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Cristian Picoli

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Infraestrutura de redes: como resolver seus principais problemas?

Atualmente é impossível imaginarmos uma empresa que funcione bem sem um bom serviço de TI — para ser mais específico, sem uma boa infraestrutura de redes. Um sistema falho pode travar toda uma cadeia produtiva, resultando em perdas financeiras e de qualidade.

As plataformas de cloud computing, por exemplo, necessitam de conexões de rede para funcionarem de forma plena, aumentando a necessidade das empresas de disponibilizar uma solução de infraestrutura de alta velocidade e que permita uma transmissão de dados confiável.

O grande desafio de gestores e profissionais de TI é mapear e solucionar os principais problemas da infraestrutura de rede da sua corporação. Neste post você conhecerá as falhas mais comuns nesse sentido. Continue a leitura e saiba mais!

Suporte técnico ineficaz

Os técnicos devem estar sempre prontos para oferecer um suporte eficaz, de acordo com as necessidades da empresa. Esse suporte é essencial para que os usuários do sistema tenham uma rotina de trabalho mais fluida e possam solucionar suas dúvidas rapidamente, diminuindo gargalos.

O suporte técnico atua no atendimento de solicitações como a troca de senhas, dúvidas no funcionamento dos sistemas e liberação de acesso aos dados.

Falta de investimento na infraestrutura de redes

Um dos maiores problemas que uma empresa pode encontrar na sua infraestrutura de redes é em relação ao alto valor de manutenção. Equipamentos como os servidores dedicados têm um custo alto de contratação, o que pode tornar inviável a sua troca regular.

Quando essa manutenção não é feita, a empresa tem um grande prejuízo na produtividade, além de diminuir suas receitas por não conseguir atender às demandas de mercado.

Para evitar esse tipo de situação, é interessante que a empresa invista em modelos mais flexíveis, como as soluções de cloud computing, que permitem que a empresa mantenha uma estrutura de ponta a ponta com um menor custo.

Uso de softwares ilegais

Muitas empresas adotam softwares “piratas” como forma de diminuir os custos do setor de TI. O que a maioria dos gestores não entende é que essa prática pode comprometer a produtividade do negócio, além de deixar os seus dados vulneráveis.

O uso de ferramentas ilegais poderá causar uma série de problemas jurídicos para a empresa, gerando um custo maior do que o esperado, além de prejudicar a integridade da organização.

Má configuração de dispositivos

Para evitar gargalos de rede e garantir o aumento da vida útil dos seus ativos de TI, os responsáveis pelo sistema devem otimizar a configuração de todos os equipamentos. Os ajustes precisam ser planejados dentro das necessidades da empresa, com foco na capacidade de entregar serviços de qualidade.

Assim, o responsável poderá configurar os aparelhos de acordo com a atividade exercida pelos usuários da infraestrutura da rede corporativa.

Falta de monitoramento

Outra forma de prevenir problemas com ativos digitais é realizando o monitoramento das infraestruturas de TI e com a otimização na configuração de dispositivos digitais.

Um bom monitoramento de rede possibilita a visualização rápida de seus ambientes virtuais. Com um bom sistema de sensores e softwares especializados você poderá monitorar desde o processador e a memória utilizada na velocidade da rede até o hardware que hospeda o equipamento a máquina virtual. Assim você poderá identificar rapidamente possíveis problemas, agilizando a solução.

Os gestores de TI devem identificar as vulnerabilidades por meio sistemas automatizados, rastreando comportamentos suspeitos e verificando possíveis tentativas de ataque. Além disso, sempre que houver um excesso de requisições na rede, o setor será capaz de redimensioná-la, mantendo a qualidade da conexão.

Gargalos na rede

Quando uma estrutura não é redimensionada corretamente, acontecem os famosos gargalos de rede. Sempre que há uma grande mudança no mercado ou um projeto novo é implementado na empresa, pode ocorrer um período de uso mais intenso da rede.

Os equipamentos devem estar preparados para lidar com um número bem maior de requisições de usuários. Caso não estejam, a empresa perderá muita qualidade nas conexões.

A solução está no investimento em infraestrutura, como abordamos no segundo tópico deste texto. Tecnologias de fibra óptica são parte dessa modernização. Com elas você conseguirá redimensionar a capacidade da rede corporativa, aumentando a velocidade e diminuindo as latências.

Além disso, a renovação dos equipamentos — que pode parecer um custo no início — será um investimento que renderá aumento de receita, com a diminuição do custo e de manutenção no longo prazo.

Ausência de políticas para recuperação de banco de dados

Os problemas no sistema de redes de uma empresa aparecerão independentemente da politica de TI da organização. Sendo assim, os técnicos e gestores precisam estar prontos para uma ação rápida quando ocorrer algum problema. Essa prontidão reduzirá os impactos de falhas no fluxo de trabalho e, consequentemente, os prejuízos financeiros.

As empresas podem e devem contar com uma solução de computação em nuvem como estratégia para manter os sistemas com um bom índice de disponibilidade. Esses serviços garantem a alocação dinâmica dos recursos, além de permitir que a empresa tenha seus dados armazenados em um local de alta performance.

Perda de dados

A perda de dados pode causar danos irreparáveis a uma empresa. Sem políticas de backup de dados a empresa ficará vulnerável à possibilidade de perda de informações no caso de uma pane nos equipamentos ou de um ataque virtual, por exemplo.

Para que isso não ocorra, os gestores de TI precisam investir em rotinas de backup que utilizam múltiplas mídias. Isso é primordial para que não haja perda permanente de informações importantes para a infraestrutura da sua empresa.

Com essas dicas a sua empresa pode melhorar de forma considerável a conscientização em relação aos principais problemas de infraestrutura de rede. Não deixe para a última hora a reformulação e a otimização do seu sistema!

Cada minuto perdido com uma rede de baixa qualidade significa menos produtividade e, por consequência, menos faturamento. Investimentos em infraestrutura de redes não são custos, são gastos necessários para um bom andamento de qualquer setor produtivo.

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Saiba o que é arquitetura de software e qual a sua importância

Muita gente não sabe, mas a forma como os elementos estão dispostos em um software pode impactar diretamente nas vendas de seus produtos, trazendo prejuízos à empresa e aos seus colaboradores ou, por outro lado, otimizando o processo e a venda e potencializando os lucros.

Por isso, é fundamental investir em uma boa arquitetura de software, que pense todos os processos necessários para que a comunicação entre os elementos seja eficiente e fluida, garantindo o melhor desempenho possível para o sistema.

Ainda não sabe o que é arquitetura de software? Então este conteúdo foi elaborado pensando em você. Boa leitura!

O que é arquitetura de software?

Sabe aquela sensação de quando você vai utilizar um determinado software e parece que tem algo ali que incomoda, mas que você não sabe bem o que é? Provavelmente estamos falando de um produto mal arquitetado.

Mas o que isso significa?

Arquitetura de software é um conceito abstrato que trata da relação entre o mapeamento dos componentes de um software e os detalhes que são levados em conta na hora de implementar esses elementos na forma de código.

É mais ou menos como projetar uma casa. Nesse caso, o arquiteto lança mão de algumas ferramentas para dispor os cômodos da melhor forma, fazer o imóvel ficar funcional e agradar o morador, de modo que ele se sinta mais confortável no ambiente.

No caso de um software, os elementos também devem estar dispostos da melhor forma possível, garantindo que o usuário terá uma experiência otimizada.

