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Desenvolvimento de software

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No ambiente corporativo atual, a tecnologia já assume um papel muito maior do que o de uma simples ferramenta de trabalho. Com a transformação digital e a invasão de soluções cada vez mais inteligentes — como machine learning e big data —, ela se tornou peça principal para o sucesso de um negócio.

Entretanto, são tantos os softwares, plataformas e canais utilizados que a dinâmica de funcionamento da empresa pode se tornar complicada. Por isso, a integração de sistemas se mostra cada dia mais importante.

Para esclarecer o assunto, mostraremos aqui tudo o que você precisa saber sobre essa prática, além de revelar alguns benefícios para o seu negócio. Confira!

Afinal, o que é a integração de sistemas?

Nas últimas décadas, incontáveis novos sistemas surgiram para atender à demanda dos setores empresariais. Surgiu até mesmo um mercado próprio de desenvolvimento de softwares para acompanhar esse crescimento acelerado. É possível afirmar que houve uma verdadeira revolução, nesse sentido.

Entretanto, as empresas costumam usar diversos sistemas, muitos deles desenvolvidos por diferentes fornecedores. Isso gera uma incompatibilidade na hora de transmitir as informações entre eles. Afinal, eles não foram feitos visando um padrão universal de comunicação.

São funcionalidades, linguagens de programação e até plataformas (sistemas operacionais) diferentes. Tudo isso acabou se tornando um obstáculo para a otimização do trabalho dos profissionais, principalmente dos gestores e administradores de empresas. Afinal, é deles a responsabilidade por coordenar os departamentos e as informações geradas por eles.

Efeitos colaterais

Alguns problemas complementares surgiram conforme essa falha se manteve incontornável. Para encontrar certas informações, por exemplo, a dificuldade era enorme. Afinal, seria preciso acessar diversos sistemas diferentes, um de cada vez, procurando pelos dados que se desejasse encontrar.

Por mais que diversos especialistas buscassem práticas para facilitar a comunicação entre as diferentes interfaces, a questão sempre esbarrava no limite tecnológico, como a capacidade de processamento.

Há algum tempo, essa barreira foi rompida e a integração passou a ser foco do trabalho de muitos estudiosos. Seja por meio da padronização de linguagens de programação para certos fins ou, principalmente, o desenvolvimento de sistemas que unificam as informações de todos os outros em um único lugar, já é possível aplicar esse conceito de integração de sistemas na realidade das empresas.

Por que integrar os sistemas da empresa?

Ao longo da história, sempre que uma empresa busca crescer e ser mais produtiva, um dos primeiros caminhos a serem tomados é o da automatização de processos. Pensar de maneira sistêmica é entender de que forma uma atividade influencia na outra, assim como os departamentos fazem entre si.

Os sistemas de uma empresa possuem informações relevantes não só para as equipes específicas que os utilizam. Entretanto, pode ser bastante burocrático para outros funcionários terem acesso a esses dados. É bastante comum, inclusive, que o excesso de plataformas acabe gerando problemas de segurança para as informações da empresa.

O primeiro ponto a ser considerado em relação à integração de sistemas é a facilidade para acessar as informações. Empresas que não se adaptam a certas tendências se tornam burocráticas e perdem em competitividade no mercado em que atuam.

Entretanto, a questão da segurança é fundamental para entender de que forma a integração de sistemas causa uma verdadeira revolução nas empresas. Com todas as informações unificadas em uma única plataforma, é mais fácil investir em soluções de segurança para toda a empresa.

Com o controle de acesso a esse ambiente digital e um software de criptografia, por exemplo, os dados da empresa são resguardados com mais eficiência. Caso eles sejam acessados em um dispositivo não autorizado, não será possível acessá-los, já que é preciso ter o software para decodificar os dados embaralhados — o que inclui uma licença individual.

Para tratar de alguns outros pontos de forma mais completa, falaremos a seguir dos principais impactos para os processos de gestão.

Quais são os benefícios da integração para a gestão da empresa?

As vantagens da integração de sistemas vão muito além da facilidade de acesso e o aumento da segurança da informação. Destacaremos aqui algumas vantagens para que você possa avaliar de que forma essa prática pode influenciar sua empresa de forma bastante positiva.

