Category

Consultoria em ti

Category

Saiba como aplicar o Design Thinking na sua empresa

As empresas precisam inovar constantemente para prender a atenção do público, realizar lançamentos de novos produtos que conquistem o mercado, superar a concorrência ou melhorar os seus processos internos.

Dessa forma, organizações de qualquer nicho podem utilizar técnicas de Design Thinking para estimular o pensamento criativo dos seus profissionais. A abordagem não está mais restrita aos designers como no passado e gradativamente vem sendo utilizada no mundo corporativo.

Assim, se você quer saber mais sobre os conceitos e como sua empresa pode aplicar o Design Thinking no dia a dia da organização, acompanhe este post!

O que é Design Thinking?

O Design Thinking é uma abordagem que tem a premissa de aliar os processos de uma empresa à sensibilidade do design, que ao observar a necessidade do ser humano, procura, no uso da tecnologia, buscar soluções inovadoras.

A abordagem pode ser muito útil na rotina corporativa para buscar novas ideias para melhorar os processos, lançar novos produtos e otimizar os serviços prestados.

Para desenvolver as estratégias, o Design Thinking mantém as pessoas como foco da atenção, preservando a empatia, sem abrir mão da inovação, com o propósito de encontrar uma solução focada nas necessidades do seu consumidor.

Quais são as etapas para aplicar o Design Thinking?

A metodologia possibilita que a empresa entenda as necessidades do seu cliente ou usuário por meio de processos de identificação, análise e síntese, ideação e prototipagem. Descrevemos a seguir cada etapa:

Identificação ou descoberta

A princípio, na etapa de identificação, é importante que seja apontado um problema ou questão que ainda não tenha uma resposta muito clara.

Uma técnica eficiente para potencializar a descoberta de soluções pode ser o brainstorm (tempestade de ideias). Com a finalidade de levantar o máximo possível de respostas, reúna uma equipe multidisciplinar para buscar novas ideias. Dessa forma, soluções que ainda não foram imaginadas pelo time, até então, envolvido no problema, podem surgir.

Algumas perguntas podem ser feitas para guiar o levantamento das soluções, por exemplo:

  • até o momento qual é o entendimento do problema?
  • o que pode ser levado em consideração que ainda não havia sido pensado?
  • como a solução do problema pode ser um diferencial na vida das pessoas?

Análise e Síntese

O foco dessa fase é buscar a empatia do usuário, entender quais são as suas dores, quais são as suas necessidades ou o que ele busca naquele serviço ou produto. Alguns cuidados devem ser tomados para identificar a carência do consumidor, usuário ou responsável pelo processo. As ferramentas que podem ser aplicadas nesta etapa, podem ser:

  • cartões de insights: consiste em ajudar a equipe a realizar reflexões rápidas e ativar a criatividade utilizando as observações baseadas nos dados reais.
  • diagramas de afinidades: trata-se da forma como os cartões de insights são agrupados e organizados, podendo ser por afinidade, semelhança ou familiaridade.
  • critérios norteadores: são as diretrizes que devem nortear o desenvolvimento das soluções inovadoras e não podem ser perdidas de vista.
  • mapas de conceitos: é representado graficamente com o objetivo de simplificar a organização visual dos dados complexos coletados no campo. As informações são distribuídas em diferentes níveis de profundidade e abstração.

Ideação

Nessa etapa, a solução é desenvolvida para atender o problema identificado e esmiuçado no início do processo. Como base para definir o resultado do estudo, são utilizados os dados levantados nas fases anteriores, em que você dimensionou os desvios e entendeu o que o seu cliente deseja.

As soluções devem ser baseadas nas necessidades do cliente, portanto, defina muito bem o perfil do usuário que será beneficiado com a solução.

Prototipagem

Na fase de protótipos, as propostas são refinadas por meio da representação de modelos que demonstrem a solução na prática. Aqui, também, os resultados deixam de ser apenas ideias e ficam tangíveis para a equipe envolvida no processo de inovação.

Estimule a criatividade da sua equipe nesse momento e encoraje-os a desenhar, moldar, escrever e fazer maquetes que potencializem a busca por soluções adequadas ao problema identificado.

Desse modo, novos testes e melhorias podem refinar ainda mais a solução proposta, enquanto ainda é um esboço. As mudanças nessa fase não trazem grandes prejuízos para o projeto e sim são oportunidades de melhoria.

De certo, as etapas apresentadas aqui servem apenas como uma base para aplicar o Design Thinking, podendo se adaptar às necessidades da sua empresa e tendo a possibilidade de ser dividida em mais ou menos fases. Cada problema analisado pode ser detalhado ou aglutinado em pequenas fases.

Quais são os benefícios?

Para se manter no mercado, as empresas precisam pensar de forma diferente para se destacar dos concorrentes e oferecer um diferencial estratégico. Por esse motivo, a abordagem do pensamento criativo pode ajudar as empresas na busca pela inovação dos seus processos no dia a dia. Os benefícios podem ser:

  • identificar todas as possibilidades de solução para selecionar as mais eficazes;
  • priorizar as necessidades do público-alvo;
  • desenvolver o potencial criativo da sua equipe, principalmente para solucionar problemas críticos;
  • promover a quebra de paradigmas da companhia no desenvolvimento dos seus serviços, produtos, estratégias e processos;
  • combinar o pensamento criativo da equipe com o pensamento corporativo.

