Autor

Cristian Picoli

Browsing

Sabemos que com o avanço da tecnologia e, principalmente, com o surgimento da internet, todos os nossos hábitos mudaram, não é mesmo?

A partir dessa mudança de hábitos dos consumidores e das pessoas, as empresas e indústrias tiveram que se reinventar, com o propósito de atender às novas necessidades que os indivíduos apresentam.

Vemos hoje em dia que a internet possibilita um acesso muito fácil e rápido de informações. Logo, hoje em dia os consumidores possuem tanta informação do produto, quanto os seus vendedores.

Portanto, entendendo isso, como você acha que as tecnologias, como a automação, big data e internet das coisas modificaram as indústrias?

Continue lendo este artigo para entender tudo à respeito da automação industrial!

O que é automação Industrial?

A automação industrial é a substituição de tarefas manuais por tarefas mecânicas. Ou seja, é a tecnologia que otimiza os processos de uma indústria, buscando melhorar os seus resultados finais.

Assim, geralmente quando a automação é utilizada em uma indústria, ela é aplicada em equipamentos e máquinas produtivas. Logo, com esta aplicação as máquinas ficam aptas a se comunicar entre si e de maneira remota, gerando dados e informações importantes para uma rede central, que pegará todas esses dados e avaliará qual é a melhor decisão a ser tomada.

Portanto, com a automação os processos ficam mais rápidos, as tomadas de decisões se tornam mais ágeis, as máquinas mais eficientes e os resultados produtivos e operacionais melhores.

Para que a automação funcione e seja algo de muito valor nas indústrias, ela depende de dois processos, são eles:

Internet das coisas

A internet das coisas é um dos pilares da automação. Ela causa um impacto muito positivo nas indústrias pois faz toda a conexão online das máquinas e dos equipamentos, fazendo com que redutores e motoredutores se comuniquem de forma constante em uma operação, por exemplo.

Além disso, a partir desta comunicação contínua e remota é possível analisar se alguma peça está comprometendo diretamente o desempenho da operação. Por exemplo, um redutor possui um rolamento desgastado.

Lembre-se que toda conexão ocorre a partir de sistemas ciber físico. Além disso, toda a comunicação é coletada de forma instantânea, gerando informações relevantes sobre as suas máquinas operacionais.

Esta tecnologia é fundamental para as indústrias, pois é ela que viabiliza a análise de desgaste dos produtos.

Para maiores informações sobre a internet das coisas, acesse o post: “Internet of things, conheça essa nova tendência!”.

Big data

Big data é um complemento da automação e da internet das coisas, é o sistema onde todas as informações e os dados serão gerados e armazenados. Ela tem o propósito de melhorar a análise desses dados para que os gerentes possam tomar decisões com maior embasamento.

Assim, veja o exemplo a seguir: o seu motoredutor está operando em um determinado processo em sua indústria. Porém, ele começa a gerar informações que está atuando com sobrecarga e que o seu contra recuo está apresentando sinais de desgastes.

Com base nessa informação, o gerente terá dados suficientes para tomar a decisão mais certa, com o propósito de otimizar a eficiência do equipamento.

Decisão que provavelmente seria trocar a peça de contra recuo e diminuir a carga imposta no motoredutor, preservando-o de possíveis falhas funcionais.

Para maiores informações sobre big data aplicado nas indústrias, acesse: “Entenda como funciona o big data e porque você deve usá-lo!”.

Benefícios de investir em processos automatizados

A automação faz com que você tenha maior controle da sua operação e máquinas. Assim, é possível:

  • Tomar melhores decisões;
  • Reduzir custos;
  • Otimizar a produtividade das máquinas;
  • Aumentar a eficiência produtiva da operação;
  • Prevenir equipamentos contra falhas funcionais e potenciais.

Portanto, automatizando processos operacionais e produtivos, com certeza você terá melhores resultados em sua indústria.

Além disso, com esta tecnologia ao seu favor, você diminui a possibilidade de efetuar manutenções corretivas e preventivas em seus equipamentos, visto que essas duas manutenções possui um custo mais elevado.

Post desenvolvido pela Acoplast Brasil, empresa que está há mais de 20 anos no mercado e é referência em acoplamentos, motoredutores, redutores, freios contra recuos e anéis de contração para o segmento industrial.

Também conhecido como Aprendizado de Máquina, o Machine Learning é um método cujo propósito é ensinar computadores a tomarem decisões de forma autônoma, com base em dados, sem que o humano programe suas ações.

Atualmente, a tecnologia é amplamente utilizada no meio corporativo como recurso para otimizar processos, gerar melhorias — preenchendo lacunas —, reduzir o risco de falhas, aprimorar o desempenho do negócio, entre outras vantagens.

A partir do processo de coleta, filtragem e análise de dados, por exemplo, as informações à disposição da empresa representam oportunidades para antecipar possíveis mudanças e planos que, em tese, levariam tempo até que fossem colocados em prática.

Com o intuito de ajudá-lo a entender como a estratégia de Machine Learning se encaixa nos processos do seu negócio, elencamos, abaixo, 7 formas de uso presentes em empresas ao redor do globo.

1. Economia de energia elétrica

Não é novidade alguma que o consumo de energia elétrica implica altos custos para as empresas, sobretudo, com os constantes aumentos nas taxas. Com isso, ações relativas ao consumo inteligente nunca foram tão cruciais quanto atualmente.

O desafio, no entanto, é estabelecer as mudanças necessárias sem prejudicar o desempenho de nenhum setor da empresa. Quanto a isso, o Machine Learning se apresenta como excelente alternativa.

Em Data Centers, por exemplo, o Machine Learning faz o gerenciamento e a análise do consumo de energia, levando à sua otimização e à consequente redução nas contas — conforme podemos ver neste white paper (conteúdo avançado) de aplicação desenvolvida pelo Google.

2. Prevenção a fraudes

A evolução do Machine Learning como estratégia de prevenção contra fraudes é uma realidade. Seja para instituições financeiras, como bancos e FinTechs, seja para redes de varejo, a tecnologia se mostra capaz de identificar irregularidades em transações.

Em um e-commerce, por exemplo, devido ao grande volume de transações diárias, o sistema de Machine Learning faz o cruzamento dos dados para encontrar inconsistências e compará-los a fatores de riscos atuais, como o índice de fraudes em uma determinada região ou endereço.

Outra vantagem da tecnologia para a detecção de atividades suspeitas são as suas atualizações, as quais capacitam o computador para o acompanhamento das mudanças estratégicas dos criminosos.

3. Operações financeiras

As já mencionadas FinTechs são reconhecidas pela implementação de inovações tecnológicas que facilitam a vida do consumidor quanto ao acesso às informações financeiras — e a tendência é que as instituições tradicionais sigam o mesmo caminho.

Hoje, robôs desempenham o papel de agentes de investimento, apresentando aos traders (investidores) — inclusive os mais avançados — estratégias de aplicação e gerenciamento de riscos completamente baseadas em análise de dados, ajudando em tomadas de decisões mais inteligentes.

Além disso, os consultores robóticos conseguem gerir o portfólio de cada cliente, o que é essencial para a oferta de produtos adequados ao perfil de risco e aos seus objetivos.

4. Inteligência logística

O setor de logística usufrui bastante dos benefícios do Machine Learning, especialmente em processos de Supply Chain (cadeia de suprimentos), auxiliando na criação de modelos de planejamento e previsão de demanda.

A mais notável diferença do Machine Learning em comparação a tecnologias específicas é a análise de dados, pois, por não se limitar a relatórios internos, o computador conta com alto volume de informações relevantes à tomada de decisões, geralmente coletadas por meio do Big Data.