1. Monitoramento de acesso

Uma das maiores complicações geradas pelo excesso de sistemas em uso é o controle de acesso a cada um deles. A utilização de diferentes plataformas dificulta a tarefa da gestão de monitoramento de acesso, colocando em risco a segurança dos dados da empresa.

A integração de sistemas faz com que o controle de acesso se torne uma ferramenta realmente eficiente, possibilitando que a empresa resguarde seus dados e evite vazamentos de informações.

2. Redução de tempo e custo

Não dá para pensar em qualquer modificação na dinâmica interna de uma empresa sem considerar o impacto financeiro que isso pode gerar. No caso da integração de sistemas, o saldo é bastante positivo.

Além de agilizar o acesso às informações e desburocratizar diversos processos, o custo final com os recursos de TI passa a ser menor. A própria produtividade dos colaboradores tende a crescer com mais facilidade de acesso.

3. Diminuição de erros nos processos

Um outro ponto importante é a diminuição nos erros durante processos. A complexidade de sistemas não integrados pode causar confusão no desempenho de certas funções, como o cadastro de certas informações.

Esse tipo de erro pode impactar outros setores, gerando gargalos desnecessários. Manter as atividades unificadas facilita o trabalho dos colaboradores e resume os processos a um único ambiente digital.

4. Prevenção de conflitos entre departamentos e sistemas

A gestão não ganha apenas em velocidade, mas também descomplicando determinadas relações. Muitas vezes, informações sobre projetos podem ser relevantes para mais de um departamento, mas a falta de integração dos sistemas gera uma dificuldade de acesso.

Mesmo que haja uma boa comunicação entre gestores e coordenadores, a empresa só tem a ganhar com um sistema unificado, no qual todos possam acessar as informações.

O controle de acesso, agora mais eficiente, ajuda no trabalho de designar quais tipos de dados estão disponíveis para cada funcionário. O resultado é um sistema muito mais dinâmico, eficiente e livre de burocracia desnecessária.

Como você pode ver, a integração de sistemas é uma tendência que não pode ser deixada de lado. Faça uma análise me sua empresa e veja como ela pode otimizar os processos de gestão rapidamente!

Algumas empresas trabalham no desenvolvimento de softwares personalizados para atender às demandas específicas de sua empresa. Se quer saber como isso funciona, entre em contato com a ATM Digital!

Toda empresa possui seu próprio sistema computacional, cada um com suas características específicas. Com raras exceções, o mais comum é que essa infraestrutura digital vá crescendo e, eventualmente, alcance um nível de complexidade que torna difícil saber se é melhor mantê-lo ou replanejá-lo, partindo do zero.

Essa questão faz parte da rotina de muita gente, ainda que essas pessoas não saibam exatamente que isso é mais comum do que parece. Trata-se de um sistema legado e é fundamental estar atento para que ele não se torne um problema. Por isso, mostraremos aqui tudo o que você precisa saber sobre o assunto. Confira!

Afinal, o que é um sistema legado?

Gestores de grandes empresas podem conhecer bastante da história de crescimento do negócio. Entretanto, quando lidamos com uma infraestrutura computacional corporativa, é difícil identificar exatamente qual foi o caminho que ela traçou para chegar ao formato em que se encontra hoje.

Grosso modo, um sistema legado é uma infraestrutura digital que foi construído sem uma arquitetura definida e passou por algumas etapas de crescimento sem muito planejamento. Indo além, existem alguns indicadores específicos que ajudam a categorizar um sistema legado, já que o limite para essa falta de planejamento não é muito claro. Falaremos sobre eles de forma aprofundada mais à frente.

Devido à falta de planejamento desde o princípio da construção do sistema, as partes vão sendo adicionadas aos poucos, individualmente, de acordo com a demanda do momento. Não há uma visão de longo prazo por parte de quem faz o projeto da arquitetura e o resultado é um verdadeiro Frankenstein.

Entretanto, possuir um sistema legado não significa diretamente uma grande falha no processo de elaboração do projeto. Em muitos casos, são pequenas empresas que não tinham muita escolha a não ser investir na estrutura da qual necessitavam naquele momento. Posteriormente, com o crescimento do negócio, a demanda aumenta e, com ela, o sistema.

