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Transformação Digital

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7 formas de uso do Machine Learning presente em empresas

Também conhecido como Aprendizado de Máquina, o Machine Learning é um método cujo propósito é ensinar computadores a tomarem decisões de forma autônoma, com base em dados, sem que o humano programe suas ações.

Atualmente, a tecnologia é amplamente utilizada no meio corporativo como recurso para otimizar processos, gerar melhorias — preenchendo lacunas —, reduzir o risco de falhas, aprimorar o desempenho do negócio, entre outras vantagens.

A partir do processo de coleta, filtragem e análise de dados, por exemplo, as informações à disposição da empresa representam oportunidades para antecipar possíveis mudanças e planos que, em tese, levariam tempo até que fossem colocados em prática.

Com o intuito de ajudá-lo a entender como a estratégia de Machine Learning se encaixa nos processos do seu negócio, elencamos, abaixo, 7 formas de uso presentes em empresas ao redor do globo.

1. Economia de energia elétrica

Não é novidade alguma que o consumo de energia elétrica implica altos custos para as empresas, sobretudo, com os constantes aumentos nas taxas. Com isso, ações relativas ao consumo inteligente nunca foram tão cruciais quanto atualmente.

O desafio, no entanto, é estabelecer as mudanças necessárias sem prejudicar o desempenho de nenhum setor da empresa. Quanto a isso, o Machine Learning se apresenta como excelente alternativa.

Em Data Centers, por exemplo, o Machine Learning faz o gerenciamento e a análise do consumo de energia, levando à sua otimização e à consequente redução nas contas — conforme podemos ver neste white paper (conteúdo avançado) de aplicação desenvolvida pelo Google.

2. Prevenção a fraudes

A evolução do Machine Learning como estratégia de prevenção contra fraudes é uma realidade. Seja para instituições financeiras, como bancos e FinTechs, seja para redes de varejo, a tecnologia se mostra capaz de identificar irregularidades em transações.

Em um e-commerce, por exemplo, devido ao grande volume de transações diárias, o sistema de Machine Learning faz o cruzamento dos dados para encontrar inconsistências e compará-los a fatores de riscos atuais, como o índice de fraudes em uma determinada região ou endereço.

Outra vantagem da tecnologia para a detecção de atividades suspeitas são as suas atualizações, as quais capacitam o computador para o acompanhamento das mudanças estratégicas dos criminosos.

3. Operações financeiras

As já mencionadas FinTechs são reconhecidas pela implementação de inovações tecnológicas que facilitam a vida do consumidor quanto ao acesso às informações financeiras — e a tendência é que as instituições tradicionais sigam o mesmo caminho.

Hoje, robôs desempenham o papel de agentes de investimento, apresentando aos traders (investidores) — inclusive os mais avançados — estratégias de aplicação e gerenciamento de riscos completamente baseadas em análise de dados, ajudando em tomadas de decisões mais inteligentes.

Além disso, os consultores robóticos conseguem gerir o portfólio de cada cliente, o que é essencial para a oferta de produtos adequados ao perfil de risco e aos seus objetivos.

4. Inteligência logística

O setor de logística usufrui bastante dos benefícios do Machine Learning, especialmente em processos de Supply Chain (cadeia de suprimentos), auxiliando na criação de modelos de planejamento e previsão de demanda.

A mais notável diferença do Machine Learning em comparação a tecnologias específicas é a análise de dados, pois, por não se limitar a relatórios internos, o computador conta com alto volume de informações relevantes à tomada de decisões, geralmente coletadas por meio do Big Data.

Essa inteligência é usada, também, para outros tipos de processos logísticos, como a seleção das melhores rotas, o controle de qualidade, a escolha da transportadora ou do operador logístico, os medidores integrados a dispositivos IoT (Internet of Things), entre outros.

5. Otimização de anúncios e recomendações

Campanhas de marketing também podem ser executadas com base em dados. Algumas empresas, como Netflix e Amazon Prime, usam o Machine Learning para disparar notificações com recomendações personalizadas aos seus usuários.

Em outro cenário bastante comum, um e-commerce encaminha mensagens de e-mail aos clientes baseando-se em “se você gosta do produto X, provavelmente curtirá esses outros”. Como podemos constatar, as ações são desenvolvidas a partir do histórico do cliente.

Todavia, o Machine Learning pode ser usado para vendas em muitos sentidos. Uma aplicação extremamente útil é a otimização de preços, ou seja, a atualização automática dos valores de acordo com as ofertas concorrentes — estratégia comumente adotada por companhias de linhas aéreas.

Na questão de marketing digital, vale destacar que o Machine Learning pode ser aplicado ao ranking de buscas, otimizando as pesquisas feitas pelo usuário — que encontrará anúncios de produtos nos quais tem grande interesse.

6. Suporte médico

Soluções robustas, como o Watson, da IBM, e o TwoXAR, desenvolvido pela startup de mesmo nome, são as mais conhecidas aplicações de Machine Learning na área da saúde e prestam auxílio tanto a médicos quanto a farmácias.

A primeira delas, Watson, auxilia nas decisões do médico para escolher o tratamento mais adequado aos problemas de cada paciente. A TwoXAR, por sua vez, baseando-se no cruzamento de dados (públicos e particulares), relaciona a doença com os medicamentos, identificando a solução adequada.

Em outros casos, o Machine Learning presta assistência em diagnósticos, ajudando médicos especialistas, como radiologistas, na identificação dos problemas em curto espaço de tempo.

7. Atendimento ao cliente

Os chatbots, como são conhecidos, são robôs que prestam atendimento on-line (e telefônico) ao cliente. Essa é uma das aplicações de Machine Learning mais utilizadas e é comumente vista em sites corporativos, lojas virtuais e instituições de ensino superior.

Por exemplo, independentemente do que o cliente procura, o chatbot fornecerá as opções de acordo com as informações passadas — até que, por fim, o consumidor seja redirecionado ao departamento correto.

As vantagens, sob a perspectiva do cliente, residem na agilidade e na adequada condução do atendimento, pois o robô responde de imediato, fornecendo as opções de maneira lógica. Para a empresa, o robô representa economia de custos, redução da quantidade de processos internos e aumento da satisfação do cliente.

No mais, considerando todas essas e outras formas de uso do Machine Learning disponíveis a empresas de vários segmentos, inegavelmente, a tecnologia vem subindo de posto, deixando de ser mera aliada para se tornar imprescindível em um futuro breve.

Para entender mais sobre o contexto histórico no qual o Machine Learning está inserido, recomendamos a leitura do nosso conteúdo sobre a terceira revolução industrial

Entenda o que é Inside Sales e como implementar na sua empresa

O consumidor atual, mais exigente e atento ao mercado e ações das empresas, demanda uma postura diferente para fechar negócios. Com o avanço das tecnologias, novos conceitos surgiram para otimizar o relacionamento. O Vendarketing, por exemplo, alinha vendas e marketing, gerando colaboração. Porém, será que seu departamento comercial está atualizado? O Inside Sales pode ser o upgrade necessário.

Insistir em técnicas de vendas agressivas — aquelas em que o vendedor tenta empurrar os produtos e serviços para qualquer lead — é ineficaz quando nos deparamos com pessoas que compram apenas o que desejam e quando querem.

Por isso, confira este artigo sobre Inside Sales e remodele sua estratégia para gerar mais resultados para a sua empresa e clientes mais felizes!

O que é Inside Sales?

Para explicar esse conceito, primeiramente falaremos do Inbound Sales, que é uma estratégia de vendas na qual o vendedor se posiciona como consultor do público-alvo. Assim, em vez de forçar uma venda, o objetivo central é conquistar o cliente, mesmo que não feche negócio. O Inside Sales é o vendedor consultivo, ou Inbound, que atua de dentro da empresa.

Dispense gastos com transporte e tempo dos seus melhores vendedores, que normalmente são direcionados a muitas reuniões para, talvez, fazer uma venda. Hoje os clientes estão interessados nos resultados que seus produtos ou serviços promoverão.