Essa inteligência é usada, também, para outros tipos de processos logísticos, como a seleção das melhores rotas, o controle de qualidade, a escolha da transportadora ou do operador logístico, os medidores integrados a dispositivos IoT (Internet of Things), entre outros.

5. Otimização de anúncios e recomendações

Campanhas de marketing também podem ser executadas com base em dados. Algumas empresas, como Netflix e Amazon Prime, usam o Machine Learning para disparar notificações com recomendações personalizadas aos seus usuários.

Em outro cenário bastante comum, um e-commerce encaminha mensagens de e-mail aos clientes baseando-se em “se você gosta do produto X, provavelmente curtirá esses outros”. Como podemos constatar, as ações são desenvolvidas a partir do histórico do cliente.

Todavia, o Machine Learning pode ser usado para vendas em muitos sentidos. Uma aplicação extremamente útil é a otimização de preços, ou seja, a atualização automática dos valores de acordo com as ofertas concorrentes — estratégia comumente adotada por companhias de linhas aéreas.

Na questão de marketing digital, vale destacar que o Machine Learning pode ser aplicado ao ranking de buscas, otimizando as pesquisas feitas pelo usuário — que encontrará anúncios de produtos nos quais tem grande interesse.

6. Suporte médico

Soluções robustas, como o Watson, da IBM, e o TwoXAR, desenvolvido pela startup de mesmo nome, são as mais conhecidas aplicações de Machine Learning na área da saúde e prestam auxílio tanto a médicos quanto a farmácias.

A primeira delas, Watson, auxilia nas decisões do médico para escolher o tratamento mais adequado aos problemas de cada paciente. A TwoXAR, por sua vez, baseando-se no cruzamento de dados (públicos e particulares), relaciona a doença com os medicamentos, identificando a solução adequada.

Em outros casos, o Machine Learning presta assistência em diagnósticos, ajudando médicos especialistas, como radiologistas, na identificação dos problemas em curto espaço de tempo.

7. Atendimento ao cliente

Os chatbots, como são conhecidos, são robôs que prestam atendimento on-line (e telefônico) ao cliente. Essa é uma das aplicações de Machine Learning mais utilizadas e é comumente vista em sites corporativos, lojas virtuais e instituições de ensino superior.

Por exemplo, independentemente do que o cliente procura, o chatbot fornecerá as opções de acordo com as informações passadas — até que, por fim, o consumidor seja redirecionado ao departamento correto.

As vantagens, sob a perspectiva do cliente, residem na agilidade e na adequada condução do atendimento, pois o robô responde de imediato, fornecendo as opções de maneira lógica. Para a empresa, o robô representa economia de custos, redução da quantidade de processos internos e aumento da satisfação do cliente.

No mais, considerando todas essas e outras formas de uso do Machine Learning disponíveis a empresas de vários segmentos, inegavelmente, a tecnologia vem subindo de posto, deixando de ser mera aliada para se tornar imprescindível em um futuro breve.

Para entender mais sobre o contexto histórico no qual o Machine Learning está inserido, recomendamos a leitura do nosso conteúdo sobre a terceira revolução industrial

O consumidor atual, mais exigente e atento ao mercado e ações das empresas, demanda uma postura diferente para fechar negócios. Com o avanço das tecnologias, novos conceitos surgiram para otimizar o relacionamento. O Vendarketing, por exemplo, alinha vendas e marketing, gerando colaboração. Porém, será que seu departamento comercial está atualizado? O Inside Sales pode ser o upgrade necessário.

Insistir em técnicas de vendas agressivas — aquelas em que o vendedor tenta empurrar os produtos e serviços para qualquer lead — é ineficaz quando nos deparamos com pessoas que compram apenas o que desejam e quando querem.

Por isso, confira este artigo sobre Inside Sales e remodele sua estratégia para gerar mais resultados para a sua empresa e clientes mais felizes!

O que é Inside Sales?

Para explicar esse conceito, primeiramente falaremos do Inbound Sales, que é uma estratégia de vendas na qual o vendedor se posiciona como consultor do público-alvo. Assim, em vez de forçar uma venda, o objetivo central é conquistar o cliente, mesmo que não feche negócio. O Inside Sales é o vendedor consultivo, ou Inbound, que atua de dentro da empresa.

Dispense gastos com transporte e tempo dos seus melhores vendedores, que normalmente são direcionados a muitas reuniões para, talvez, fazer uma venda. Hoje os clientes estão interessados nos resultados que seus produtos ou serviços promoverão.

Por meio de interações por chats, telefonemas, e-mails e outras plataformas digitais, sua equipe pode entrar em contato com mais prospects e ainda aumentar as conversões.

Por que usar essa estratégia?

Talvez pareça contraditório trazer o departamento comercial para trabalhar de dentro da empresa com o objetivo de melhorar o relacionamento com os leads e aumentar as vendas. Acontece que hoje conseguimos um grande volume de informação nos meios digitais que, se integrado ao CRM (ferramentas para gerenciamento dos clientes), oferece informações para estabelecer um contato pessoal e eficiente.

Confira os principais benefícios de adotar o Inside Sales na sua empresa:

  • possibilitar o seu acesso aos dados coletados em tempo real;
  • acompanhar o desempenho de cada membro e de toda a equipe, motivando-a a bater as metas;
  • otimizar o compartilhamento de informações, criando um ambiente interno colaborativo;
  • proporcionar maior produtividade;
  • contatar potenciais clientes, independentemente da distância geográfica;
  • deixar o funil de vendas mais enxuto e proveitoso;
  • conseguir indicadores palpáveis, melhorando a tomada de decisão;
  • reduzir os custos das operações;
  • alcançar mais vendas e excelência nos resultados.

Quais são as diferenças entre Inside Sales e Outbound Sales?

Talvez uma boa analogia para ilustrar as distinções entre os dois modelos seja um pedido de casamento. Enquanto o Inside Sales faz o caminho de conhecer e se apresentar para a pretendente, gerando conexões e empatia, para só depois fazer o pedido, o Outbound seria aquele que aborda a pessoa na rua com o anel na mão.

Provavelmente você já recebeu ligações de telemarketing que carregavam outra característica do Outbound Sales: a agressividade. O vendedor, apesar de seguir o script, tenta concluir a venda a todo custo. Já no Inside Sales, o vendedor precisa conhecer muito bem a persona ou público-alvo da empresa, entendendo quais são suas dores e aspirações.

Além disso, ele precisa conhecer a empresa de forma abrangente, sendo capaz de saber se o lead está realmente pronto para a compra e, dependendo da percepção, sugerir outra solução existente no mix de produtos e serviços de sua marca.

Como implementar a técnica de Inside Sales na minha empresa?

Depois de entender o conceito, os benefícios e as maiores diferenças entre os modelos de vendas, vamos à prática. Para saber se essa estratégia é a ideal para a sua empresa, os especialistas recomendam que o custo-benefício esteja de acordo com o ticket médio da venda.

Produtos muito baratos normalmente contam com uma amostra grátis ou atendimentos automatizados, como os chatbots, e se vendem sozinhos. Quando o valor é expressivo, o Inside Sales é recomendado; quando o investimento é alto, como no caso de carros e imóveis, sugere-se o Field Sales — vendas em campo —, mas com ações do Inside Sales em um modelo híbrido de vendas.

Crie um plano para a transição

Se sua empresa está em operação, provavelmente ela já conta com um plano de vendas. Nessa hora, não é possível parar os processos para implementar a nova mentalidade. Por isso, monte um projeto para gerenciar a mudança. PMBOK e SCRUM são duas metodologias que podem agilizar esse procedimento.

Defina o formato que será adotado e quais etapas acontecerão e coloque-as em uma linha do tempo, para facilitar a visualização de todos os envolvidos. Pesquise sobre a estrutura e ferramentas e estabeleça o orçamento que será usado para implementar seu novo modelo de vendas. Lembre-se de documentar todo o processo.

