Autor

Cristian Picoli

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As empresas precisam inovar constantemente para prender a atenção do público, realizar lançamentos de novos produtos que conquistem o mercado, superar a concorrência ou melhorar os seus processos internos.

Dessa forma, organizações de qualquer nicho podem utilizar técnicas de Design Thinking para estimular o pensamento criativo dos seus profissionais. A abordagem não está mais restrita aos designers como no passado e gradativamente vem sendo utilizada no mundo corporativo.

Assim, se você quer saber mais sobre os conceitos e como sua empresa pode aplicar o Design Thinking no dia a dia da organização, acompanhe este post!

O que é Design Thinking?

O Design Thinking é uma abordagem que tem a premissa de aliar os processos de uma empresa à sensibilidade do design, que ao observar a necessidade do ser humano, procura, no uso da tecnologia, buscar soluções inovadoras.

A abordagem pode ser muito útil na rotina corporativa para buscar novas ideias para melhorar os processos, lançar novos produtos e otimizar os serviços prestados.

Para desenvolver as estratégias, o Design Thinking mantém as pessoas como foco da atenção, preservando a empatia, sem abrir mão da inovação, com o propósito de encontrar uma solução focada nas necessidades do seu consumidor.

Quais são as etapas para aplicar o Design Thinking?

A metodologia possibilita que a empresa entenda as necessidades do seu cliente ou usuário por meio de processos de identificação, análise e síntese, ideação e prototipagem. Descrevemos a seguir cada etapa:

Identificação ou descoberta

A princípio, na etapa de identificação, é importante que seja apontado um problema ou questão que ainda não tenha uma resposta muito clara.

Uma técnica eficiente para potencializar a descoberta de soluções pode ser o brainstorm (tempestade de ideias). Com a finalidade de levantar o máximo possível de respostas, reúna uma equipe multidisciplinar para buscar novas ideias. Dessa forma, soluções que ainda não foram imaginadas pelo time, até então, envolvido no problema, podem surgir.

Algumas perguntas podem ser feitas para guiar o levantamento das soluções, por exemplo:

  • até o momento qual é o entendimento do problema?
  • o que pode ser levado em consideração que ainda não havia sido pensado?
  • como a solução do problema pode ser um diferencial na vida das pessoas?

Análise e Síntese

O foco dessa fase é buscar a empatia do usuário, entender quais são as suas dores, quais são as suas necessidades ou o que ele busca naquele serviço ou produto. Alguns cuidados devem ser tomados para identificar a carência do consumidor, usuário ou responsável pelo processo. As ferramentas que podem ser aplicadas nesta etapa, podem ser:

  • cartões de insights: consiste em ajudar a equipe a realizar reflexões rápidas e ativar a criatividade utilizando as observações baseadas nos dados reais.
  • diagramas de afinidades: trata-se da forma como os cartões de insights são agrupados e organizados, podendo ser por afinidade, semelhança ou familiaridade.
  • critérios norteadores: são as diretrizes que devem nortear o desenvolvimento das soluções inovadoras e não podem ser perdidas de vista.
  • mapas de conceitos: é representado graficamente com o objetivo de simplificar a organização visual dos dados complexos coletados no campo. As informações são distribuídas em diferentes níveis de profundidade e abstração.

Ideação

Nessa etapa, a solução é desenvolvida para atender o problema identificado e esmiuçado no início do processo. Como base para definir o resultado do estudo, são utilizados os dados levantados nas fases anteriores, em que você dimensionou os desvios e entendeu o que o seu cliente deseja.

As soluções devem ser baseadas nas necessidades do cliente, portanto, defina muito bem o perfil do usuário que será beneficiado com a solução.

Prototipagem

Na fase de protótipos, as propostas são refinadas por meio da representação de modelos que demonstrem a solução na prática. Aqui, também, os resultados deixam de ser apenas ideias e ficam tangíveis para a equipe envolvida no processo de inovação.

Estimule a criatividade da sua equipe nesse momento e encoraje-os a desenhar, moldar, escrever e fazer maquetes que potencializem a busca por soluções adequadas ao problema identificado.

Desse modo, novos testes e melhorias podem refinar ainda mais a solução proposta, enquanto ainda é um esboço. As mudanças nessa fase não trazem grandes prejuízos para o projeto e sim são oportunidades de melhoria.

De certo, as etapas apresentadas aqui servem apenas como uma base para aplicar o Design Thinking, podendo se adaptar às necessidades da sua empresa e tendo a possibilidade de ser dividida em mais ou menos fases. Cada problema analisado pode ser detalhado ou aglutinado em pequenas fases.

Quais são os benefícios?

Para se manter no mercado, as empresas precisam pensar de forma diferente para se destacar dos concorrentes e oferecer um diferencial estratégico. Por esse motivo, a abordagem do pensamento criativo pode ajudar as empresas na busca pela inovação dos seus processos no dia a dia. Os benefícios podem ser:

  • identificar todas as possibilidades de solução para selecionar as mais eficazes;
  • priorizar as necessidades do público-alvo;
  • desenvolver o potencial criativo da sua equipe, principalmente para solucionar problemas críticos;
  • promover a quebra de paradigmas da companhia no desenvolvimento dos seus serviços, produtos, estratégias e processos;
  • combinar o pensamento criativo da equipe com o pensamento corporativo.

Quais áreas podem utilizar o design criativo?

Empresas de todos os nichos podem utilizar a abordagem e aplicar o Design Thinking para melhorar os processos internos. Por exemplo:

  • empresas prestadoras de serviços;
  • desenvolvimento de produtos (novos ou renovação);
  • soluções digitais inovadoras;
  • serviços bancários;
  • serviços do governo (setor público);
  • modelos de negócios e empreendedorismo.

Como aplicar na sua empresa?

A abordagem pode ser implementada progressivamente dentro da empresa e deve ser contínua e intermitente, ou seja, não basta fazer apenas uma única vez.

Dependendo da área de atuação do profissional, a aplicação da abordagem pode representar uma mudança de cultura. Nesse caso, a implementação progressiva pode ser a melhor solução. Confira o que deve ser feito:

  • incentive a equipe a utilizar as técnicas para desenvolver novos produtos;
  • motive a participação de pessoas que não são da área de criação para participar de desenvolvimento criativo;
  • entenda que cada erro cometido, durante o andamento das técnicas, serve como aprendizado;
  • pense nas pessoas antes de qualquer coisa.

Em suma, aplicar o Design Thinking na sua empresa depende de pequenas ações e adaptações para mudar a forma de pensar da organização. A técnica pode ser considerada uma poderosa ferramenta de inovação para solução de problemas com foco na empatia com o consumidor, o que pode ser extremamente benéfico para a sua empresa.

Se a sua empresa quer continuar inovando e acompanhando as mudanças de comportamento sofridas pela transformação cultural, não deixe de dar uma olhada em nosso artigo sobre investimento em aplicativos móveis. Com certeza a leitura desse texto ajudará muito nesse assunto.

Uma boa gestão de vendas garante que o negócio possa manter-se competitivo e capaz de buscar novos mercados sempre. E, com o auxílio de soluções em software, ele também pode gerar mais competitividade para si por meio de um atendimento mais inteligente e conectado às necessidades de seu público-alvo.