Por meio de interações por chats, telefonemas, e-mails e outras plataformas digitais, sua equipe pode entrar em contato com mais prospects e ainda aumentar as conversões.

Por que usar essa estratégia?

Talvez pareça contraditório trazer o departamento comercial para trabalhar de dentro da empresa com o objetivo de melhorar o relacionamento com os leads e aumentar as vendas. Acontece que hoje conseguimos um grande volume de informação nos meios digitais que, se integrado ao CRM (ferramentas para gerenciamento dos clientes), oferece informações para estabelecer um contato pessoal e eficiente.

Confira os principais benefícios de adotar o Inside Sales na sua empresa:

  • possibilitar o seu acesso aos dados coletados em tempo real;
  • acompanhar o desempenho de cada membro e de toda a equipe, motivando-a a bater as metas;
  • otimizar o compartilhamento de informações, criando um ambiente interno colaborativo;
  • proporcionar maior produtividade;
  • contatar potenciais clientes, independentemente da distância geográfica;
  • deixar o funil de vendas mais enxuto e proveitoso;
  • conseguir indicadores palpáveis, melhorando a tomada de decisão;
  • reduzir os custos das operações;
  • alcançar mais vendas e excelência nos resultados.

Quais são as diferenças entre Inside Sales e Outbound Sales?

Talvez uma boa analogia para ilustrar as distinções entre os dois modelos seja um pedido de casamento. Enquanto o Inside Sales faz o caminho de conhecer e se apresentar para a pretendente, gerando conexões e empatia, para só depois fazer o pedido, o Outbound seria aquele que aborda a pessoa na rua com o anel na mão.

Provavelmente você já recebeu ligações de telemarketing que carregavam outra característica do Outbound Sales: a agressividade. O vendedor, apesar de seguir o script, tenta concluir a venda a todo custo. Já no Inside Sales, o vendedor precisa conhecer muito bem a persona ou público-alvo da empresa, entendendo quais são suas dores e aspirações.

Além disso, ele precisa conhecer a empresa de forma abrangente, sendo capaz de saber se o lead está realmente pronto para a compra e, dependendo da percepção, sugerir outra solução existente no mix de produtos e serviços de sua marca.

Como implementar a técnica de Inside Sales na minha empresa?

Depois de entender o conceito, os benefícios e as maiores diferenças entre os modelos de vendas, vamos à prática. Para saber se essa estratégia é a ideal para a sua empresa, os especialistas recomendam que o custo-benefício esteja de acordo com o ticket médio da venda.

Produtos muito baratos normalmente contam com uma amostra grátis ou atendimentos automatizados, como os chatbots, e se vendem sozinhos. Quando o valor é expressivo, o Inside Sales é recomendado; quando o investimento é alto, como no caso de carros e imóveis, sugere-se o Field Sales — vendas em campo —, mas com ações do Inside Sales em um modelo híbrido de vendas.

Crie um plano para a transição

Se sua empresa está em operação, provavelmente ela já conta com um plano de vendas. Nessa hora, não é possível parar os processos para implementar a nova mentalidade. Por isso, monte um projeto para gerenciar a mudança. PMBOK e SCRUM são duas metodologias que podem agilizar esse procedimento.

Defina o formato que será adotado e quais etapas acontecerão e coloque-as em uma linha do tempo, para facilitar a visualização de todos os envolvidos. Pesquise sobre a estrutura e ferramentas e estabeleça o orçamento que será usado para implementar seu novo modelo de vendas. Lembre-se de documentar todo o processo.

Trabalhe em conjunto com o pessoal do marketing

O Inside Sales requer uma conversa alinhada entre o setor comercial e a comunicação. Assim, o marketing fica responsável por gerar conteúdo relevante para atrair e educar os leads, enquanto as vendas recebem os prospects no estágio de consideração para o fechamento da compra. Elabore um SLA, que é um documento para combinar o papel de cada área.

Disponibilize estrutura e ferramentas adequadas

Já falamos sobre esse aspecto, mas agora vamos explicá-lo. O vendedor precisará de um ambiente onde ele possa se concentrar para atuar com excelência, afinal, não terá o contato olho no olho, nem o caloroso aperto de mãos. Ele também precisará de um telefone sempre disponível, uma boa internet, sistemas e computadores compatíveis com as atividades.

Treine, treine e treine mais um pouco sua nova equipe de Inside Sales

Sim, a metodologia pode até mudar, mas nada melhor para capacitar os vendedores do que a prática. Faça simulações de vendas, apresente as principais objeções, use situações-problema e compartilhe soluções que algum membro da equipe tenha conseguido. Os treinamentos engajam a equipe, fortalecem a cultura da empresa e transmitem segurança para os colaboradores.

Como você pôde conferir, o Inside Sales é uma ferramenta poderosa para otimizar vendas complexas, mas também já se tornou uma estratégia para outros formatos. Por reduzir custos, aumentar a produtividade e ainda melhorar a relação entre os times de marketing e vendas, essa é uma tendência que tem sido implementada em muitas empresas.

Se você perceber que esse é o momento certo para sua empresa fazer a transição para Inside Sales, não se esqueça de realizar a mudança aos poucos, capacitando e integrando o departamento comercial e de comunicação. Ofereça os recursos e tecnologias necessárias para que seus vendedores trabalhem com o mais alto desempenho e dê treinamentos dinâmicos, deixando o time mais seguro.

Aproveite a oportunidade para desenvolver um olhar inteligente sobre o seu negócio, atualizando-se com as soluções tecnológicas que o mercado pode oferecer para a sua empresa! Assine a nossa newsletter para conferir dicas e inovações.

#InsideSales #TurbinarVendas #Smarketing

Blockchain: você sabe o que é isso? Entenda mais aqui

Nos últimos anos, o Bitcoin passou a dominar o noticiário de tecnologia como uma das tecnologias mais inovadoras do momento. A criptomoeda ganhou adeptos em todo o planeta, atingiu níveis de valorização históricos e, ao mesmo tempo, trouxe novas tecnologias para o ambiente corporativo, como é o caso do Blockchain.

O Blockchain permite que negócios armazenem dados com segurança e alta confiabilidade. Se você quer saber como ele surgiu e qual o seu potencial para o ambiente empresarial, veja o nosso post de hoje! Vamos lá!

O que é o Bitcoin?

O Bitcoin é uma criptomoeda criada em 2008 por uma pessoa identificada como Satoshi Nakamoto. Ela pode ser utilizada para pagamentos em meios digitais e tem como principal característica a sua descentralização. Consequentemente, não há um banco ou instituição central que controle as taxas de câmbio, as transações ou o lastro do Bitcoin.

Para evitar fraudes, a criptomoeda conta com o Blockchain. Também conhecido como cadeia de blocos, esse é um mecanismo de segurança que evita fraudes e garante que não existam pagamentos duplicados na rede do Bitcoin.

Como o Blockchain surgiu a partir do Bitcoin?

O Blockchain surgiu como o principal mecanismo para garantir que o Bitcoin fosse viável comercialmente. A sua estrutura permite que pagamentos sejam feitos com segurança, uma vez que qualquer tipo de fraude torna-se facilmente identificável. E, diante da sua característica descentralizada, o Blockchain também dá a garantia de anonimato para cada transação, aumentando a privacidade do usuário.

Os dados do Blockchain são distribuídos entre todos os usuários. Ele funciona como um “livro razão” do Bitcoin, armazenando as informações de todas as transações que foram feitas na rede da criptomoeda. Ao fazer um pagamento, um novo bloco é criado, com um link para o bloco anterior e um registro com a data e o horário da transação.

Para evitar fraudes, o Blockchain apresenta um sofisticado mecanismo de criptografia, que evita que terceiros modifiquem o bloco que foi criado por dois usuários. E, se ocorrer uma tentativa de fraude, ela é facilmente identificável, uma vez que a “chave de acesso” ao bloco é disponível apenas para quem envia e recebe Bitcoins.