Quais áreas podem utilizar o design criativo?

Empresas de todos os nichos podem utilizar a abordagem e aplicar o Design Thinking para melhorar os processos internos. Por exemplo:

  • empresas prestadoras de serviços;
  • desenvolvimento de produtos (novos ou renovação);
  • soluções digitais inovadoras;
  • serviços bancários;
  • serviços do governo (setor público);
  • modelos de negócios e empreendedorismo.

Como aplicar na sua empresa?

A abordagem pode ser implementada progressivamente dentro da empresa e deve ser contínua e intermitente, ou seja, não basta fazer apenas uma única vez.

Dependendo da área de atuação do profissional, a aplicação da abordagem pode representar uma mudança de cultura. Nesse caso, a implementação progressiva pode ser a melhor solução. Confira o que deve ser feito:

  • incentive a equipe a utilizar as técnicas para desenvolver novos produtos;
  • motive a participação de pessoas que não são da área de criação para participar de desenvolvimento criativo;
  • entenda que cada erro cometido, durante o andamento das técnicas, serve como aprendizado;
  • pense nas pessoas antes de qualquer coisa.

Em suma, aplicar o Design Thinking na sua empresa depende de pequenas ações e adaptações para mudar a forma de pensar da organização. A técnica pode ser considerada uma poderosa ferramenta de inovação para solução de problemas com foco na empatia com o consumidor, o que pode ser extremamente benéfico para a sua empresa.

Se a sua empresa quer continuar inovando e acompanhando as mudanças de comportamento sofridas pela transformação cultural, não deixe de dar uma olhada em nosso artigo sobre investimento em aplicativos móveis. Com certeza a leitura desse texto ajudará muito nesse assunto.

Como utilizar a metodologia SCRUM nos projetos da sua empresa?

No desenvolvimento de projetos, especialmente na área de tecnologia, é bem difícil manter o ritmo e a produtividade por muito tempo. Além de não haver uma definição clara de quando um software está “concluído”, também pode ser que não haja uma rotina muito sólida de trabalho. Pensando nisso, muitas empresas nessa área adotam a metodologia SCRUM para guiar seus projetos.

De forma resumida, SCRUM é uma metodologia de desenvolvimento de sistemas e softwares baseada em ciclos, chamados Sprints. Cada ciclo tem um prazo delimitado, e o objetivo é agregar mais valor ao produto a cada Sprint. Dessa forma, sempre haverá um produto a ser entregue no final de cada interação.

Está pensando em aplicar a metodologia SCRUM nos seus projetos? Então veja aqui uma explicação rápida sobre como ela funciona e quais são seus principais benefícios!

Como funciona o SCRUM?

Papéis dentro do projeto

Além do papel de cada colaborador no processo de desenvolvimento, há duas funções características dentro do SCRUM. Estas são:

Product Owner (PO)

Para garantir o sucesso de qualquer projeto, é necessário manter uma visão clara e unificada sobre o que a equipe está criando. E a melhor forma de fazer isso é deixar alguém ter a última palavra sobre o que entra ou não no produto. Para isso serve o Product Owner.

Sua função é atuar como representante do público, alguém que pensa como o cliente final. Assim, se o PO disser que algo não é relevante para o projeto, é porque essa funcionalidade não seria relevante para o comprador ou usuário do software.

Scrum Master (SM)

Com alguém já mantendo a visão da equipe nos trilhos, ainda é necessário que outra pessoa guie essa equipe no processo de produção e garanta que os fundamentos do SCRUM sejam seguidos. Esse é o Scrum Master.

O trabalho desse profissional não é dar ordens, mas apenas orientar e liderar o time de desenvolvimento — por exemplo, explicando como certas prioridades devem ser ordenadas, como organizar melhor suas rotinas e garantindo que os prazos de cada Sprint sejam mantidos.

Product Backlog

Este é o primeiro estágio da metodologia SCRUM e um dos mais importantes. Antes de começar a trabalhar, o time deve ter uma noção das funcionalidades que serão inseridas no software e, a partir disso, das tarefas a serem cumpridas.

Na primeira reunião de todo projeto SCRUM, é criado um Backlog com a lista de prioridades da equipe. Dessa forma, se for necessário descartar algo (e sempre será), a equipe poderá escolher rapidamente.

Claro que essas prioridades podem ser revisadas. A cada ciclo de planejamento, pode ser uma boa ideia conferir o Backlog e determinar quais componentes do produto devem ou não subir na lista.

Sprint Planning

Como já mencionamos, cada período do projeto é chamado de Sprint. Para cada Sprint é escolhida alguma funcionalidade para ser entregue até o fim do período. E para coordenar a equipe, é feito um Sprint Planning, ou “planejamento de Sprint”, que serve para que as tarefas sejam listadas e distribuídas para a equipe do projeto.

Dentro desse período, também devem ocorrer reuniões diárias, as Daily Scrums. Estas são bem curtas, durando no máximo 15 minutos. Seu objetivo é esclarecer 3 questões: o que foi feito para ajudar o time; o que será feito hoje; se há algo que impeça algum colaborador de ajudar. Responder a isso de antemão pode te poupar muito trabalho ao longo do dia.