Por que a arquitetura de software é importante?

Ao longo da história da ciência da computação, os softwares passaram a ter uma importância grande. Se, no início, eram simples e com aplicações limitadas, isso mudou radicalmente nas últimas décadas.

A partir de funcionalidades domésticas, como gerenciamento de planilhas, os softwares passaram a ter função-chave em operações extremamente complexas, como o controle de funcionamento de uma usina, por exemplo.

Mas, para isso acontecer, foi preciso uma evolução semelhante na sua arquitetura. Afinal, não bastava mais combinar algoritmos e dados em um programa, mas elaborar um software baseado na arquitetura, podendo, assim, lidar com sistemas maiores e mais complexos.

Quais os benefícios de um software bem arquitetado?

Aumento do desempenho

Softwares mal estruturados enfrentam um problema frequente com relação ao desempenho. Se houver uma demanda de aumento de capacidade não prevista, ele travará. Isso pode prejudicar diversos processos, além de demandar manutenção no sistema.

Por outro lado, um software bem arquitetado tem maior capacidade de aumentar seu desempenho, dando conta do aumento de escala e do volume de dados gerados nessa operação.

Garantia de escalabilidade

A escalabilidade é um dos principais objetivos de muitas empresas, hoje em dia, que desenvolvem serviços baseados em software e que podem ser implementados não só na cidade em que estão situadas, mas em todo o mundo.

Por isso, é fundamental que o software seja desenvolvido com possibilidade de ser escalável. Isso facilita o processo de implementação e evita o risco de algum tipo de mau funcionamento.

Personalização

Outro benefício que pode ser obtido com um software bem arquitetado é a personalização. Essa é uma solução ideal em qualquer caso, afinal, cada empresa tem suas particularidades e precisa de um software que seja feito sob medida para suas necessidades.

Vimos, no post de hoje, o conceito de arquitetura de software e a sua importância, bem como as vantagens da sua aplicação.

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O que são chatbots e por que utilizá-los em sua empresa?

O significado do termo “chatbots” é bem simples: “chat” significa conversa e “bot” é o diminutivo de robô em inglês (robot). Na verdade, você conversa com um software que utiliza machine learning (aprendizagem de máquina), e não com um robô.

Se ainda não utilizou, com certeza vai utilizar. Esse meio de comunicação tem sido fortemente difundido no Brasil nos últimos anos. É um tipo de interação que tem permitido realizar tarefas simples, como fazer encomendas ou reservas em um restaurante.

Atualmente, a troca de mensagens superou o número de ligações. As pessoas acham mais descomplicado conversar por meio de textos do que realizar uma ligação. Para entrar em contato com empresas, não é diferente.

Se você quer saber como utilizar chatbots, que prometem transformar o modo como a sua marca interage com os consumidores, acompanhe este post.

O que são chatbots?

Muitas tarefas simples e repetitivas poderiam ser facilmente resolvidas sem a necessidade de intervenção humana. Para esse fim, os robôs podem resolver e deixar o cliente mais satisfeito, pois não precisam aguardar um longo período pelo atendimento.

Pode ser desenvolvido por meio de regras preestabelecidas, como se fosse um fluxograma que o cliente deve seguir. Caso o robô não encontre resposta para a pergunta, ele encaminha o atendimento diretamente para um ser humano dar continuidade.

Outra possibilidade são os bots inteligentes, que utilizam machine learning que entende a linguagem natural do ser humano. Eles aprendem continuamente pelos exemplos. A cada nova interação, a máquina melhora suas habilidades para reconhecer, entender e processar uma entrada verbal.

Por que a sua empresa deve usar?

Os chatbots representam o futuro do relacionamento com o cliente, pois proporcionam redução no tempo de espera para um suporte simples. Melhoram, assim, a imagem da empresa com o cliente, que não vai precisar dedicar muito tempo para realizar um pedido, por exemplo.

Além disso, existem outras possibilidades que podem beneficiar as companhias, como:

  • automatizar o processo de atendimento ao cliente;
  • relacionar-se com leads e usuários;
  • compartilhar informações com a equipe interna;
  • automatizar o processo de vendas;
  • interagir com usuários, sem necessidade de baixar aplicativo da empresa;
  • realizar pesquisas de satisfação;
  • aumentar o engajamento por meio de campanhas de marketing.

Outra vantagem é a redução de custo para manter e treinar pessoal habilitado para atendimento 24 horas por dia durante todos os dias da semana. Com a implementação de um robô, a sua equipe de atendentes pode dar atenção apenas a chamados realmente críticos, descartando pequenos problemas que podem ser resolvidos pela máquina.

Como implementar na sua empresa?

Primeiramente, defina qual a função do chatbot na sua empresa, isto é, qual funcionalidade você vai oferecer: agendar atendimentos, fazer reservas, cadastrar clientes, enviar e-mails, entre outras.

No mercado surgem novas opções que podem ser escolhidas, entre versões pagas e gratuitas. Ademais, é extremamente relevante analisar a estrutura existente na sua empresa. Se você tem uma página no Facebook, avalie a opção de utilizar o Messenger, pois já está conectado ao público que acompanha a sua marca nas redes sociais.

Você pode optar por outros aplicativos de mensagens, como Telegram e Skype. O WhatsApp ainda não tem, mas já anunciou uma versão para negócios em breve.

Por fim, a tecnologia está mudando a cultura e a forma como a sociedade se relaciona. Para isso, as empresas devem estar atentas e acompanhar as mudanças para não serem ultrapassadas e perderem inúmeras oportunidades de negócios.

Os usuários receiam, algumas vezes, baixar mais um aplicativo no celular, portanto podem utilizar um recurso dentro do app que já utilizam no dia a dia.

Por meio dos chatbots, a sua empresa ganha vantagem competitiva por estar mais próxima do perfil do seu consumidor.

Gostou de conhecer mais sobre os chatbots e suas oportunidades? Assine nossa newsletter e receba mais conteúdos relevantes para sua empresa!

Por que ter um gerenciamento de TI terceirizado da sua estrutura?

O gerenciamento de TI terceirizado tem sido uma saída para superar obstáculos enfrentados por muitas empresas, sobretudo por dependerem da tecnologia e não terem a expertise necessária para tornar o departamento eficiente — técnica e financeiramente.

De que obstáculos nós estamos falando? Comecemos pelo próprio trabalho de planejar o investimento em recrutamento, infraestrutura, produtos de software, contratações de serviços e tudo mais, tendo que se adequar a limites orçamentários.

Juntando esse fator às necessidades de tornar a TI cada vez melhor, ao mesmo tempo em que se devem reduzir os custos, fica muito difícil gerar um desenvolvimento razoável a ponto de manter bons níveis de competitividade.

A terceirização (outsourcing) se propõe a eliminar consideravelmente os entraves, amenizando os desafios conhecidos pelas dores de cabeça que trazem. Como? Contratando serviços de TI em vez de formar equipe interna.

O objetivo deste artigo é analisar a questão mais detalhadamente, destacando os benefícios e as razões para optar pelo gerenciamento de TI terceirizado da sua estrutura. Acompanhe!

O que é terceirização de TI?

A terceirização em si está longe de ser uma novidade. Hoje em dia sobram empresas que vendem serviços nas mais diversas áreas, desafogando seus clientes em termos de finanças e gerenciamento de pessoal.

Ultimamente esse modelo tem crescido significativamente no que tange a Tecnologia da Informação, pois o outsourcing permite às empresas adquirirem certa complexidade sem que precisem investir pesado.