O Blockchain abrange quatro conceitos-base, que garantem a sua confiabilidade e segurança. Eles são os seguintes:

  • a distribuição do ledger: as informações registradas no Blockchain são distribuídas em toda a rede e podem ser visualizadas por todos que a ela têm acesso;
  • a privacidade: todas as transações são verificáveis, mas partes sensíveis de cada bloco podem ser ocultadas sem prejudicar a capacidade de o usuário validar as informações que ele contém;
  • a criação de contratos inteligentes: nenhum bloco, documento ou parte de um bloco pode ser modificado após ele ser criado. Cada novo contrato é firmado e autorizado conforme os termos estabelecidos no processo de criação do Blockchain;
  • o consenso entre os usuários: todas as transações e dados registrados no Blockchain podem ser verificados pelos usuários. Isso impede fraudes e torna toda a rede mais segura.

Ao utilizar o Blockchain, o Bitcoin conseguiu evitar fraudes mesmo sem dispor de um órgão gestor de todas as transações. A cadeia de blocos serve como um mecanismo para registrar transações e estabelecer contratos e uma ID única para quem faz o envio e o recebimento de valores. Isso foi crucial para que a criptomoeda se popularizasse, mantendo a sua maior característica: a descentralização.

Em outras palavras, o Blockchain foi estruturado para funcionar como um banco de dados de transações comerciais à prova de fraudes. Ele é baseado em quatro fundamentos (o registro compartilhado de dados, o consenso entre os usuários para a verificação da integridade das informações, um contrato comum para o funcionamento das transações e a criptografia), que permitem a essa tecnologia ser descentralizada, verificável e imune a modificações ilegais.

Qual o potencial do Blockchain para o meio corporativo?

A maneira como o Blockchain foi estruturado permite que essa tecnologia seja levada a muitos outros setores. Seja no mercado financeiro, seja em algumas áreas, como a de serviços de saúde, essa tecnologia consegue tornar a gestão de dados mais eficaz, inteligente e precisa.

Pense no Blockchain como um banco de dados. Cada bloco pode ser utilizado para armazenar informações de uma empresa, que seriam facilmente verificáveis em caso de suspeita de fraudes e que são distribuídas entre diversos usuários automaticamente.

Um termostato inteligente, por exemplo, pode comunicar o consumo de energia à concessionária rapidamente. Quando uma quantidade pré-definida de energia for consumida, um bloco com os dados é enviado para a empresa com as informações do cliente, a hora em que o determinado nível de consumo foi atingido e outras informações úteis. Dessa forma, o processo de cobrança é automatizado, reduzindo custos e melhorando a sua precisão.

Já uma instituição de saúde pode utilizar o Blockchain para otimizar o armazenamento de dados de pacientes. Com a chave de segurança de um médico e de um paciente, por exemplo, um aparelho que mede o nível de glicose de uma pessoa pode criar registros conforme a ocorrência de variações de glicose na corrente sanguínea do usuário, que serão acessíveis para ambos pela Internet.

Além disso, alertas podem ser emitidos automaticamente para uma companhia responsável pela entrega da insulina, evitando qualquer tipo de risco em potencial.

Os usos vão além. Uma empresa que trabalha com informações protegidas por direitos autorais pode utilizar o Blockchain para controlar o número de vezes que um usuário consegue acessar um arquivo, copiá-lo ou compartilhá-lo com outras pessoas. Já sistemas de votação ganham maior controle em potencial contra fraudes. Além disso, redes de distribuição de dados tornam-se mais fáceis de serem estruturadas com o apoio dessa tecnologia inovadora.

A chave do Blockchain está na palavra confiança. Toda a sua estrutura é feita para garantir que os usuários consigam armazenar dados com transparência, integridade e confiabilidade. Assim, os seus usos podem ir muito além do Bitcoin, permitindo que companhias de vários setores consigam manter registros armazenados em meios digitais sem erros ou problemas de integridade, gerando mais vendas.

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Internet of Things (IoT): conheça essa tendência está revolucionando o mundo

O futuro chegou, e a prova disso é o crescimento da Internet das Coisas — termo criado por um pesquisador do Massachusetts Institute of Technology (MIT). Uma das alternativas mais interessantes da transformação digital, a Internet of Things (IoT) tem conquistado uma fatia significativa de mercado, tornando-se uma realidade que hoje se estende às empresas.

A ideia de conectar objetos à internet pode mudar por completo a maneira como interagimos com o universo ao nosso redor, mas de que forma ela pode impactar diretamente sua vida e seu negócio? Quais são suas aplicações empresariais? Contamos tudo neste post. Confira!

O que é Internet of Things?

A Internet das Coisas é a solução que propõe conectar diversos objetos à internet. É claro que já estamos acostumados a habilitar redes de internet nos nossos computadores desktop, notebooks, celulares e tablets.

Seja por meio do Wi-Fi ou dos dados móveis, a conexão desses dispositivos já faz parte do nosso dia a dia. O que a IoT propõe, no entanto, é uma expansão da conectividade.

Objetos que utilizamos diariamente, quando associados a sistemas automatizados, adquirem novas funcionalidades. Todos eles passam a poder coletar dados em tempo real, processá-los de maneira inteligente e gerar uma resposta à necessidade do usuário.

Como a IoT impacta no seu dia a dia e no da sua empresa?

Entendido o conceito da Internet das Coisas, não dá para negar que seu impacto é enorme, certo? Essa inovação promete modificar nossa relação com os objetos que fazem parte do dia a dia — imputando novas usabilidades nesses objetos.

Como utilizar esse recurso para potencializar seus negócios? Como ele impacta a todos nós? Falaremos mais a seguir:

O futuro hoje

O primeiro furor causado pela Internet das Coisas pode parecer óbvio, mas seu impacto é significativo: a IoT abre as portas para a inovação.

A companhia que detém maior domínio da tecnologia e sabe como aplicar estrategicamente seus recursos conquistará mais relevância diante de um mercado cada vez mais exigente.

Com o acesso à informação se popularizando, o consumidor se torna criterioso — passando a ficar de olho nas marcas que investem em automação. Por isso, adotar a Internet das Coisas é também uma forma de agregar valor ao seu negócio.

Quando a marca aposta em tecnologia, transforma seus processos. Com mais fluidez e agilidade em suas ações, a relação com o cliente é modificada. A automação permite entregar o que ele mais preza: um atendimento do futuro.

Hiperconectividade

Aplicando a Internet of Things, já foram desenvolvidos automóveis, casas e empresas inteligentes, que podem responder a um comando pelo smartphone ou até pela voz do usuário.

Entramos em um movimento que pode ser chamado de hiperconectividade, em que objetos de uso diário ganham novas aplicações. Tudo isso é positivo para as empresas, que podem automatizar processos ,economizar e melhorar o desempenho de seus funcionários.

Contudo, é preciso ficar atento: passar tempo demais conectado é uma reclamação cada vez mais frequente. É importante que o gestor saiba coordenar sua equipe para evitar os excessos.

Favorecimento do bem-estar

Na vida pessoal ou no ambiente empresarial, a internet das coisas pode ser uma aliada da qualidade de vida.

A tecnologia pode ajudar a criar e monitorar hábitos mais saudáveis e, consequentemente, um ambiente de trabalho mais agradável. Ao integrar a comunicação da equipe, por exemplo, cria-se um sentimento de cooperação que estimula a produtividade e melhorar a saúde do colaborador.

O que pode ser feito?

Para confirmar que a Internet das Coisas é uma realidade, podemos analisar exemplos reais de suas aplicações. Veja os casos em que a conectividade já foi inserida para transformar as situações diárias:

Manutenção dos equipamentos

Maquinários, refrigeradores e equipamentos de iluminação podem apresentar falhas mesmo se forem feitas as manutenções preditivas.