Quais são os benefícios da metodologia SCRUM?

Minimização de riscos

O maior pesadelo de quem trabalha com desenvolvimento de softwares é a falta de um espoco bem definido para desenvolvimento do projeto. Não é raro que todos os envolvidos acabem sugerindo novos recursos e funcionalidades no meio do processo, esquecendo as prioridades mais básicas. Desse jeito, nenhum dos recursos é finalizado e o produto fica com um monte de códigos incompletos.

Como essa metodologia busca entregar um produto mínimo viável a cada Sprint, essa é uma preocupação bem menor. No fim de cada prazo, você sempre terá algo que pode ser embrulhado e entregue ao cliente, mesmo que ainda faltem alguns ajustes. É bem melhor ter algo com os componentes mais básicos do que não ter produto nenhum, afinal.

Progresso mais transparente

Outra grande armadilha que a metodologia SCRUM tenta evitar é a falta de controle sobre os avanços da equipe. É comum que um time entre em desespero ou mesmo perca seu ritmo de produtividade quando não sabe se está próximo de atingir uma meta, negligenciando sua agenda ou forçando horas extras desnecessárias.

Ao realizar reuniões frequentes para acompanhar seu progresso, é bem mais difícil perder de vista o que está acontecendo até agora. Isso evita que a equipe tenha que trabalhar demais sem resultado ou que trabalhe pouco e perca prazos.

Foco na qualidade do produto

A maioria das empresas acaba focando mais nas rotinas e horas de trabalho do que na qualidade do produto entregue. Essa mentalidade leva a diversos problemas, desde colaboradores frustrados até problemas de planejamento. Manter o foco nas tarefas individuais, prazos e objetivos é mais importante para o cliente.

Ao usar o SCRUM, você deve dar prioridade à entregas com qualidade total, não ao quanto de horas cada um deve trabalhar por dia. Dessa forma, seu cliente pode ficar mais satisfeito e sua equipe administrará melhor o próprio tempo.

Otimização de recursos

Por fim, mas não menos importante, a metodologia SCRUM busca obter o máximo de produtividade com o mínimo de custos. Isso inclui recursos financeiros, tecnológicos, humanos e de tempo. Com planos mais simples e objetivos curtos, é mais fácil encontrar pontos para cortar gastos extras e minimizar desperdício.

Consequentemente, os esforços de cada profissional envolvido tendem a ser mais bem direcionados. Isso faz com que os indivíduos e a equipe como um todo sejam mais produtivos no dia a dia, entregando mais valor no produto em menos tempo. Isso te dará mais espaço para adicionar funcionalidades sem sobrecarregar o time.

Agora você já entende um pouco mais sobre metodologia SCRUM! Esta é a hora de colocá-la em prática nos projetos da sua empresa e aproveitar seus benefícios. Quer continuar acompanhando nossas novidades? Curta nossa página no Facebook e fique sempre por dentro das mais novas dicas e conteúdos!

Infraestrutura de redes: como resolver seus principais problemas?

Atualmente é impossível imaginarmos uma empresa que funcione bem sem um bom serviço de TI — para ser mais específico, sem uma boa infraestrutura de redes. Um sistema falho pode travar toda uma cadeia produtiva, resultando em perdas financeiras e de qualidade.

As plataformas de cloud computing, por exemplo, necessitam de conexões de rede para funcionarem de forma plena, aumentando a necessidade das empresas de disponibilizar uma solução de infraestrutura de alta velocidade e que permita uma transmissão de dados confiável.

O grande desafio de gestores e profissionais de TI é mapear e solucionar os principais problemas da infraestrutura de rede da sua corporação. Neste post você conhecerá as falhas mais comuns nesse sentido. Continue a leitura e saiba mais!

Suporte técnico ineficaz

Os técnicos devem estar sempre prontos para oferecer um suporte eficaz, de acordo com as necessidades da empresa. Esse suporte é essencial para que os usuários do sistema tenham uma rotina de trabalho mais fluida e possam solucionar suas dúvidas rapidamente, diminuindo gargalos.

O suporte técnico atua no atendimento de solicitações como a troca de senhas, dúvidas no funcionamento dos sistemas e liberação de acesso aos dados.

Falta de investimento na infraestrutura de redes

Um dos maiores problemas que uma empresa pode encontrar na sua infraestrutura de redes é em relação ao alto valor de manutenção. Equipamentos como os servidores dedicados têm um custo alto de contratação, o que pode tornar inviável a sua troca regular.

Quando essa manutenção não é feita, a empresa tem um grande prejuízo na produtividade, além de diminuir suas receitas por não conseguir atender às demandas de mercado.

Para evitar esse tipo de situação, é interessante que a empresa invista em modelos mais flexíveis, como as soluções de cloud computing, que permitem que a empresa mantenha uma estrutura de ponta a ponta com um menor custo.

Uso de softwares ilegais

Muitas empresas adotam softwares “piratas” como forma de diminuir os custos do setor de TI. O que a maioria dos gestores não entende é que essa prática pode comprometer a produtividade do negócio, além de deixar os seus dados vulneráveis.

O uso de ferramentas ilegais poderá causar uma série de problemas jurídicos para a empresa, gerando um custo maior do que o esperado, além de prejudicar a integridade da organização.