Em um determinado ponto, surge a percepção de que a empresa não precisa simplesmente de funcionalidades novas e programas que sejam agregados. A própria complexidade dessa arquitetura pesada e lenta começa a gerar problemas. Muitas vezes, o sistema é herança de outra empresa, o que complica ainda mais a sua reorganização.

Por isso, é fundamental saber identificar se a infraestrutura de sua empresa não configura um sistema legado e, caso isso ocorra, qual a melhor alternativa.

Quais são as características de um sistema legado?

Como dissemos, existem alguns indicadores que caracterizam o sistema como tal. Falaremos de alguns deles para que você faça um paralelo com os equipamentos e a arquitetura que possui. Posteriormente, apontaremos algumas questões sobre como lidar com ele.

Em alguns casos, mas não obrigatoriamente, o sistema já é um tanto velho. Em geral, ele é essencial e insubstituível para a empresa, apesar de contar com hardwares e mainframes já obsoletos. Ferramentas de desenvolvimento, linguagens de programação, bancos de dados e protocolos específicos são alguns dos itens que se mostram já em desuso.

Verifique se os formatos de arquivos gerados por seus programas não são incompatíveis com os mais utilizados atualmente no mercado. Muitas vezes, esse sinal parte de clientes ou fornecedores que apontam a inconsistência entre os arquivos trocados entre as empresas.

Um outro fator importante é a proteção dos dados. Sistemas que, independentemente dos esforços da equipe de TI, apresentam muitas falhas de segurança, podem ter na raiz dos problemas a sua arquitetura como um todo. Softwares já obsoletos, hardwares de baixa qualidade e não escaláveis etc.

A própria dificuldade de manutenção é um importante indicador, nesse sentido. Muitas vezes, os desenvolvedores originais de certas aplicações já se aposentaram ou não estão mais na empresa, o que torna aquele software impossível de ser mantido e atualizado. Não é à toa que os programadores utilizam o termo “colocar a mão no vespeiro” para o ato de tentar modificar um código complexo desenvolvido por outro profissional.

Como você pode ver, são vários os parâmetros que podem servir de referência para que você identifique se possui um sistema legado. Não é incomum ter problemas pontuais com algumas dessas questões. Entretanto, se elas estão se somando ou se mostram imutáveis, é bom ligar o sinal de alerta.

Sistema legado: substituir, atualizar ou manter?

É preciso ter em mente que, apesar de termos chamado a atenção para diversas características e até certos problemas do sistema legado, não estamos dizendo que a única alternativa é, obrigatoriamente, substitui-lo. Entretanto, é importante que você tenha em mente que esse seria o cenário ideal.

Um sistema legado tem como principal característica o alto custo de manutenção. Seja pela própria obsolescência do hardware ou pela dificuldade de lidar com softwares ultrapassados, é preciso investir muito para mantê-lo funcionando. Isso nos mostra a necessidade de realizar a migração para um sistema mais eficiente.

É claro que tudo depende de cada situação e das possibilidades da empresa. Não adianta ter em mente que a substituição é obrigatória se não há recursos em caixa para implementar um sistema novo e projetado de forma inteligente desde o princípio. Neste caso, vale a pena pensar em alternativas que mantenham a troca como objetivo final.

Uma migração dividida em etapas pode ser implementada com o auxílio de cloud computing, por exemplo. Alocar parte dos recursos na nuvem enquanto a infraestrutura física é substituída pode ser a forma mais eficaz de contornar eventuais problemas causados pela mudança. Afinal, esse é um dos maiores medos de empresas que cogitam investir em um sistema novo.

Ao lidar com certas aplicações de TI que envolvem o produto final da empresa (servidores de bancos, por exemplo), existe uma preocupação de que os dados possam ser perdidos. Essa migração temporária para a nuvem pode dar o tempo necessário que sua empresa precisa para realizar a troca e estabelecer um sistema totalmente novo.

O investimento realizado pode ser rapidamente recuperado. A redução de gastos com manutenção é significativa e fará, em pouco tempo, o negócio se bancar. Por isso, é importante fazer essa análise para revitalizar a infraestrutura digital da empresa, mantendo-a em dia com o que há de melhor em tecnologia.