Trabalhe em conjunto com o pessoal do marketing

O Inside Sales requer uma conversa alinhada entre o setor comercial e a comunicação. Assim, o marketing fica responsável por gerar conteúdo relevante para atrair e educar os leads, enquanto as vendas recebem os prospects no estágio de consideração para o fechamento da compra. Elabore um SLA, que é um documento para combinar o papel de cada área.

Disponibilize estrutura e ferramentas adequadas

Já falamos sobre esse aspecto, mas agora vamos explicá-lo. O vendedor precisará de um ambiente onde ele possa se concentrar para atuar com excelência, afinal, não terá o contato olho no olho, nem o caloroso aperto de mãos. Ele também precisará de um telefone sempre disponível, uma boa internet, sistemas e computadores compatíveis com as atividades.

Treine, treine e treine mais um pouco sua nova equipe de Inside Sales

Sim, a metodologia pode até mudar, mas nada melhor para capacitar os vendedores do que a prática. Faça simulações de vendas, apresente as principais objeções, use situações-problema e compartilhe soluções que algum membro da equipe tenha conseguido. Os treinamentos engajam a equipe, fortalecem a cultura da empresa e transmitem segurança para os colaboradores.

Como você pôde conferir, o Inside Sales é uma ferramenta poderosa para otimizar vendas complexas, mas também já se tornou uma estratégia para outros formatos. Por reduzir custos, aumentar a produtividade e ainda melhorar a relação entre os times de marketing e vendas, essa é uma tendência que tem sido implementada em muitas empresas.

Se você perceber que esse é o momento certo para sua empresa fazer a transição para Inside Sales, não se esqueça de realizar a mudança aos poucos, capacitando e integrando o departamento comercial e de comunicação. Ofereça os recursos e tecnologias necessárias para que seus vendedores trabalhem com o mais alto desempenho e dê treinamentos dinâmicos, deixando o time mais seguro.

Aproveite a oportunidade para desenvolver um olhar inteligente sobre o seu negócio, atualizando-se com as soluções tecnológicas que o mercado pode oferecer para a sua empresa! Assine a nossa newsletter para conferir dicas e inovações.

#InsideSales #TurbinarVendas #Smarketing

O futuro chegou, e a prova disso é o crescimento da Internet das Coisas — termo criado por um pesquisador do Massachusetts Institute of Technology (MIT). Uma das alternativas mais interessantes da transformação digital, a Internet of Things (IoT) tem conquistado uma fatia significativa de mercado, tornando-se uma realidade que hoje se estende às empresas.

A ideia de conectar objetos à internet pode mudar por completo a maneira como interagimos com o universo ao nosso redor, mas de que forma ela pode impactar diretamente sua vida e seu negócio? Quais são suas aplicações empresariais? Contamos tudo neste post. Confira!

O que é Internet of Things?

A Internet das Coisas é a solução que propõe conectar diversos objetos à internet. É claro que já estamos acostumados a habilitar redes de internet nos nossos computadores desktop, notebooks, celulares e tablets.

Seja por meio do Wi-Fi ou dos dados móveis, a conexão desses dispositivos já faz parte do nosso dia a dia. O que a IoT propõe, no entanto, é uma expansão da conectividade.

Objetos que utilizamos diariamente, quando associados a sistemas automatizados, adquirem novas funcionalidades. Todos eles passam a poder coletar dados em tempo real, processá-los de maneira inteligente e gerar uma resposta à necessidade do usuário.

Como a IoT impacta no seu dia a dia e no da sua empresa?

Entendido o conceito da Internet das Coisas, não dá para negar que seu impacto é enorme, certo? Essa inovação promete modificar nossa relação com os objetos que fazem parte do dia a dia — imputando novas usabilidades nesses objetos.

Como utilizar esse recurso para potencializar seus negócios? Como ele impacta a todos nós? Falaremos mais a seguir:

O futuro hoje

O primeiro furor causado pela Internet das Coisas pode parecer óbvio, mas seu impacto é significativo: a IoT abre as portas para a inovação.

A companhia que detém maior domínio da tecnologia e sabe como aplicar estrategicamente seus recursos conquistará mais relevância diante de um mercado cada vez mais exigente.

Com o acesso à informação se popularizando, o consumidor se torna criterioso — passando a ficar de olho nas marcas que investem em automação. Por isso, adotar a Internet das Coisas é também uma forma de agregar valor ao seu negócio.

Quando a marca aposta em tecnologia, transforma seus processos. Com mais fluidez e agilidade em suas ações, a relação com o cliente é modificada. A automação permite entregar o que ele mais preza: um atendimento do futuro.

Hiperconectividade

Aplicando a Internet of Things, já foram desenvolvidos automóveis, casas e empresas inteligentes, que podem responder a um comando pelo smartphone ou até pela voz do usuário.

Entramos em um movimento que pode ser chamado de hiperconectividade, em que objetos de uso diário ganham novas aplicações. Tudo isso é positivo para as empresas, que podem automatizar processos ,economizar e melhorar o desempenho de seus funcionários.

Contudo, é preciso ficar atento: passar tempo demais conectado é uma reclamação cada vez mais frequente. É importante que o gestor saiba coordenar sua equipe para evitar os excessos.

Favorecimento do bem-estar

Na vida pessoal ou no ambiente empresarial, a internet das coisas pode ser uma aliada da qualidade de vida.

A tecnologia pode ajudar a criar e monitorar hábitos mais saudáveis e, consequentemente, um ambiente de trabalho mais agradável. Ao integrar a comunicação da equipe, por exemplo, cria-se um sentimento de cooperação que estimula a produtividade e melhorar a saúde do colaborador.

O que pode ser feito?

Para confirmar que a Internet das Coisas é uma realidade, podemos analisar exemplos reais de suas aplicações. Veja os casos em que a conectividade já foi inserida para transformar as situações diárias:

Manutenção dos equipamentos

Maquinários, refrigeradores e equipamentos de iluminação podem apresentar falhas mesmo se forem feitas as manutenções preditivas.

A Internet das Coisas permite monitorar os equipamentos para prevenir perdas. Assim, a empresa pode cortar custos com manutenção e operação, identificando falhas às quais os objetos estão sujeitos antes que eles se quebrem completamente.

Com sensores acoplados, por meio da análise de flutuação do calor ou da vibração, fica mais fácil prever a necessidade de reparos antes que a empresa se veja sem o equipamento. Se o maquinário apresenta mudanças bruscas de temperatura, a gestão pode agir a tempo de corrigir o problema antes de ele se tornar irreversível.

Monitoramento de produtos

Seu varejo pode monitorar a condição dos componentes conectados. Bem como os equipamentos, as ferramentas da IoT permitem uma avaliação detalhada das mercadorias desde o momento em que adentram o estoque até a venda ao consumidor final.

Com as identificações por radiofrequência, a empresa pode gerenciar o inventário e otimizar seu serviço prestado. O varejo consegue monitorar as oportunidades de venda e rastrear suas mercadorias dentro da loja.

As condições de armazenamento também são otimizadas: por meio de um dispositivo móvel, a equipe pode controlar remotamente a temperatura ou as luzes do depósito, assegurando as condições adequadas para estocar os produtos.

Controle do tráfego de clientes

Por meio da Internet of Things, o gestor pode realizar um monitoramento do tráfego de consumidores no seu varejo, utilizando vídeo ou Wi-Fi para saber das preferências de cada cliente.

Dotado dessas informações, fica mais fácil personalizar a experiência de compras, direcionando um colaborador para orientar a clientela de acordo com sua demanda.