Má configuração de dispositivos

Para evitar gargalos de rede e garantir o aumento da vida útil dos seus ativos de TI, os responsáveis pelo sistema devem otimizar a configuração de todos os equipamentos. Os ajustes precisam ser planejados dentro das necessidades da empresa, com foco na capacidade de entregar serviços de qualidade.

Assim, o responsável poderá configurar os aparelhos de acordo com a atividade exercida pelos usuários da infraestrutura da rede corporativa.

Falta de monitoramento

Outra forma de prevenir problemas com ativos digitais é realizando o monitoramento das infraestruturas de TI e com a otimização na configuração de dispositivos digitais.

Um bom monitoramento de rede possibilita a visualização rápida de seus ambientes virtuais. Com um bom sistema de sensores e softwares especializados você poderá monitorar desde o processador e a memória utilizada na velocidade da rede até o hardware que hospeda o equipamento a máquina virtual. Assim você poderá identificar rapidamente possíveis problemas, agilizando a solução.

Os gestores de TI devem identificar as vulnerabilidades por meio sistemas automatizados, rastreando comportamentos suspeitos e verificando possíveis tentativas de ataque. Além disso, sempre que houver um excesso de requisições na rede, o setor será capaz de redimensioná-la, mantendo a qualidade da conexão.

Gargalos na rede

Quando uma estrutura não é redimensionada corretamente, acontecem os famosos gargalos de rede. Sempre que há uma grande mudança no mercado ou um projeto novo é implementado na empresa, pode ocorrer um período de uso mais intenso da rede.

Os equipamentos devem estar preparados para lidar com um número bem maior de requisições de usuários. Caso não estejam, a empresa perderá muita qualidade nas conexões.

A solução está no investimento em infraestrutura, como abordamos no segundo tópico deste texto. Tecnologias de fibra óptica são parte dessa modernização. Com elas você conseguirá redimensionar a capacidade da rede corporativa, aumentando a velocidade e diminuindo as latências.

Além disso, a renovação dos equipamentos — que pode parecer um custo no início — será um investimento que renderá aumento de receita, com a diminuição do custo e de manutenção no longo prazo.

Ausência de políticas para recuperação de banco de dados

Os problemas no sistema de redes de uma empresa aparecerão independentemente da politica de TI da organização. Sendo assim, os técnicos e gestores precisam estar prontos para uma ação rápida quando ocorrer algum problema. Essa prontidão reduzirá os impactos de falhas no fluxo de trabalho e, consequentemente, os prejuízos financeiros.

As empresas podem e devem contar com uma solução de computação em nuvem como estratégia para manter os sistemas com um bom índice de disponibilidade. Esses serviços garantem a alocação dinâmica dos recursos, além de permitir que a empresa tenha seus dados armazenados em um local de alta performance.

Perda de dados

A perda de dados pode causar danos irreparáveis a uma empresa. Sem políticas de backup de dados a empresa ficará vulnerável à possibilidade de perda de informações no caso de uma pane nos equipamentos ou de um ataque virtual, por exemplo.

Para que isso não ocorra, os gestores de TI precisam investir em rotinas de backup que utilizam múltiplas mídias. Isso é primordial para que não haja perda permanente de informações importantes para a infraestrutura da sua empresa.

Com essas dicas a sua empresa pode melhorar de forma considerável a conscientização em relação aos principais problemas de infraestrutura de rede. Não deixe para a última hora a reformulação e a otimização do seu sistema!

Cada minuto perdido com uma rede de baixa qualidade significa menos produtividade e, por consequência, menos faturamento. Investimentos em infraestrutura de redes não são custos, são gastos necessários para um bom andamento de qualquer setor produtivo.

E então, gostou deste texto? Assine já a nossa newsletter e continue por dentro de novidades sobre a tecnologia da informação!

Por que ter um gerenciamento de TI terceirizado da sua estrutura?

O gerenciamento de TI terceirizado tem sido uma saída para superar obstáculos enfrentados por muitas empresas, sobretudo por dependerem da tecnologia e não terem a expertise necessária para tornar o departamento eficiente — técnica e financeiramente.

De que obstáculos nós estamos falando? Comecemos pelo próprio trabalho de planejar o investimento em recrutamento, infraestrutura, produtos de software, contratações de serviços e tudo mais, tendo que se adequar a limites orçamentários.

Juntando esse fator às necessidades de tornar a TI cada vez melhor, ao mesmo tempo em que se devem reduzir os custos, fica muito difícil gerar um desenvolvimento razoável a ponto de manter bons níveis de competitividade.

A terceirização (outsourcing) se propõe a eliminar consideravelmente os entraves, amenizando os desafios conhecidos pelas dores de cabeça que trazem. Como? Contratando serviços de TI em vez de formar equipe interna.

O objetivo deste artigo é analisar a questão mais detalhadamente, destacando os benefícios e as razões para optar pelo gerenciamento de TI terceirizado da sua estrutura. Acompanhe!

O que é terceirização de TI?

A terceirização em si está longe de ser uma novidade. Hoje em dia sobram empresas que vendem serviços nas mais diversas áreas, desafogando seus clientes em termos de finanças e gerenciamento de pessoal.

