meio de um atendimento mais inteligente e conectado às necessidades de seu público-alvo.

Uma das soluções que podem ser adotadas para atingir esse objetivo é o software de gestão de vendas. Ele centraliza rotinas, reduz custos e permite que a companhia atue de maneira estratégica na hora de buscar novas oportunidades de negócios.

Confira abaixo como as soluções em software podem melhorar a competitividade da sua empresa! Boa leitura!

O que é um software de gestão de vendas?

O software de gestão de vendas é uma solução de software que pode ser utilizada pelo negócio para otimizar a sua rotina operacional, reduzindo custos, melhorando a sua competitividade e promovendo a sua capacidade de atender a demandas do mercado.

Ele é uma ferramenta que pode ser integrada a todos os processos de vendas, centralizando o local para a realização de rotinas, como a emissão de notas fiscais e o controle da entrega de produtos e de rotinas de relacionamento com o consumidor. Assim, a companhia terá processos mais precisos e livres de erros.

Investindo em um software de gestão de vendas customizado, a companhia pode adotar uma ferramenta totalmente moldada para o seu perfil. Ela terá funcionalidades capazes de gerar um grande diferencial competitivo para a companhia, que poderá atuar de maneira estratégica no atendimento a seus consumidores e parceiros comerciais com soluções inovadoras.

Soluções em Software: Quais as suas vantagens?

As soluções em software podem ter um papel-chave para que o negócio consiga manter-se competitivo. E, com um sistema de gestão de vendas, a empresa pode gerar mais competitividade por meio de rotinas mais inteligentes e eficazes. Confira as vantagens dessa ferramenta abaixo!

Emissão de documentos mais ágil

Com um software de gestão de vendas, a empresa pode reduzir prazos e erros na hora de emitir documentos fiscais. Dessa forma, o empreendimento terá uma rotina tributária mais eficaz e evitará erros e prejuízos. Além disso, o tempo de entrega dos produtos cairá, dando mais competitividade para o negócio.

Melhora no planejamento

Conhecendo os fluxos de vendas, a empresa pode melhorar o seu planejamento de médio e longo prazo. O gestor terá mais dados para construir uma rotina e um conjunto de estratégias de mercado capazes de evitar riscos, reduzir prejuízos e maximizar a capacidade de a companhia criar oportunidades de vendas.

Controle de estoque mais eficaz

O controle de estoque também pode ser otimizado por meio do software de gestão de vendas. Com mais integração entre áreas, a companhia conseguirá controlar melhor a compra de matéria-prima e o seu planejamento de médio e longo prazo. Além disso, as áreas de logística e armazenamento atuarão lado a lado para evitar atrasos na entrega de produtos, garantindo a manutenção da lucratividade da companhia.

Como tornar os negócios mais inteligentes e competitivos?

O uso de soluções em software na área de vendas pode ter um papel-chave para que negócios consigam atingir os seus objetivos de médio e longo prazo. Com as ferramentas, como o software de gestão de vendas personalizado, conforme as necessidades da empresa, poderão ser criados fluxos de trabalho mais eficazes, otimizando o planejamento e reduzindo custos.

Além disso, o empreendimento terá mais mecanismos para controlar as suas rotinas e os dados utilizados para definir estratégias de mercado. Dessa forma, a companhia pode adotar um planejamento mais eficaz e capaz de gerar lucros a médio e longo prazo.

Gostou do nosso post sobre soluções em software e quer saber mais sobre como elas auxiliam a sua empresa a atingir metas? Então assine a nossa newsletter para receber as nossas dicas! Vamos lá!

A criação e desenvolvimento de softwares é um processo complexo e que envolve várias etapas e profissionais. Elas envolvem a execução de refinamentos constantes, testes para rastrear falhas e o planejamento da criação de novos recursos. E, para evitar que a empresa tenha problemas durante cada uma dessas rotinas, é importante desenvolver mecanismos de controle precisos.

Para auxiliar gestores nessa tarefa, a empresa pode criar o ciclo de vida do desenvolvimento de softwares. Assim, ela conseguirá rastrear mudanças e próximas atualizações com precisão e eficiência. Quer saber mais sobre ele? Então acompanhe nosso post!

Quais as bases do ciclo de vida do desenvolvimento de softwares?