Também é possível emitir anúncios sobre eventos e descontos especiais para os smartphones dos consumidores. Com ofertas personalizadas por SMS, a empresa se aproxima do comprador, gerando mais engajamento positivo.

Otimização da logística

Um varejo precisa mover e estocar grandes quantidades de mercadorias. Mover os produtos de forma eficiente é um dos objetivos do transporte inteligente, e com a ajuda da IoT, o processo pode ser facilitado.

Ainda que o GPS normalmente seja usado para rastrear e rotear caminhões, a Internet das Coisas permite entender com muita precisão a distância entre as mercadorias transportadas e a loja onde deve chegar a entrega.

Com a manutenção do transporte, o rastreamento preciso e a otimização das rotas, o gestor garante um serviço logístico de qualidade, evitando atrasos ou faltas na entrega de produtos que são necessários para o funcionamento da sua marca.

Leitura das expectativas do cliente

Cada vez mais conectado, o consumidor já não tem o mesmo perfil que tinha há duas décadas. Os clientes têm mais critério na hora de fechar uma compra e, diante de uma infinidade de opções, só comprará quando desenvolver um laço afetivo com a empresa.

Na internet é simples comparar preços, verificar ofertas, descobrir vendedores e analisar a opinião de outros consumidores sobre determinada marca. Por isso, para se destacar da concorrência, seu varejo deve prezar pela melhor experiência quando o usuário entrar em contato com o seu produto.

A IoT oferece ferramentas como a sinalização digital e o self-checkout, transformando positivamente a perspectiva do cliente diante da sua loja.

A Internet of Things tem um grande potencial que modifica não só a vida do internauta, mas a realidade e a cultura organizacional das empresas. Gostou de saber mais sobre essa tecnologia? Então continue por dentro do nosso conteúdo: assine agora mesmo nossa newsletter e receba todas as novidades diretamente no seu e-mail!

Produzir e apresentar um relatório para diretores e C-Levels (CEO, CIO, CTO, etc.) é uma tarefa desafiadora, que exige ótimo grau de informação por parte do orador e uma série de cuidados sobre a elaboração do documento.

As dificuldades são ainda maiores quando o responsável pela produção do relatório executivo tem uma pegada muito técnica, carente do senso de liderança e habilidades de comunicação. Sem tais recursos, a tendência é entregar um relatório complexo e de baixa qualidade.

Por outro lado, é preciso estar ciente de que se está apresentando informações a um grupo de pessoas importantes, cujo tempo é extremamente valioso, e que elas aguardam por soluções.

Sendo assim, o que apresentar aos envolvidos? Como apresentar fatos relevantes aos diretores? Se ficou curioso, leia até o final do texto para conhecer 6 ótimas dicas para elaborar e apresentar um relatório para diretores.

1. Seja objetivo ao dispor informações

Um bom relatório executivo requer objetividade do documento, ou seja, a elaboração de um texto claro e conciso que, embora seja composto por menos parágrafos em comparação a relatórios de dez páginas, possa reunir a informação eficientemente.

Outro fator que merece atenção é o ritmo da apresentação. O tempo dedicado pelos diretores para assistir à apresentação é altamente valioso e, em hipótese alguma, deve ser desperdiçado.

Ao fazer uma abordagem direta e simples, você evitará margens para diferentes interpretações e excesso de subjetividade nos textos, pois isso pode acarretar discussões desnecessárias. Tenha sempre em mente que diretores, geralmente, têm pouca disponibilidade para ler algo extenso.

2. Utilize gráficos para facilitar a comunicação

Um relatório não é formado apenas por textos e indicadores. É importante que os elementos sejam dispostos em gráficos na elaboração do relatório para diretores como um todo, e não somente na apresentação de dados.

Nos casos de gráficos que exibem estatísticas, como históricos e índices de desempenho, faz toda a diferença aplicar um esquema de cores com a finalidade de tornar o conteúdo mais intuitivo.

Por exemplo, usar a cor verde para indicar estabilidade; amarelo para fatores que requerem atenção; vermelho para indicar problemas; e preto para fatos altamente críticos.

Já os aspectos visuais, presentes em todas as páginas do relatório, devem ser pensados como elementos que destacam a relevância do conteúdo. O documento será melhor apresentado, mesmo que isso signifique adicionar mais páginas ao arquivo.

Supondo que as informações coletadas sejam relevantes, imaginemos como seria se elas fossem colocadas sem o mínimo de organização, em páginas vazias em termos de design? Seria um relatório simples, porém cansativo e difícil de ler.

Por outro lado, um relatório executivo em que os parágrafos ocupam posições bem selecionadas, podem apresentar mais ênfase às informações e, ao mesmo tempo, acrescentar fluidez ao texto, tornando a leitura mais agradável.

3. Busque pelo equilíbrio no uso de dados

Sabemos que um relatório para diretores deve ser informativo, portanto, a validade do documento passa diretamente pelo uso de dados. Quando bem-apresentados, os dados despertam a atenção dos espectadores.

Entretanto, o uso excessivo de dados é algo que compromete tanto a qualidade do relatório, quanto a sua própria apresentação. Primeiro porque dá margem a informações irrelevantes, ou inconsistentes e, segundo, porque os dados precisam ser explicados, podendo prejudicar o andamento do processo.

É imprescindível que os dados sejam validados e, sobretudo, tenham algo importante a dizer. Do contrário, sendo eles dispensáveis, é melhor anexá-los ao apêndice — para que sejam analisados pelos diretores posteriormente.

4. Esteja preparado para responder a questionamentos

Durante a apresentação de um relatório para diretores, naturalmente ocorrerá perguntas. Por vários motivos, os executivos querem saber do que realmente interessa. É importante, então, não se prender por muito tempo num determinado assunto — falaremos sobre isso mais adiante.

Mas como se preparar para esses momentos? Sair da zona de conforto é essencial, isto é, ir além dos temas que já domina. Uma boa dica é buscar inserir-se cada vez mais no negócio, de modo a desenvolver o conhecimento necessário para responder a perguntas que se espera dos C-levels.

Lembrando que o ideal é adquirir habilidades ligadas à liderança, assim você unirá o seu sólido conhecimento técnico a atributos de comunicação que irão capacitá-lo para fazer apresentações de alto nível.

5. Apresente o ROE do negócio no relatório para diretores

A rentabilidade está sempre no topo dos interesses de quem participa dessas reuniões, principalmente quando investidores e acionistas estão presentes. Para isso, é válido apresentar o Return on Equity — ROE (ou Retorno sobre o Patrimônio).

O ROE é um indicador que consiste no cálculo do lucro líquido que a empresa obteve utilizando recursos próprios, dividido pelo Patrimônio Líquido (total de ativos). Supondo que um investidor tenha aplicado R$10.000 e alcançou um lucro líquido de R$5.000, significa que a rentabilidade foi de 50%.

6. Discurse de maneira estratégica

Lembra-se quando falamos sobre não gastar muito tempo com apenas um assunto? Pois então, este é um exemplo de como devemos nos comportar estrategicamente durante uma apresentação. A questão é: por quê?

Simplesmente, não há apresentação que desconsidere o fator tempo. Haverá sempre uma programação a ser seguida, sobretudo em reuniões, visto que ela desloca a diretoria de suas ocupações, ou seja, os convocados precisam voltar o quanto antes.

O nosso conselho sobre ser direto e sucinto nos argumentos é a chave para concluir a apresentação em tempo hábil e, também, prender a atenção dos diretores. Por exemplo, iniciar a apresentação abordando pontos importantes para a tomada de decisões é uma boa tática.

Ter um propósito mais ambicioso do que meramente apresentar as informações, desde que tenha conhecimento para tal, pode ajudá-lo a transparecer maior profissionalismo e, consequentemente, agradar a diretoria. Como fazer isso? É simples: proponha algumas possíveis soluções em vez de apenas mencionar os problemas.