A Internet das Coisas permite monitorar os equipamentos para prevenir perdas. Assim, a empresa pode cortar custos com manutenção e operação, identificando falhas às quais os objetos estão sujeitos antes que eles se quebrem completamente.

Com sensores acoplados, por meio da análise de flutuação do calor ou da vibração, fica mais fácil prever a necessidade de reparos antes que a empresa se veja sem o equipamento. Se o maquinário apresenta mudanças bruscas de temperatura, a gestão pode agir a tempo de corrigir o problema antes de ele se tornar irreversível.

Monitoramento de produtos

Seu varejo pode monitorar a condição dos componentes conectados. Bem como os equipamentos, as ferramentas da IoT permitem uma avaliação detalhada das mercadorias desde o momento em que adentram o estoque até a venda ao consumidor final.

Com as identificações por radiofrequência, a empresa pode gerenciar o inventário e otimizar seu serviço prestado. O varejo consegue monitorar as oportunidades de venda e rastrear suas mercadorias dentro da loja.

As condições de armazenamento também são otimizadas: por meio de um dispositivo móvel, a equipe pode controlar remotamente a temperatura ou as luzes do depósito, assegurando as condições adequadas para estocar os produtos.

Controle do tráfego de clientes

Por meio da Internet of Things, o gestor pode realizar um monitoramento do tráfego de consumidores no seu varejo, utilizando vídeo ou Wi-Fi para saber das preferências de cada cliente.

Dotado dessas informações, fica mais fácil personalizar a experiência de compras, direcionando um colaborador para orientar a clientela de acordo com sua demanda.

Também é possível emitir anúncios sobre eventos e descontos especiais para os smartphones dos consumidores. Com ofertas personalizadas por SMS, a empresa se aproxima do comprador, gerando mais engajamento positivo.

Otimização da logística

Um varejo precisa mover e estocar grandes quantidades de mercadorias. Mover os produtos de forma eficiente é um dos objetivos do transporte inteligente, e com a ajuda da IoT, o processo pode ser facilitado.

Ainda que o GPS normalmente seja usado para rastrear e rotear caminhões, a Internet das Coisas permite entender com muita precisão a distância entre as mercadorias transportadas e a loja onde deve chegar a entrega.

Com a manutenção do transporte, o rastreamento preciso e a otimização das rotas, o gestor garante um serviço logístico de qualidade, evitando atrasos ou faltas na entrega de produtos que são necessários para o funcionamento da sua marca.

Leitura das expectativas do cliente

Cada vez mais conectado, o consumidor já não tem o mesmo perfil que tinha há duas décadas. Os clientes têm mais critério na hora de fechar uma compra e, diante de uma infinidade de opções, só comprará quando desenvolver um laço afetivo com a empresa.

Na internet é simples comparar preços, verificar ofertas, descobrir vendedores e analisar a opinião de outros consumidores sobre determinada marca. Por isso, para se destacar da concorrência, seu varejo deve prezar pela melhor experiência quando o usuário entrar em contato com o seu produto.

A IoT oferece ferramentas como a sinalização digital e o self-checkout, transformando positivamente a perspectiva do cliente diante da sua loja.

A Internet of Things tem um grande potencial que modifica não só a vida do internauta, mas a realidade e a cultura organizacional das empresas. Gostou de saber mais sobre essa tecnologia? Então continue por dentro do nosso conteúdo: assine agora mesmo nossa newsletter e receba todas as novidades diretamente no seu e-mail!

Empowerment: vantagens e importância da tecnologia para seu sucesso

No universo corporativo, o empowerment (empoderamento, do português) é uma estratégia que consiste em delegar, aos colaboradores, poderes de decisão e liberdade em ações corporativas, concedendo a eles autonomia, responsabilidades e desenvolvimento em aspectos de liderança.

Por que “empoderamento”? O termo designa “liberação de energia”, o que, no âmbito corporativo, está relacionado a habilidades e conhecimentos. Na prática, quanto mais colaboradores puderem contribuir de maneira determinante, melhor.

O conceito tem se popularizado cada vez mais entre as empresas, devido às suas necessidades de:

  • melhorar o ambiente organizacional;
  • reduzir custos;
  • otimizar e agilizar processos;
  • engajar as equipes; e
  • modernizar a forma de trabalho.

Nesse sentido, o empoderamento é uma ação providencial; essa mudança na cultura organizacional é capaz de conceder às companhias o que elas precisam.

Agora que já sabemos o que seu negócio pode conseguir com o empowerment, falaremos mais detidamente sobre como ele funciona, como implementá-lo e suas principais vantagens. Vamos começar?

Como funciona o empowerment?

Basicamente, o empowerment descentraliza o poder de decisão, comumente centralizado pelo gestor, delegando novas tarefas e responsabilidades a outros colaboradores, tornando as equipes autogerenciáveis.

A princípio, a tática privilegia o individual, porém, na prática, os colaboradores trabalham cientes de que suas ações abrangem a coletividade e, também, de que exercerão a liderança integradamente com os colegas.

Portanto, o empowerment faz com que empregados pertencentes a áreas distintas tenham autonomia e, ao mesmo tempo, trabalhem em conjunto para o sucesso da empresa.

Como implementá-lo?

Implementar o empoderamento na empresa não se resume a atribuir tarefas substancialmente importantes aos funcionários; é imprescindível que haja mudança na filosofia da organização e ações precisas. Algumas delas são:

Autonomia aos colaboradores

Por exemplo, não há como aplicar o empowerment sem que os colaboradores tenham a devida autonomia para tomar decisões. A confiança, por parte da empresa, é considerada fator elementar para promover tais mudanças.

Supondo que erros sejam cometidos pelo empregado, puni-lo ou restringi-lo da nova função comprometerá a autonomia. Quanto a isso, o empowerment deve ser encarado como processo de aprendizado, portanto, os erros têm que ser corrigidos.

Em contrapartida, o reconhecimento e as demonstrações de satisfação são de suma importância para o sucesso do empowerment. Não hesite em elogiá-los e agradecê-los quando um bom serviço é prestado.

Definição de parâmetros

Outro aspecto importante na implementação do empowerment é o estabelecimento de parâmetros, tais como: prazos, preços e margens de lucros, evitando que o colaborador necessite solicitar autorização a cada ação a ser realizada.

Por exemplo, nem sempre o João, colaborador, sabe o que é permitido (ou não) fazer em determinadas situações, o que o leva a consultar e pedir autorização de Fernando, seu gestor. Sendo assim, sempre que surge um problema, o procedimento se repete.

Sem parâmetros bem definidos, o colaborador não conseguirá exercer sua liderança e, ainda, acarretará lentidão nos processos. Reiterando, a ideia é dar liberdade para os funcionários, não prendê-los às decisões do gestor.

Uso de tecnologias

Por conta da transformação digital e da rápida evolução da tecnologia, hoje, é possível não apenas trazer o empowerment para o negócio, mas acompanhá-lo de maneira eficiente, avaliando resultados e fornecendo orientações.

Logo, investir em recursos tecnológicos que facilitam a aplicação do empowerment e a mensuração de resultados tornará a estratégia ainda mais eficiente.

Contar com soluções de integração de sistemas, mapeamento de processos, Big Data e dashboards, por exemplo, ajuda a garantir o acompanhamento de tudo que acontece, graças aos recursos de automatização e outras praticidades oferecidas por ferramentas de TI.

Quais são as vantagens do empowerment para a empresa?

Redução de processos burocráticos

A descentralização de poderes numa hierarquia organizacional é um passo importante para desburocratizar os processos de negócio, visto que, tradicionalmente, os líderes tomam pra si um excesso de funções — de modo que nada aconteça sem suas análises e aprovações.

Em meio a isso, com a cultura do empoderamento, o gestor pode delegar tarefas aos funcionários que considerar aptos a realizá-las, os quais se encontrarão motivados o bastante para fazer um bom trabalho.