O ciclo de vida de desenvolvimento de softwares é um modelo de gestão que permite ao negócio ter um maior controle sobre a maneira como as aplicações são feitas. Todos os times responsáveis por executar os processos conectados à criação da aplicação terão a base necessária para programar, da forma mais eficaz possível, uma aplicação de alta performance. Assim, requisitos são seguidos e a empresa consegue evitar falhas a médio e longo prazo.

Em outras palavras, o ciclo de vida é o mecanismo utilizado por empresas para reduzir os problemas enfrentados durante a criação de uma aplicação. Ele é escolhido conforme a natureza do tipo de sistema que será criado e, uma vez integrado à rotina da companhia, dará as bases para que ela possa executar todas as atividades relacionadas à gestão da ferramenta na ordem e metodologia correta.

Quando um ciclo de vida do desenvolvimento de softwares deve ser utilizado?

Os ciclos de desenvolvimento de software podem ser utilizados em várias situações. As três principais envolvem a correção de bugs, a criação de novas funcionalidades e a descontinuidade de uma aplicação. Veja os motivos abaixo!

Resolução de bugs

Por mais eficientes que sejam os mecanismos de criação de aplicações, sempre existe o risco da empresa realizar um deploy de um sistema com algumas falhas em seu código-fonte. Justamente por isso, é importante ter um processo eficaz para que tais vulnerabilidades sejam eliminadas rapidamente após a distribuição da ferramenta para o usuário.

Nesse momento, o ciclo de vida pode ser utilizado para auxiliar gestores na execução de processos de testes mais seguros e precisos. Cada developer terá uma orientação mais precisa sobre como agir para identificar possíveis falhas e vulnerabilidades de segurança, assim como as rotinas necessárias para eliminar qualquer problema encontrado.

Criação de novas funcionalidades

Todo software de sucesso tem funcionalidades distribuídas regularmente para os seus usuários. Essa abordagem auxilia empresas a fidelizar consumidores e a manter a aplicação alinhada às tendências do mercado.

Por meio do ciclo de vida, a empresa passa a ter mecanismos para identificar e criar funcionalidades com mais agilidade. Torna-se mais fácil para a companhia mapear as funcionalidades mais utilizadas, identificar tendências e o que pode ser feito para melhorar a experiência de uso de suas aplicações. Dessa forma, fica mais simples criar um fluxo de entrega de novos recursos funcionais e inovadores.

Descontinuidade de uma aplicação

Muitas vezes, um software deixa de ser viável e é descontinuado. Nesse momento, o ciclo de vida dá ao empreendimento as bases para encerrar o seu suporte e, assim, evitar que os usuários fiquem sem alternativa. Isso poderá ser feito por meio de estratégias, como a oferta de novas aplicações ou mecanismos para manter o sistema utilizável mesmo que ele não vá receber mais atualizações.

Quais os modelos de ciclo de vida do desenvolvimento de softwares existentes no mercado?

Diante das diferentes necessidades de empresas, muitos modelos de ciclo de desenvolvimento de software foram criados ao longo dos anos. Em cascata, incremental, espiral e de prototipagem são alguns exemplos. Confira abaixo as características dos mais populares:

Modelo em cascata

Criado em 1970, esse é um modelo considerado mais tradicional. No modelo em cascata, uma nova etapa só pode ser iniciada após a anterior ser concluída, documentada e aprovada pelo cliente.

A ênfase desse modelo está nas etapas de planejamento e desenvolvimento do sistema. Mais fácil de ser gerenciado, ele tem pouca abertura para mudanças, o que tornou-se uma das suas principais críticas.

Modelo evolutivo

No modelo evolutivo, há mais abertura para mudanças. Ele tem como base a ideia de que, no momento do planejamento, não há a necessidade de considerar todos os requisitos da aplicação. Há uma constante troca de dados entre cliente e desenvolvedor, permitindo que o software seja modificado continuamente para atingir as necessidades dos usuários.

Entre os principais motivos para uma empresa adotar esse modelo, está a sua maior flexibilidade. A empresa conseguirá manter o projeto mais receptivo a mudanças e conseguirá garantir que, ao seu fim, todas as funcionalidades estarão moldadas de acordo com aquilo que o usuário necessita. Porém, pode ser mais difícil delimitar a definição do escopo e da arquitetura e os prazos.