Ao seguir as dicas para elaborar e apresentar relatório para diretores, temos certeza de que todos os envolvidos serão beneficiados pela qualidade do documento e a maneira como ele será entendido na reunião.

Para ficar por dentro das novidades que estamos preparando, curta a nossa página no Facebook e acompanhe as próximas postagens!

O Business Model Canvas (tela de modelo de negócio, em português) é um método que nos possibilita visualizar o negócio todo em apenas uma página, em vez de recorrer a documentos extensos, repletos de textos pesados e números, para entender como a empresa funciona.

Já imaginou como seria apresentar a parceiros, por exemplo, o seu modelo de negócio numa única tela, usando elementos intuitivos e menos textuais, e ainda poder atualizar o documento sem comprometer a estrutura? Pois bem, é isso que o Canvas proporciona!

Mas como o método funciona? Quais são suas vantagens em relação ao que as empresas fazem tradicionalmente? Que benefícios o Canvas traz? Há ferramentas específicas para criá-lo? É o que responderemos neste conteúdo. Acompanhe!

Como funciona o Business Model Canvas?

Fazer com que todo um modelo de negócio seja compreendido num único documento, em tese, parece desafiador — sobretudo às empresas que já operam há muito tempo.

A tarefa, no entanto, é mais simples do que parece. Comecemos pelo fato de que o Business Model Canvas é composto de nove elementos, sendo a compreensão desses o primeiro passo para entender como ele funciona. Veja:

  • atividades-chave: operações e processos cruciais ao negócio;
  • canais: meios de contato entre empresa e cliente;
  • custos: custos indispensáveis inseridos no modelo;
  • fontes de receita: todas as possibilidades de gerar dinheiro, como vendas de produtos, aplicações de investimentos, serviços alternativos etc.;
  • parceiros-chave: fornecedores e parceiros fundamentais estrategicamente;
  • proposta de valor: que valores serão entregues? Quais conflitos do cliente a empresa busca solucionar?;
  • recursos-chave: principais recursos para o funcionamento do modelo de negócio;
  • relacionamento com o consumidor: tipo de relação, como interativa, terceirização, consultoria, serviços automatizados etc.;
  • segmentos de cliente: quem são os principais clientes.

A junção desses elementos permite a visualização completa de como o negócio opera, pois traz as mais importantes informações relativas à infraestrutura, às finanças, aos clientes e à oferta de serviço.

Quais as diferenças entre Business Model Canvas e os planos de negócio tradicionais?

É válido destacar que o Business Model Canvas não invalida o plano de negócio convencional. Isso significa que até as empresas experientes, cujos modelos estão muito bem definidos, podem criar um Canvas para ser usado em momentos oportunos.

O que acontece é que um plano de negócios fortemente estruturado com base no histórico da empresa — o que implica alto volume de números, índices e metas — tende a ser extenso e, portanto, não é apropriado para o Canvas, visto que o documento deve ser sucinto.

Por sua vez, o Business Model Canvas é ideal para a rápida validação do modelo de negócio, trazendo uma visão macro de como ele é executado, sem que uma ampla quantidade de métricas seja aplicada. Ou seja, é uma excelente alternativa para startups e empresas que estão ingressando no mercado.

Quais as vantagens do Business Model Canvas?

Confira, a seguir, quais as vantagens do modelo:

  • facilita o entendimento do plano de negócio;
  • auxilia no foco ao que é mais importante;
  • favorece debates sobre o modelo de negócio, pois o documento é amplo e, ao mesmo tempo, leve;
  • simplifica a apresentação do modelo a parceiros e investidores; e
  • permite alterações a qualquer instante, portanto, reflete o momento da empresa.

Quais as ferramentas online para a criação do Canvas?

Canvanizer

O Canvanizer é uma ferramenta intuitiva e fácil de usar, bastando optar pelo modelo de sua preferência e preencher um formulário com o título do Canvas e o endereço de e-mail.

Leanstack

Mais do que uma ferramenta, o Leanstack é uma plataforma a qual permite ao usuário criar seu Canvas rapidamente, sem que se perca tempo planejando, com a aplicação de métricas fáceis de acompanhar.

Strategyzer

O Strategyzer é uma plataforma que já atendeu mais de 5 milhões de usuários, e que fornece, além do criador de modelos, cursos online, materiais ricos, metodologias, treinamentos, entre outros serviços.

Agora que você entende o que é o Business Model Canvas e conhece algumas ferramentas capazes de auxiliá-lo, já pode iniciar o desenvolvimento dentro de sua empresa. Essa é uma metodologia prática e clara de enxergar um negócio no âmbito interno e externo de atuação.

Aproveite e ajude a difundir o conhecimento: compartilhe o artigo com seus amigos nas redes sociais!

análise de dados tornou a rotina de empresas mais inteligente e dinâmica. Com a possibilidade de integrar a tecnologia nesse processo, as companhias conseguiram gerar mais resultados, compreender melhor o comportamento de clientes e reduzir custos. Além disso, soluções de TI tornaram-se mais inovadoras e capazes de criar uma experiência de usuário mais convergente. Nesse cenário, uma das principais tendências é o Deep Learning.

Derivada dos algoritmos de aprendizado de máquina, essa tecnologia pode compreender ações com um número muito maior de fatores. Veja mais detalhes abaixo!

O que é o Deep Learning?

O termo Deep Learning é utilizado para designar um conjunto de soluções de aprendizado de máquina que dão a softwares a capacidade de pensar e agir como um ser humano. Também chamada de aprendizado profundo, essa tecnologia pode ser vista como uma evolução do Machine Learning, utilizando mecanismos baseados em redes neurais artificiais para compreender padrões e identificar soluções com mais precisão.

Da detecção de doenças de pele à previsão de palavras em teclados de smartphones, os algoritmos de Deep Learning estão combinando matemática, processamento de informações em larga escala e a computação na nuvem para compreenderem melhor como funcionamos. Dessa forma, a tecnologia pode tornar-se mais inteligente e conectada em mais atividades do nosso dia a dia.

O que difere Deep Learning, Machine Learning e Inteligência Artificial?

Para muitos, as diferenças entre Deep Learning, Machine Learning e Inteligência Artificial são difíceis de serem identificadas. Em poucas palavras, cada conceito pode ser definido da seguinte forma:

  • Machine Learning (aprendizado de máquina): uso de softwares capazes de elaborar regras, identificar padrões e realizar ações a partir da análise de dados;
  • Deep Learning: aplicação do Machine Learning em que softwares ganham conhecimento com o uso de redes neurais virtuais;
  • Inteligência Artificial: a capacidade de softwares executarem ações conforme o contexto ou as interações de uma pessoa.

Quais as vantagens dessa tecnologia?

O Deep Learning pode gerar grandes ganhos para empresas, principalmente, em função da sua flexibilidade e potenciais benefícios. Confira alguns abaixo!

  • maior capacidade de otimizar a experiência do usuário em softwares;
  • analisar sentimentos por meio de textos;
  • reconhecimento de palavras, imagens e conteúdos multimídia;
  • melhorar a oferta de produtos em sistemas de vendas online;
  • prever falhas em equipamentos antecipadamente;
  • avaliar o risco de investimentos;
  • otimizar a análise de riscos em sistemas de crédito;
  • detectar fraudes;
  • detecção de doenças;
  • otimizar a precificação de produtos;
  • filtrar spams;
  • otimizar a detecção de ameaças de segurança.

Como o Deep Learning pode ser utilizado na sua empresa?

O Deep Learning é uma ferramenta flexível, que pode ser utilizada em empresas para diferentes fins. Do reconhecimento inteligente de imagens à detecção de doenças, essa tecnologia está sendo incorporada em diversos aspectos da nossa vida. Confira alguns abaixo!