Uma das soluções que podem ser adotadas para atingir esse objetivo é o software de gestão de vendas. Ele centraliza rotinas, reduz custos e permite que a companhia atue de maneira estratégica na hora de buscar novas oportunidades de negócios.

Confira abaixo como as soluções em software podem melhorar a competitividade da sua empresa! Boa leitura!

O que é um software de gestão de vendas?

O software de gestão de vendas é uma solução de software que pode ser utilizada pelo negócio para otimizar a sua rotina operacional, reduzindo custos, melhorando a sua competitividade e promovendo a sua capacidade de atender a demandas do mercado.

Ele é uma ferramenta que pode ser integrada a todos os processos de vendas, centralizando o local para a realização de rotinas, como a emissão de notas fiscais e o controle da entrega de produtos e de rotinas de relacionamento com o consumidor. Assim, a companhia terá processos mais precisos e livres de erros.

Investindo em um software de gestão de vendas customizado, a companhia pode adotar uma ferramenta totalmente moldada para o seu perfil. Ela terá funcionalidades capazes de gerar um grande diferencial competitivo para a companhia, que poderá atuar de maneira estratégica no atendimento a seus consumidores e parceiros comerciais com soluções inovadoras.

Soluções em Software: Quais as suas vantagens?

As soluções em software podem ter um papel-chave para que o negócio consiga manter-se competitivo. E, com um sistema de gestão de vendas, a empresa pode gerar mais competitividade por meio de rotinas mais inteligentes e eficazes. Confira as vantagens dessa ferramenta abaixo!

Emissão de documentos mais ágil

Com um software de gestão de vendas, a empresa pode reduzir prazos e erros na hora de emitir documentos fiscais. Dessa forma, o empreendimento terá uma rotina tributária mais eficaz e evitará erros e prejuízos. Além disso, o tempo de entrega dos produtos cairá, dando mais competitividade para o negócio.

Melhora no planejamento

Conhecendo os fluxos de vendas, a empresa pode melhorar o seu planejamento de médio e longo prazo. O gestor terá mais dados para construir uma rotina e um conjunto de estratégias de mercado capazes de evitar riscos, reduzir prejuízos e maximizar a capacidade de a companhia criar oportunidades de vendas.

Controle de estoque mais eficaz

O controle de estoque também pode ser otimizado por meio do software de gestão de vendas. Com mais integração entre áreas, a companhia conseguirá controlar melhor a compra de matéria-prima e o seu planejamento de médio e longo prazo. Além disso, as áreas de logística e armazenamento atuarão lado a lado para evitar atrasos na entrega de produtos, garantindo a manutenção da lucratividade da companhia.

Como tornar os negócios mais inteligentes e competitivos?

O uso de soluções em software na área de vendas pode ter um papel-chave para que negócios consigam atingir os seus objetivos de médio e longo prazo. Com as ferramentas, como o software de gestão de vendas personalizado, conforme as necessidades da empresa, poderão ser criados fluxos de trabalho mais eficazes, otimizando o planejamento e reduzindo custos.

Além disso, o empreendimento terá mais mecanismos para controlar as suas rotinas e os dados utilizados para definir estratégias de mercado. Dessa forma, a companhia pode adotar um planejamento mais eficaz e capaz de gerar lucros a médio e longo prazo.

Gostou do nosso post sobre soluções em software e quer saber mais sobre como elas auxiliam a sua empresa a atingir metas? Então assine a nossa newsletter para receber as nossas dicas! Vamos lá!

A criação e desenvolvimento de softwares é um processo complexo e que envolve várias etapas e profissionais. Elas envolvem a execução de refinamentos constantes, testes para rastrear falhas e o planejamento da criação de novos recursos. E, para evitar que a empresa tenha problemas durante cada uma dessas rotinas, é importante desenvolver mecanismos de controle precisos.

Para auxiliar gestores nessa tarefa, a empresa pode criar o ciclo de vida do desenvolvimento de softwares. Assim, ela conseguirá rastrear mudanças e próximas atualizações com precisão e eficiência. Quer saber mais sobre ele? Então acompanhe nosso post!

Quais as bases do ciclo de vida do desenvolvimento de softwares?

O ciclo de vida de desenvolvimento de softwares é um modelo de gestão que permite ao negócio ter um maior controle sobre a maneira como as aplicações são feitas. Todos os times responsáveis por executar os processos conectados à criação da aplicação terão a base necessária para programar, da forma mais eficaz possível, uma aplicação de alta performance. Assim, requisitos são seguidos e a empresa consegue evitar falhas a médio e longo prazo.

Em outras palavras, o ciclo de vida é o mecanismo utilizado por empresas para reduzir os problemas enfrentados durante a criação de uma aplicação. Ele é escolhido conforme a natureza do tipo de sistema que será criado e, uma vez integrado à rotina da companhia, dará as bases para que ela possa executar todas as atividades relacionadas à gestão da ferramenta na ordem e metodologia correta.

Quando um ciclo de vida do desenvolvimento de softwares deve ser utilizado?

Os ciclos de desenvolvimento de software podem ser utilizados em várias situações. As três principais envolvem a correção de bugs, a criação de novas funcionalidades e a descontinuidade de uma aplicação. Veja os motivos abaixo!

Resolução de bugs

Por mais eficientes que sejam os mecanismos de criação de aplicações, sempre existe o risco da empresa realizar um deploy de um sistema com algumas falhas em seu código-fonte. Justamente por isso, é importante ter um processo eficaz para que tais vulnerabilidades sejam eliminadas rapidamente após a distribuição da ferramenta para o usuário.

Nesse momento, o ciclo de vida pode ser utilizado para auxiliar gestores na execução de processos de testes mais seguros e precisos. Cada developer terá uma orientação mais precisa sobre como agir para identificar possíveis falhas e vulnerabilidades de segurança, assim como as rotinas necessárias para eliminar qualquer problema encontrado.

Criação de novas funcionalidades

Todo software de sucesso tem funcionalidades distribuídas regularmente para os seus usuários. Essa abordagem auxilia empresas a fidelizar consumidores e a manter a aplicação alinhada às tendências do mercado.

Por meio do ciclo de vida, a empresa passa a ter mecanismos para identificar e criar funcionalidades com mais agilidade. Torna-se mais fácil para a companhia mapear as funcionalidades mais utilizadas, identificar tendências e o que pode ser feito para melhorar a experiência de uso de suas aplicações. Dessa forma, fica mais simples criar um fluxo de entrega de novos recursos funcionais e inovadores.

Descontinuidade de uma aplicação

Muitas vezes, um software deixa de ser viável e é descontinuado. Nesse momento, o ciclo de vida dá ao empreendimento as bases para encerrar o seu suporte e, assim, evitar que os usuários fiquem sem alternativa. Isso poderá ser feito por meio de estratégias, como a oferta de novas aplicações ou mecanismos para manter o sistema utilizável mesmo que ele não vá receber mais atualizações.

Quais os modelos de ciclo de vida do desenvolvimento de softwares existentes no mercado?