Modelo de prototipação

A prototipação é uma abordagem em que a empresa passa a visualizar o ciclo de desenvolvimento do software como uma rotina evolutiva. As funcionalidades são entregues aos usuários como se fossem protótipos, permitindo que avaliações sejam feitas para identificar possíveis problemas, pontos que possam ser modificados ou removidos da aplicação final.

Quando a empresa adota a prototipação como forma de gerenciar o ciclo de desenvolvimento do software, ela tem mais mecanismos para identificar se a aplicação é viável, atende às necessidades do seu cliente e tem funcionalidades bem estruturadas. Assim, as chances de entregar um produto com falhas ou com uma experiência de usuário de baixa qualidade caem significativamente.

A criação de um processo de desenvolvimento inteligente e conectado com as necessidades do usuário é fundamental para que a empresa possa entregar um produto de qualidade. Os developers terão mecanismos mais precisos para planejarem as suas rotinas, evitarão erros e conseguirão executar um trabalho de maior qualidade. Além disso, a alocação de recursos será mais eficaz e econômica.

Em outras palavras, quando o ciclo de vida do desenvolvimento de softwares estiver bem estruturado, a companhia terá mais capacidade para criar produtos mais inteligentes e eficazes. As funcionalidades poderão atender a um número maior de pessoas e, assim, o sucesso da aplicação será garantido.

Agora é a sua vez: quais são as suas estratégias para criar aplicações de sucesso? Conte para nós no campo de comentários! Vamos lá!

Organização e planejamento são as chaves para o sucesso de qualquer projeto, independentemente de sua escala. Dito isso, você ficaria surpreso com a quantidade de processos que ficam perdidos no meio do caminho, gerando retrabalhos desnecessários e uma série de atrasos. Mas existem alguns métodos para evitar esses cenários. Por exemplo, você sabe o que é Kanban?

O que é Kanban?

De forma bem simples, é uma metodologia de produção japonesa baseada em um grande quadro, visível a todos. Ela começou nas linhas de produção industriais, em que todos precisavam saber em que passo estava a produção a todo momento.

Para isso, colocaram um quadro com cartões coloridos e colunas que representavam seu progresso. Dessa forma, sempre que alguém concluía ou começava uma tarefa, era só mover o cartão e todos saberiam.

Ainda não sabe se essa metodologia é para você? Então continue acompanhando e entenda melhor o que é Kanban e como aplicá-lo. Boa leitura!

Quais são as vantagens do Kanban?

Fácil orientação para toda a equipe

Um grande quadro no centro da empresa ou em um arquivo compartilhado é bem mais fácil de acompanhar do que todos os memorandos de um gestor de equipe. Cores contrastantes são sinalizadores melhores do que notas de rodapé e podem ser compreendidas independentemente do idioma. É a forma mais simples e eficaz de manter todos atualizados em relação às atividades da equipe.

Claro, para atingir esse benefício, você precisa ter uma boa primeira reunião, com todo o treinamento necessário e, se possível, uma legenda. Dessa forma, todos podem começar no mesmo passo e sempre poderão revisar os conteúdos que esquecerem durante a produção.

Estabelecimento de prioridades

Entendendo o que é Kanban, você já deve ter notado como isso ajuda a equipe a estabelecer prioridades. Com todas as tarefas facilmente visíveis, é bem mais fácil para o time estabelecer quais delas devem ser cumpridas hoje, quais devem ser entregues sem falta e quais podem ser descartadas, caso o prazo fique muito apertado.

Ter uma lista bem estruturada de prioridades é um dos aspectos mais básicos do planejamento de projetos. Em atividades como o desenvolvimento de softwares, o produto após finalizado entra em uma fase de evolução e suporte contínuo e nunca é realmente finalizado. Na maior parte do tempo, vale mais a pena saber o que pode priorizado nas tarefas do projeto e entregar rapidamente algo de valor para o cliente.

Diminuição de gargalos

Caso você não saiba, um gargalo é algum estágio do projeto no qual as tarefas tendem a se acumular, de modo que a saída seja menor que a entrada — por exemplo, quando há muitos clientes na fila do mercado, mas só um caixa está trabalhando. Logo, você verá que ela fica maior e isso começa a custar muito em produtividade.