Compreender como os clientes se comportam

Entender o perfil do seu consumidor é um passo-chave para atingir os objetivos do negócio em médio e longo prazo. Quando a companhia sabe as necessidades do seu público-alvo, ela consegue criar um conjunto de serviços mais atraente e capaz de gerar oportunidades de negócio.

Nesse sentido, o investimento nos algoritmos de Deep Learning dá ao empreendimento a capacidade de encontrar o perfil do seu cliente com muito mais precisão. Novos fatores são associados na análise de dados, permitindo que a empresa tenha uma visão abrangente sobre o relacionamento de consumidores com a marca. Assim, a companhia pode prever tendências, fazer melhores campanhas de marketing e adotar um posicionamento de mercado mais competitivo.

Aumento da segurança

O uso de câmeras de segurança tornou-se padrão em vários empreendimentos. Elas são utilizadas para se ter um maior controle sobre o ambiente corporativo e, assim, evitar que a empresa sofra ataques.

Com o auxílio dos algoritmos de Deep Learning, o negócio pode criar uma infraestrutura de CCTV muito mais inteligente. Desse modo, as técnicas de Deep Learning podem ser utilizadas para identificar pessoas, rastrear os seus passos e detectar invasões com mais precisão e agilidade.

Assistentes pessoais mais inteligentes

Os assistentes pessoais foram introduzidos há alguns anos e, graças ao Deep Learning, poderão ter uma capacidade muito maior de auxiliar os seus usuários. Para as empresas, isso representará a chance de otimizar a sua eficiência, evitar atrasos e, assim, melhorar a rotina do negócio como um todo.

Alertas sobre compromissos são criados automaticamente a partir dos conteúdos presentes em e-mails. Inclusive, respostas automáticas são criadas para aplicativos de mensagens e e-mail a partir da análise do comportamento de vários usuários. Assim, a comunicação da companhia torna-se mais ágil e inteligente.

Investimentos mais inteligentes

Empresas de investimento dependem de informações confiáveis para evitar prejuízos e garantir um alto lucro para as suas carteiras. E, em busca desse objetivo, uma série de informações é utilizada para identificar as melhores oportunidades de negócio e garantir que o empreendimento atinja as suas metas de médio e longo prazo.

Com o auxílio de algoritmos de Deep Learning, os analistas de investimentos passam a ter uma capacidade muito maior de evitar riscos. Imagens de satélites, por exemplo, podem ser cruzadas para avaliar as melhores oportunidades no mercado de commodities.

Ao mesmo tempo, a análise de balanços comerciais ganha mais precisão com a possibilidade de cruzar todo o histórico de um setor com os dados disponibilizados por uma companhia. Assim, o analista pode identificar a sua competitividade e evitar prejuízos

Logística mais eficaz

A entrega de produtos é um dos pontos mais importantes para que empresas possam manter clientes fidelizados. Para tornar essa área mais eficaz, a empresa pode investir em uma série de tecnologias. Nos próximos anos, por exemplo, os veículos autônomos devem ganhar destaque entre as estratégias para que companhias possam atingir melhores resultados nessa área.

Conectados a algoritmos de Deep Learning, veículos autônomos podem identificar todos os elementos que impactam uma rota com mais precisão. Isso garante ao negócio a capacidade de sempre utilizar as rotas mais seguras e econômicas. Com uma taxa de erros menor, o empreendimento terá mais capacidade de manter-se dentro dos seus prazos e ser mais competitivo.

Gostou do nosso post e quer saber mais sobre esse e outros temas? Assine já a nossa newsletter!

A sua empresa investe em tecnologia? A adoção de um bom software pode causar um grande impacto na rotina do negócio, integrando times, reduzindo custos e criando mais espaço para a inovação. Dessa forma, a empresa pode manter-se competitiva e com processos mais alinhados com as necessidades do negócio.

Mas o que é um bom software? Como ferramentas personalizadas podem auxiliar a empresa a ter uma infraestrutura de TI de qualidade? Veja a resposta abaixo!

Qual a importância que ferramentas de TI possuem para empresas no mercado atual?

A tecnologia tornou-se crucial para que empresas de qualquer área consigam manter-se mais competitivas e capazes de atingir um grande público. Por meio de soluções de software é possível reduzir distâncias, flexibilizar processos e criar formas mais inovadoras para atender aos seus clientes e parceiros comerciais.

Softwares de gestão integram times e mantêm as informações internas mais íntegras e acessíveis. Com o auxílio desse tipo de ferramenta, a companhia pode agilizar rotinas, melhorar o fluxo de trabalho e manter a cadeia operacional mais automatizada. Além disso, a troca de dados entre setores facilita o planejamento de processos com menos erros e mais segurança.

Já tecnologias como a Internet das Coisas e a computação na nuvem revolucionaram a forma como negócios são realizados. O ambiente corporativo pode tornar-se mais competitivo, flexível e capaz de responder a mudanças do mercado com agilidade e mobilidade. Assim, a companhia pode criar rotinas mais ágeis e inovadoras com a segurança de que os profissionais terão todos os recursos necessários para atingir as suas metas.

Esses são apenas dois exemplos de como ferramentas de TI podem otimizar o dia a dia da empresa. Em resumo, utilizando um bom software, o negócio consegue atingir melhores resultados e atender a um número maior de demandas sem comprometer os seus custos ou a sua performance operacional. Assim, mesmo em momentos em que os recursos tecnológicos são mais solicitados, a empresa poderá se manter eficaz e com alta produtividade.

O que faz um bom software?

Mais do que investir em tecnologia, uma empresa que busca ser inovadora por meio de ferramentas de TI deve buscar criar uma boa infraestrutura de soluções digitais. Nesse sentido, o investimento em um bom software é crucial. Veja abaixo cinco fatores que definem o que é uma boa ferramenta de TI!

Flexibilidade

Um bom software corporativo precisa ser flexível, ou seja, deve ser capaz de lidar com diferentes tipos de necessidades. Isso é algo importante, especialmente em mercados que mudam rapidamente, como é o caso dos atuais.

Soluções de software licenciadas por meio da nuvem, por exemplo, são exemplos que atendem a esse requisito. As suas funcionalidades podem ser modificadas a qualquer momento, dando mais flexibilidade para que o gestor possa definir os recursos que ficarão disponíveis para o usuário. Dessa forma, a companhia terá sempre uma ferramenta que pode atender plenamente às suas necessidades.

Integridade

Atualmente muitas empresas já migraram as suas rotinas para meios digitais. E quanto maior a quantidade de rotinas que são executadas com o auxílio de soluções de TI, maior a necessidade de possuir ferramentas com bons mecanismos de segurança.

Um software eficaz deve, portanto, ser capaz de lidar com todos os dados do empreendimento de maneira confiável. Para isso, é importante que a solução de TI seja desenvolvida com um conjunto de estratégias que evitam o roubo de dados e que os registros sejam corrompidos após algum tipo de falha. Assim, usuários podem integrar a ferramenta de TI completamente ao seu dia a dia por saberem que os riscos serão baixos.

Suporte inteligente

O suporte ao usuário é um ponto chave para que empresas possam aproveitar todos os benefícios de um bom software. É por meio dele que dúvidas são solucionadas e erros corrigidos rapidamente. Assim, usuários são pouco afetados por qualquer tipo de problema que possa surgir no dia a dia.

Essa área também auxilia o desenvolvedor a identificar como otimizar a ferramenta. Será ele o responsável por coletar dados sobre falhas frequentes e outros pontos que afetam a experiência de uso, permitindo que a aplicação seja otimizada com mais precisão.