Diante das diferentes necessidades de empresas, muitos modelos de ciclo de desenvolvimento de software foram criados ao longo dos anos. Em cascata, incremental, espiral e de prototipagem são alguns exemplos. Confira abaixo as características dos mais populares:

Modelo em cascata

Criado em 1970, esse é um modelo considerado mais tradicional. No modelo em cascata, uma nova etapa só pode ser iniciada após a anterior ser concluída, documentada e aprovada pelo cliente.

A ênfase desse modelo está nas etapas de planejamento e desenvolvimento do sistema. Mais fácil de ser gerenciado, ele tem pouca abertura para mudanças, o que tornou-se uma das suas principais críticas.

Modelo evolutivo

No modelo evolutivo, há mais abertura para mudanças. Ele tem como base a ideia de que, no momento do planejamento, não há a necessidade de considerar todos os requisitos da aplicação. Há uma constante troca de dados entre cliente e desenvolvedor, permitindo que o software seja modificado continuamente para atingir as necessidades dos usuários.

Entre os principais motivos para uma empresa adotar esse modelo, está a sua maior flexibilidade. A empresa conseguirá manter o projeto mais receptivo a mudanças e conseguirá garantir que, ao seu fim, todas as funcionalidades estarão moldadas de acordo com aquilo que o usuário necessita. Porém, pode ser mais difícil delimitar a definição do escopo e da arquitetura e os prazos.

Modelo de prototipação

A prototipação é uma abordagem em que a empresa passa a visualizar o ciclo de desenvolvimento do software como uma rotina evolutiva. As funcionalidades são entregues aos usuários como se fossem protótipos, permitindo que avaliações sejam feitas para identificar possíveis problemas, pontos que possam ser modificados ou removidos da aplicação final.

Quando a empresa adota a prototipação como forma de gerenciar o ciclo de desenvolvimento do software, ela tem mais mecanismos para identificar se a aplicação é viável, atende às necessidades do seu cliente e tem funcionalidades bem estruturadas. Assim, as chances de entregar um produto com falhas ou com uma experiência de usuário de baixa qualidade caem significativamente.

A criação de um processo de desenvolvimento inteligente e conectado com as necessidades do usuário é fundamental para que a empresa possa entregar um produto de qualidade. Os developers terão mecanismos mais precisos para planejarem as suas rotinas, evitarão erros e conseguirão executar um trabalho de maior qualidade. Além disso, a alocação de recursos será mais eficaz e econômica.

Em outras palavras, quando o ciclo de vida do desenvolvimento de softwares estiver bem estruturado, a companhia terá mais capacidade para criar produtos mais inteligentes e eficazes. As funcionalidades poderão atender a um número maior de pessoas e, assim, o sucesso da aplicação será garantido.

Agora é a sua vez: quais são as suas estratégias para criar aplicações de sucesso? Conte para nós no campo de comentários! Vamos lá!

Organização e planejamento são as chaves para o sucesso de qualquer projeto, independentemente de sua escala. Dito isso, você ficaria surpreso com a quantidade de processos que ficam perdidos no meio do caminho, gerando retrabalhos desnecessários e uma série de atrasos. Mas existem alguns métodos para evitar esses cenários. Por exemplo, você sabe o que é Kanban?

O que é Kanban?

De forma bem simples, é uma metodologia de produção japonesa baseada em um grande quadro, visível a todos. Ela começou nas linhas de produção industriais, em que todos precisavam saber em que passo estava a produção a todo momento.

Para isso, colocaram um quadro com cartões coloridos e colunas que representavam seu progresso. Dessa forma, sempre que alguém concluía ou começava uma tarefa, era só mover o cartão e todos saberiam.

Ainda não sabe se essa metodologia é para você? Então continue acompanhando e entenda melhor o que é Kanban e como aplicá-lo. Boa leitura!

Quais são as vantagens do Kanban?

Fácil orientação para toda a equipe

Um grande quadro no centro da empresa ou em um arquivo compartilhado é bem mais fácil de acompanhar do que todos os memorandos de um gestor de equipe. Cores contrastantes são sinalizadores melhores do que notas de rodapé e podem ser compreendidas independentemente do idioma. É a forma mais simples e eficaz de manter todos atualizados em relação às atividades da equipe.

Claro, para atingir esse benefício, você precisa ter uma boa primeira reunião, com todo o treinamento necessário e, se possível, uma legenda. Dessa forma, todos podem começar no mesmo passo e sempre poderão revisar os conteúdos que esquecerem durante a produção.

Estabelecimento de prioridades

Entendendo o que é Kanban, você já deve ter notado como isso ajuda a equipe a estabelecer prioridades. Com todas as tarefas facilmente visíveis, é bem mais fácil para o time estabelecer quais delas devem ser cumpridas hoje, quais devem ser entregues sem falta e quais podem ser descartadas, caso o prazo fique muito apertado.

Ter uma lista bem estruturada de prioridades é um dos aspectos mais básicos do planejamento de projetos. Em atividades como o desenvolvimento de softwares, o produto após finalizado entra em uma fase de evolução e suporte contínuo e nunca é realmente finalizado. Na maior parte do tempo, vale mais a pena saber o que pode priorizado nas tarefas do projeto e entregar rapidamente algo de valor para o cliente.

Diminuição de gargalos

Caso você não saiba, um gargalo é algum estágio do projeto no qual as tarefas tendem a se acumular, de modo que a saída seja menor que a entrada — por exemplo, quando há muitos clientes na fila do mercado, mas só um caixa está trabalhando. Logo, você verá que ela fica maior e isso começa a custar muito em produtividade.

Felizmente, como o seu quadro de Kanban exibe todas as tarefas para a equipe, é bem mais simples entender como esses gargalos começam e evitar que eles se formem. Se alguém sabe que haverá muita demanda para determinada fase do projeto, logo, essa pessoa pode focar nessa área antes que as tarefas se acumulem.

Como aplicar o Kanban em sua empresa?

Estabeleça os estágios do projeto

Agora que você sabe o que é Kanban, o primeiro passo para colocá-lo em prática é entender quais são os estágios envolvidos no projeto. Esses são representados por colunas diferentes dentro do quadro. Não há uma fórmula específica, basta que você liste os passos que levam até a entrega daquela tarefa.

Por exemplo, em um projeto simples, você pode seguir estágios como “em espera”, “em produção” e “concluído”. Para algo mais complexo, você pode adotar mais complementos, como “em espera”, “em produção”, “aguardando avaliação”, “sob avaliação”, “concluído”. Tudo depende do tipo de projeto que você está conduzindo e do nível de complexidade do processo em si.

Liste as tarefas a serem executadas

Com um quadro elaborado e pendurado em sua parede (ou em uma planilha compartilhada), é hora de começar a listar todas as tarefas que devem ser executadas, do começo ao fim do projeto. O ideal é que elas sejam abrangentes o suficiente para que seu quadro não fique completamente poluído, mas não tanto a ponto de elas se resumirem ao tempo total de produção.