Evidência desse crescimento é a vasta gama de processos e recursos tecnológicos que podem ser atribuídos a empresas especializadas, as quais cobram pelo serviço prestado.

Por que se tem optado pelo gerenciamento de TI terceirizado?

Entre tantos motivos para tal está a transformação digital, ou seja, a tecnologia como grande aliada nas melhorias de desempenho e outros aspectos importantes do negócio, independentemente do segmento.

Como a TI não é especialidade da maioria dessas empresas, terceirizar é uma alternativa para ter um ambiente tecnológico de qualidade, ao mesmo tempo em que se pode dedicar inteiramente ao carro-chefe do negócio.

Logo abaixo explicaremos em detalhes esse e outros 7 benefícios da terceirização que têm levado empresas (inclusive PMEs) à sua adoção, tendo como base esta pesquisa feita pela Deloitte em 2016.

Foco no core business

Um dos mais claros objetivos das empresas que investem na terceirização de TI é poder focar nas atividades mais relevantes, ou seja, os processos de negócio que refletem no serviço prestado ou na qualidade do produto.

Se uma organização não conhece a fundo o setor de TI e decide recrutar profissionais, por exemplo, levará pouco tempo para que ela se veja mais ocupada resolvendo problemas acerca da TI do que as questões do negócio.

Por outro lado, ao contar com o gerenciamento de TI terceirizado, toda a preocupação inerente ao departamento é deixada para trás, direcionando o foco ao que há de mais importante.

Redução de custos

Outra meta que as empresas têm em comum ao optar pelo outsourcing de TI é a redução de custos. Nesse sentido, terceirizar é uma excelente solução!

Conforme dito no início do texto, o gestor de TI convive com o desafio de otimizar o departamento de maneira que as contas fechem. Em comparação ao recrutamento, terceirizar virou um sinônimo de diminuir gastos.

Supondo que a empresa monte uma equipe de desenvolvimento tendo em vista criar/manter um sistema de software personalizado. Somente com salários, tributações e treinamentos ela já terá que arcar com muito dinheiro.

O que aconteceria se, em vez de recrutar, a empresa terceirizasse? Primeiramente, ela economizaria um ótimo montante, visto que pagaria pelo serviço e nada mais. Em segundo lugar, o resultado final tenderia a ser melhor — conforme veremos abaixo.

Aumento na qualidade do serviço

Considerando o exemplo anterior, não se pode deixar de lado um importante detalhe: a empresa não conta com um RH capacitado para avaliar candidatos da área de TI.

Os fornecedores de serviços terceirizados, no entanto, fazem valer a expertise desde os processos de seleção dos seus profissionais. Além disso, os colaboradores são altamente treinados.

Portanto, desde que prestada por uma boa parceira, a terceirização oferece o que há de melhor no mercado, agregando na qualidade do serviço.

Planejamento de capacidade

Geralmente as empresas não sabem ao certo do que precisam quanto à capacidade tecnológica, o que as leva a equívocos que geram custos e desperdício de recursos.

O outsourcing de TI costuma cuidar do planejamento de capacidade fazendo a parte de consultoria, avaliando a situação da empresa e prevendo o quanto de recursos será utilizado para garantir desempenho e a escalabilidade.

Impacto na mudança transformacional

A mudança transformacional, processo cujo propósito é adequar o ambiente corporativo às exigências do mercado, cedo ou tarde se torna uma realidade para o negócio.

Quanto a isso, o papel da TI sempre foi relevante, pois as mudanças radicais em processos, princípios e modus operandi costumam estar envolvidos com a tecnologia.

Com suporte de especialistas, tal mudança será realizada à medida que surgirem novas tecnologias fundamentais para manter altos níveis de competitividade.

Atendimento às demandas do negócio

Há pouco falamos sobre as empresas não saberem do que precisam em termos de TI. De certo modo, a questão das demandas do negócio tem a ver com isso, mas ela vai além: após identificar as demandas é preciso criar soluções para atendê-las.

Uma equipe interna nem sempre garante êxito. Dependerá não só dos tipos de profissionais que compõem o departamento, mas da qualidade e da experiência deles.

Empresas terceirizadas tendem a carregar um conjunto de conhecimentos práticos, o famigerado know-how, o que faz total diferença na hora de desenvolver soluções providenciais.

Gerenciamento de ambientes empresariais

Assegurar o bom funcionamento do ambiente corporativo, bem como a sua disponibilidade, é uma missão corriqueira do setor de TI que não permite falhas. Qualquer problema que afete a estrutura comprometerá todos os processos atrelados aos ativos de TI.

Perante todas as ameaças que cercam as infraestruturas e os sistemas de TI no mundo, especialmente as cibernéticas, delegar a tarefa a uma terceirizada tende a ser uma ótima investida.

Acesso a capital intelectual

Quanto menos atividades que exijam raciocínio humano estiverem presentes nos processos, melhor será o desempenho da empresa em todos os sentidos. É com essa premissa que o capital intelectual se configura como um elemento atrativo às companhias.

Ganhar vantagem competitiva em um mercado tão concorrido depende, muitas vezes, de reunir o conhecimento de todos os colaboradores, bem como da troca de conhecimento entre duas ou mais empresas.

Uma parceira especializada pode contribuir muito nesse sentido, fornecendo orientações, acompanhamento de planos e ações, implantações, assessoramento, entre outros serviços.

O que achou dos benefícios que o gerenciamento de TI terceirizado gera? Quer obtê-los no seu negócio? Para isso é fundamental contar com uma parceria segura e confiável, que somente uma empresa com experiência no mercado pode proporcionar.

Fundada em 2008, a ATM Digital – Sistemas & Softwares, com auxílio de grandes parceiros, oferece soluções personalizadas desenvolvidas para atender às necessidades da sua empresa. Solicite agora mesmo uma assessoria!

Big Data para a indústria: entenda como funciona e por que usar

Geralmente, a maioria das organizações tem vários objetivos para adotar Big Data na indústria. E, embora a principal meta seja melhorar a experiência do cliente, outros objetivos incluem redução de custos, melhor direcionamento do marketing e aumento da eficiência dos processos existentes.

O Big Data é o processo de avaliar conjuntos de dados contendo diversos tipos de elementos — ou seja, dados importantes — para descobrir padrões, correlações, tendências do mercado, preferências do cliente e outras informações comerciais úteis.

Isso significa que ele pode ser analisado ​​com as ferramentas de software comumente usadas como parte de disciplinas avançadas de avaliação, como estatística, análises preditivas e mineração de dados.

Você ficou interessado no assunto? Então continue lendo este post para saber mais sobre o tema!

Como funciona o Big Data para a indústria?

A análise avançada se refere à aplicação de estatísticas e de outras ferramentas matemáticas às informações comerciais a fim de avaliar e melhorar as práticas operacionais.

Na fabricação, os gerentes de operações podem usar avaliações avançadas para mergulhar profundamente nos aspectos do processo histórico, identificar padrões e relacionamentos entre etapas e entradas discretas do processo e, em seguida, otimizar os fatores que demonstram ter o maior efeito sobre o rendimento.

Muitos fabricantes globais em uma variedade de indústrias e geografias agora têm uma abundância de informações em tempo real da loja e a capacidade de realizar avaliações estatísticas sofisticadas.

Eles estão tomando conjuntos de dados previamente isolados, agregando e analisando-os para revelar informações importantes.