Felizmente, como o seu quadro de Kanban exibe todas as tarefas para a equipe, é bem mais simples entender como esses gargalos começam e evitar que eles se formem. Se alguém sabe que haverá muita demanda para determinada fase do projeto, logo, essa pessoa pode focar nessa área antes que as tarefas se acumulem.

Como aplicar o Kanban em sua empresa?

Estabeleça os estágios do projeto

Agora que você sabe o que é Kanban, o primeiro passo para colocá-lo em prática é entender quais são os estágios envolvidos no projeto. Esses são representados por colunas diferentes dentro do quadro. Não há uma fórmula específica, basta que você liste os passos que levam até a entrega daquela tarefa.

Por exemplo, em um projeto simples, você pode seguir estágios como “em espera”, “em produção” e “concluído”. Para algo mais complexo, você pode adotar mais complementos, como “em espera”, “em produção”, “aguardando avaliação”, “sob avaliação”, “concluído”. Tudo depende do tipo de projeto que você está conduzindo e do nível de complexidade do processo em si.

Liste as tarefas a serem executadas

Com um quadro elaborado e pendurado em sua parede (ou em uma planilha compartilhada), é hora de começar a listar todas as tarefas que devem ser executadas, do começo ao fim do projeto. O ideal é que elas sejam abrangentes o suficiente para que seu quadro não fique completamente poluído, mas não tanto a ponto de elas se resumirem ao tempo total de produção.

Por exemplo, se executar a receita de um bolo fosse um projeto, suas tarefas poderiam ser divididas em “pesquisar receita”, “comprar ingredientes”, “separar os utensílios necessários”, “preparar a massa”, “preparar a cobertura e outros complementos”, “cozinhar” etc. Nenhum dos itens é muito profundo, mas todos estabelecem o que você deveria fazer.

Execute e atualize o quadro

Não adianta entender o que é Kanban se você não utilizá-lo na prática. E o que isso significa? Simples: cumprir as tarefas que já foram listadas e movê-las entre as colunas à medida que avançam nos estágios de produção. Não atualizar o quadro inutilizaria todo o esforço de elaborá-lo.

Claro, se cada um tentar mover as tarefas por conta própria, pode ser que ocorra alguma confusão no processo. Talvez alguém se esqueça de atualizar o quadro, por exemplo. A solução mais simples é ter alguém responsável por essa tarefa. Não precisa ser um gestor ou alguém exclusivamente dedicado. A equipe pode se revezar, deixando cada um assumir essa responsabilidade de tempos em tempos.

Alie o Kanban às metodologias ágeis

O quadro de tarefas Kanban tem uma sinergia muito boa com outras formas de projetos, especialmente as ágeis. De forma bem resumida, essas metodologias focam no cumprimento de tarefas dentro de intervalos menores de tempo. Por exemplo, se um software deve ter 3 funcionalidades, cada uma deve ser considerada como uma tarefa separada.

Você já deve ter notado a correlação aqui. Com estratégias de projeto ágeis, como SCRUM, é possível focar na entrega de valor e organizar a equipe de acordo com os objetivos imediatos e claros em vez de um grande projeto nebuloso. Você logo vai notar como isso melhora a produtividade do seu time.

Agora que você entende melhor o que é Kanban e como usá-lo, é hora de colocar um quadro na parede da empresa e começar a preenchê-lo. Quer tirar mais alguma dúvida? Então deixe um comentário com sua pergunta e logo responderemos.

O guia de conjunto de conhecimentos de gerenciamento de projetos, mais conhecido como PMBOK, compila as melhores práticas para planejamento, execução e monitoramento dos mais diversos tipos de projeto.

Empresas de todos os portes podem utilizar o guia com o objetivo de melhorar os processos internos de desenvolvimento dos seus projetos. As diretrizes abordadas podem ser usadas de acordo com a particularidade de cada empresa, podendo implementar todo ou parte do que orienta o guia.

Se você quer ter uma visão geral das diretrizes do PMBOK, acompanhe este post.

Qual é a definição de PMBOK?

A autoria do PMBOK, que em inglês significa Guide to the Project Management Body of Knowledge, é de responsabilidade do PMI (Project Management Institute).

A publicação foi reconhecida como guia padrão de gerenciamento de projetos pelo American National Standards Institute (ANSI) em 1999. O documento pode ser considerado como um guia completo contendo as principais diretrizes de conhecimentos de gerenciamento de projetos.