Com essa produtiva interação entre os colaboradores, o ambiente ganha mais cabeças pensantes e, consequentemente, adquire uma visão abrangente. Isso acaba se refletindo em decisões ágeis e soluções bem elaboradas.

Além disso, nenhum líder fica sobrecarregado, tampouco decisões cruciais permanecem na fila de espera. Ou seja, quanto maior o número de pessoas com autonomia para agir, melhor será a fluidez dos processos.

Identificação de novos talentos

Descobrir novos atributos em seus funcionários é sempre uma grata surpresa para a empresa, sobretudo, quando dizem respeito a aspectos de liderança, assegurando que seus colaboradores têm condições de construir carreiras sólidas.

Ao identificar novos talentos, a empresa reconhece aqueles que deve reter, investindo em treinamentos que, além de aperfeiçoá-los, os deixarão mais comprometidos em alcançar posições importantes.

O equilíbrio proporcionado pelo empowerment também faz parte do benefício, visto que o empregado, já adaptado a exercer liderança, não fica acomodado, crente de que seja intocável em seu posto. Por outro lado, quem precisa desenvolver habilidades interpessoais adquire rica experiência.

Motivação extra para a equipe

A cultura do empowerment desperta, no colaborador, a motivação necessária para que ele permaneça engajado, comprometido e disposto a entregar resultados.

Isso porque ele começa a enxergar oportunidades para conquistar suas metas — crescer na empresa, assumir funções importantes, conseguir melhores salários etc. Logo, na medida em que os objetivos da empresa e do colaborador estão alinhados, a sinergia entre as partes é maior.

Compartilhamento de informações

Quando informações relevantes não são compartilhadas, a tendência é que decisões equivocadas sejam tomadas e, com isso, a organização perde em eficiência. Por essas e outras, estabelecer um bom nível de comunicação é essencial.

Devido à integração de pessoas promovida pelo empowerment, a informação circula com transparência e clareza, evitando que a incerteza se faça presente no momento de agir, ou que dados não fiquem à disposição.

Vale destacar que a centralização da liderança faz com que muitos insights relevantes não cheguem ao conhecimento da companhia, visto que os colaboradores não estão, na prática, alinhados aos processos maiores.

Esperamos ter esclarecido o básico sobre empowerment, do conceito à aplicação, não deixando dúvidas quanto a seus benefícios para as empresas. Para receber novos artigos como este em primeira mão, basta assinar nossa newsletter! Vamos lá!

Você conhece os diferentes tipos de nuvem? Saiba mais!

Armazenar dados, garantir a segurança da informação e a acessibilidade dos registros empresariais em qualquer dispositivo: você já conhece as vantagens da cloud computing, certo? Afinal, contar com um sistema dessa categoria na organização traz agilidade e economia para os processos. E os tipos de nuvem? Você sabia que nem todas as clouds são iguais?

Então, siga conosco. Neste post, explicaremos tudo o que é preciso saber sobre os tipos de nuvem, suas vantagens, desvantagens e particularidades!

Os 3 tipos de nuvem

A computação em nuvem já conquistou os gestores. O sistema — que inicialmente se popularizou por conta da aplicação doméstica — vem crescendo e ganhando espaço nas companhias. Conduzido pela Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), o Estudo Anual de Panoramas e Tendências do Mercado Brasileiro de Software revelou dados relevantes ainda em 2017.

O levantamento da ABES confirma a importância da cloud computing para empreendedores e gestores de grandes empresas. De acordo com o divulgado, R$ 2,25 bilhões foram investidos em sistemas de nuvem no Brasil em 2016. E esses números aumentam a cada ano. Atualmente existem 3 tipos de nuvem que que as empresas podem contratar e utilizar. Veja quais são:

1. Nuvem pública

Um serviço de nuvem pública é aquele prestado por um desenvolvedor ao usuário doméstico comum ou a empresas, através da internet. Ou seja, quem contrata o serviço é o próprio usuário. Assim, o provedor do serviço é quem tem a obrigação de zelar pela hospedagem, proteção, manutenção e pelo gerenciamento dos dados armazenados na plataforma.

Quanto aos custos, o cliente só é cobrado pelos recursos que são utilizados, como infraestruturas de aplicação, softwares para funcionamento ou infraestrutura física. Desse modo, o modelo de nuvem pública tem como grande vantagem o baixo investimento, sendo o mais indicado para micro e pequenas empresas ou para as startups que estão se lançando no mercado. A implantação é simples e rápida, dispensando, inclusive, o auxílio de um profissional.

Quem tem pouco capital para investir em tecnologia também vai aproveitar bem esse primeiro modelo. No entanto, a contratante pode vir a enfrentar algumas dificuldades, como instabilidades no sistema ou insuficiência na segurança, pois o provedor abriga diversos usuários.

2. Nuvem privada

Quando falamos em nuvem privada, nos referimos a um serviço de cloud computing prestado dentro da empresa. Ele oferece as funções-padrão do sistema de nuvem — aumento de produtividade, escalabilidade, flexibilidade e acesso remoto —, mas para uma única organização ou para um grupo fechado. Assim, os recursos de TI não são partilhados com outros usuários que não os do ambiente corporativo.

Nesse modelo, a empresa é a responsável por integrar os departamentos na nuvem, contando instalação, manutenções e infraestrutura provenientes da empresa que disponibiliza o serviço de cloud privado. Tendo isso em vista, avalie bem a condição financeira do seu negócio antes de investir nessa alternativa, que custa mais do que a nuvem pública.

Uma nuvem desse tipo tem uma rede inteligente e flexível, possibilitando uma experiência de usuário estável. Isso significa mais segurança para seus dados e mais confiança no uso da nuvem. É uma boa pedida para empresas que estão em franca expansão, porque consegue processar grandes volumes de demanda, além de ter respostas ágeis.

3. Nuvem híbrida

O nome já sugere a fusão entre os modelos de nuvem privada e pública. Na opção híbrida, algumas características de ambos os tipos de nuvem anteriores estão presentes. A empresa pode armazenar seus dados locais e informações importantes em uma nuvem privada, mas fazer a transferência dos arquivos para demais clouds.

A nuvem híbrida seria o modelo ideal para qualquer empresa. Isso porque seus recursos são extensos, pois há tanto uma função local, para os processos do dia a dia, quanto um servidor remoto, para as atividades mais complexas.

No entanto, a nuvem híbrida custa caro, já que agrega os dois tipos de nuvem prévios, tornando-a inviável para pequenas e médias empresas sem um bom capital para investir em tecnologia. Além disso, a segurança dos dados pode ficar abalada quando os arquivos são transferidos para a nuvem pública.

Agora você sabe tudo sobre os tipos de nuvem disponíveis no mercado. Qual recurso mais chamou sua atenção? Qual delas seria a escolha ideal para sua empresa? Queremos saber! Conte para a gente nos comentários!

Aprenda como melhorar a gestão no PDV por meio da TI

Atualmente as soluções de TI evoluíram para otimizar a gestão do PDV (ponto de venda), e acompanhar os consumidores cada vez mais exigentes e bem informados de hoje. Se eles não estão satisfeitos com as escolhas ou níveis de serviço oferecidos, eles podem, com dispositivos móveis na mão, acessar instantaneamente um conjunto ilimitado de alternativas.

Como resultado dessas pressões competitivas extremas, o PDV moderno evoluiu muito além de um sistema de pagamento e contabilidade para se tornar não apenas um ponto de venda, mas também um ponto de serviço, gerando interações altamente individualizadas que satisfazem consistentemente os clientes no momento.

Por exemplo, uma solução de TI habilita os vendedores no varejo a otimizar vendas  com visibilidade em tempo real do inventário, bem como a compra e o histórico de navegação online de um cliente.

Por que usar TI na gestão do PDV?

Os sistemas de ponto de venda de hoje fazem muito mais do que simplesmente ligar e registrar transações. Para as empresas grandes e pequenas, eles são um sistema primário de registro para vendas, inventário, merchandising e marketing.