Por exemplo, se executar a receita de um bolo fosse um projeto, suas tarefas poderiam ser divididas em “pesquisar receita”, “comprar ingredientes”, “separar os utensílios necessários”, “preparar a massa”, “preparar a cobertura e outros complementos”, “cozinhar” etc. Nenhum dos itens é muito profundo, mas todos estabelecem o que você deveria fazer.

Execute e atualize o quadro

Não adianta entender o que é Kanban se você não utilizá-lo na prática. E o que isso significa? Simples: cumprir as tarefas que já foram listadas e movê-las entre as colunas à medida que avançam nos estágios de produção. Não atualizar o quadro inutilizaria todo o esforço de elaborá-lo.

Claro, se cada um tentar mover as tarefas por conta própria, pode ser que ocorra alguma confusão no processo. Talvez alguém se esqueça de atualizar o quadro, por exemplo. A solução mais simples é ter alguém responsável por essa tarefa. Não precisa ser um gestor ou alguém exclusivamente dedicado. A equipe pode se revezar, deixando cada um assumir essa responsabilidade de tempos em tempos.

Alie o Kanban às metodologias ágeis

O quadro de tarefas Kanban tem uma sinergia muito boa com outras formas de projetos, especialmente as ágeis. De forma bem resumida, essas metodologias focam no cumprimento de tarefas dentro de intervalos menores de tempo. Por exemplo, se um software deve ter 3 funcionalidades, cada uma deve ser considerada como uma tarefa separada.

Você já deve ter notado a correlação aqui. Com estratégias de projeto ágeis, como SCRUM, é possível focar na entrega de valor e organizar a equipe de acordo com os objetivos imediatos e claros em vez de um grande projeto nebuloso. Você logo vai notar como isso melhora a produtividade do seu time.

Agora que você entende melhor o que é Kanban e como usá-lo, é hora de colocar um quadro na parede da empresa e começar a preenchê-lo. Quer tirar mais alguma dúvida? Então deixe um comentário com sua pergunta e logo responderemos.

O guia de conjunto de conhecimentos de gerenciamento de projetos, mais conhecido como PMBOK, compila as melhores práticas para planejamento, execução e monitoramento dos mais diversos tipos de projeto.

Empresas de todos os portes podem utilizar o guia com o objetivo de melhorar os processos internos de desenvolvimento dos seus projetos. As diretrizes abordadas podem ser usadas de acordo com a particularidade de cada empresa, podendo implementar todo ou parte do que orienta o guia.

Se você quer ter uma visão geral das diretrizes do PMBOK, acompanhe este post.

Qual é a definição de PMBOK?

A autoria do PMBOK, que em inglês significa Guide to the Project Management Body of Knowledge, é de responsabilidade do PMI (Project Management Institute).

A publicação foi reconhecida como guia padrão de gerenciamento de projetos pelo American National Standards Institute (ANSI) em 1999. O documento pode ser considerado como um guia completo contendo as principais diretrizes de conhecimentos de gerenciamento de projetos.

Ao todo o PMBOK já teve seis versões e a mais recente foi publicada em 2017. O guia tem a premissa de melhorar continuamente e acompanhar a evolução das organizações para que as suas práticas sejam sempre abrangentes às empresas de todos os perfis.

Quais são as etapas de um gerenciamento de projetos?

As definições de projeto garantem que ele deve ter a característica de ser único, devido a isso, muitas incertezas podem surgir ao longo do seu desenvolvimento.

Ademais, ao aplicar as melhores práticas de gerenciamento de projetos, são reduzidas as chances de insucesso e de outros problemas, como a falta de planejamento das atividades, o extrapolamento de custo e prazos estabelecidos, retrabalhos constantes, etc.

O PMBOK aborda que o projeto pode ser dividido em cinco fases do ciclo de vida. Confira a seguir:

  • iniciação: nessa fase do projeto é concebido o conceito geral, como a definição do escopo, os requisitos, as restrições, estimativas preliminares, a definição do gerente de projetos e a submissão do projeto para aprovação;
  • planejamento: quando o projeto atinge essa fase, é sinal que já foi aprovado, e então, deve ser um pouco mais detalhado. Descrevendo em maiores detalhes as tarefas, o desenvolvimento do cronograma, a Estrutura Analítica do Projeto (EAP) e o desenvolvimento dos documentos de planejamento de todas as áreas de conhecimento do projeto;
  • execução: nessa etapa é a execução do que foi planejado e o registro das entregas. É comum nessa fase ocorrer mudanças enquanto o projeto está sendo executado. Existem técnicas e ferramentas para controlar essas mudanças;
  • monitoramento e controle: os documentos emitidos nessa fase visam garantir o acompanhamento da execução do projeto em relação ao que foi planejado previamente. O monitoramento é feito por meio de indicadores de desempenho, ações corretivas, preventivas, entre outros;
  • encerramento: essa fase é tão importante quanto às demais, o projeto precisa concluir o escopo e realizar o encerramento de todas as entregas planejadas, além de registrar as lições aprendidas durante o andamento do projeto para que elas possam ser utilizadas futuramente em outros projetos.

O que são as áreas de conhecimento de gerenciamento de projetos?

O PMBOK é composto por processos, ferramentas e técnicas válidos para gerenciar qualquer tipo e tamanho de projeto.

Na sua versão mais atual, lançada em 2017, a sexta edição do guia apresenta 49 processos distribuídos em 11 áreas de conhecimentos que são sugeridos para gerenciar um projeto. A seguir, descrevemos brevemente cada uma das áreas:

Gerenciamento da integração

O gerenciamento da integração visa alinhar todas as demais áreas de conhecimento. Essa área permite que gerente de projetos tenha uma visão holística dessas áreas e entenda os melhores caminhos para integrá-las. Com essa visão, o gerente pode identificar onde é melhor concentrar os esforços e recursos para evitar replanejamentos e retrabalhos visando garantir o sucesso do projeto.

Gerenciamento de escopo

O objetivo dessa área é a realização das atividades necessárias para entregar os produtos, serviços ou resultados. Aqui é feito o entendimento das especificações e requisitos do escopo, bem como se ele todo está compreendido e o que deve ficar de fora do projeto.

Gerenciamento do cronograma

Essa área de conhecimento mudou de nome na última versão, na quinta era “Gerenciamento de Tempo”. O objetivo aqui é acompanhar o cumprimento dos prazos determinados para cada fase do projeto. O gerente deve incluir todos os processos do desenvolvimento e acompanhar cada etapa.

Gerenciamento de custos

O objetivo do gerenciamento de custos é estimar e controlar o orçamento do projeto de modo que ele não ultrapasse o valor aprovado. Dessa forma, o gerente de projetos estabelece políticas e procedimentos para planejar, gerenciar, executar e controlar o custo de acordo com as necessidades.

Gerenciamento da qualidade

A qualidade do projeto está diretamente relacionada à satisfação do cliente, por isso merece uma área dedicada ao controle e garantia das expectativas do solicitante do projeto. Para isso, o gerente deve verificar as condições da equipe e do ciclo de vida do projeto para satisfazer as necessidades do cliente.

Gerenciamento de recursos

O gerenciar de recursos também sofreu alterações na mais nova versão do PMBOK. Essa etapa agora não é responsável apenas pelos recursos humanos, mas também engloba materiais e equipamentos. A função do gerente de projetos é fazer a gestão de todos os insumos durante o andamento do processo.