Ao todo o PMBOK já teve seis versões e a mais recente foi publicada em 2017. O guia tem a premissa de melhorar continuamente e acompanhar a evolução das organizações para que as suas práticas sejam sempre abrangentes às empresas de todos os perfis.

Quais são as etapas de um gerenciamento de projetos?

As definições de projeto garantem que ele deve ter a característica de ser único, devido a isso, muitas incertezas podem surgir ao longo do seu desenvolvimento.

Ademais, ao aplicar as melhores práticas de gerenciamento de projetos, são reduzidas as chances de insucesso e de outros problemas, como a falta de planejamento das atividades, o extrapolamento de custo e prazos estabelecidos, retrabalhos constantes, etc.

O PMBOK aborda que o projeto pode ser dividido em cinco fases do ciclo de vida. Confira a seguir:

  • iniciação: nessa fase do projeto é concebido o conceito geral, como a definição do escopo, os requisitos, as restrições, estimativas preliminares, a definição do gerente de projetos e a submissão do projeto para aprovação;
  • planejamento: quando o projeto atinge essa fase, é sinal que já foi aprovado, e então, deve ser um pouco mais detalhado. Descrevendo em maiores detalhes as tarefas, o desenvolvimento do cronograma, a Estrutura Analítica do Projeto (EAP) e o desenvolvimento dos documentos de planejamento de todas as áreas de conhecimento do projeto;
  • execução: nessa etapa é a execução do que foi planejado e o registro das entregas. É comum nessa fase ocorrer mudanças enquanto o projeto está sendo executado. Existem técnicas e ferramentas para controlar essas mudanças;
  • monitoramento e controle: os documentos emitidos nessa fase visam garantir o acompanhamento da execução do projeto em relação ao que foi planejado previamente. O monitoramento é feito por meio de indicadores de desempenho, ações corretivas, preventivas, entre outros;
  • encerramento: essa fase é tão importante quanto às demais, o projeto precisa concluir o escopo e realizar o encerramento de todas as entregas planejadas, além de registrar as lições aprendidas durante o andamento do projeto para que elas possam ser utilizadas futuramente em outros projetos.

O que são as áreas de conhecimento de gerenciamento de projetos?

O PMBOK é composto por processos, ferramentas e técnicas válidos para gerenciar qualquer tipo e tamanho de projeto.

Na sua versão mais atual, lançada em 2017, a sexta edição do guia apresenta 49 processos distribuídos em 11 áreas de conhecimentos que são sugeridos para gerenciar um projeto. A seguir, descrevemos brevemente cada uma das áreas:

Gerenciamento da integração

O gerenciamento da integração visa alinhar todas as demais áreas de conhecimento. Essa área permite que gerente de projetos tenha uma visão holística dessas áreas e entenda os melhores caminhos para integrá-las. Com essa visão, o gerente pode identificar onde é melhor concentrar os esforços e recursos para evitar replanejamentos e retrabalhos visando garantir o sucesso do projeto.

Gerenciamento de escopo

O objetivo dessa área é a realização das atividades necessárias para entregar os produtos, serviços ou resultados. Aqui é feito o entendimento das especificações e requisitos do escopo, bem como se ele todo está compreendido e o que deve ficar de fora do projeto.

Gerenciamento do cronograma

Essa área de conhecimento mudou de nome na última versão, na quinta era “Gerenciamento de Tempo”. O objetivo aqui é acompanhar o cumprimento dos prazos determinados para cada fase do projeto. O gerente deve incluir todos os processos do desenvolvimento e acompanhar cada etapa.

Gerenciamento de custos

O objetivo do gerenciamento de custos é estimar e controlar o orçamento do projeto de modo que ele não ultrapasse o valor aprovado. Dessa forma, o gerente de projetos estabelece políticas e procedimentos para planejar, gerenciar, executar e controlar o custo de acordo com as necessidades.

Gerenciamento da qualidade

A qualidade do projeto está diretamente relacionada à satisfação do cliente, por isso merece uma área dedicada ao controle e garantia das expectativas do solicitante do projeto. Para isso, o gerente deve verificar as condições da equipe e do ciclo de vida do projeto para satisfazer as necessidades do cliente.