O uso da TI no PDV fornece relatórios valiosos sobre o desempenho de sua empresa a cada dia, bem como podem identificar problemas em torno da produtividade do trabalho, as fontes de redução, as estratégias de preços e o desempenho de várias promoções.

Feito direito, a tecnologia da informação no PDV também reduz os custos e melhora as margens, tudo sem sacrificar os níveis de serviço.

Para os varejistas, isso significa economizar e até aumentar as vendas na loja, com recursos de comércio habilitados que permitem aos clientes comprar, retirar ou retornar itens através de qualquer canal.

As soluções de TI podem maximizar tanto o estoque como a produtividade do pessoal, com  análises avançadas que impulsionam operações mais enxutas, ofertas mais lucrativas e promoções mais eficazes.

Como a tecnologia da informação pode otimizar o PDV?

À medida que os varejistas se esforçam para se aproximar de seus clientes e obter uma visão de 360 ​​graus de cada consumidor, os dados tornam-se ainda mais essenciais.

O PDV e os sistemas de pagamento ainda são recursos importantes para a coleta de dados — eles contam ao varejista o que está comprando, em que localidade, preferências e histórico

A indústria está ficando mais rápida com Big Data, agora é possível vincular os dados de pagamentos e informações sociais que os consumidores fornecem em troca de benefícios ou promoções personalizados, criando uma imagem mais completa do perfil de cada cliente.

Tudo isso combinado — os dados, a personalização e a experiência podem gerar vendas recorrentes e fidelização de clientes em um momento em que os revendedores precisam vender mais.

Benefícios da TI na gestão de PDV

Tanto para novos negócios ou empresas consolidadas no mercado, o uso da TI na gestão do PDV é um investimento inteligente.

A economia de horas de trabalho e o aumento da eficiência facilitam o equilíbrio da equipe e automatiza muitas tarefas que exigem muito tempo. Confira alguns benefícios que podem melhorar a gestão no PDV:

Gerenciamento de relacionamento com clientes

O componente de gerenciamento de relacionamento com clientes possui a funcionalidade para gerenciar interações de clientes, histórico de vendas, informações de contato, preferências do cliente, características, programas de fidelização e assim por diante.

Para um varejista, as compras dos clientes são o canal mais importante da receita. Para tornar as coisas mais desafiadoras, os clientes de hoje são mais educados, mais céticos e mais exigentes do que antes.

Com o advento da Internet, a transparência dos preços tornou-se uma grande ameaça para os varejistas. Assim, oferecer um serviço personalizado aos clientes é crucial.

Ter um boa gestão de PDV que rastreie o comportamento e as preferências dos clientes assegurará relacionamentos saudáveis.

Gerenciamento de transações

O componente de gerenciamento de transações inclui todas as informações necessárias para concluir uma transação.

Este componente deve capturar os principais dados de transações, tais como, vendas, anulações de vendas, vazios, reembolsos, compra de certificados de presente, transações de serviços, criação de pedidos especiais e outros.

O componente de gerenciamento de transações deve validar a informação do item, calcular automaticamente o valor total da compra e processar os pagamentos.

Isso permite aos funcionários dar toda a atenção para servir adequadamente o cliente, uma vez que o processamento de uma venda só exigiria que digitalizassem o código de barras e pedissem o método de pagamento.

Gestão de inventário

O componente de gerenciamento de inventário inclui procedimentos de inventário físico e ajustes de estoque. Isso garante que o inventário da loja esteja atualizado.

Também ajuda os funcionários a ter informações precisas sobre a quantidade disponível, este componente permite que os funcionários fechem as vendas e aumentem o atendimento ao cliente e a satisfação.

Gerenciamento de preços

O componente de gerenciamento de preços permite que um gerente ou funcionário da loja modifique o preço de varejo de um item.

Os sistemas devem permitir a modificação de um preço de varejo por diferentes motivos, como descontos em itens danificados, descontos após negociações ou correspondência competitiva de preços.

Isso é realmente útil se você precisar fazer mudanças rapidamente.

Gerenciamento de registro

O componente de gerenciamento de registros inclui processos para procedimentos de abertura de caixa, encerramento e equilíbrio de caixa. Além disso, há gestão de fundos de abertura de registro, transações efetuadas, propostas, moedas e impostos.

O gerenciamento do registro deve acompanhar o fluxo de caixa no dia útil e deve sinalizar quaisquer eventos incomuns. Isso permite que um gestor monitore e reduza erros de funcionários.

Fornecimento de Relatórios

Os funcionários usam este componente diariamente para extrair informações sobre estoque, resumos de vendas ou comissões. Relatórios e consultas permitem que as organizações analisem o desempenho da empresa por dia, por semana, por mês, ou mesmo por ano.

Também mostra o desempenho de itens em vários níveis (como cor, dimensão, tamanho, características ou atributos). Os relatórios e consultas também permitem que os gerentes identifiquem anomalias e tomem medidas corretivas, se necessário.

Ordens de compra e mudanças de preço

O recurso de pedido permite aos compradores comunicar uma compra aos vendedores e receber os produtos encomendados.

O recurso de mudança de preço é usado para gerenciar o preço de venda dos produtos. Este recurso pode oferecer ferramentas para reduzir ou elevar o preço de varejo. Um componente de mudança de preço permite uma redução e marcação permanente ou temporária.

Para saber mais sobre como melhorar a gestão de PDV da sua empresa entre em contato conosco!

Como a tecnologia otimiza a gestão comercial? Entenda mais

Com o advento da tecnologia e a popularização do acesso à internet o mundo dos negócios não é mais o mesmo. É preciso ficar atento às mudanças constantes e buscar diferenciais para se destacar no mercado altamente competitivo em que vivemos. A tecnologia otimiza a gestão e sua aplicação pode ser o ponto de partida para levar seu negócio até o topo.

No post de hoje, nós vamos falar sobre os desafios do gerenciamento comercial e como a tecnologia pode ser uma aliada valorosa para enfrentá-los. Então siga conosco e boa leitura!

A relação entre tecnologia e gestão

A tecnologia não mudou somente o modelo de negócios, mas também alterou os hábitos dos consumidores, o que nos leva a pensar em novas formas de manter uma gestão comercial eficiente.

Um dos mais importantes pontos entregues por meio do uso da tecnologia é a automação. Com ela, é possível alcançar um maior nível de produtividade ao eliminar das tarefas diárias dos colaboradores processos que serão geridos por sistemas da informação.

Os principais pontos de mudança da transformação digital em parceria com gestão comercial são:

  • controle comercial;
  • gestão de tempo;
  • interação com os clientes;
  • medir desempenhos;
  • inteligência de mercado;
  • acompanhamento de resultados.

Parceria entre TI e área de vendas

Para que a inserção da tecnologia possa atingir o seu potencial máximo, é preciso traçar uma parceria entre o departamento de tecnologia e a área de vendas, com o intuito de melhorar o relacionamento e de que demandas sejam plenamente entendidas.

Ao compreender realmente todas as necessidades de seu time de vendas, um gestor poderá buscar junto à equipe de TI as melhores soluções para os seus desafios diários. Por sua vez, o time de tecnologia terá dados suficientes para buscar de forma rápida e precisa a melhor ferramenta para atender a demanda.

Mudanças trazidas pela tecnologia

A área de vendas sofreu um impacto gigantesco das novas tecnologias e vem se transformando cada vez mais. Vamos listar algumas das tecnologias que trouxeram maior agilidade e dinamismo para o setor comercial.

1. Atendimento ao cliente

Os softwares de CRM, que são responsáveis por gerir o relacionamento da empresa com o cliente, auxiliam — e muito — na prestação de um atendimento personalizado, buscando entregar a melhor experiência ao consumidor.

É possível realizar cadastros completos, trabalhar o pós-venda, buscar informações acerca de potenciais compradores, entre outras tarefas que têm o poder de aumentar o engajamento do cliente com sua marca.