Vale lembrar que o mercado exige que as empresas se renovem constantemente, mantendo sua competitividade. Tenha em mente essas dicas e evite que um sistema legado comprometa o desempenho dos profissionais da empresa.

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A opção por um software personalizado é uma maneira de contar com uma solução que se encaixe perfeitamente às necessidades de uma organização. As demandas por tecnologia de uma empresa nunca são iguais às de outra: mesmo aquelas que são concorrentes em um único mercado adotam processos diferentes e lidam com seus clientes e produtos de forma distinta.

Não faz sentido que a solução para problemas diferentes seja igual. Quem se rende aos softwares de prateleira acaba adaptando os seus processos internos para aquela tecnologia e com isso deixa de fazer várias atividades que seriam importantes.

Neste artigo, explicaremos melhor o que é um sistema de gestão personalizado e por que é mais inteligente investir neste tipo de solução do que se adaptar aos softwares disponíveis no mercado.

Software personalizado: o que é exatamente?

Um software personalizado é aquele feito sob medida para um cliente. Ele é moldado com base nas necessidades reais de tecnologia de uma empresa e pode potencializar atividades operacionais e administrativas de forma bem mais eficaz que os softwares de prateleira.

Hoje, a tecnologia está presente em todos mercados e qualquer tipo de negócio. Com o software certo, é possível maximizar a produtividade, reduzir lucros, estruturar e automatizar processos de uma empresa.

Para explorar essas possibilidades, é muito importante contar com as ferramentas que se encaixam melhor às necessidades da organização. Antes de adotar qualquer nova tecnologia, é natural que a empresa identifique primeiro suas demandas.e a partir disso busque soluções capazes de atendê-las.

Mas, ao pesquisar no mercado, é bem improvável que seja encontrada uma ferramenta que atenda a todos os requisitos exigidos. À vista disso, algumas organizações investem recursos extras para adaptar o software existente, ou pior, modificam seus próprios processos e rotinas para encaixar em uma tecnologia qualquer.

Isso acontece porque as empresas que desenvolvem softwares de prateleira se baseiam em um fluxo comum e genérico que na teoria possa ser vagamente adotado em qualquer negócio de um nicho específico. Mas na prática, esse encaixe não costuma acontecer.

Um sistema personalizado é uma opção melhor que vai atender todas as demandas de uma empresa. Nesse modelo, o fornecedor conhece melhor o core business do cliente e molda a solução com base em um mapeamento que leva em questão todas as particularidades do mercado e do negócio.

Por que investir em um sistema de gestão personalizado?

Existe um mito de que, por estar pronto, um software de prateleira sempre será uma solução mais barata. Mas, na verdade, quando se leva em consideração o custo total de aquisição, é muito possível que a opção por um sistema de gestão personalizado seja um investimento mais inteligente.

Além do valor da licença, quando uma empresa adquire um software de prateleira ela precisará gastar com treinamentos específicos que expliquem aos seus colaboradores as mudanças nas rotinas deles que serão causadas pela tecnologia nova, por exemplo.

Como será uma solução padrão de mercado, é bem provável que essas capacitações sejam bem mais complexas do que seria a de um software feito sob medida e que respeita os processos desenvolvidos e refinados pela organização.

Além disso, a adaptação de um software de prateleira pode sair cara para uma empresa. É preciso encontrar especialistas que dominem a forma que o sistema licenciado funciona e possivelmente gastar muito tempo implementando funcionalidades novas para ajustar esse software às necessidades da organização.

Outra razão que justifica o investimento em um software personalizado é a capacidade de reunir todas demandas de tecnologia da empresa em um único sistema integrado.

Com os avanços em data science e Big Data, por exemplo, existe a possibilidade de confeccionar ferramentas que coletam, analisam e processam dados com extrema eficiência, gerando insights importantes e dando suporte ao processo de tomada de decisões na empresa.

O mesmo vale para as tecnologias avançadas baseadas em Machine Learning, que faz o reconhecimento de padrões para realizar análises preditivas e antecipar tendências e comportamentos do consumidor.

Mas se essas tecnologias não estão integradas ao ERP, que centraliza e organiza os processos produtivos da organização, muito é perdido na transição entre os sistemas. É como se vários idiomas diferentes fossem falados dentro da empresa, sem um padrão entre eles: muito se perde na tradução.