Mesmo dentro das operações de fabricação que são consideradas melhores em cada segmento, o uso de Big Data pode revelar novas oportunidades para aumentar a eficiência.

O primeiro passo para os fabricantes que desejam utilizar análises avançadas para melhorar o rendimento é considerar a quantidade de elementos que a empresa possui à sua disposição. A maioria dos negócios “coleciona” informações de processo, mas geralmente as usam apenas para fins de rastreamento, e não como base para melhorar as operações.

Para esses players, o desafio é investir nos sistemas e nos conjuntos de habilidades que lhes permitam otimizar seu uso de informações de processo existentes (por exemplo: centralizando ou indexando dados de múltiplas fontes para que possam ser avaliados ​​de forma mais fácil).

Algumas empresas, particularmente aquelas com ciclos de produção de meses, têm dados muito pequenos para serem estatisticamente significativos quando colocados sob a lente de um analista. O desafio para líderes seniores nessas empresas é manter o foco a longo prazo e investir em sistemas e em práticas para coletar mais informações.

Eles podem investir de forma incremental. Por exemplo: reunindo informações sobre um passo de processo particularmente importante ou complexo dentro da cadeia de atividades maior, e depois aplicando análise sofisticada a essa parte do processo.

Por que investir em Big Data para a indústria?

Na indústria 4.0, a circulação, a coleta e a avaliação de informações são uma necessidade, pois apoiam o crescimento da produtividade com base em um processo de tomada de decisão em tempo real.

O setor exigirá mais e mais compartilhamento de dados, mesmo além dos limites corporativos. Basta pensar em uma multinacional com uma fábrica de produção localizada em um país diferente da sua sede.

Quanto mais rápido e mais amplo o acesso a informações, mais eficiente o processo, incluindo a manutenção e a resolução de quaisquer problemas. E é assim que o crescimento da produtividade se torna possível.

Pode-se dizer que a internet das coisas e a indústria 4.0 provavelmente se tornarão os geradores mais importantes de informações. No entanto, gerar dados é uma coisa; a análise dos resultados é completamente diferente.

A chave para integrar imensas funcionalidades de Big Data é uma infraestrutura de TIC (tecnologia de informação e comunicação) de alto desempenho. E é precisamente aí que muitas empresas têm um pouco de atraso para fazer e necessitam investir.

Quais são os benefícios do Big Data para a indústria?

Dirigido por sistemas e softwares de análise especializados, o Big Data pode apontar o caminho para vários benefícios de negócios, incluindo melhor eficiência operacional, melhor atendimento ao cliente e novas oportunidades de receita.

Confira a seguir alguns benefícios do Big Data para a indústria:

Incrementação de produtos

O Big Data também pode ajudar a entender como os outros percebem seus produtos para que a empresa ou a equipe de marketing possa adaptá-los, se necessário.

A avaliação do texto de redes sociais permite descobrir os sentimentos dos seus clientes e até segmentar aqueles em diferentes locais geográficos ou entre diferentes grupos demográficos.

Além disso, o Big Data permite testar (em um piscar de olhos) milhares de variações diferentes de projetos auxiliados por computador para verificar como as mudanças menores, por exemplo, afetam custos, lead time e desempenho.

Segurança

É possível mapear a paisagem de dados em toda a empresa com as ferramentas Big Data, o que permite a análise das ameaças internas.

Ele pode, ainda, detectar informações potencialmente sensíveis que não sejam protegidas de forma adequada e se certificar de que elas são armazenadas de acordo com os requisitos regulamentares.

Redução dos custos de manutenção

Tradicionalmente, as fábricas estimam que um certo tipo de equipamento provavelmente se desgastará após X anos. Consequentemente, eles substituem cada peça dessa tecnologia.

As ferramentas Big Data eliminam essas médias pouco práticas e dispendiosas. A sua velocidade e as quantidades maciças de dados que acessa podem detectar dispositivos falidos e prever quando eles vão parar de funcionar.

O resultado é uma estratégia de substituição muito mais econômica e menos tempo de inatividade, pois os dispositivos defeituosos são rastreados bem mais rapidamente.

Melhoria dos processos de fabricação

O Big Data permite que os fabricantes segmentem o processo de produção e a cadeia de suprimentos até a tarefa ou a atividade mais específica.

Isso permite que os fabricantes reduzam cada problema para o menor componente e identifiquem processos ou componentes específicos que estão abaixo do desempenho ou que estão causando problemas.

Usando Big Data para análises preditivas, é possível reduzir significativamente a quantidade de testes necessários para garantir a qualidade.

Identificar dependências também ajuda a melhorar os processos críticos de produção e a criar planos de contingência para minimizar os efeitos de possíveis inatividades e ineficiências.

Melhoria de personalização

O Big Data permite, ainda, prever a demanda por produtos personalizados, identificando padrões no comportamento do cliente. Itens customizados agora podem ser fabricados em níveis e eficiências de produção em massa.

As ferramentas de Big Data também permitem que os engenheiros de produtos obtenham acesso em tempo real aos dados do cliente para que eles possam personalizar os produtos de acordo com as preferências do consumidor.

Quer saber ainda mais sobre Big Data para indústria? Assine nossa newsletter e fique por dentro das novidades!

Aprenda como melhorar a gestão no PDV por meio da TI

Atualmente as soluções de TI evoluíram para otimizar a gestão do PDV (ponto de venda), e acompanhar os consumidores cada vez mais exigentes e bem informados de hoje. Se eles não estão satisfeitos com as escolhas ou níveis de serviço oferecidos, eles podem, com dispositivos móveis na mão, acessar instantaneamente um conjunto ilimitado de alternativas.

Como resultado dessas pressões competitivas extremas, o PDV moderno evoluiu muito além de um sistema de pagamento e contabilidade para se tornar não apenas um ponto de venda, mas também um ponto de serviço, gerando interações altamente individualizadas que satisfazem consistentemente os clientes no momento.

Por exemplo, uma solução de TI habilita os vendedores no varejo a otimizar vendas  com visibilidade em tempo real do inventário, bem como a compra e o histórico de navegação online de um cliente.

Por que usar TI na gestão do PDV?

Os sistemas de ponto de venda de hoje fazem muito mais do que simplesmente ligar e registrar transações. Para as empresas grandes e pequenas, eles são um sistema primário de registro para vendas, inventário, merchandising e marketing.

O uso da TI no PDV fornece relatórios valiosos sobre o desempenho de sua empresa a cada dia, bem como podem identificar problemas em torno da produtividade do trabalho, as fontes de redução, as estratégias de preços e o desempenho de várias promoções.

Feito direito, a tecnologia da informação no PDV também reduz os custos e melhora as margens, tudo sem sacrificar os níveis de serviço.

Para os varejistas, isso significa economizar e até aumentar as vendas na loja, com recursos de comércio habilitados que permitem aos clientes comprar, retirar ou retornar itens através de qualquer canal.

As soluções de TI podem maximizar tanto o estoque como a produtividade do pessoal, com  análises avançadas que impulsionam operações mais enxutas, ofertas mais lucrativas e promoções mais eficazes.

Como a tecnologia da informação pode otimizar o PDV?

À medida que os varejistas se esforçam para se aproximar de seus clientes e obter uma visão de 360 ​​graus de cada consumidor, os dados tornam-se ainda mais essenciais.