2. Vendas virtuais

Fazer uso da internet por meio da concepção de um e-commerce é tendência entre as maiores empresas do mercado. A web é um ótimo ambiente para prospectar novos clientes para o seu negócio.

Com o uso da rede, você aumenta suas vendas e o potencial número de consumidores que podem ser alcançados por sua marca. Com isso, consegue-se uma grande ferramenta de fidelização de clientes.

3. Marketing digital

Com a popularização do acesso à internet, tornou-se também popular o uso dessa tecnologia para divulgação e marketing. A criação de campanhas virtuais pode ser um diferencial no alcance a novos mercados e consumidores.

O Google Adwords é um exemplo de como utilizar a internet para realizar campanhas exclusivas a fim de atrair, captar e qualificar várias oportunidades que podem ser trabalhadas de melhor forma pelo time de vendas da empresa.

4. Blog corporativo

Uma maneira de atrair uma quantidade maior de potenciais clientes é por meio da criação de blogs corporativos para a distribuição de conteúdo de interesse de seu público-alvo, buscando a interação dessas pessoas com a sua empresa e oferecendo seus produtos e serviços como opções viáveis.

O marketing de conteúdo é uma ferramenta poderosa na atração de pessoas já interessadas em adquirir alguma solução próxima à que sua empresa oferta, o que inclui a geração de oportunidades valiosas para serem trabalhadas pela equipe de vendas.

5. Redes sociais

A presença digital é essencial no mundo de hoje, em que praticamente todas as empresas atuantes no mercado mantêm perfis e interagem com clientes diretamente por meio dessas ferramentas.

São ótimas formas de criar engajamento com seu público-alvo, relacionar-se e atrair um número maior de prospects. Pode-se criar campanhas visando ao compartilhamento para alcançar ainda mais clientes.

Benefícios das tecnologias na gestão comercial

São várias as vantagens do uso das novas tecnologias para facilitar a gestão comercial. Citaremos, a seguir, algumas das principais:

1. Geração de leads qualificados

A possibilidade de criar campanhas específicas baseadas em personas bem estruturadas e atrair diretamente prospects interessados em seus produtos gera leads muito mais qualificados que as campanhas por meio de mídias tradicionais. Essa atividade facilita muito o trabalho da equipe de vendas, que terá muito mais probabilidade de fechamento de negócios.

2. Relatórios confiáveis

A elaboração de relatórios com o auxílio de softwares de gestão torna as informações disponíveis muito mais confiáveis, uma vez que a composição dos documentos é baseada em informações coletadas pelo sistema e sua criação é automatizada. Com relatórios bem elaborados em mãos, é possível visualizar pontos de melhora e gargalos no atendimento ao cliente.

3. Controle total sobre a equipe

Com o auxílio de um bom sistema de gestão comercial, é possível realizar um controle mais eficaz sobre o time de vendas, conferindo o número de conversões, dificuldades e necessidades de capacitação. Além disso, é possível verificar quais vendedores apresentam maiores resultados e buscar replicar suas técnicas para o restante da equipe.

4. Inteligência de mercado

É possível, por meio de softwares de análise, observar e mapear as atividades de seus concorrentes. Esse tipo de atividade mostra ao gestor pequenos detalhes que podem ser melhorados em seus próprios processos de atendimento. Conhecer as táticas empregadas por seus concorrentes diretos é a melhor maneira de buscar diferenciais.

5. Métricas de desempenho

A criação e acompanhamento de métricas de desempenho são essenciais para o sucesso de uma estratégia comercial. A tecnologia auxilia na busca por informações de maneira otimizada, além da condensação desses dados e apresentação dos resultados, facilitando o trabalho do gestor e auxiliando na tomada de decisão.

Esperamos que com essas informações você possa compreender a importância do uso da TI e como a tecnologia otimiza a gestão comercial. Gostou desse post? Então não deixe de assinar a nossa newsletter e receba conteúdo exclusivo feito para você!

Terceira revolução industrial: relação com a era digital e da informação

“Vivemos uma terceira revolução industrial”. Você provavelmente já deve ter lido ou ouvido isso em algum lugar, certo? Pois não deixa de ser verdade. Acontece que essa revolução não começou agora: ela data de meados da década de 1950, quando a eletrônica e a computação passaram a ser os condutores das grandes transformações na indústria e na sociedade.

Computadores pessoais, internet, globalização, democratização do conhecimento: nenhum desses fenômenos tão comuns dos nossos dias seria possível antes dessa mudança. É por isso que se costuma dizer que ela deu origem à era da informação.

Agora, entretanto, uma nova ruptura está em progresso: a chegada da era digital pode desencadear o que muitos acreditam ser a quarta revolução industrial. As mudanças decorrentes disso podem ser ainda mais surpreendentes — e até dramáticas. Como as empresas podem se preparar para isso?

Uma história de revoluções

Antes de pensar em como agir diante dessas transformações, é necessário um pouco de história. A primeira grande mudança na trajetória da humanidade ocorreu há cerca de dez mil anos, com a revolução agrária. Essa ruptura deu grande impulso à produção de alimentos e foi sucedida, somente no século XVIII, pela primeira revolução industrial, quando surgiu o primeiro motor a vapor e se iniciaram as construções das ferrovias.

A segunda fase da revolução industrial ocorreu no século XIX, quando tivemos a chegada da eletricidade e das linhas de montagem, que permitiram a produção industrial em larga escala. Finalmente, após a Segunda Guerra Mundial, a corrida tecnológica entre capitalistas e comunistas deu origem à terceira revolução industrial, cujos efeitos moldaram o mundo em que vivemos hoje.

As revoluções na indústria

Todos os setores da economia se beneficiaram de alguma forma com os avanços gerados na era da informação. De maneira geral, os custos diminuíram e a produção industrial disparou.

O surgimento da robótica, por exemplo, possibilitou uma modernização espetacular na linha de montagem das indústrias, especialmente no setor automobilístico. O progresso científico e tecnológico também permitiu saltos de produção no agronegócio, além de um impulso sem precedentes na indústria farmacêutica.

Mas, talvez a maior revolução tenha se dado no âmbito organizacional: a obsessão por uma melhor produtividade levou as empresas a criar uma série de processos para se manter competitivas — afinal, os líderes deveriam ter acesso a dados confiáveis que os permitissem tomar decisões mais assertivas. Isto culminou na expansão das empresas multinacionais e consolidou a economia capitalista.

As revoluções na sociedade

Não dá para negar que o progresso científico e tecnológico contribuiu de maneira decisiva para a queda da União Soviética, no final da década de 1980. Enquanto os países capitalistas celebravam o desenvolvimento econômico e a conquista de inúmeros avanços sociais, os regimes comunistas afundavam com uma economia burocrática e centralizada.

Com o mundo livre daquela intensa divisão ideológica, diversos países que compunham o bloco soviético passaram a adotar o capitalismo liberal como forma de governo e política econômica. O resultado disso foi a intensa globalização da economia, política e cultura a partir da década de 1990.

Foi na metade dessa década, aliás, que houve um dos marcos decisivos da globalização: o surgimento da internet comercial. A chamada “rede mundial de computadores” se tornou possível graças a muitos acordos entre diferentes entidades públicas e privadas de todo o planeta.

O avanço intenso da tecnologia e dos meios de comunicação aprofundou a integração entre os países de tal modo que, hoje, pode-se dizer que o mundo não está apenas mais interconectado: ele está interdependente de uma maneira nunca vista.

O que vem por aí

Como visto anteriormente, dez mil anos separam a revolução agrícola da primeira revolução industrial. A segunda e a terceira etapa dessa ruptura aconteceram num espaço de duzentos anos. Agora, apenas meio século depois, a era da informação começa a dar espaço à era digital.

Você às vezes se sente meio zonzo com as intensas transformações dos nossos tempos? Parabéns, bem-vindo ao clube. Isto ocorre porque estamos testemunhando os anos de transição entre uma era e outra — e com o agravante de que o ritmo linear de antes parece ter assumido um compasso exponencial.