Gerenciamento de riscos

Gerenciar riscos tem o objetivo de identificar precocemente desvios e tendências e planejar as ações para reduzir os impactos que possam comprometer o projeto. Lembrando que riscos podem ser positivos ou negativos.

Gerenciamento das comunicações

A comunicação, assim como as outras áreas de conhecimento, não pode ser negligenciada, pois grande parte do tempo do gerente é dedicada a reduzir ou eliminar ruídos que possam atrapalhar o desenvolvimento do projeto. Para isso, ele deve planejar a geração, distribuição e armazenamento das informações em todas as fases do projeto com o objetivo de conectar todas as partes interessadas.

Gerenciamento de aquisições

Área destinada aos processos de compra e aquisição de bens e serviços externos à empresa executora. Nela são feitos o planejamento, a condução e o controle dos serviços que precisam ser terceirizados para dar andamento ao projeto.

Fazer o gerenciamento dos serviços contratados é extremamente importante para documentar e especificar o que está sendo adquirido, além de monitorar o desempenho do contrato e necessidades de eventuais mudanças durante o desenvolvimento.

Gerenciamento das partes interessadas

O objetivo dessa fase é engajar todos os envolvidos no projeto a participarem ativamente no desenvolvimento, definindo quem são as pessoas ou empresas que podem afetar ou influenciar o andamento e os resultados do projeto.

Em suma, a sua empresa pode aplicar as boas práticas internacionais compiladas pelo PMBOK no desenvolvimento de qualquer projeto. Como resultado, obter a otimização de recursos, reduzir as inconsistências e atrasos, bem como, ter a redução de fracassos em projetos.

Além disso, favorece que a padronização das atividades e gerenciamento sobre o andamento de todos os projetos da companhia sejam planejadas antes da execução e permitam melhoria continua dos processos internos da organização.

Agora que você tem a visão geral do PMBOK e pode aplicá-lo na sua empresa, assine a nossa newsletter para receber em primeira mão artigos sobre esse e outros assuntos relacionados.

Armazenar dados, garantir a segurança da informação e a acessibilidade dos registros empresariais em qualquer dispositivo: você já conhece as vantagens da cloud computing, certo? Afinal, contar com um sistema dessa categoria na organização traz agilidade e economia para os processos. E os tipos de nuvem? Você sabia que nem todas as clouds são iguais?

Então, siga conosco. Neste post, explicaremos tudo o que é preciso saber sobre os tipos de nuvem, suas vantagens, desvantagens e particularidades!

Os 3 tipos de nuvem

A computação em nuvem já conquistou os gestores. O sistema — que inicialmente se popularizou por conta da aplicação doméstica — vem crescendo e ganhando espaço nas companhias. Conduzido pela Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), o Estudo Anual de Panoramas e Tendências do Mercado Brasileiro de Software revelou dados relevantes ainda em 2017.

O levantamento da ABES confirma a importância da cloud computing para empreendedores e gestores de grandes empresas. De acordo com o divulgado, R$ 2,25 bilhões foram investidos em sistemas de nuvem no Brasil em 2016. E esses números aumentam a cada ano. Atualmente existem 3 tipos de nuvem que que as empresas podem contratar e utilizar. Veja quais são:

1. Nuvem pública

Um serviço de nuvem pública é aquele prestado por um desenvolvedor ao usuário doméstico comum ou a empresas, através da internet. Ou seja, quem contrata o serviço é o próprio usuário. Assim, o provedor do serviço é quem tem a obrigação de zelar pela hospedagem, proteção, manutenção e pelo gerenciamento dos dados armazenados na plataforma.

Quanto aos custos, o cliente só é cobrado pelos recursos que são utilizados, como infraestruturas de aplicação, softwares para funcionamento ou infraestrutura física. Desse modo, o modelo de nuvem pública tem como grande vantagem o baixo investimento, sendo o mais indicado para micro e pequenas empresas ou para as startups que estão se lançando no mercado. A implantação é simples e rápida, dispensando, inclusive, o auxílio de um profissional.

Quem tem pouco capital para investir em tecnologia também vai aproveitar bem esse primeiro modelo. No entanto, a contratante pode vir a enfrentar algumas dificuldades, como instabilidades no sistema ou insuficiência na segurança, pois o provedor abriga diversos usuários.

2. Nuvem privada

Quando falamos em nuvem privada, nos referimos a um serviço de cloud computing prestado dentro da empresa. Ele oferece as funções-padrão do sistema de nuvem — aumento de produtividade, escalabilidade, flexibilidade e acesso remoto —, mas para uma única organização ou para um grupo fechado. Assim, os recursos de TI não são partilhados com outros usuários que não os do ambiente corporativo.

Nesse modelo, a empresa é a responsável por integrar os departamentos na nuvem, contando instalação, manutenções e infraestrutura provenientes da empresa que disponibiliza o serviço de cloud privado. Tendo isso em vista, avalie bem a condição financeira do seu negócio antes de investir nessa alternativa, que custa mais do que a nuvem pública.

Uma nuvem desse tipo tem uma rede inteligente e flexível, possibilitando uma experiência de usuário estável. Isso significa mais segurança para seus dados e mais confiança no uso da nuvem. É uma boa pedida para empresas que estão em franca expansão, porque consegue processar grandes volumes de demanda, além de ter respostas ágeis.

3. Nuvem híbrida

O nome já sugere a fusão entre os modelos de nuvem privada e pública. Na opção híbrida, algumas características de ambos os tipos de nuvem anteriores estão presentes. A empresa pode armazenar seus dados locais e informações importantes em uma nuvem privada, mas fazer a transferência dos arquivos para demais clouds.

A nuvem híbrida seria o modelo ideal para qualquer empresa. Isso porque seus recursos são extensos, pois há tanto uma função local, para os processos do dia a dia, quanto um servidor remoto, para as atividades mais complexas.

No entanto, a nuvem híbrida custa caro, já que agrega os dois tipos de nuvem prévios, tornando-a inviável para pequenas e médias empresas sem um bom capital para investir em tecnologia. Além disso, a segurança dos dados pode ficar abalada quando os arquivos são transferidos para a nuvem pública.

Agora você sabe tudo sobre os tipos de nuvem disponíveis no mercado. Qual recurso mais chamou sua atenção? Qual delas seria a escolha ideal para sua empresa? Queremos saber! Conte para a gente nos comentários!

Engana-se o empreendedor que pensa que o departamento de vendas tem como única função aumentar o faturamento. Não está menos errado o gestor que destina o marketing somente para realizar a prospecção de clientes. Os dois setores têm mais em comum do que as empresas tendem a imaginar, e colocá-los para trabalhar juntos pode otimizar os resultados de ambos.

Quer aprender a alinhar a equipe de marketing e vendas a favor do sucesso da organização? Então você veio ao lugar certo. Veja nossas dicas!

Vendarketing: o que é?

Os avanços constantes no campo digital permitem que as organizações simplifiquem os seus processos. Nos contextos extremamente tecnológicos em que os novos empreendimentos estão inseridos, não é de se surpreender que a aposta nas soluções automatizadas aumente a cada ano.