O PDV e os sistemas de pagamento ainda são recursos importantes para a coleta de dados — eles contam ao varejista o que está comprando, em que localidade, preferências e histórico

A indústria está ficando mais rápida com Big Data, agora é possível vincular os dados de pagamentos e informações sociais que os consumidores fornecem em troca de benefícios ou promoções personalizados, criando uma imagem mais completa do perfil de cada cliente.

Tudo isso combinado — os dados, a personalização e a experiência podem gerar vendas recorrentes e fidelização de clientes em um momento em que os revendedores precisam vender mais.

Benefícios da TI na gestão de PDV

Tanto para novos negócios ou empresas consolidadas no mercado, o uso da TI na gestão do PDV é um investimento inteligente.

A economia de horas de trabalho e o aumento da eficiência facilitam o equilíbrio da equipe e automatiza muitas tarefas que exigem muito tempo. Confira alguns benefícios que podem melhorar a gestão no PDV:

Gerenciamento de relacionamento com clientes

O componente de gerenciamento de relacionamento com clientes possui a funcionalidade para gerenciar interações de clientes, histórico de vendas, informações de contato, preferências do cliente, características, programas de fidelização e assim por diante.

Para um varejista, as compras dos clientes são o canal mais importante da receita. Para tornar as coisas mais desafiadoras, os clientes de hoje são mais educados, mais céticos e mais exigentes do que antes.

Com o advento da Internet, a transparência dos preços tornou-se uma grande ameaça para os varejistas. Assim, oferecer um serviço personalizado aos clientes é crucial.

Ter um boa gestão de PDV que rastreie o comportamento e as preferências dos clientes assegurará relacionamentos saudáveis.

Gerenciamento de transações

O componente de gerenciamento de transações inclui todas as informações necessárias para concluir uma transação.

Este componente deve capturar os principais dados de transações, tais como, vendas, anulações de vendas, vazios, reembolsos, compra de certificados de presente, transações de serviços, criação de pedidos especiais e outros.

O componente de gerenciamento de transações deve validar a informação do item, calcular automaticamente o valor total da compra e processar os pagamentos.

Isso permite aos funcionários dar toda a atenção para servir adequadamente o cliente, uma vez que o processamento de uma venda só exigiria que digitalizassem o código de barras e pedissem o método de pagamento.

Gestão de inventário

O componente de gerenciamento de inventário inclui procedimentos de inventário físico e ajustes de estoque. Isso garante que o inventário da loja esteja atualizado.

Também ajuda os funcionários a ter informações precisas sobre a quantidade disponível, este componente permite que os funcionários fechem as vendas e aumentem o atendimento ao cliente e a satisfação.

Gerenciamento de preços

O componente de gerenciamento de preços permite que um gerente ou funcionário da loja modifique o preço de varejo de um item.

Os sistemas devem permitir a modificação de um preço de varejo por diferentes motivos, como descontos em itens danificados, descontos após negociações ou correspondência competitiva de preços.

Isso é realmente útil se você precisar fazer mudanças rapidamente.

Gerenciamento de registro

O componente de gerenciamento de registros inclui processos para procedimentos de abertura de caixa, encerramento e equilíbrio de caixa. Além disso, há gestão de fundos de abertura de registro, transações efetuadas, propostas, moedas e impostos.

O gerenciamento do registro deve acompanhar o fluxo de caixa no dia útil e deve sinalizar quaisquer eventos incomuns. Isso permite que um gestor monitore e reduza erros de funcionários.

Fornecimento de Relatórios

Os funcionários usam este componente diariamente para extrair informações sobre estoque, resumos de vendas ou comissões. Relatórios e consultas permitem que as organizações analisem o desempenho da empresa por dia, por semana, por mês, ou mesmo por ano.

Também mostra o desempenho de itens em vários níveis (como cor, dimensão, tamanho, características ou atributos). Os relatórios e consultas também permitem que os gerentes identifiquem anomalias e tomem medidas corretivas, se necessário.

Ordens de compra e mudanças de preço

O recurso de pedido permite aos compradores comunicar uma compra aos vendedores e receber os produtos encomendados.

O recurso de mudança de preço é usado para gerenciar o preço de venda dos produtos. Este recurso pode oferecer ferramentas para reduzir ou elevar o preço de varejo. Um componente de mudança de preço permite uma redução e marcação permanente ou temporária.

Para saber mais sobre como melhorar a gestão de PDV da sua empresa entre em contato conosco!

Como se preparar para uma reunião com investidores? Entenda mais!

Aumentar o capital de investimento de uma empresa é difícil e demorado. Nesse sentido, é crucial que uma organização procure parceiros — dotados de poder aquisitivo para investimento — e articule uma apresentação convincente e interessante sobre como o negócio é promissor. Contudo, ainda existem muitas dúvidas relacionadas à preparação para uma reunião com investidores.

Inicialmente, você deve entender a composição do público e o objetivo da reunião. Estar completamente seguro envolve compreender a situação antes de apresentar o projeto.

As startups, frequentemente, preparam-se com um pitch para expor o negócio aos futuros investidores. Essa ferramenta de “venda” consiste em uma apresentação sucinta — de 15 a 20 slides — e objetiva mostrar os produtos, a tecnologia e a equipe que constituem a empresa.

Como o pitch é a ponta do processo — momento final — alguns cuidados prévios são necessários para garantir o seu sucesso. Continue a leitura e descubra quais são eles!

O que levar em consideração para fazer uma reunião com investidores?

A maioria dos empreendedores compartilha algo: eles estão completamente apaixonados por sua empresa e por seus produtos. O negócio os move, com entusiasmo e otimismo. Eles esperam, ansiosamente, para dizer a todos como a sua ideia vai mudar o mundo. Antes disso, porém, é necessário estudar como passar essas informações de forma adequada para as pessoas que ajudarão a impulsionar o seu negócio.

Identificar investidores é um processo, mas você pode realizá-lo usando informações publicamente disponíveis ou dados de um serviço baseado em inscrição — muitas vezes a um custo relativamente modesto.

Com a lista em mão, confie, primeiramente, em potenciais investidores com quem você tem um relacionamento pessoal e grande credibilidade. Convença um deles a investir. Dessa forma, ele se tornará um advogado para persuadir os outros.

Se a sua lista incluir perspectivas-chave que você ainda não conhece, trabalhe suas conexões para ver se algum de seus contatos pode fazer uma introdução. O LinkedIn é um ótimo recurso para esse tipo de redes profissionais.

Antes de se encontrar com qualquer investidor em potencial, aprenda tudo o que puder sobre ele. Isso inclui o estilo, a aposta mais bem-sucedida e o maior fracasso. Quais informações podem ser úteis na negociação com a formulação de argumentos?

Os investidores com aplicações inteligentes trazem muito mais à mesa que ativos fluidos. Eles também podem ter um valor imenso à medida que você constrói a influência e a consciência sobre o potencial de sua marca.

Siga um processo de planejamento estratégico

Você não precisa adotar um processo completo — de seis meses — do tipo que aplicaria em uma grande empresa. Contudo, você deve ter uma compreensão clara de alguns componentes principais. Podemos destacar:

  • mercado-alvo;
  • tamanho e crescimento do mercado;
  • proposição de valor do negócio;
  • perfil do cliente;
  • cenário competitivo;
  • roteiro de produtos;
  • plano nos 12, 24 e 36 meses;
  • principais marcos, especialmente nos próximos 18 meses.