Integrações

Muitas empresas investem em soluções de TI de diferentes desenvolvedores. Nesse sentido, é importante que as aplicações saibam trocar dados entre si, evitando gargalos e falhas operacionais.

Quando o negócio possui um ambiente de trabalho integrado, ele pode atuar com mais agilidade na resolução de problemas. A empresa terá os mecanismos necessários para trocar dados entre aplicações com rapidez, diminuindo erros e permitindo que profissionais tenham uma visão mais abrangente sobre tudo o que acontece no ambiente de trabalho.

Alinhamento com o perfil da empresa

Uma das principais características de um bom software é o seu alinhamento com o perfil da empresa. Quando a aplicação é bem desenvolvida, ela é capaz de atender às principais necessidades e normas internas do negócio. Dessa forma, a sua integração pode ser completa, maximizando o retorno sobre o investimento.

Quais as vantagens de um software personalizado?

investimento em sistemas personalizados tem sido adotado por muitas empresas que buscam uma forma mais segura de criar uma infraestrutura de TI formada por um conjunto de bons softwares. Esse tipo de aplicação é feita de acordo com normas técnicas e as necessidades da companhia, buscando atender plenamente aos seus objetivos e metas de médio e longo prazo.

Uma aplicação personalizada pode integrar-se melhor à infraestrutura de TI já existente. Como ela é criada conforme o perfil da empresa, ela terá funcionalidades, APIs e outros mecanismos para garantir que os usuários possam utilizar todos os recursos por completo.

Além disso, as configurações de segurança estarão moldadas conforme as normas de compliance do empreendimento. Isso permite que a empresa mantenha-se com uma infraestrutura de TI mais confiável e íntegra.

Por ser moldado de acordo com as demandas da empresa, o software personalizado consegue reduzir o uso de recursos e ter um número de falhas de funcionamento menor. Isso traz um maior retorno sobre o investimento para a empresa: as rotinas de manutenção tornam-se mais simples e a companhia conseguirá focar mais as suas atenções nas necessidades de seus clientes.

Em outras palavras, a adoção de um bom software personalizável é crucial para que o negócio possa reduzir riscos, manter-se mais competitivo e com uma rotina de alta performance. Assim, a empresa poderá atender às demandas do seu mercado de atuação plenamente com mais inovação e qualidade.

Quer saber como a criação de um software personalizado pode auxiliar o seu negócio a ter melhores resultados? Então fale com um de nossos especialistas!

Sua empresa tem a pretensão de lucrar mais sem estruturar seu processo de vendas? Erro à vista! O gestor precisa ter ciência da importância das métricas na hora de colocar o time comercial em ação. O processo precisa ser pensado desde a atração do consumidor até sua condução às etapas finais do pipeline.

Para entregar qualidade na prestação de serviços e desenvolver a relação afetiva entre os prospects e a marca, a equipe deve ser bem direcionada pela gestão. Mas como personalizar e solidificar as vendas? Reunimos as melhores dicas! Venha conferir!

O que é o processo de vendas?

A estruturação das vendas se refere às normativas definidas pela empresa, a fim de guiar o time em suas atividades comerciais, aumentando a eficiência dos colaboradores e a prospecção de clientes.

Pareceu complicado? A gente simplifica: o processo de vendas é um passo a passo. Ele servirá para alinhar todo o time responsável pelas vendagens, facilitando fechamentos de negócio e o alcance das metas.

Ainda hoje, infelizmente, muitas empresas não contam com uma boa estruturação no processo de vendas. Esse erro acomete até mesmo as grandes corporações — e não deve ser repetido no seu varejo! A falta de Norte nas ações de venda prejudica a rotina dos colaboradores, que acabam desperdiçando tempo útil com tarefas que poderiam ser resumidas ou automatizadas.

A situação é pior para as marcas que não contam com o respaldo da tecnologia. Perdida em tarefas analógicas, a equipe dessa organização gasta tempo que deveria ser investido em atividades estratégicas. Não caia nessa cilada!

Qual sua importância no varejo?

O primeiro passo foi dado e sua empresa já está ciente do que significa o processo de vendas. Mas qual a relevância dessa estratégia para o varejo?

Pense só: em uma organização em que não há um passo a passo bem definido, cada colaborador desempenhará sua função de uma maneira. Enquanto alguns apostam em vendas mais incisivas, outros podem achar que conhecer o perfil do cliente não é relevante.

Nesse cenário hipotético, em que cada vendedor trabalha de uma forma, os objetivos e metas da corporação passam despercebidos. A sensação do cliente é a de que a empresa é desorganizada — o que se comprova nos números, já que a lucratividade fica prejudicada se as vendas não estão modeladas.

Aaron Ross, guru de vendas e escritor, já mostrou objetivamente a importância de adotar a estratégia: estruturando os processos da Salesforce, em apenas alguns anos, o autor de Predictable Revenue conseguiu incríveis R$ 100 milhões em receita extra para a empresa.

Dar uma espinha dorsal para as ações comerciais permitirá que seu varejo crie um padrão organizacional, potencialize os talentos da equipe e entregue um resultado satisfatório para o cliente final, levando-o à tão desejada fidelização. Vale a pena, não é mesmo?

Como estruturar meu processo de vendas?

Fato é que um bom processo de vendas aumenta a saúde empresarial, independentemente do segmento que o adota. Adaptáveis, as métricas para as vendas devem condizer com o perfil do seu negócio e com os potenciais individuais dos colaboradores.

Especialmente no varejo, as vantagens da estruturação são inúmeras, indo da criação de um funil de vendas mais atraente à satisfação da equipe, que trabalha mais motivada. Aprenda a melhorar seu processo de vendas para aproveitar suas vantagens!

Cumpra a função do líder

Em muitos cases, o empreendedor que realiza a gestão do negócio consegue visualizar com clareza o processo de vendas. Para o gestor, já começa a surgir aí uma estruturação dos processos comerciais. Mas e o vendedor?

Na outra extremidade do processo, porém, o vendedor pode estar sem ciência da estrutura que a empresa pretende adotar em suas vendas. Por isso, não consegue aplicá-lo no cotidiano. Isso é um indicativo de que falta a figura de liderança.

Um líder não cabe apenas para motivar a equipe e mantê-la unida: ele é também o responsável por repassar informações necessárias ao desempenho das atividades dos setores. O líder deve se ocupar em divulgar para a equipe o prosseguimento que será dado às estratégias.

Além de estruturar o processo, ele deve demonstrá-lo no cotidiano para todo o time que é responsável pelas vendas.

Pesquise o cliente

Sem dominar o perfil do público-alvo se torna impossível obter o máximo desempenho nas vendas. A oferta de produtos, as mudanças no mix de mercadorias da loja e a própria precificação devem ser sustentadas pela demanda da persona que consome do seu varejo.

Invista em pesquisas para compreender os anseios e as características que modelam seu consumidor potencial. Esse é o momento de trabalhar em conjunto com o marketing, mostrando os traços definidores do cliente e permitindo que a equipe de vendas também trabalhe em prol da satisfação desse comprador final.

Estude a jornada de compras

A jornada de compras merece atenção especial da sua empresa. Ela se refere ao caminho que o consumidor percorre até fechar a compra. Conhecer a jornada que seu público-alvo percorre ajudará na estrutura do seu plano de vendas.

Não existe modelo fixo para a jornada de compras, já que cada segmento encontra suas particularidades. No entanto, ela geralmente se inicia na identificação de uma problemática apresentada pelo cliente e para a qual ele deseja solução.

É na resolução do problema que entra a equipe de vendas, oferecendo o produto ou serviço ideal para preencher a necessidade do consumidor.

Conte com a tecnologia

Em um cenário globalizado, os consumidores se tornam mais criteriosos e as relações comerciais exigem mais agilidade. O canal para estabilizar sua empresa e dá-la destaque é contar com a tecnologia.