Por mais que essa alternativa facilite o trabalho, certos desafios internos das corporações só podem ser solucionados com a integração de departamentos. Se você passeia por sites em inglês, provavelmente já esbarrou no termo smarketing, que propõe justamente essa fusão entre os interesses e planos de ação de dois setores essenciais da empresa.

A denominação em inglês, que vem da junção dos termos sales e marketing, já ganhou sua versão no português: vendarketing, proposta que pode parecer curiosa à primeira vista, mas que promete elevar a competitividade da empresa. Isso porque pensar que a função do setor de marketing é apenas criar campanhas mirabolantes que depois serão postas em prática pela equipe de vendas é coisa do passado!

Unir os dois setores por meio do alinhamento de suas métricas e de seus objetivos e processos tem tudo para dar certo, mas ainda não é prática frequente nas empresas brasileiras. Em pesquisa conduzida pela Corporate Executive Board, os resultados são preocupantes: 87% das palavras utilizadas pelos dois departamentos para descreverem um ao outro são adjetivos negativos.

O time de vendas é chamado de “preguiçoso” e “pouco informado”, enquanto o de marketing é denominado “sem relevância” ou “acadêmico demais”. O vendarketing vem para romper esse muro que divide a comunicação entre os setores e alinhar seus interesses.

Quais as vantagens?

Em vez de os dois departamentos mirarem apenas suas tarefas específicas, ao alinhar a equipe de marketing e vendas, os colaboradores passam a ver a organização como um todo. Apostando no vendarketing, a empresa cria um sentimento de cooperação entre setores que costumam atuar separados e gera mais consciência sobre os resultados finais de cada estratégia.

Se os objetivos e as ações das áreas andam pareados, evitam-se as falhas nos processos. Mantendo a cooperação como parte da cultura empresarial, os planos de atuação da marca se fortalecem, permitindo fazer a prospecção do maior número possível de consumidores.

Vamos pensar: o intuito final do departamento de marketing é converter o cliente potencial em comprador fiel. Já na área de vendas, a estratégia não é bombardear o consumidor com produtos, é de analisar sua problemática e ofertar uma experiência de compras particular e satisfatória.

Quando os dois setores se unificam, não é só a empresa que ganha com a atração de um grande volume de compradores, mas também o consumidor, que lucra com uma experiência moldada às suas necessidades. Caminho certo para criar uma carteira de clientes fiéis!

Como alinhar a equipe de marketing e vendas?

Tendo em vista as inúmeras vantagens obtidas ao alinhar a equipe de marketing e vendas, você já deve estar se perguntando como implementar essa cultura na sua empresa. A boa notícia é que a adoção da estratégia não é das mais complicadas, mas exige determinação.

1. Entenda o funil de vendas

O primeiro passo é analisar a posição de cada departamento no pipeline da companhia. Se você não está habituado ao termo em inglês, talvez o conheça como funil de vendas. Ambos os departamentos encontram-se no mesmo funil, porém o marketing atua no topo e no meio, angariando informações sobre os consumidores e causando atração, enquanto as vendas estão no fundo do pipeline.

O setor de vendas fará uso das informações obtidas pelo marketing para traçar experiências de compra destinadas às particularidades de cada consumidor. A partir dessa análise, podemos continuar a implementação do vendarketing.

2. Abra a comunicação

O grande erro das empresas que ainda trabalham nos moldes antigos é a falta de integração da comunicação. Para adotar o vendarketing, essa barreira deve ser deposta, e, por isso, o gestor precisa investir na comunicação de mão dupla entre os colaboradores.

O ideal é que os times de marketing e de vendas possam falar diretamente um ao outro, diminuindo ao máximo os ruídos de comunicação nesse trâmite.

3. Trace estratégias conjuntas

É hora de aproveitar os resultados dos dois primeiros passos da implantação. Agora que você entendeu a posição de cada departamento no funil de vendas e permitiu a comunicação entre eles, ambos podem traçar estratégias conjuntas.

Se a equipe de vendas desenvolve seus planos de ação sem a presença do grupo de marketing, não só os objetivos mas também as práticas da empresa podem soar controversas ao consumidor, faltando o alinhamento.

O ideal é que ambos os setores conheçam a fundo os princípios e o posicionamento de mercado da organização, para que, então, definam objetivos comuns, metas e bonificações, caso os resultados esperados sejam conquistados.

4. Compartilhe dados

Ao alinhar a equipe de marketing e vendas, elas passam a atuar sob os mesmos princípios. Por isso, todos os dados precisam ser partilhados entre essas equipes. As informações angariadas acerca dos clientes pelo setor do marketing devem chegar aos colaboradores responsáveis pelas vendas.

Tudo o que for pesquisado sobre o prospect, como gostos, tíquete médio, frequência de compra, linguagem e problemática, deve ser encaminhado para o grupo de vendedores da companhia.

5. Aplique a tecnologia

Se compartilhar dados em tempo real otimiza o vendarketing na empresa, não é saudável para a organização adotar processos analógicos de partilha, certo? É aqui que a tecnologia presta socorro e permite uma comunicação eficaz e instantânea.

Com a adoção de um software para salvar e compartilhar dados, a corporação consegue proteger as diversas informações que circulam diariamente dentro da companhia, e os colaboradores podem partilhá-las sem complicações.

Alinhar a equipe de marketing e vendas é o caminho para levar sua empresa ao sucesso! Nesse percurso, adotar estratégias bem definidas e tecnologia de ponta é um acerto. Para isso, não deixe de estar sempre atento aos avanços da transformação digital!

No desenvolvimento de projetos, especialmente na área de tecnologia, é bem difícil manter o ritmo e a produtividade por muito tempo. Além de não haver uma definição clara de quando um software está “concluído”, também pode ser que não haja uma rotina muito sólida de trabalho. Pensando nisso, muitas empresas nessa área adotam a metodologia SCRUM para guiar seus projetos.

De forma resumida, SCRUM é uma metodologia de desenvolvimento de sistemas e softwares baseada em ciclos, chamados Sprints. Cada ciclo tem um prazo delimitado, e o objetivo é agregar mais valor ao produto a cada Sprint. Dessa forma, sempre haverá um produto a ser entregue no final de cada interação.

Está pensando em aplicar a metodologia SCRUM nos seus projetos? Então veja aqui uma explicação rápida sobre como ela funciona e quais são seus principais benefícios!

Como funciona o SCRUM?

Papéis dentro do projeto

Além do papel de cada colaborador no processo de desenvolvimento, há duas funções características dentro do SCRUM. Estas são:

Product Owner (PO)

Para garantir o sucesso de qualquer projeto, é necessário manter uma visão clara e unificada sobre o que a equipe está criando. E a melhor forma de fazer isso é deixar alguém ter a última palavra sobre o que entra ou não no produto. Para isso serve o Product Owner.

Sua função é atuar como representante do público, alguém que pensa como o cliente final. Assim, se o PO disser que algo não é relevante para o projeto, é porque essa funcionalidade não seria relevante para o comprador ou usuário do software.