Você também deve ter uma ideia aproximada de como ganhará dinheiro e recuperará o valor investido. Isso inclui as suas margens brutas, os custos de aquisição de clientes (CAC), o valor total de um cliente e as despesas operacionais ao longo do tempo.

Sem esse conhecimento de linha de base, é quase impossível obter capital externo de investidores.

Como se preparar para a reunião?

Existem muitas sugestões sobre qual deve objetivo da reunião e quais os materiais devem ser utilizados. No entanto, o que a maioria das pessoas não sabe é que preparar o público é igual ou mais importante que a própria apresentação. Nessa perspectiva, confira algumas dicas a seguir!

Estude o perfil dos investidores

Encontrar pontos semelhantes — eles conhecem pessoas comuns? Eles estudaram em escolas afins? Você já trabalhou em organizações similares? — fornecem uma base para a conversa inicial e quebra o gelo de forma agradável.

Confira seus investimentos passados

Em quem investiram? Qual é o seu último fundo? Quem eles seguem? Alguma empresa semelhante a sua ou concorrente figuram nessa lista?

Com essas reflexões, é possível inferir o perfil de investimentos de cada parceiro. Mostrar insights sobre o estilo de investimento deles durante a reunião pode impressionar e mostrar adequação às estratégias deles.

Leia as últimas postagens de blog / redes sociais dos potenciais investidores

Entenda a frequência com que eles se comunicam e sobre qual é a natureza de suas publicações. Isso ajudará você a entender estilo de cada um deles, moldando a sua linguagem e repertório na apresentação.

Afinal, o que fazer?

Na sequência, separamos algumas sugestões para você se preparar, da melhor maneira possível, e conseguir bons investimentos com o pitch.

Crie uma apresentação

Há arte e ciência no desenvolvimento de uma boa apresentação para investidores. O pitch deve transmitir a sua história e continuar descrevendo os aspectos-chave do negócio e dos produtos.

Você também pode incluir alguns destaques financeiros sobre como você planeja ganhar dinheiro, baseando-se em um modelo que tenha sido rigorosamente desenvolvido e fortemente examinado.

Sua apresentação é você. Pense o que é possível fazer para relacionar os slides a sua vida. Se estiver em uma reunião face a face com os potenciais investidores, eles estarão lhe avaliando, tanto quanto os seus negócios.

Eles podem confiar em você? Há segurança nas suas falas? Como você responde sob pressão? Você tem credibilidade?

Elabore um resumo executivo

É essencial praticar a sua apresentação com antecedência. Apenas não envie os slides do pitch antes da reunião. Conte, nessa fase preliminar, com um resumo executivo.

O objetivo desse recurso é fornecer informações suficientes, gerando interesse nos convidados. Destaque os fatos mais relevantes sobre a empresa, o produto e o mercado-alvo.

Desenvolva um conjunto de perguntas frequentes e pratique com um público hostil

Esse é um dos componentes mais negligenciados da preparação para reunião de investidores. Entretanto, treinar as perguntas possíveis, feitas de maneira hostil, constitui um dos elementos mais críticos do encontro e precisa ser treinado.

Aprenda com os investidores

À medida que você conhece os potenciais investidores, capture os comentários deles. Incorporar as ideias em seu pitch, resumo executivo e modelo de negócios. Tente aprender com todos.

Mesmo que tenha feito um exaustivo trabalho de preparação para o seu primeiro encontro em busca de investimento, você pode tornar a apresentação ainda mais forte, obtendo contribuições em cada reunião de investidores.

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Ciência de dados: saiba como se sobressair à concorrência

A transformação digital marcou profundamente a forma como as empresas atuam em qualquer setor do mercado. Além de otimizar processos, a tecnologia desempenha o papel de gerar valor a um negócio, colocando-o à frente da concorrência. Nesse sentido, a ciência de dados é um conceito que se destaca.

Entretanto, é comum que surjam algumas dúvidas sobre seu funcionamento e os benefícios que pode gerar. Afinal, é importante dominar o conceito ao implementá-lo em uma empresa. Pensando nisso, criamos este post com tudo o que você precisa saber sobre o assunto. Confira!

Afinal, o que é ciência de dados?

O termo ciência de dados — em inglês, data science — abrange diversos processos e técnicas relacionados com a limpeza, preparação e análise de dados. Grosso modo, pode ser compreendido como uma área de estudos que oferece metodologias para encontrar padrões que possam ser tratados como informações relevantes.

Isso envolve uma mistura de estatística, matemática, lógica de programação e técnicas para solucionar problemas diversos. O objetivo é extrair insights, de acordo com aquilo que os dados podem oferecer.

Esse trabalho deve ser planejado, executado e gerenciado por um profissional capacitado, que tenha conhecimento técnico específico para isso. Estamos falando do cientista de dados.

O papel do cientista de dados

É importante ter em mente que a ciência de dados não lida necessariamente com Big Data. São conceitos distintos que, eventualmente, podem ser aplicados em conjunto. Entretanto, não devem ser confundidos. A análise dos dados pode ser feita com base naquilo que a empresa tem disponível, independentemente do volume.

O cientista de dados trabalha focado na identificação de tendências que não são intuitivas, pois constituem um padrão de dados muitas vezes complexo. A ideia é fornecer evidências para embasar as tomadas de decisão dentro da empresa.

Faz parte de suas atribuições revelar informações resultantes de padrões que, sem a ciência de dados, não seríamos capazes de reconhecer tão facilmente.

Isso pode parecer um tanto abstrato, à primeira vista. Afinal, quais são os seus benefícios?

Trataremos dessa questão a seguir.

3 motivos para usar ciência de dados nas empresas

É essencial ter em mente que cada empresa tem suas próprias características, assim como um mercado específico no qual atua, mesmo que ele seja amplo. Isso significa que a forma como a ciência de dados pode ser adotada e os benefícios que ela traz são variados, ainda que seja possível destacar alguns dos mais significativos.

Por isso, destacaremos o foco específico de algumas formas de aplicação, quando necessário.

1. Mais conhecimento sobre o perfil do cliente

Empresas que trabalham diretamente com vendas, como é o caso de e-commerces, podem se beneficiar diretamente da ciência dos dados devido à sua capacidade de delinear melhor o perfil do cliente. Estamos falando de mais do que simplesmente um esboço daquilo que as pessoas preferem.

Além de oferecer conhecimento sobre o que o consumidor em geral tende a comprar, é possível associar a ciência dos dados à análise de Big Data para identificar o perfil individual dos clientes. Suas ofertas passam a ser mais específicas, alcançando maior taxa de sucesso das vendas.

Em paralelo, o sistema ajuda a identificar fraudes com antecedência, possibilitando que o processo com padrões suspeitos seja cancelado antes do fechamento da compra.

2. Mais eficiência nas tomadas de decisão

Tomar decisões assertivas com base em dados concretos é essencial para qualquer empresa. Intuição e achismo se tornam questões perigosas quando a falta de uma alternativa exata leva gestores a confiar demais no feeling da profissão. É preciso se cercar de ferramentas que tragam segurança às decisões tomadas.

Para evitar prejuízos financeiros e até mesmo danos à reputação da empresa, a ciência dos dados deve ser implementada com base em informações levantadas no dia a dia do negócio, proporcionando ações seguras e acertadas. Isso inclui a melhoria de processos por meio de insights cunhados pelo cientista de dados.

3. Criação de novos produtos e serviços

Falando em insights, outro grande benefício que eles podem trazer é a geração de ideias inovadoras para aumentar a gama de produtos e serviços oferecidos pela sua empresa. A análise dos dados pode mostrar uma necessidade de um produto adicional, ou mesmo uma demanda dos clientes até então desconhecida.