Gerenciamento de recursos

O gerenciar de recursos também sofreu alterações na mais nova versão do PMBOK. Essa etapa agora não é responsável apenas pelos recursos humanos, mas também engloba materiais e equipamentos. A função do gerente de projetos é fazer a gestão de todos os insumos durante o andamento do processo.

Gerenciamento de riscos

Gerenciar riscos tem o objetivo de identificar precocemente desvios e tendências e planejar as ações para reduzir os impactos que possam comprometer o projeto. Lembrando que riscos podem ser positivos ou negativos.

Gerenciamento das comunicações

A comunicação, assim como as outras áreas de conhecimento, não pode ser negligenciada, pois grande parte do tempo do gerente é dedicada a reduzir ou eliminar ruídos que possam atrapalhar o desenvolvimento do projeto. Para isso, ele deve planejar a geração, distribuição e armazenamento das informações em todas as fases do projeto com o objetivo de conectar todas as partes interessadas.

Gerenciamento de aquisições

Área destinada aos processos de compra e aquisição de bens e serviços externos à empresa executora. Nela são feitos o planejamento, a condução e o controle dos serviços que precisam ser terceirizados para dar andamento ao projeto.

Fazer o gerenciamento dos serviços contratados é extremamente importante para documentar e especificar o que está sendo adquirido, além de monitorar o desempenho do contrato e necessidades de eventuais mudanças durante o desenvolvimento.

Gerenciamento das partes interessadas

O objetivo dessa fase é engajar todos os envolvidos no projeto a participarem ativamente no desenvolvimento, definindo quem são as pessoas ou empresas que podem afetar ou influenciar o andamento e os resultados do projeto.

Em suma, a sua empresa pode aplicar as boas práticas internacionais compiladas pelo PMBOK no desenvolvimento de qualquer projeto. Como resultado, obter a otimização de recursos, reduzir as inconsistências e atrasos, bem como, ter a redução de fracassos em projetos.

Além disso, favorece que a padronização das atividades e gerenciamento sobre o andamento de todos os projetos da companhia sejam planejadas antes da execução e permitam melhoria continua dos processos internos da organização.

Agora que você tem a visão geral do PMBOK e pode aplicá-lo na sua empresa, assine a nossa newsletter para receber em primeira mão artigos sobre esse e outros assuntos relacionados.

No desenvolvimento de projetos, especialmente na área de tecnologia, é bem difícil manter o ritmo e a produtividade por muito tempo. Além de não haver uma definição clara de quando um software está “concluído”, também pode ser que não haja uma rotina muito sólida de trabalho. Pensando nisso, muitas empresas nessa área adotam a metodologia SCRUM para guiar seus projetos.

De forma resumida, SCRUM é uma metodologia de desenvolvimento de sistemas e softwares baseada em ciclos, chamados Sprints. Cada ciclo tem um prazo delimitado, e o objetivo é agregar mais valor ao produto a cada Sprint. Dessa forma, sempre haverá um produto a ser entregue no final de cada interação.

Está pensando em aplicar a metodologia SCRUM nos seus projetos? Então veja aqui uma explicação rápida sobre como ela funciona e quais são seus principais benefícios!

Como funciona o SCRUM?

Papéis dentro do projeto

Além do papel de cada colaborador no processo de desenvolvimento, há duas funções características dentro do SCRUM. Estas são:

Product Owner (PO)

Para garantir o sucesso de qualquer projeto, é necessário manter uma visão clara e unificada sobre o que a equipe está criando. E a melhor forma de fazer isso é deixar alguém ter a última palavra sobre o que entra ou não no produto. Para isso serve o Product Owner.

Sua função é atuar como representante do público, alguém que pensa como o cliente final. Assim, se o PO disser que algo não é relevante para o projeto, é porque essa funcionalidade não seria relevante para o comprador ou usuário do software.

Scrum Master (SM)

Com alguém já mantendo a visão da equipe nos trilhos, ainda é necessário que outra pessoa guie essa equipe no processo de produção e garanta que os fundamentos do SCRUM sejam seguidos. Esse é o Scrum Master.

O trabalho desse profissional não é dar ordens, mas apenas orientar e liderar o time de desenvolvimento — por exemplo, explicando como certas prioridades devem ser ordenadas, como organizar melhor suas rotinas e garantindo que os prazos de cada Sprint sejam mantidos.