Sabe aquela série de processos que as empresas inventaram para aumentar a produtividade? Pois, se elas não repensarem todos eles e investirem em conceitos como a integração de sistemas, o resultado pode ser exatamente o oposto no contexto atual.

Muitas ideias que considerávamos ser ficção científica há apenas alguns anos já são ou começam a se tornar realidade. Conceitos como o Machine Learning servem tanto para recomendar uma série para você na Netflix quanto para viabilizar carros autônomos.

Tecnologias como Big Data e Data Science serão indispensáveis para otimizar os processos de uma empresa. A grande questão para as companhias não é se elas serão afetadas pelas transformações, e sim se elas saberão identificá-las quando estas cruzarem seus caminhos.

Lembra-se da Kodak? Em 1975, a empresa desenvolveu a primeira câmera digital do mundo — um trambolhão de 5 quilos que fazia imagens de baixíssima resolução. A ideia de fazer fotos sem filme não empolgou os executivos da maior fabricante de filmes e produtos químicos para fotografia. Ainda assim, pesquisas internas apontaram a viabilidade do produto dali duas décadas. Só que os anos foram passando e a companhia preferiu não romper o modelo já existente. Resultado: a concorrência abraçou a tecnologia e o negócio da Kodak caiu por terra.

Na era digital, o tempo para tomar decisões vitais num negócio será cada vez menor. Segundo estudo recente da McKinsey, uma prestigiada consultoria americana, a probabilidade de uma empresa perder a liderança de mercado num período inferior a cinco anos é o dobro da vista há 20 anos.

Não se trata somente de uma questão econômica: toda a sociedade será impactada pelas mudanças. O último Fórum Econômico Mundial apontou, por exemplo, que a automação acabará com 7 milhões de empregos até 2020. Isto pode afetar especialmente o Brasil, já que metade dos nossos postos de trabalho é passível de automação.

Resumindo: a terceira revolução industrial já está passando o bastão para a próxima. Descobrir como dominar os desafios decorrentes disso é hoje o grande desafio não somente das empresas, mas de toda a humanidade.

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Tudo o que uma empresa precisa saber sobre transformação digital

Transformação digital é uma expressão que está na moda. E como não poderia? A evolução clara da tecnologia já impacta a sociedade com novos serviços nascidos digitais, como o Uber. Agora é a hora das empresas. E engana-se quem acha que são só as tecnológicas que devem fazer isso. Para manter a competitividade no cenário atual, é necessário transformar seu próprio negócio. Além disso, essa ação pode representar uma oportunidade de melhorias em vários aspectos da organização.

Segundo uma pesquisa do IDC – Intelligence Data Corporation, 80% dos executivos em vários países do mundo acham que a adoção de tecnologias digitais foi mais fácil do que eles pensavam e que o processo não demandou o mesmo nível de esforço em todas as etapas, como no início. Para ajudar sua empresa a entrar nesse mesmo caminho, vamos falar neste artigo sobre o que é a transformação digital e esclarecer alguns mitos. Além disso, vamos falar dos pilares e tendências dessa transformação.

O que é transformação digital

Antes de definirmos a transformação digital, vamos explicar o que não faz parte da sua conceituação. Sua empresa já se comunica com os clientes via redes sociais? Tem um blog corporativo? Já vende seus produtos via e-commerce? Ótimo. Deu um passo em direção à transformação digital. Mas o conceito, como um todo, é muito mais complexo.

Aderir e implementar mudanças tecnológicas são formas de melhorar o desempenho da sua empresa, proporcionando resultados melhores com menos esforço. A tomada de decisão, depois da transformação, é mais estratégica, por utilizar uma análise de dados. Quais mercados valem a pena investir e quais canais atraem mais seus clientes são respostas que podem ser mais precisas com o data analytics.

Etapas do processo de mudança tecnológica

Na verdade, é raro achar alguma empresa que não tenha, pelo menos, iniciado esse processo, em uma área ou outra. No entanto, a transformação deve ser encarada com uma visão holística. É geral e integrada. Não é significa apenas implantar um sistema aqui e ter processos jurídicos ainda sendo impressos em outro departamento.

A velocidade da chegada da informação na vida de cada pessoa faz com que as empresas acabem lutando pela atenção dos seus possíveis clientes. A forma de consumo, por sua vez, também vem sendo alterada. Os clientes buscam por uma experiência positiva com a empresa e não apenas pelo valor reduzido do produto. Assim, é importante ter em mente que experiências negativas podem influenciar outras pessoas que tenham contato com os comentários de alguém insatisfeito.

Então podemos concluir que toda essa transformação não aconteceu de repente. É um resultado do progresso tecnológico e cultural, que vem se desenvolvendo há anos — há décadas, talvez —, e que tem se acelerado nos últimos tempos. São três as suas principais fases:

Digitização

Você leu certo! Estamos falando de digitização. Essa etapa nada mais é do que passar tudo que está no mundo analógico para a linguagem de bits e bytes. Sabe aqueles setores de arquivologia enormes? Eles praticamente acabaram ao longo dessa evolução. Uma das principais vantagens é que a informação hoje tem mais facilidade de ser encontrada e é armazenada com muito mais segurança.

Digitalização

Esse já é o momento em que as soluções digitais começam a ser adotadas. São todas as mudanças feitas em uma companhia a partir da tecnologia. Também estão incluídas aqui as mais atuais: Big Data, machine learning, blockchain, entre outras tecnologias de ponta.

Transformação Digital

Depois de passar por isso tudo, adotar as tecnologias importantes para a sua empresa e consolidar processos, o fim do progresso é a transformação digital. Essa é uma etapa bem mais complexa porque não se limita apenas à implementação de diversas soluções digitais sem a consideração dos processos, mas também afeta outras áreas da empresa, como sua cultura, e até a legislação dentro e fora da companhia.

Pilares da transformação digital

Agora que passamos pela parte teórica, vamos aos pontos práticos. Para começar uma transformação digital na sua empresa, você pode seguir estes três pontos que são comuns a organizações que já passaram por isso:

Experiência do cliente

Hoje eles têm voz e reclamam quando não estão satisfeitos. Para fidelizar um cliente, o ideal é ter um programa estruturado, como o suporte premium e o customer sucess, e não deixar de monitorar suas redes sociais. Assim, você já consegue um feedback mais direto e pode saber como sua marca está sendo vista. Outra vantagem que o analytics traz é possibilidade de segmentar grupos. Comunicar as mensagens certas para as pessoas certas ajudará a fechar mais negócios e vendas.

E, por falar em uma mensagem mais direcionada, o marketing de precisão é uma tendência. Com ele, a empresa consegue atender outras demandas do consumidor com ofertas mais personalizadas. E, se você busca aumentar sua carteira de clientes, um processo de venda mais simplificado pode ajudar. Lembre-se de que, para se comunicar por tantos canais, você deve estabelecer a mesma linguagem para manter a unidade no discurso.

Processos operacionais

Como já falamos antes, a análise de dados é parte importante da transformação digital. Com ela, é possível melhorar processos que precisam ser revistos. A etapa abrange também a integração das áreas para acompanhar a evolução, o que ajuda em um trabalho mais colaborativo. Aumentar a produtividade, realizar uma comunicação mais rápida, tudo isso incentiva a promoção da mudança.

Modelos de negócio

Chegamos ao último ponto do processo, que pode ser encarado como resultado. O mundo digital pode ampliar a atuação de uma empresa no mercado ou mesmo o seu portfólio. Com as novas possibilidades, haverá a necessidade de adaptação. As lojas físicas passam para a internet e ganham capilaridade. E, de repente, que tal aproveitar a onda de transformação e imaginar um produto criado para isso?

Agora que você já sabe o que é transformação digital e qual caminho seguir, vá em frente. Comece. Todos esses processos podem custar tempo, esforço e dinheiro, mas, uma vez implementados, são capazes de aumentar os lucros da empresa.

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