E a complexidade de ter que lidar com uma tecnologia para cada problema diferente pode afetar a agilidade da operação.

Por fim, vale a pena destacar que um software feito sob medida é único, exclusivo e proprietário. Isso aumenta a independência da organização, que não precisa nem mesmo lidar com o parceiro que desenvolveu e entregou o produto, se assim preferir.

Quais os principais benefícios de um sistema personalizado?

O principal benefício de um sistema personalizado é a possibilidade de ter uma solução de tecnologia que atenderá todas as necessidades da empresa. Isso significa que nenhum processo precisará mais ser realizado de forma manual e que todo o operacional e administrativo da organização poderá ser efetivamente informatizado.

Antes da implementação do software personalizado, a empresa fornecedora elaborará um mapeamento completo dos processos do seu cliente, associando cada um deles a soluções que possam potencializar sua performance.

Além disso, como o desenvolvimento de soluções personalizadas envolverá diretamente a empresa e os colaboradores que utilizarão o software em suas rotinas, a resistência deles em adotar a nova tecnologia será menor, pois eles se sentirão parte da criação do produto.

Acompanhar de perto o processo de criação de um software sob medida é culturalmente bom para a empresa e as suas equipes, que poderão influenciar mais o desenvolvimento e construir juntos uma solução melhor.

Também é importante destacar que uma solução personalizada não vai encontrar as mesmas restrições tecnológicas dos produtos de prateleira. Muitas vezes uma empresa não encontrará nos softwares disponíveis no mercado o que verdadeiramente há de mais avançado.

Alguns desenvolvedores seguram tecnologias de ponta em seus produtos para lançar as novidades em uma edição seguinte, mas ao escolher um software personalizado, a empresa conseguirá exigir qualquer tipo de tecnologia possível no produto que adquirirá.

E agora que você já sabe por que sua empresa precisa de um software personalizado, que tal aproveitar para descobrir a importância de uma consultoria de TI?

O formato do desenvolvimento de sistemas para aplicações corporativas elaboradas para clientes específicos é muito diferente daquele praticado na criação de softwares para o consumidor final.

Um aplicativo corporativo é aquele utilizado por uma empresa para atender a demandas internas de gestão, produção e administração. Entre os tipos de aplicações corporativas mais conhecidas estão os ERPs (Enterprise Resource Planning) e os CRMs (Customer Relationship Manager), mas existem diversos outros tipos de softwares nessa área.

Neste artigo, falaremos um pouco mais sobre a importância das aplicações corporativas, como elas são concebidas e por que é importante uma atenção especial com a questão da segurança; boa leitura!

Como funciona o desenvolvimento de sistemas e softwares corporativos?

As aplicações desenvolvidas para empresas são softwares extremamente personalizados e específicos.

Quando uma desenvolvedora decide criar um aplicativo para o varejo, ela precisa primeiro entender quem é exatamente o seu consumidor e, a partir de dados confiáveis e pesquisas, traçar um perfil desse público para entender a demanda real do produto.

Com base nisso, será possível criar algo que atenda essas pessoas, de uma forma mais ampla, como as roupas vendidas em uma grande loja.

Mas se a aplicação será feita para uma empresa, o processo de concepção fica um pouco diferente: o público e os objetivos já estão muito bem definidos, assim com a existência de uma demanda. Ainda assim, cabe aos desenvolvedores a tarefa de se aprofundar na área do seu cliente para entender quais são de fato os problemas enfrentados por ele.

Uma aplicação corporativa então é como um terno feito sob medida: é fundamental que as necessidades da empresa sejam corretamente mensuradas e que o produto final consiga atendê-lo.

Hoje, boa parte dessas aplicações são entregues como um serviço, no modelo SaaS – Software as a Service.

Isso significa que, em vez de simplesmente vender o aplicativo, o fornecedor do software se responsabiliza pela estrutura e atualizações, cobrando uma assinatura para isso. Esse modelo de distribuição e comercialização acaba sendo mais vantajoso para o cliente, que precisa arcar com gastos e preocupações menores.

Qual a importância de uma aplicação corporativa?