Muitas vezes, você pode chegar à conclusão de que está falando com o público errado e que é hora de mudar o foco. A ciência de dados não pode ser aplicada às cegas — é preciso um foco específico para que os dados sejam analisados e as perguntas respondidas.

Tendo isso em mente, é possível estar um passo à frente das outras empresas no setor em que você atua.

Como o data science ajuda a vencer a concorrência

As vantagens citadas acima representam diretamente questões que colocam sua empresa em posição de destaque no mercado. Afinal, estamos falando de um aumento na eficiência de suas ações e no número de vendas. Entretanto, outros fatores influenciam diretamente na relação de concorrência que toda empresa enfrenta diariamente.

A ciência de dados faz com que você passe a conhecer melhor seu próprio negócio. Isso significa compreender seus limites e as possibilidades de crescimento. Com os dados em mãos, é possível estender a fronteira de atuação do seu negócio, expandindo seus horizontes e deixando concorrentes para trás — ou mesmo passando a concorrer em mercados maiores.

É comum que algumas empresas não saibam exatamente o que estão fazendo. Apenas se mantêm respondendo à demanda do mercado, sem uma capacidade de prever as oportunidades futuras — assim como os riscos. É preciso estar sempre um passo à frente para dominar o mercado.

E não há forma mais segura de fazer isso do que contando com dados confiáveis. A ciência dos dados ajuda a responder as perguntas com base em informações reais, em padrões. Assim como é possível gerar novos produtos e serviços, pode ser que um novo mercado esteja emergindo e sua empresa saia na frente, pois identificou a oportunidade antes das concorrentes.

Essa é uma tendência gigantesca no mercado atual. Com a transformação digital e o aumento do valor agregado por serviços online, novos nichos surgem e se mesclam o tempo todo, tornando necessário que você esteja atento para assumir a posição de vanguarda em mercados promissores.

Por isso, não perca tempo. Faça uma análise em sua empresa e implemente a ciência dos dados como uma ferramenta estratégica para crescer ainda mais!

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Como a tecnologia otimiza a gestão comercial? Entenda mais

Com o advento da tecnologia e a popularização do acesso à internet o mundo dos negócios não é mais o mesmo. É preciso ficar atento às mudanças constantes e buscar diferenciais para se destacar no mercado altamente competitivo em que vivemos. A tecnologia otimiza a gestão e sua aplicação pode ser o ponto de partida para levar seu negócio até o topo.

No post de hoje, nós vamos falar sobre os desafios do gerenciamento comercial e como a tecnologia pode ser uma aliada valorosa para enfrentá-los. Então siga conosco e boa leitura!

A relação entre tecnologia e gestão

A tecnologia não mudou somente o modelo de negócios, mas também alterou os hábitos dos consumidores, o que nos leva a pensar em novas formas de manter uma gestão comercial eficiente.

Um dos mais importantes pontos entregues por meio do uso da tecnologia é a automação. Com ela, é possível alcançar um maior nível de produtividade ao eliminar das tarefas diárias dos colaboradores processos que serão geridos por sistemas da informação.

Os principais pontos de mudança da transformação digital em parceria com gestão comercial são:

  • controle comercial;
  • gestão de tempo;
  • interação com os clientes;
  • medir desempenhos;
  • inteligência de mercado;
  • acompanhamento de resultados.

Parceria entre TI e área de vendas

Para que a inserção da tecnologia possa atingir o seu potencial máximo, é preciso traçar uma parceria entre o departamento de tecnologia e a área de vendas, com o intuito de melhorar o relacionamento e de que demandas sejam plenamente entendidas.

Ao compreender realmente todas as necessidades de seu time de vendas, um gestor poderá buscar junto à equipe de TI as melhores soluções para os seus desafios diários. Por sua vez, o time de tecnologia terá dados suficientes para buscar de forma rápida e precisa a melhor ferramenta para atender a demanda.

Mudanças trazidas pela tecnologia

A área de vendas sofreu um impacto gigantesco das novas tecnologias e vem se transformando cada vez mais. Vamos listar algumas das tecnologias que trouxeram maior agilidade e dinamismo para o setor comercial.

1. Atendimento ao cliente

Os softwares de CRM, que são responsáveis por gerir o relacionamento da empresa com o cliente, auxiliam — e muito — na prestação de um atendimento personalizado, buscando entregar a melhor experiência ao consumidor.

É possível realizar cadastros completos, trabalhar o pós-venda, buscar informações acerca de potenciais compradores, entre outras tarefas que têm o poder de aumentar o engajamento do cliente com sua marca.

2. Vendas virtuais

Fazer uso da internet por meio da concepção de um e-commerce é tendência entre as maiores empresas do mercado. A web é um ótimo ambiente para prospectar novos clientes para o seu negócio.

Com o uso da rede, você aumenta suas vendas e o potencial número de consumidores que podem ser alcançados por sua marca. Com isso, consegue-se uma grande ferramenta de fidelização de clientes.

3. Marketing digital

Com a popularização do acesso à internet, tornou-se também popular o uso dessa tecnologia para divulgação e marketing. A criação de campanhas virtuais pode ser um diferencial no alcance a novos mercados e consumidores.

O Google Adwords é um exemplo de como utilizar a internet para realizar campanhas exclusivas a fim de atrair, captar e qualificar várias oportunidades que podem ser trabalhadas de melhor forma pelo time de vendas da empresa.

4. Blog corporativo

Uma maneira de atrair uma quantidade maior de potenciais clientes é por meio da criação de blogs corporativos para a distribuição de conteúdo de interesse de seu público-alvo, buscando a interação dessas pessoas com a sua empresa e oferecendo seus produtos e serviços como opções viáveis.

O marketing de conteúdo é uma ferramenta poderosa na atração de pessoas já interessadas em adquirir alguma solução próxima à que sua empresa oferta, o que inclui a geração de oportunidades valiosas para serem trabalhadas pela equipe de vendas.

5. Redes sociais

A presença digital é essencial no mundo de hoje, em que praticamente todas as empresas atuantes no mercado mantêm perfis e interagem com clientes diretamente por meio dessas ferramentas.

São ótimas formas de criar engajamento com seu público-alvo, relacionar-se e atrair um número maior de prospects. Pode-se criar campanhas visando ao compartilhamento para alcançar ainda mais clientes.

Benefícios das tecnologias na gestão comercial

São várias as vantagens do uso das novas tecnologias para facilitar a gestão comercial. Citaremos, a seguir, algumas das principais:

1. Geração de leads qualificados

A possibilidade de criar campanhas específicas baseadas em personas bem estruturadas e atrair diretamente prospects interessados em seus produtos gera leads muito mais qualificados que as campanhas por meio de mídias tradicionais. Essa atividade facilita muito o trabalho da equipe de vendas, que terá muito mais probabilidade de fechamento de negócios.

2. Relatórios confiáveis

A elaboração de relatórios com o auxílio de softwares de gestão torna as informações disponíveis muito mais confiáveis, uma vez que a composição dos documentos é baseada em informações coletadas pelo sistema e sua criação é automatizada. Com relatórios bem elaborados em mãos, é possível visualizar pontos de melhora e gargalos no atendimento ao cliente.