Product Backlog

Este é o primeiro estágio da metodologia SCRUM e um dos mais importantes. Antes de começar a trabalhar, o time deve ter uma noção das funcionalidades que serão inseridas no software e, a partir disso, das tarefas a serem cumpridas.

Na primeira reunião de todo projeto SCRUM, é criado um Backlog com a lista de prioridades da equipe. Dessa forma, se for necessário descartar algo (e sempre será), a equipe poderá escolher rapidamente.

Claro que essas prioridades podem ser revisadas. A cada ciclo de planejamento, pode ser uma boa ideia conferir o Backlog e determinar quais componentes do produto devem ou não subir na lista.

Sprint Planning

Como já mencionamos, cada período do projeto é chamado de Sprint. Para cada Sprint é escolhida alguma funcionalidade para ser entregue até o fim do período. E para coordenar a equipe, é feito um Sprint Planning, ou “planejamento de Sprint”, que serve para que as tarefas sejam listadas e distribuídas para a equipe do projeto.

Dentro desse período, também devem ocorrer reuniões diárias, as Daily Scrums. Estas são bem curtas, durando no máximo 15 minutos. Seu objetivo é esclarecer 3 questões: o que foi feito para ajudar o time; o que será feito hoje; se há algo que impeça algum colaborador de ajudar. Responder a isso de antemão pode te poupar muito trabalho ao longo do dia.

Quais são os benefícios da metodologia SCRUM?

Minimização de riscos

O maior pesadelo de quem trabalha com desenvolvimento de softwares é a falta de um espoco bem definido para desenvolvimento do projeto. Não é raro que todos os envolvidos acabem sugerindo novos recursos e funcionalidades no meio do processo, esquecendo as prioridades mais básicas. Desse jeito, nenhum dos recursos é finalizado e o produto fica com um monte de códigos incompletos.

Como essa metodologia busca entregar um produto mínimo viável a cada Sprint, essa é uma preocupação bem menor. No fim de cada prazo, você sempre terá algo que pode ser embrulhado e entregue ao cliente, mesmo que ainda faltem alguns ajustes. É bem melhor ter algo com os componentes mais básicos do que não ter produto nenhum, afinal.

Progresso mais transparente

Outra grande armadilha que a metodologia SCRUM tenta evitar é a falta de controle sobre os avanços da equipe. É comum que um time entre em desespero ou mesmo perca seu ritmo de produtividade quando não sabe se está próximo de atingir uma meta, negligenciando sua agenda ou forçando horas extras desnecessárias.

Ao realizar reuniões frequentes para acompanhar seu progresso, é bem mais difícil perder de vista o que está acontecendo até agora. Isso evita que a equipe tenha que trabalhar demais sem resultado ou que trabalhe pouco e perca prazos.

Foco na qualidade do produto

A maioria das empresas acaba focando mais nas rotinas e horas de trabalho do que na qualidade do produto entregue. Essa mentalidade leva a diversos problemas, desde colaboradores frustrados até problemas de planejamento. Manter o foco nas tarefas individuais, prazos e objetivos é mais importante para o cliente.

Ao usar o SCRUM, você deve dar prioridade à entregas com qualidade total, não ao quanto de horas cada um deve trabalhar por dia. Dessa forma, seu cliente pode ficar mais satisfeito e sua equipe administrará melhor o próprio tempo.

Otimização de recursos

Por fim, mas não menos importante, a metodologia SCRUM busca obter o máximo de produtividade com o mínimo de custos. Isso inclui recursos financeiros, tecnológicos, humanos e de tempo. Com planos mais simples e objetivos curtos, é mais fácil encontrar pontos para cortar gastos extras e minimizar desperdício.

Consequentemente, os esforços de cada profissional envolvido tendem a ser mais bem direcionados. Isso faz com que os indivíduos e a equipe como um todo sejam mais produtivos no dia a dia, entregando mais valor no produto em menos tempo. Isso te dará mais espaço para adicionar funcionalidades sem sobrecarregar o time.

Agora você já entende um pouco mais sobre metodologia SCRUM! Esta é a hora de colocá-la em prática nos projetos da sua empresa e aproveitar seus benefícios. Quer continuar acompanhando nossas novidades? Curta nossa página no Facebook e fique sempre por dentro das mais novas dicas e conteúdos!