Scrum Master (SM)

Com alguém já mantendo a visão da equipe nos trilhos, ainda é necessário que outra pessoa guie essa equipe no processo de produção e garanta que os fundamentos do SCRUM sejam seguidos. Esse é o Scrum Master.

O trabalho desse profissional não é dar ordens, mas apenas orientar e liderar o time de desenvolvimento — por exemplo, explicando como certas prioridades devem ser ordenadas, como organizar melhor suas rotinas e garantindo que os prazos de cada Sprint sejam mantidos.

Product Backlog

Este é o primeiro estágio da metodologia SCRUM e um dos mais importantes. Antes de começar a trabalhar, o time deve ter uma noção das funcionalidades que serão inseridas no software e, a partir disso, das tarefas a serem cumpridas.

Na primeira reunião de todo projeto SCRUM, é criado um Backlog com a lista de prioridades da equipe. Dessa forma, se for necessário descartar algo (e sempre será), a equipe poderá escolher rapidamente.

Claro que essas prioridades podem ser revisadas. A cada ciclo de planejamento, pode ser uma boa ideia conferir o Backlog e determinar quais componentes do produto devem ou não subir na lista.

Sprint Planning

Como já mencionamos, cada período do projeto é chamado de Sprint. Para cada Sprint é escolhida alguma funcionalidade para ser entregue até o fim do período. E para coordenar a equipe, é feito um Sprint Planning, ou “planejamento de Sprint”, que serve para que as tarefas sejam listadas e distribuídas para a equipe do projeto.

Dentro desse período, também devem ocorrer reuniões diárias, as Daily Scrums. Estas são bem curtas, durando no máximo 15 minutos. Seu objetivo é esclarecer 3 questões: o que foi feito para ajudar o time; o que será feito hoje; se há algo que impeça algum colaborador de ajudar. Responder a isso de antemão pode te poupar muito trabalho ao longo do dia.

Quais são os benefícios da metodologia SCRUM?

Minimização de riscos

O maior pesadelo de quem trabalha com desenvolvimento de softwares é a falta de um espoco bem definido para desenvolvimento do projeto. Não é raro que todos os envolvidos acabem sugerindo novos recursos e funcionalidades no meio do processo, esquecendo as prioridades mais básicas. Desse jeito, nenhum dos recursos é finalizado e o produto fica com um monte de códigos incompletos.

Como essa metodologia busca entregar um produto mínimo viável a cada Sprint, essa é uma preocupação bem menor. No fim de cada prazo, você sempre terá algo que pode ser embrulhado e entregue ao cliente, mesmo que ainda faltem alguns ajustes. É bem melhor ter algo com os componentes mais básicos do que não ter produto nenhum, afinal.

Progresso mais transparente

Outra grande armadilha que a metodologia SCRUM tenta evitar é a falta de controle sobre os avanços da equipe. É comum que um time entre em desespero ou mesmo perca seu ritmo de produtividade quando não sabe se está próximo de atingir uma meta, negligenciando sua agenda ou forçando horas extras desnecessárias.

Ao realizar reuniões frequentes para acompanhar seu progresso, é bem mais difícil perder de vista o que está acontecendo até agora. Isso evita que a equipe tenha que trabalhar demais sem resultado ou que trabalhe pouco e perca prazos.

Foco na qualidade do produto

A maioria das empresas acaba focando mais nas rotinas e horas de trabalho do que na qualidade do produto entregue. Essa mentalidade leva a diversos problemas, desde colaboradores frustrados até problemas de planejamento. Manter o foco nas tarefas individuais, prazos e objetivos é mais importante para o cliente.

Ao usar o SCRUM, você deve dar prioridade à entregas com qualidade total, não ao quanto de horas cada um deve trabalhar por dia. Dessa forma, seu cliente pode ficar mais satisfeito e sua equipe administrará melhor o próprio tempo.

Otimização de recursos

Por fim, mas não menos importante, a metodologia SCRUM busca obter o máximo de produtividade com o mínimo de custos. Isso inclui recursos financeiros, tecnológicos, humanos e de tempo. Com planos mais simples e objetivos curtos, é mais fácil encontrar pontos para cortar gastos extras e minimizar desperdício.

Consequentemente, os esforços de cada profissional envolvido tendem a ser mais bem direcionados. Isso faz com que os indivíduos e a equipe como um todo sejam mais produtivos no dia a dia, entregando mais valor no produto em menos tempo. Isso te dará mais espaço para adicionar funcionalidades sem sobrecarregar o time.

Agora você já entende um pouco mais sobre metodologia SCRUM! Esta é a hora de colocá-la em prática nos projetos da sua empresa e aproveitar seus benefícios. Quer continuar acompanhando nossas novidades? Curta nossa página no Facebook e fique sempre por dentro das mais novas dicas e conteúdos!

Atualmente, as empresas não precisam mais ficar restritas ao seu ponto físico para atrair clientes. Devido à consolidação da internet não existem fronteiras para conquistar novos mercados, pois as barreiras físicas são eliminadas. Ademais, os perfis dos usuários vêm sofrendo mudanças com o crescimento exponencial das ferramentas mobile.

Um estudo realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) aponta que no final do ano de 2017 haveria um smartphone por habitante no Brasil. Devido à comodidade de acesso à internet, os aparelhos móveis superaram o uso dos desktops.

Portanto, o investimento em app para celulares ou tablets não é mais uma moda, que vai passar em breve. Na verdade,  pode ser um atalho ou porta de entrada para atrair mais clientes e consolidar a sua imagem no mundo virtual.

Neste post, vamos dar algumas dicas de quais são as vantagens de investir em aplicativos para smartphone. Não deixe sua empresa fora dessa! Acompanhe:

1. Aumentar a visibilidade da sua marca

Atualmente, não basta para a sua empresa apenas ter uma página no Facebook, mas é muito importante ter uma presença digital representativa. Oferecer um aplicativo próprio gera no inconsciente do consumidor a ideia de que a sua empresa possui uma marca forte e reconhecida.

Vivemos na era da informação, onde o cliente está sendo bombardeado de dados por todos os lados. Quanto maior o número de possibilidades que ele tenha para chegar à sua empresa, maior será o diferencial para o seu público se manter fiel.

Além disso, aumentar a visibilidade permite expandir os canais de contato com o seu consumidor para que ele nunca esqueça o nome da empresa.

2. Fidelizar clientes

Mais difícil que atrair novos clientes é mantê-los fiéis à sua marca. Muitas empresas se esquecem que precisam reconquistar continuamente o seu consumidor, pois pensam que eles já conhecem a sua marca e isso é o suficiente. Se o cliente já comprou um dos seus produtos e ficou satisfeito com o atendimento, mantenha-o sempre por perto.

O app pode ser um caminho para manter este contato contínuo, portanto, incentive o cliente a baixar seu aplicativo e ofereça como um canal para sanar as dúvidas, encorajando-o a se manter sempre em contato com a sua empresa.

Além disso, ofereça vantagens, troque dicas e interaja sempre para que ele tenha interesse em manter seu app no smartphone. O seu aplicativo precisa ser útil para o cliente, para incentivar a fidelização e retenção dos usuários.