Ultimamente esse modelo tem crescido significativamente no que tange a Tecnologia da Informação, pois o outsourcing permite às empresas adquirirem certa complexidade sem que precisem investir pesado.

Evidência desse crescimento é a vasta gama de processos e recursos tecnológicos que podem ser atribuídos a empresas especializadas, as quais cobram pelo serviço prestado.

Por que se tem optado pelo gerenciamento de TI terceirizado?

Entre tantos motivos para tal está a transformação digital, ou seja, a tecnologia como grande aliada nas melhorias de desempenho e outros aspectos importantes do negócio, independentemente do segmento.

Como a TI não é especialidade da maioria dessas empresas, terceirizar é uma alternativa para ter um ambiente tecnológico de qualidade, ao mesmo tempo em que se pode dedicar inteiramente ao carro-chefe do negócio.

Logo abaixo explicaremos em detalhes esse e outros 7 benefícios da terceirização que têm levado empresas (inclusive PMEs) à sua adoção, tendo como base esta pesquisa feita pela Deloitte em 2016.

Foco no core business

Um dos mais claros objetivos das empresas que investem na terceirização de TI é poder focar nas atividades mais relevantes, ou seja, os processos de negócio que refletem no serviço prestado ou na qualidade do produto.

Se uma organização não conhece a fundo o setor de TI e decide recrutar profissionais, por exemplo, levará pouco tempo para que ela se veja mais ocupada resolvendo problemas acerca da TI do que as questões do negócio.

Por outro lado, ao contar com o gerenciamento de TI terceirizado, toda a preocupação inerente ao departamento é deixada para trás, direcionando o foco ao que há de mais importante.

Redução de custos

Outra meta que as empresas têm em comum ao optar pelo outsourcing de TI é a redução de custos. Nesse sentido, terceirizar é uma excelente solução!

Conforme dito no início do texto, o gestor de TI convive com o desafio de otimizar o departamento de maneira que as contas fechem. Em comparação ao recrutamento, terceirizar virou um sinônimo de diminuir gastos.

Supondo que a empresa monte uma equipe de desenvolvimento tendo em vista criar/manter um sistema de software personalizado. Somente com salários, tributações e treinamentos ela já terá que arcar com muito dinheiro.

O que aconteceria se, em vez de recrutar, a empresa terceirizasse? Primeiramente, ela economizaria um ótimo montante, visto que pagaria pelo serviço e nada mais. Em segundo lugar, o resultado final tenderia a ser melhor — conforme veremos abaixo.

Aumento na qualidade do serviço

Considerando o exemplo anterior, não se pode deixar de lado um importante detalhe: a empresa não conta com um RH capacitado para avaliar candidatos da área de TI.

Os fornecedores de serviços terceirizados, no entanto, fazem valer a expertise desde os processos de seleção dos seus profissionais. Além disso, os colaboradores são altamente treinados.

Portanto, desde que prestada por uma boa parceira, a terceirização oferece o que há de melhor no mercado, agregando na qualidade do serviço.

Planejamento de capacidade

Geralmente as empresas não sabem ao certo do que precisam quanto à capacidade tecnológica, o que as leva a equívocos que geram custos e desperdício de recursos.

O outsourcing de TI costuma cuidar do planejamento de capacidade fazendo a parte de consultoria, avaliando a situação da empresa e prevendo o quanto de recursos será utilizado para garantir desempenho e a escalabilidade.

Impacto na mudança transformacional

A mudança transformacional, processo cujo propósito é adequar o ambiente corporativo às exigências do mercado, cedo ou tarde se torna uma realidade para o negócio.

Quanto a isso, o papel da TI sempre foi relevante, pois as mudanças radicais em processos, princípios e modus operandi costumam estar envolvidos com a tecnologia.

Com suporte de especialistas, tal mudança será realizada à medida que surgirem novas tecnologias fundamentais para manter altos níveis de competitividade.

Atendimento às demandas do negócio

Há pouco falamos sobre as empresas não saberem do que precisam em termos de TI. De certo modo, a questão das demandas do negócio tem a ver com isso, mas ela vai além: após identificar as demandas é preciso criar soluções para atendê-las.

Uma equipe interna nem sempre garante êxito. Dependerá não só dos tipos de profissionais que compõem o departamento, mas da qualidade e da experiência deles.

Empresas terceirizadas tendem a carregar um conjunto de conhecimentos práticos, o famigerado know-how, o que faz total diferença na hora de desenvolver soluções providenciais.

Gerenciamento de ambientes empresariais

Assegurar o bom funcionamento do ambiente corporativo, bem como a sua disponibilidade, é uma missão corriqueira do setor de TI que não permite falhas. Qualquer problema que afete a estrutura comprometerá todos os processos atrelados aos ativos de TI.

Perante todas as ameaças que cercam as infraestruturas e os sistemas de TI no mundo, especialmente as cibernéticas, delegar a tarefa a uma terceirizada tende a ser uma ótima investida.

Acesso a capital intelectual

Quanto menos atividades que exijam raciocínio humano estiverem presentes nos processos, melhor será o desempenho da empresa em todos os sentidos. É com essa premissa que o capital intelectual se configura como um elemento atrativo às companhias.