A tecnologia está transformando a forma que o trabalho é realizado em todas as áreas e todos os mercados. Com um bom CRM, um empresa pode conhecer melhor o seu cliente e personalizar de forma automatizada a estratégia para lidar com cada um deles, maximizando as conversões.

Já um ERP centraliza processos e informações úteis do negócio, permitindo que tudo seja executado de modo organizada e proporcionando informações qualificadas para o processo de tomada de decisões.

Outros sistemas como ferramentas de Business Intelligence (BI), gerenciamento de projetos e Planejamento da Continuidade de Negócios (BCP) também agregam valor muito significativo para uma empresa, otimizando processos, aumentando a produtividade e reduzindo custos.

Por que integrar as aplicações web e mobile?

Hoje, já não faz mais sentido que um aplicativo corporativo possa ser acessado apenas por computadores. Em um ambiente cada vez mais dinâmico e exigente, as empresas precisam de soluções com mobilidade, que possam ser acessadas de diversos dispositivos.

Quando uma plataforma está disponível por acesso na web, como é o caso de muitos ERPs e CRMs, isso em teoria já permite que ela seja utilizada em smartphones, mas em muitos casos vale a pena ir além e desenvolver uma experiência totalmente otimizada para o mobile.

Em empresas que contam com grandes equipes de vendas, por exemplo, um aplicativo corporativo nos celulares dos vendedores permite que eles organizem, reportem e negociem com seus clientes com muito mais agilidade.

Usar um notebook para essa tarefa é desnecessário: o smartphone será mais prático, rápido e portátil, evitando que esse colaborador tenha que sair com uma mochila.

Com um CRM Mobile, os vendedores podem acessar todo seu histórico de vendas, conferir informações específicas de cada cliente e entender melhor o potencial de cada operação enquanto estiverem no campo. É possível inclusive preencher relatórios rapidamente de forma verbal e depois escutar a gravação em um momento oportuno.

A mobilidade é algo que traz benefícios para os aplicativos corporativos, facilitando o trabalho dos colaboradores e ampliando as possibilidades de uso desses softwares.

Por que é importante monitorar as aplicações corporativas?

A segurança é um ponto de grande atenção no desenvolvimento de sistemas e softwares para mobile e web. No passado, boa parte das aplicações corporativas eram hospedadas em servidores físicos na empresa e muitas vezes habitavam apenas redes internas dessas organizações, as chamadas intranets.

Hoje, com a popularização do software como serviço, as aplicações usualmente estão hospedadas na nuvem, podendo ser acessadas por qualquer dispositivo que tenha a autenticação correta.

Mas ao contrário do que possa parecer para um leigo, a migração desses serviços para a nuvem não fez com que eles se tornassem mais vulneráveis: pelo contrário, a estrutura de defesa das companhias especializadas que hospedam os sistemas na nuvem é incomparavelmente mais robusta e sofisticada que o que era feito localmente (e ainda é em alguns casos).

É muito improvável que um grande serviço de hospedagem na nuvem sofra consequências com ataques brutos de dicionário que exploram uma criptografia fraca ou malwares de massa. Por outro lado, existe um fator que continua exigindo atenção: o elemento humano.

As aplicações web e mobile podem ser acessadas facilmente por qualquer usuário remoto, desde que ele tenha a autenticação requisitada.

O problema é que essas credenciais podem ter sido tomadas do usuário em um ambiente externo à proteção da nuvem, como um golpe de phishing, que são aqueles e-mails e mensagens fraudulentas que usam da ingenuidade e excesso de confiança das pessoas para conseguir senhas e outros dados sensíveis.

Um outro perigo para a segurança digital pode surgir com colaboradores insatisfeitos ou até pessoas demitidas que por alguma razão ainda possuem acesso ao sistema.

Para se proteger dessas ameaças, existem duas estratégias que podem ser abordadas simultaneamente. A primeira e mais simples é criar um modo extra de segurança na autenticação, exigindo que ela seja feita em duas etapas: além da senha, os usuários precisam inserir um código gerado automaticamente e enviado para os seus celulares.

Outra forma de aprimorar a segurança digital é com o monitoramento constante de atividades nas aplicações. Se um determinado usuário está regularmente verificando informações sensíveis ou tentando destruir dados, isso pode automaticamente gerar um alerta para que a situação seja inspecionada pela equipe técnica.

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