3. Controle total sobre a equipe

Com o auxílio de um bom sistema de gestão comercial, é possível realizar um controle mais eficaz sobre o time de vendas, conferindo o número de conversões, dificuldades e necessidades de capacitação. Além disso, é possível verificar quais vendedores apresentam maiores resultados e buscar replicar suas técnicas para o restante da equipe.

4. Inteligência de mercado

É possível, por meio de softwares de análise, observar e mapear as atividades de seus concorrentes. Esse tipo de atividade mostra ao gestor pequenos detalhes que podem ser melhorados em seus próprios processos de atendimento. Conhecer as táticas empregadas por seus concorrentes diretos é a melhor maneira de buscar diferenciais.

5. Métricas de desempenho

A criação e acompanhamento de métricas de desempenho são essenciais para o sucesso de uma estratégia comercial. A tecnologia auxilia na busca por informações de maneira otimizada, além da condensação desses dados e apresentação dos resultados, facilitando o trabalho do gestor e auxiliando na tomada de decisão.

Esperamos que com essas informações você possa compreender a importância do uso da TI e como a tecnologia otimiza a gestão comercial. Gostou desse post? Então não deixe de assinar a nossa newsletter e receba conteúdo exclusivo feito para você!

Entenda como usar big data na gestão de frotas da empresa

O impacto causado pela transformação digital em nossas vidas é gigantesco. No mundo corporativo, uma verdadeira revolução vem acontecendo com a entrada de novas soluções tecnológicas em todos os setores. Nesse contexto, o uso de big data representa uma das mais significativas mudanças na dinâmica das empresas.

Entretanto, quando falamos de transporte, é comum que surjam algumas dúvidas sobre seu funcionamento. Afinal, é possível implementar big data na gestão de frotas de uma empresa e se beneficiar com isso? Criamos este post para tirar todas as suas dúvidas sobre o assunto, mostrando como isso pode ser feito, quem já utiliza e quais as vantagens. Confira!

Como o big data pode ajudar na sua gestão de frotas?

A implementação de soluções tecnológicas no ambiente empresarial tem como objetivo otimizar processos, reduzir custos e facilitar a vida dos profissionais. O que a transformação digital vem proporcionando é um alcance antes inimaginável a esse tipo de ação. Hoje, até os processos de gestão podem se beneficiar de muitas formas.

Quando falamos de frotas, é fundamental destacar que sua estrutura é bem particular. Afinal, a gestão envolve não apenas os equipamentos (automóveis), como também os recursos humanos (funcionários). Por isso, é preciso encontrar formas de lidar com ambas as questões, visando sempre um processo eficiente e de baixo custo.

É aí que entra o diferencial do big data — ele auxilia tanto no controle do ativo humano, quanto do mecânico. Isso ocorre por meio da implementação de soluções tecnológicas específicas nos veículos.

O uso de sensores

Ao instalar sensores nos automóveis da empresa, o gestor passa a ter a capacidade de captar dados relacionados ao carro, ônibus, caminhão ou à moto. Não estamos falando apenas da localização por meio de GPS, mas também de seu desempenho.

O conceito de big data está relacionado ao levantamento de um grande volume de dados para uma análise posterior. Ela é feita por meio de um cruzamento de dados que não são intuitivos, de forma que um ser humano não seria capaz de identificar tais padrões.

No caso da gestão de frotas, isso significa levantar informações sobre o desempenho individual de cada veículo. Com o mapeamento completo do trajeto realizado, é possível identificar rotas mais eficientes e econômicas para os transportes futuros.

Indo além, combinando diferentes dados, você pode identificar quais períodos do dia estão mais sujeitos a trânsito em determinados locais. Isso significa definir intervalos de tempo nos quais o motorista já saberá qual o melhor trajeto até o destino.

Qual a função do big data no gerenciamento da frota?

Uma maneira interessante de compreender de que forma o big data atua na prática para otimizar o gerenciamento da frota é tomar como exemplo casos de sucesso. Para isso, mostraremos aqui algumas características do sistema desenvolvido pela United Parcel Service — ou UPS —, a maior empresa de frete do mundo.

Lidar com extensas malhas de trânsito significa investir muito esforço na compreensão de seu funcionamento. Em relação a isso, é possível fazer um paralelo com outra questão já citada aqui sobre o big data: as características das malhas de trânsito, assim como seus padrões de comportamento, são tão complexas que é impossível que uma pessoa entenda tudo sozinha.

O big data, por outro lado, é capaz de identificar esses padrões por meio do levantamento de dados diversos e otimizar o trajeto em tempo real. Essa foi a grande aposta da UPS, que hoje investe mais de 1 bilhão de dólares em big data, anualmente.

O sistema permite um controle muito mais eficiente sobre suas rotas, graças a tomadas de decisão mais inteligentes. Um bom exemplo foi a identificação de um pequeno atraso causado pelo excesso de conversões à esquerda. Nessas curvas, o motorista precisa atravessar a faixa contrária, muitas vezes perdendo tempo e consumindo mais combustível.

A solução do sistema foi optar por rotas que dão preferência, até certo ponto, para curvas à direita. Pode parecer um fator muito simples para ser otimizado ou que a diferença é pequena. Entretanto, quando somado a outros tantos de mesmo grau, o resultado é bastante significativo.

Ações voltadas ao cliente

Há algo de muito interessante na forma como o big data pode ser implementado para dar mais qualidade a diferentes processos. Pouca gente costuma pensar nisso, mas a própria relação entre a empresa e seus clientes tende a ganhar muito com a implementação desse tipo de tecnologia.

A UPS, por exemplo, notou que a quantidade de solicitações de rastreamento diário dos clientes sobre seus produtos é altíssima. Pensando nisso, aplicaram o big data também para o sistema de rastreio. Agora, quando o cliente quer saber onde seu produto se encontra, as informações são muito mais claras, já que os sensores atualizam os dados em tempo real.

Podemos destacar como parte desse conjunto de dados a velocidade do veículo, o número de paradas, o consumo de combustível e até mesmo os hábitos do motorista, como destacaremos a seguir.

Benefícios de ter big data na gestão de frotas

Todo gestor deve ter em vista a segurança e o bem-estar de seus funcionários. Mesmo com treinamento e reciclagem, profissionais do setor de transporte estão constantemente em ambientes de risco, tornando suas ações fundamentais no sentido de proteger a própria vida. A tecnologia, por sua vez, colabora com essa prática.

Câmeras e sensores dentro de veículos podem utilizar o big data para aumentar a segurança das pessoas no trânsito. Atualmente, esses sistemas de monitoramento fiscalizam e até mesmo acionam um alarme caso o motorista pegue o celular. O resultado não é só na prevenção de acidentes, mas também na redução dos gastos da empresa com multas de trânsito.

Da mesma forma, o big data pode fornecer um controle mais eficiente sobre a velocidade dos veículos, da trava das portas, do cinto de segurança, etc. Esse tipo de ação é difícil de monitorar sem o apoio da tecnologia, já que os motoristas estão diariamente rodando fora da empresa.

Aliando essas possibilidades, sua empresa pode criar serviços customizados para cada um de seus clientes. A UPS, por exemplo, permite que eles ajustem o horário de uma entrega por um aplicativo no smartphone, a qualquer momento.

Como você pode ver, são incontáveis as formas de implementação do big data na gestão de frotas. Faça uma análise em sua empresa e veja quais processos podem ser otimizados com o auxílio dessa tecnologia!

Gostou desse artigo? Então veja também nosso post sobre a importância da integração de sistemas para seu negócio!