3. Oferecer promoções

Uma boa estratégia para manter o engajamento do usuário é por meio do aplicativo da sua marca. Se possível, ofereça descontos exclusivos para quem utiliza a ferramenta mobile. Se o usuário baixar o programa e não houver interação entre vocês, ele pode optar por desinstalar seu app.

Portanto, faça um planejamento de quais produtos podem ser atrativos para o cliente e ofereça alguma vantagem.

4. Aumentar as vendas por meio de ferramentas mobile

Essa pode ser a primeira opção em que você pensa quando quer utilizar um aplicativo, o que realmente representa um mercado muito atrativo e em constante crescimento. Essa função é conhecida por Mobile Commerce ou M-commerce, uma nova modalidade de comércio eletrônico.

Devido à facilidade de acesso e de usabilidade, algumas pessoas já deixaram de comprar nos sites para comprar exclusivamente pelos aplicativos. Assim, a empresa diversifica os pontos de venda e alcança consumidores com perfis diferentes.

Certamente, aproveitar-se da possibilidade de integrar o app com a interatividade das redes sociais, faz com que os usuários possam compartilhar sua experiência com seus amigos e, assim, atrair novos compradores para a sua loja.

5. Melhorar a experiência do consumidor

Os usuários têm passado mais tempo do seu dia utilizando aplicativos. Seja a trabalho, no seu tempo livre ou para se atualizar. Além de aumentar o número de vendas, por meio aplicativo o cliente possui um canal de contato direto com a sua empresa.

A ferramenta pode disponibilizar a funcionalidade de deixar um comentário, uma sugestão ou reclamação. Esse tipo de informação é muito importante para a empresa melhorar a sua imagem diante do seu consumidor, sempre buscando pontos de melhoria.

6. Conhecer o perfil dos clientes por meio de métricas

Enquanto seu cliente está navegando pelo seu aplicativo é possível coletar diversas informações e desenhar o seu perfil. Essas métricas são importantes para mensurar o engajamento e tomar decisões mais assertivas para o seu nicho de mercado. São alguns tipos de métricas possíveis:

  • verificar quantidade de downloads do aplicativo na app store;
  • contar o tempo médio de visita e visualizações de tela por visita;
  • saber qual o intervalo de tempo entre as compras dos consumidores;
  • medir a quantidade de usuários que retornam depois do primeiro acesso;
  • realizar pesquisa de satisfação para saber o que os clientes pensam;
  • entender quais os números de usuários que estão encontrando seu aplicativo;
  • acompanhar a posição no ranking das app stores;
  • rastrear a origem de acesso ao seu programa;
  • descobrir qual a quantidade de usuários que abandonam seu aplicativo depois de comprar;
  • avaliar quantos usuários indicam seu app para outros;
  • medir o custo realizado por produto vendido;
  • conferir qual a posição geográfica do cliente para conhecer seu perfil;
  • garantir qual a velocidade de funcionamento e carregamento do aplicativo;
  • mensurar com qual frequência o app fecha abruptamente enquanto está sendo usado.

7. Divulgar eventos

Esse canal pode ser uma ótima fonte para informar ao público sobre realização de eventos promovidos pela sua organização ou que tenha a empresa como sede. É importante para atrair público para a sua loja física e reduzir o custo com marketing.

Em suma, a mudança de cultura e comportamento tem sido afetada fortemente pela tecnologia. Os aplicativos mudaram a forma de como a sociedade se comunica, como podem fazer reservas ou pedidos em restaurantes, como chamam um táxi, entre outros. Tudo isso na palma das mãos do usuário e sem muito esforço.

As empresas precisam manter presença no mundo digital e diversificar os canais de contato com o seu público. Os investimentos em ferramentas mobile permitem que a sua empresa esteja sempre à frente dos concorrentes, além de consolidar a sua marca e conquistar novos mercados.

Se a sua empresa ainda não utiliza tecnologia para otimizar os processos, saiba que está bastante defasada. Quer garantir que está sempre atualizado e aproveitando as novidades da melhor forma possível? Que tal saber mais sobre a importância da integração de sistemas para o seu negócio?

A tecnologia hoje se mostra essencial para que uma empresa possa realizar todas as ações inerentes às suas atividades de negócio e manter-se competitiva no mercado. No entanto, como saber se os sistemas utilizados pela sua empresa estão de acordo com as regulamentações do governo ou alinhadas com as regras de negócio da empresa? A resposta para essa questão passa pela homologação de software.

Neste post vamos mostrar para você o que é esse processo e como ele funciona, com seus pré-requisitos, a importância dele e os benefícios de sua aplicação para o seu negócio. Boa leitura!

O que é homologação de software

A homologação de software é o processo responsável por analisar sistemas tecnológicos e aplicações de computador, que serão implantados pelas empresas para comercializar bens e serviços.

É por meio dela que se pode ter autorização para a transmissão de dados, para a emissão de documentação e para manter uma atuação de acordo com a legislação do nosso país.

O processo de homologação pode apresentar algumas pequenas diferenças de acordo com a empresa desenvolvedora, mas em suma, o fornecedor de software entrega uma versão preliminar do sistema. Essa versão deve ser testada conforme as expectativas de sua empresa para verificar a eficácia do software como solução.

Os pré-requisitos para a homologação

O processo de homologação de software pode tomar um tempo longo da atividade de desenvolvimento, e para essa tarefa é necessário contar com alguns pré-requisitos. Entre eles estão:

  • ambiente de homologação — um local separado do servidor principal, que servirá para a instalação do sistema e será acessado pelos usuários para testes com o sistema;
  • banco de dados de homologação — uma cópia do atual banco de dados da empresa que possa simular o real estresse ao qual o sistema estará sujeito no ambiente real;
  • usuários — os colaboradores que realizarão a utilização diária do sistema devem ser os principais usuários, pois é a sua demanda que deverá ser atendida.

A importância da homologação

Homologar um software é uma maneira de verificar a qualidade do sistema e avaliar suas funcionalidades estão de acordo com as necessidades da empresa. Por meio de sua aplicação é possível comprovar que o sistema poderá realmente suprir sua demanda para a qual foi especificado..

Ao realizar a homologação é possível validar se todas as funcionalidades do sistema estão de acordo com os requisitos levantados durante o planejamento para o desenvolvimento do software.

Os benefícios da utilização de software homologado

Entre os principais benefícios da aplicação de homologação de softwares temos a certeza da qualidade de código e desenvolvimento, além do cumprimento de todos os requisitos necessários para o prosseguimento das atividades.

Ao realizar a homologação de sistemas também são evitados os erros e as falhas que poderiam prejudicar o andamento das atividades da empresa, causando prejuízos e atrasos.

Outro ponto muito importante é a garantia de que o sistema testado está de acordo com as exigências governamentais no que se refere às normas de atuação no ramo de atividade da empresa e ao cumprimento de obrigações fiscais.

A homologação de software é uma etapa fundamental para o sucesso do desenvolvimento de sistemas e garante que a aplicação está de acordo com os requisitos levantados durante a fase de planejamento.

Esperamos que com a leitura deste post você possa ter compreendido a função dessa atividade e sua importância.

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