Aplicando um software de automação, sua equipe de vendas fica livre para focar em atividades de cunho estratégico, em vez de gastar tempo com tarefas burocráticas, funções dispensáveis ou com o retrabalho — normalmente, gerado pelos erros de fator humano.

Um sistema permitirá guardar dados importantes com segurança, ter noção do histórico do relacionamento com cada cliente e planejar novas etapas de venda com muito mais eficiência.

E não para por aí: os softwares investem em mobilidade e adaptação a diferentes dispositivos. Além do desktop e notebook, gestor e colaboradores poderão utilizar smartphones, tablets e demais dispositivos móveis para acessar os dados. É o processo de vendas da empresa sempre à palma da mão.

Conhecendo seu produto, sua empresa e seu cliente, fica fácil iniciar o planejamento. Gostou das dicas? Restou alguma dúvida? Conte pra gente nos comentários!

No universo corporativo, o empowerment (empoderamento, do português) é uma estratégia que consiste em delegar, aos colaboradores, poderes de decisão e liberdade em ações corporativas, concedendo a eles autonomia, responsabilidades e desenvolvimento em aspectos de liderança.

Por que “empoderamento”? O termo designa “liberação de energia”, o que, no âmbito corporativo, está relacionado a habilidades e conhecimentos. Na prática, quanto mais colaboradores puderem contribuir de maneira determinante, melhor.

O conceito tem se popularizado cada vez mais entre as empresas, devido às suas necessidades de:

  • melhorar o ambiente organizacional;
  • reduzir custos;
  • otimizar e agilizar processos;
  • engajar as equipes; e
  • modernizar a forma de trabalho.

Nesse sentido, o empoderamento é uma ação providencial; essa mudança na cultura organizacional é capaz de conceder às companhias o que elas precisam.

Agora que já sabemos o que seu negócio pode conseguir com o empowerment, falaremos mais detidamente sobre como ele funciona, como implementá-lo e suas principais vantagens. Vamos começar?

Como funciona o empowerment?

Basicamente, o empowerment descentraliza o poder de decisão, comumente centralizado pelo gestor, delegando novas tarefas e responsabilidades a outros colaboradores, tornando as equipes autogerenciáveis.

A princípio, a tática privilegia o individual, porém, na prática, os colaboradores trabalham cientes de que suas ações abrangem a coletividade e, também, de que exercerão a liderança integradamente com os colegas.

Portanto, o empowerment faz com que empregados pertencentes a áreas distintas tenham autonomia e, ao mesmo tempo, trabalhem em conjunto para o sucesso da empresa.

Como implementá-lo?

Implementar o empoderamento na empresa não se resume a atribuir tarefas substancialmente importantes aos funcionários; é imprescindível que haja mudança na filosofia da organização e ações precisas. Algumas delas são:

Autonomia aos colaboradores

Por exemplo, não há como aplicar o empowerment sem que os colaboradores tenham a devida autonomia para tomar decisões. A confiança, por parte da empresa, é considerada fator elementar para promover tais mudanças.

Supondo que erros sejam cometidos pelo empregado, puni-lo ou restringi-lo da nova função comprometerá a autonomia. Quanto a isso, o empowerment deve ser encarado como processo de aprendizado, portanto, os erros têm que ser corrigidos.

Em contrapartida, o reconhecimento e as demonstrações de satisfação são de suma importância para o sucesso do empowerment. Não hesite em elogiá-los e agradecê-los quando um bom serviço é prestado.

Definição de parâmetros

Outro aspecto importante na implementação do empowerment é o estabelecimento de parâmetros, tais como: prazos, preços e margens de lucros, evitando que o colaborador necessite solicitar autorização a cada ação a ser realizada.

Por exemplo, nem sempre o João, colaborador, sabe o que é permitido (ou não) fazer em determinadas situações, o que o leva a consultar e pedir autorização de Fernando, seu gestor. Sendo assim, sempre que surge um problema, o procedimento se repete.

Sem parâmetros bem definidos, o colaborador não conseguirá exercer sua liderança e, ainda, acarretará lentidão nos processos. Reiterando, a ideia é dar liberdade para os funcionários, não prendê-los às decisões do gestor.

Uso de tecnologias

Por conta da transformação digital e da rápida evolução da tecnologia, hoje, é possível não apenas trazer o empowerment para o negócio, mas acompanhá-lo de maneira eficiente, avaliando resultados e fornecendo orientações.

Logo, investir em recursos tecnológicos que facilitam a aplicação do empowerment e a mensuração de resultados tornará a estratégia ainda mais eficiente.

Contar com soluções de integração de sistemas, mapeamento de processos, Big Data e dashboards, por exemplo, ajuda a garantir o acompanhamento de tudo que acontece, graças aos recursos de automatização e outras praticidades oferecidas por ferramentas de TI.

Quais são as vantagens do empowerment para a empresa?

Redução de processos burocráticos

A descentralização de poderes numa hierarquia organizacional é um passo importante para desburocratizar os processos de negócio, visto que, tradicionalmente, os líderes tomam pra si um excesso de funções — de modo que nada aconteça sem suas análises e aprovações.

Em meio a isso, com a cultura do empoderamento, o gestor pode delegar tarefas aos funcionários que considerar aptos a realizá-las, os quais se encontrarão motivados o bastante para fazer um bom trabalho.

Com essa produtiva interação entre os colaboradores, o ambiente ganha mais cabeças pensantes e, consequentemente, adquire uma visão abrangente. Isso acaba se refletindo em decisões ágeis e soluções bem elaboradas.

Além disso, nenhum líder fica sobrecarregado, tampouco decisões cruciais permanecem na fila de espera. Ou seja, quanto maior o número de pessoas com autonomia para agir, melhor será a fluidez dos processos.

Identificação de novos talentos

Descobrir novos atributos em seus funcionários é sempre uma grata surpresa para a empresa, sobretudo, quando dizem respeito a aspectos de liderança, assegurando que seus colaboradores têm condições de construir carreiras sólidas.

Ao identificar novos talentos, a empresa reconhece aqueles que deve reter, investindo em treinamentos que, além de aperfeiçoá-los, os deixarão mais comprometidos em alcançar posições importantes.

O equilíbrio proporcionado pelo empowerment também faz parte do benefício, visto que o empregado, já adaptado a exercer liderança, não fica acomodado, crente de que seja intocável em seu posto. Por outro lado, quem precisa desenvolver habilidades interpessoais adquire rica experiência.

Motivação extra para a equipe

A cultura do empowerment desperta, no colaborador, a motivação necessária para que ele permaneça engajado, comprometido e disposto a entregar resultados.

Isso porque ele começa a enxergar oportunidades para conquistar suas metas — crescer na empresa, assumir funções importantes, conseguir melhores salários etc. Logo, na medida em que os objetivos da empresa e do colaborador estão alinhados, a sinergia entre as partes é maior.

Compartilhamento de informações

Quando informações relevantes não são compartilhadas, a tendência é que decisões equivocadas sejam tomadas e, com isso, a organização perde em eficiência. Por essas e outras, estabelecer um bom nível de comunicação é essencial.

Devido à integração de pessoas promovida pelo empowerment, a informação circula com transparência e clareza, evitando que a incerteza se faça presente no momento de agir, ou que dados não fiquem à disposição.

Vale destacar que a centralização da liderança faz com que muitos insights relevantes não cheguem ao conhecimento da companhia, visto que os colaboradores não estão, na prática, alinhados aos processos maiores.

Esperamos ter esclarecido o básico sobre empowerment, do conceito à aplicação, não deixando dúvidas quanto a seus benefícios para as empresas. Para receber novos artigos como este em primeira mão, basta assinar nossa newsletter! Vamos lá!