Ganhar vantagem competitiva em um mercado tão concorrido depende, muitas vezes, de reunir o conhecimento de todos os colaboradores, bem como da troca de conhecimento entre duas ou mais empresas.

Uma parceira especializada pode contribuir muito nesse sentido, fornecendo orientações, acompanhamento de planos e ações, implantações, assessoramento, entre outros serviços.

O que achou dos benefícios que o gerenciamento de TI terceirizado gera? Quer obtê-los no seu negócio? Para isso é fundamental contar com uma parceria segura e confiável, que somente uma empresa com experiência no mercado pode proporcionar.

Fundada em 2008, a ATM Digital – Sistemas & Softwares, com auxílio de grandes parceiros, oferece soluções personalizadas desenvolvidas para atender às necessidades da sua empresa. Solicite agora mesmo uma assessoria!

Mapeamento de processos para a reestruturação interna na empresa

Se tem um dito empresarial que tem cada vez mais se firmado como verídico, é o que prega que mapeamento de processos é amigo dos resultados corporativos.

Isso porque já está claro que sem profundo conhecimento da realidade do negócio, não é possível traçar estratégias para estancar perdas e otimizar ganhos.

Mapear um processo nada mais é do que desenhar o fluxo das atividades que suportam a empresa. Trocando em miúdos, é como se fosse tirada uma fotografia do negócio e, ali, pudesse ser visualizado o estado real dos processos, envolvendo pontos fracos e fortes.

Esse raio X do empreendimento permite entendê-lo e alcançar a compreensão necessária para começar uma transformação positiva, minimizando problemas e explorando potencialidades.

Neste post, será demonstrado como o mapeamento de processos é vital para subsidiar pequenas revoluções que, aos poucos, colocarão as empresas no rumo certo para alcançar o sucesso desejado. Boa leitura!

Por que você deve mapear os processos da sua empresa?

Para entender a importância da formalização de processos, com registro de todos os fluxos e das regras que os regem, basta imaginar a situação inversa: pensar em uma organização que não tenha processos definidos é ter a imagem do caos. Ali, são constantes os erros, retrabalhos, sombreamentos e gargalos.

O dia a dia passa a ser uma luta constante de combate a incêndios. Assim que um se paga aqui, acolá outro começa. E esse ciclo não tem fim, onerando recursos, desviando a atenção de colaboradores e gestores e prejudicando que a empresa chegue a patamares de competitividade e perenidade no mercado.

O diagnóstico mais comum em organizações que mantêm processos mal estruturados e pouco documentados costuma registrar danos, como queda de produtividade, tempo exagerado para execução de tarefas, desperdício de recursos, riscos de diversas naturezas e desmotivação do corpo funcional.

Por isso é tão relevante iniciar um trabalho de mapeamento de processos, porque além de permitir enxergar a situação real da empresa, permitirá estabelecer fluxos repetíveis, controlados, confiáveis, seguros e eficientes.

Só assim os gestores terão uma visão ampla e realista das fraquezas e das forças da empresa. De posse das informações que só um mapeamento pode oferecer, administradores podem elaborar um planejamento efetivo para que iniciativas sejam implementadas rumo à melhoria do desempenho do negócio.

Como fazer um mapeamento de processos?

No mercado, existem técnicas já consolidadas para um mapeamento, inseridas em metodologias de gestão de processos empresariais.

Mas para uma abordagem mais prática sobre esse tipo de exercício, alguns passos podem ser citados como norteadores para gestores que desejam conhecer melhor o chamado “as is” (situação atual) do negócio, com vistas a estabelecer um futuro otimizado (ou “to be”). Acompanhe!

  1. O primeiro ponto é definir objetivos para o trabalho de mapeamento de processos: com o que ele pretende contribuir? Para a redistribuição das atividades entre setores, para acelerar o tempo de execução das tarefas, para trazer mais eficiência operacional ou para remodelar a estrutura organizacional são alguns exemplos.
  2. Na sequência, devem ser identificados os principais processos organizacionais. Exemplos: receber demanda do cliente, gerenciar o estoque, distribuir produtos, atender o cliente em pós-venda.
  3. Listados os processos mais relevantes, deve-se partir para a identificação das entradas e saídas de cada um deles. No exemplo do processo “receber demanda do cliente”, a entrada é a solicitação recebida e a saída é o registro da solicitação em determinado sistema.
  4. Deve-se, também, identificar os fornecedores e clientes de cada processo. No mesmo caso do processo “receber demanda do cliente”, o fornecedor é o próprio cliente, que entrega um insumo para o processo iniciar seu ciclo, e o cliente é o setor que será acionado após o registro da demanda, podendo ser o de estoque para separação do produto que acaba de ser comprado.
  5. Esses levantamentos geram uma sequência, que pode ser desenhada em um fluxo. Isso facilita a visualização das passagens de mão entre os processos e os intervenientes envolvidos.
  6. Com essa documentação em fluxograma, visualizar pontos de atenção e gargalos fica mais fácil.
  7. Até aqui já se tem elementos para propor melhorias para solucionar as fragilidades identificadas.
  8. Mais uma vez é produtivo transformar o desenho do processo ideal em fluxogramas para documentar o “to be” e as otimizações pensadas.

Pronto, em linhas gerais, pode-se dizer que seguindo esses oito passos será possível ter um mapeamento de processos e um processo racionalizado documentado. Mas o trabalho não para por aí.

É preciso tirar o mundo ideal do papel e praticá-lo no cotidiano da empresa. Depois, é importante monitorar o andamento dos novos fluxos por um tempo, identificar novos problemas e propor mais melhorias.

Isso constitui o ciclo de melhoria contínua de um processo e é isso que garantirá que a empresa estará atuando sempre no limite de suas possibilidades e sempre entregando o máximo de valor possível.

A partir do mapeamento de processos fica muito mais fácil reestruturar a empresa

Com tanta riqueza de informações em mão, o papel do gestor se empodera. E aí, melhorar fluxos e processos torna-se o básico e ações mais avançadas tornam-se viáveis. O melhor exemplo é a reestruturação da empresa como um todo.

Ora, se temos um retrato da organização, já sabemos onde há dificuldades e como elas podem ser solucionadas, por que não partir para uma melhora mais ampla envolvendo também mudanças na estrutura da empresa?

Essa é uma saída interessante para que problemas mais profundos sejam resolvidos com foco na causa. Também constitui um meio para sustentação dos processos otimizados que foram (re)desenhados na etapa anterior.

Durante o mapeamento, é muito comum perceber que sombreamentos e intersecções improdutivas são resultados de uma estrutura mal distribuída ou segregações indevidas. Assim, a cereja do bolo da gestão de processos pode estar exatamente na fase de reestruturação organizacional.

Isso porque transformações estruturais permitirão que cada colaborador e cada departamento recebam os processos com os quais podem lidar de uma maneira mais eficiente. Isso é uma premissa que possibilita que a empresa comece a fazer mais com menos e empregue os recursos disponíveis maximizando os resultados que cada um deles pode oferecer.

É importante frisar que uma reestruturação bem-sucedida impulsiona os negócios e permite experimentar alterações significativas e inovações no padrão vivenciado até então.

Com uma estrutura mais adequada às necessidades do negócio, a empresa ganha em diversos aspectos, especialmente nos relacionados às condições para responder oportunamente às exigências do mercado.

Benefícios da reestruturação de processos

Vimos até aqui defendendo que é útil mapear e reestruturar processos, mas ainda não citamos, objetivamente, os benefícios dessa empreitada. Conheça, agora, as principais vantagens desse tipo de iniciativa:

  • redução de falhas e de gargalos;
  • simplificação dos fluxos de trabalho;
  • minimização de desperdícios e redução de custos;
  • maior padronização garante mais qualidade às entregas;
  • repetibilidade dos fluxos dos processos permite maior controle sobre a esteira produtiva e gerencial;
  • mais fluidez na comunicação entre os setores;
  • maior disseminação dos conhecimentos na organização;
  • redução do tempo de passagem de bastão entre as áreas;
  • redução do tempo de resposta ao cliente;
  • maior eficiência operacional;
  • melhores condições para a tomada de decisão;
  • mais competitividade e melhores condições para maior rentabilidade do negócio.

Esses ganhos podem ser capturados tão logo sejam iniciadas as primeiras mudanças vislumbradas em um desenho de “to be”. Além de técnicas apropriadas, é importante utilizar ferramentas que permitam inserir as características de cada processo, para oferecer a projeção de tendências e cenários de atuação do negócio.

Vale a pena buscar parceiros especializados no mercado, para disponibilizar soluções que automatizem as atividades que comporão o processo otimizado e possibilitem medir sua performance. Isso trará maior controle e a garantia de que tudo andará conforme previsto naquele modelo elaborado com a intenção de aprimorar a realidade do negócio.

É assim que se começa uma cultura de resultados e de gestão eficaz: investindo em mapeamento de processos e evoluindo a empresa para que ela se aproxime, cada vez mais, de seus objetivos estratégicos.

A ATM Digital disponibiliza métodos, ferramentas e consultoria para promover a reestruturação de negócios com base em gestão de processos. Entre em contato conosco e conheça nossas soluções!

Consultoria de TI: por que você precisa de uma?

A área de TI desempenha um papel fundamental no crescimento estratégico de qualquer empresa. É preciso encontrar formas de aplicar os seus recursos de maneira inteligente para otimizar seu desempenho e, consequentemente, de todos os outros setores. Entretanto, nem sempre é fácil enxergar a melhor forma de agir nesse sentido.

É por isso que a consultoria de TI vem se tornando um serviço cada vez mais essencial para as empresas, representando quase que uma questão de sobrevivência. Para que você entenda sua importância, de que forma ela atua e os benefícios de contar com esse serviço, mostraremos aqui tudo o que você precisa saber sobre o assunto. Confira!

O que faz uma consultoria de TI?

Quando falamos de uma equipe de TI eficiente, é impossível não começar pensando na questão da organização. Tanto a gestão do time quanto as metodologias utilizadas em seus processos devem estar alinhadas com os objetivos da empresa, de forma que todos os setores se beneficiem dos recursos providos pela TI.

Para começar, podemos citar a reestruturação da equipe para diminuir as falhas. Os consultores analisam os objetivos da empresa e os processos da rotina de TI para oferecerem uma análise do que pode ou deve ser melhorado, buscando adequar o funcionamento geral do time.

De forma geral, a consultoria de TI oferece toda a carga de conhecimento e experiência de profissionais altamente capacitados para otimizar o funcionamento do setor em sua empresa, corrigindo erros e ajustando processos conforme a necessidade.

A importância da consultoria em tecnologia para a empresa

Um dos grandes desafios de qualquer empresa que busca otimizar os processos de seus setores é abstrair da visão condicionada que o ambiente de trabalho nos proporciona. Ao estar envolvido em determinadas atividades, é difícil manter um olhar suficientemente crítico. Esse é um dos maiores diferenciais que uma consultoria pode oferecer.

O olhar de fora é algo extremamente valioso para quem busca identificar pontos a serem melhorados. A experiência dos profissionais de consultoria faz com que eles estejam mais acostumados a entender o cenário de sua equipe baseados em preparo técnico e conhecimento de casos similares em outras empresas.

Além disso, um consultor está apto a intervir nos processos conforme for necessário. Muitas vezes, ao buscar uma solução interna, a empresa acaba esbarrando nos próprios métodos de trabalho e não é capaz de desempenhar uma intervenção eficiente.

Isso inclui, também, possíveis desvios de comportamento dentro da empresa. Apenas um profissional externo, sem relações diretas com os processos internos da empresa, será capaz de apontar e propor formas de corrigir supostos hábitos que prejudicam o desempenho da equipe de TI como um todo.

Vale lembrar que o foco é otimizar o rendimento da equipe e de seus recursos. Por isso, a consultoria deve ser realizada com parceria e engajamento dos funcionários. Rapidamente, eles perceberão que soluções simples poderão servir para melhorar o desempenho de todos.

Onde e como a consultoria de TI age dentro da empresa?

Para entender de forma mais clara como atua a consultoria especializada em TI, destacaremos alguns pontos importantes deste processo. Para começar, falaremos de um item essencial e sempre presente na rotina dos profissionais envolvidos.

Desenvolvimento e implementação de softwares

Sempre que um software precisa ser desenvolvido ou implementado, há a necessidade de um planejamento de execução para essa tarefa. Dificilmente um programa será igual ao outro, o que torna necessário um novo plano de ações.

A consultoria em TI oferece um conhecimento mais sólido sobre as diferentes formas de executar essa tarefa. Tanto com soluções específicas para o desenvolvimento do software quanto contribuindo com um planejamento mais eficaz para a implementação na rotina da empresa.

Identificação de pontos fracos e fortes

O trabalho de um consultor não se resume a apontar erros. É preciso ter um olhar crítico sobre os pontos fortes de uma equipe de TI para compreender qual a melhor forma de aproveitá-los e criar uma estratégia própria de trabalho.

Identificando os pontos fortes e fracos da equipe, a consultoria ajuda sua empresa a atuar pontualmente em busca de melhorias. Uma das formas de alcançar este objetivo é fazendo um mapeamento de processos e avaliando de que forma eles são realizados hoje, para então pensar em prós e contras.

Solução de problemas internos

Como citado anteriormente, é importante contar com uma visão de fora para identificar problemas. Mas o trabalho não para aí. Uma consultoria eficiente ajuda sua empresa a solucionar problemas de uma maneira rápida e eficiente.

Alguns exemplos são questões relacionadas à segurança de arquivos, seja por vazamento de informações ou protocolos de acesso aos dados. Até mesmo uma instabilidade na rede pode ser identificada e corrigida de forma mais simples, algo que uma ação interna demoraria para notar, já que está condicionada àquele ambiente.

Minimizando falhas

De modo geral, a atuação de uma equipe de consultoria busca minimizar as falhas do setor de TI e ampliar as possibilidades de ação. Tendo isso em mente, é possível prever uma gama bem maior de melhorias a serem alcançadas graças a esse serviço.

Para entender melhor, mostraremos a seguir algumas das principais vantagens.

Benefícios da contratação de uma consultoria de TI

Qualidade e segurança

O ponto forte de uma consultoria é oferecer maior qualidade e segurança para dados e processos envolvidos na rotina da equipe de TI. Considerando os fatores citados acima e as possibilidades de atuação dos consultores, podemos concluir que a consultoria oferece uma avaliação crítica extremamente detalhada da dinâmica de sua equipe.

Tanto em questões mais técnicas e pontuais quanto na gestão de projetos, há muito o que pode ser feito e o resultado é maior qualidade no produto final da empresa com segurança na execução dos processos.

Agilidade na entrega

A capacidade de oferecer prospectos e avaliações mesmo durante o período de consultoria faz com que esse serviço acabe sendo procurado em tempo integral por cada vez mais empresas. O trabalho passa a ser uma parceria duradoura e que proporciona melhorias constantes no setor de TI.

Um bom exemplo é a capacidade da consultoria de identificar rapidamente se os softwares utilizados não são muitos e pouco integrados, assim como de oferecer soluções para essa questão. Manter os softwares trabalhando de forma alinhada economiza tempo e dinheiro para toda a empresa.

A consultoria de TI é um investimento extremamente valioso e que traz retorno rapidamente. Faça uma avaliação em sua empresa e veja como ela pode ser a solução que você buscava para otimizar a produtividade interna!

Quer saber mais? Então entre em contato conosco e conheça mais benefícios que sua empresa pode alcançar ao contar com uma consultoria especializada!